Translate

Mostrando postagens com marcador 31MAR1964. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 31MAR1964. Mostrar todas as postagens

31 março 2026

Os Grupos Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil antes e depois do 31 de Março de 1964

Marcha da Vitória - 01/04/1964

    Hoje muitos brasileiros estão comemorando o aniversário da Contrarrevolução de 31 de Março de 1964. O Brasil esteve muito próximo da implementação da dita "revolução do proletariado", da qual se salvou na undécima hora. Porém, posteriormente, se cometeu um grande erro: foi deixada viva a semente maligna. Ela renasceu e hoje domina os meios de comunicação, as escolas, as universidades e até o STF.

    Revendo matérias sobre a referia data, encontrei nas redes sociais o artigo que copio abaixo, cujo autor, ao seu final, fornece sua identificação completa. Aqui neste link, outros registros históricos sobre a Contrarrevolução que resgatou o Brasil das garras do comunismo.


    Boa leitura.

*.  *.  *.  *


GRUPOS GUERRILHEIROS TERRORISTAS QUE ATUARAM NA LUTA ARMADA NO BRASIL

Os Grupos Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil antes e depois do 31 de Março de 1964

Jenyberto Pizzotti 

Através de uma longa pesquisa que fiz, esse artigo revela a existência de mais de 30 organizações comunistas de guerrilha e terrorismo que existiram no Brasil antes de 31 de Março de 1964 (dia do Contragolpe) e durante o período da Luta Armada no Brasil (veja a relação dessas organizações nesse artigo). 

A revelação desses grupos de guerrilha e terrorismo evidenciam uma Verdade incontestável, a de que a  Extrema Esquerda Brasileira jamais lutou pela Liberdade e pela Democracia no Brasil.

Antes e depois de 31 de Março de 1964, a Extrema Esquerda sequestrou, torturou e assassinou inocentes, realizou atos terroristas com assaltos a bancos e explosões de bombas que mataram e trucidaram brasileiros e brasileiras (leiam meu artigo “Ações Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil”)

Após 31 de março de 1964, os militantes comunistas que viram seus planos frustrados no Brasil desencadearam através de ações de guerrilha e terrorismo, como por exemplo, o atentado ao aeroporto de Guararapes, em Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em 1968; o atentado contra o Consulado Americano; o assassinato do industrial dinamarquês Henning Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Rodney Chandler, os inúmeros assaltos a bancos, o sequestro de embaixadores estrangeiros no Brasil, e os assassinatos de inexperientes recrutas em ataques a quartéis (inclusive com a participação da ex presidente do Brasil, Dilma Rousseff).

Os terroristas comunistas Capitão Carlos Lamarca (que desertou do Exército), Deputado Federal Carlos Marighella e outros combatentes da Luta Armada no Brasil, jamais foram heróis. Foram traidores da Pátria Brasileira, e junto com seus comparsas terroristas, lutaram, roubaram, sequestraram, torturaram e mataram inocentes, não pela Democracia e pela Liberdade, mas para que o Brasil fosse transformado numa ditadura assassina e sanguinária sob as ordens de Cuba e da Rússia.

Depois, com a saída dos Militares, e com a Anistia e a volta da luta pelo Poder (desta vez através da Política e da Corrupção), a Esquerda se apresentou ao Povo Brasileiro como as "vitimas" do "golpe", se apresentaram como a "resistência", e como os "bonzinhos e mocