Translate

Mostrando postagens com marcador Tarifaço. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tarifaço. Mostrar todas as postagens

15 novembro 2025

Tarifas de concorrentes brasileiros foram para zero. Brasil amarga 40%

    Após comemoração inicial, exportadores brasileiros de carne, café e frutas adotaram um tom mais cauteloso e até pessimista em relação à redução das tarifas de importação pelos Estados Unidos. Na sexta-feira (14), os EUA reduziram a taxa global de 10% para cerca de 200 produtos, mas mantiveram a sobretaxa de 40% ao Brasil.

    O café brasileiro vai passar a ser taxado em 40% nos EUA, enquanto os produtos dos principais concorrentes, como a Colômbia e o Vietnã, tiveram a sua tarifa zerada. A situação ficou ainda pior para o Brasil, visto que outros países tomarão o espaço no mercado americano.
   
Porém, a milícia digital da esquerda nas redes sociais segue espalhando a mentira de que as tarifas contra os produtos brasileiros foram para zero, tratando como grande feito do descondenado.




A matemática mostra outra coisa.


15 outubro 2025

O recado de Trump


 
    Na lógica americana, liberdade não é retórica. É critério econômico. Quem censura e persegue adversários passa a pagar mais para negociar.

   Questionado sobre a tarifa de 50% contra o Brasil, Jamieson Greer disse que apenas 10% são tarifa-base. Os outros 40% foram aplicados por censura judicial, perseguição à oposição e violações ao Estado de Direito, citando juízes brasileiros que atuam contra empresas americanas e adversários políticos. O alvo tácito é o STF sob Alexandre de Moraes.

    Scott Bessent, do Tesouro, citou ainda pedido de prisão ilegal de cidadãos americanos no país. Segundo eles, esse comportamento tem custo.
    A IEEPA, lei usada pelos EUA para punir regimes que atacam liberdades civis, autoriza restrições comerciais e bloqueio de transações contra governos vistos como ameaça à liberdade. Ao ser citada nesse contexto, o Brasil passa a ser tratado como economia sob suspeita.



12 julho 2025

Tarifaço Trump não diz respeito à balança comercial




    Os principais motivos da tarifação de Trump sobre o Brasil dizem respeito, visivelmente, não à balança comercial Brasil-EUA, mas sim às ações e estratégias adotadas pela elite política brasileira para subjugar e calar o povo e os representantes do povo, para controlar a expressão do povo nas redes sociais, cancelar o direito do povo de se manifestar e escolher seus líderes de acordo com a Constituição. Tudo isto constitui-se no objeto dos diversos processos que, inconstitucionalmente, estão em andamento no STF.

    As motivações do tarifaço parecem dizer respeito, também, ao alinhamento externo do sistema político brasileiro com um bloco totalitário, já comentado aqui, que lhe proporciona respaldo internacional para continuar destruindo internamente a democracia (pois a opção preferencial pelo BRICS no plano externo decorre da opção preferencial pela corrupção no plano interno).     Assim, não se trata de uma questão comercial que se possa encaminhar com negociações comerciais. Ela não poderá ser superada pela remoção de barreiras brasileiras a produtos americanos, para obter em contrapartida a remoção das tarifas americanas a produtos brasileiros, como seria o caso numa negociação comercial normal. O terreno é outro. A questão, provavelmente, só poderá ser resolvida pela remoção das barreiras que a elite política brasileira ergueu contra a soberania do próprio povo brasileiro.     Isso não retiraria automaticamente as tarifas, mas transformaria todo o problema, aí sim, numa negociação comercial normal. Se o Brasil e sua elite política voltassem a pautar-se pelos princípios democráticos tanto na política interna quanto na política externa, poderíamos então conseguir, não apenas a redução das tarifas agora adotadas, mas até mesmo uma ampla liberalização do comércio com os EUA, como a Argentina e a Índia estão a ponto de obter, gerando imensas oportunidades de exportação e de ingresso de investimentos.


Fonte: Notas de Jair Bolsonaro, Ernesto Araújo e do deputado americano Carlos Gimenez.