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28 junho 2025

"A Lista"


 

    "A Lista" — é um arquivo secreto de gênios da IA. Apenas alguns pesquisadores selecionados possuem as habilidades para a área mais promissora da tecnologia, mesmo que isso exija salários de US$ 100 milhões.

    Em todo o Vale do Silício, as mentes mais brilhantes da IA ​​estão comentando sobre "A Lista", uma compilação dos engenheiros e pesquisadores mais talentosos em inteligência artificial que as big techs passaram a elaborar.

    Os recrutas na "Lista" geralmente têm doutorado em instituições de elite como Berkeley e Carnegie Mellon. Eles têm experiência em lugares como a OpenAI em São Francisco e a Google DeepMind em Londres. Geralmente têm entre 20 e 30 anos — e todos se conhecem. Passam os dias olhando para telas para resolver os tipos de problemas inescrutáveis ​​que exigem quantidades espetaculares de poder computacional. E seus talentos, antes obscuros, nunca foram tão valorizados.

    Os CEOs de gigantes da tecnologia e capitalistas de risco de peso estão se aproximando de algumas dezenas de pesquisadores nerds porque seu conhecimento especializado é a chave para lucrar com a revolução da inteligência artificial.

    Ninguém nesta "corrida armamentista" em rápida escalada está perseguindo os recrutas mais valorizados como Zuckerberg, que tentou invadir os principais laboratórios de pesquisa do Vale do Silício, oferecendo pacotes de pagamento de US$ 100 milhões a alguns poucos superstars na esperança de capturá-los.

    O universo de engenheiros com vasta experiência nesse tipo de pesquisa em IA é pequeno. A lealdade entre eles transcende as empresas. Enquanto decidem se vão para a Meta, eles comparam ideias, trocam informações e planejam seus futuros juntos. Eles tentam descobrir quem mais se juntará ao laboratório — e quem mais está na "Lista". Alguns estão se unindo em pacotes. Outros estão negociando contrapropostas generosas para permanecer em suas empresas.

Doutorados em timing perfeito

    Com essa bonança de gastos e o frenesi de movimentações, os geeks de IA estão sendo tratados mais como agentes livres da NBA. Mas, no esporte, existem métricas facilmente acessíveis que quantificam o desempenho de atletas famosos, e as pessoas sabem exatamente quanto dinheiro seus jogadores favoritos ganham — e se eles realmente valem a pena.

    É mais difícil mensurar o valor de pesquisadores cujo trabalho a maioria das pessoas desconhece completamente e não consegue entender. As pessoas que recebem mensagens de Zuckerberg têm algumas coisas em comum. Elas precisam entender de cálculo, álgebra linear e teoria da probabilidade, como um dos contratados recentes da Meta, que se diz fascinado por design de algoritmos.

    Um diploma de graduação em ciência da computação não é treinamento suficiente. Esses pesquisadores obtêm doutorados em programas de elite — Berkeley, Stanford, Carnegie Mellon, MIT — cujas áreas mais seletivas admitem menos de 1% dos candidatos e se tornaram um sistema de alimentação para laboratórios de IA.

    Os pesquisadores de hoje também tiveram um timing perfeito. Quando muitos embarcaram em seus trabalhos de doutorado, uma década atrás, eles estavam abordando tópicos esotéricos em robótica e inteligência artificial generativa. Não havia nada remotamente atraente em suas áreas. Mas eles estavam explorando a fronteira da IA ​​— e suas áreas de interesse renderam avanços revolucionários.

    Um dos motivos pelos quais todas essas empresas estão dispostas a inundar os recrutas com dinheiro é que mesmo uma superequipe de engenheiros de IA custa apenas uma fração do preço de uma infraestrutura de IA, como data centers. Só neste ano, a Meta planeja investir cerca de US$ 70 bilhões em IA, enquanto Amazon, Microsoft e Alphabet estão investindo ainda mais. Ao lado de hardware, humanos parecem uma pechincha.


    Pessoas na comunidade unida de IA dizem que os pesquisadores cujas habilidades nunca foram tão lucrativas não são motivados principalmente por enormes quantias de dinheiro. Até recentemente, muitos estavam perfeitamente felizes em se tornar professores. Hoje em dia, eles estão se tornando pesquisadores em laboratórios de IA — mas não apenas por causa do salário. Isso porque apenas empresas de tecnologia com recursos aparentemente ilimitados oferecem o poder de computação, os dados, a infraestrutura e a liberdade de que precisam para executar seus experimentos e escalar seus modelos.

O "conhecimento tribal" da IA

    Os pacotes salariais de oito e, às vezes, nove dígitos são tentadores, e a abordagem de Zuckerberg é lisonjeira, mas o histórico desastroso da Meta em IA generativa deixou alguns recrutas hesitantes. Quando a empresa lançou seu modelo mais recente com pouca repercussão, alguns pesquisadores da Meta se distanciaram do modelo, removendo o projeto, chamado Llama 4, de suas biografias no LinkedIn.

    Os poucos pesquisadores mais inteligentes em IA acumularam o que se descreveu como "conhecimento tribal", quase impossível de replicar.


Fonte: WSJ, 27/06/2025.

28 junho 2024

Lula sempre teve o seu caminho pavimentado por comunistas

E essa pavimentação foi feita, nada mais nada menos, por aquele que se autodenomina o Kerensky brasileiro e o melhor aluno de Antônio Gramsci: Fernando Henrique Cardoso.

O ex-presidente, por sua vez, teve seu caminho pavimentado pela própria família, conforme se encontra no livro 1889, de Laurentino Batista. Vamos lá. O avô de FHC, Joaquim Inácio Batista Cardoso, chegou a sugerir a Benjamin Constant, o fuzilamento de Pedro II caso ele resistisse ao exílio (p. 41). O tio de FHC, Felicíssimo Cardoso, era membro do Conselho Mundial para a Paz, uma organização criada pela KGB, a polícia secreta soviética. O pai de FHC, General de Exército Leônidas Cardoso, foi militante do CEDPEN, entidade diretamente envolvida na campanha popular "O Petróleo é nosso!", perseguido pelo Conselho de Segurança Nacional em 1953, sob a alegação de envolvimento com atividades comunistas, subversivo" (Última Hora 26/5/1953, p.3).  O General Leônidas chegou a ter seu nome citado como eventual candidato do então Partido Comunista do Brasil (PCB) em 1954. 

FHC foi um cérebro operante por trás da implementação definitiva do comunismo no Brasil desde seus tempos como estudante e, posteriormente, como professor na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL) da USPEntre 1966 e 1968, as ideias de Gramsci repercutiram no interior de um restrito circulo de intelectuais e professores universitários de ciências sociais, sobretudo na USP. FHC (sempre ele), por exemplo, através de um artigo publicado na revista Les temps modernes. FHC foi um dos primeiros intelectuais brasileiros a fazer menção ao conceito gramsciano de hegemonia.

O Pacto de Princeton

Os continentes americanos - e o Brasil em particular - sempre estiveram na mira das lideranças do globalismo e estas tinham como um de seus objetivos incentivar a criação de um bloco latino-americano.

Foi nesse contexto, que a organização  "Dialogo Interamericano" passou a financiar o Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro, através do que ficou conhecido como Pacto de Princeton.

O Pacto de Princeton foi um combinado de uma falsa oposição e da aplicação dos métodos de doutrinação de Gramsci, feito por Lula e FHC, ocorrido em janeiro de 1993 na cidade de Princeton, EUA. No Pacto, Lula representando o Foro de São Paulo que fomenta o socialismo comunista na América Latina e FHC representando a Diálogo Interamericano ligada ao Partido Democrata americano com pele socialista-fabiano.

No Pacto, os dois comunistas - Lula e FHC- demonstraram para a grande imprensa que eram adversários, adotando os ideais da política das tesouras, de Lênin, como única solução para implantar o socialismo-comunismo no Brasil. Forjaram uma falsa oposição para culminar com o grande projeto de instalação do socialismo em toda a América Latina. Desta forma, qualquer um dos dois que fosse eleito pelo voto democrático, estava comprometido com os ditames socialistas em toda a extensão da América Latina, objeto do Foro de São Paulo.

Além de forjar uma falsa oposição, o Pacto tinha como objetivo:

"a participação de revolucionários comunistas de 1964 nas eleições, bem como o controle populacional através do estímulo de uniões homossexuais, legalização do aborto, enfraquecimento da Igreja Católica para se prevenir de reações contrárias aos projetos estabelecidos, e também o enfraquecimento das Forças Armadas."

No ano de 1995, FHC ganhou a eleição presidencial no Brasil e começou a por em prática os métodos de desconstrução dos valores estabelecidos na sociedade brasileira e a fomentar o crescimento socialista no País.

Em 2003 foi a vez de Lula ganhar a eleição presidencial, ficando até final de 2010 no poder, período esse onde aparelhou todas as instituições, investiu bilhões em nações socialistas e forjou pesado na implantação das disciplinas que compõem o marxismo cultural, colocando classes contra classes e pulverizando a discórdia entre pobre e rico, negro e branco, sulista e nortista, homossexual e heterossexual, filho e pai, sociedade civil e polícia. Apoiou a ideologia de gênero, incentivou a corrente feminista, buscou meios para legalizar o aborto, incentivou à promiscuidade e a impunidade, desarmou a população contra resposta do referendo de 2005, sucateou as Forças Armadas, investiu em ONGs trapaceiras que defendem os ideais do globalismo-comunismo e nos artistas consagrados através da Lei Rouanet para se aproveitar do público seguidor dos mesmos no sentido que eles ajudassem falar bem do sistema. 

Enfim, nos mais de vinte anos que os esquerdistas estiveram na condução de governos para mudar a cor de nossa bandeira para o vermelho, as universidades públicas foram as que mais se esmeraram em entregar títulos, incluindo o de Doctor Honoris Causa, bem como todos os tipos de bolsas e incentivos para quem fosse convincente aos ideais marxistas e gramsciano no sentido de fomentar, cada vez mais a luta de classes, tendo no MST e em tantos outros organismos a bandeira de luta para destruir o capitalismo e implantar o decadente sistema socialista no Brasil.

Brasil 2023

Em 2023 Lula retornou ao Palácio do Planalto e com ele sua troupe viciada nos costumes comunistas, incluindo o globalismo. Lula já abriu mão da Amazônia brasileira ... e o Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois ... https://bit.ly/3oVnZ90.

Neste momento, as redes sociais começaram a divulgar que delegações de 23 países confirmaram participação na reunião do Foro de São Paulo que irá ocorrer em Brasília entre os dias 29/06 e 02/07/2023.

Tal reunião, suponho, servirá para atualizar os planos do Foro, cujos teores para os períodos 2019-2020, 2021-2022 e 2022-2023, foram revelados pelo jornalista espanhol, Luis María Ansón, e publicados no jornal El Mundo, disponível neste link.

Mais informações sobre o Foro de São Paulo estão também disponíveis neste ótimo documentário lançado em Madrid. Um filme para denunciar a aliança entre as narcoditaduras latino-americanas e o partido espanhol Podemos, por meio do chamado Grupo de Puebla, herdeiro do Foro de São Paulo.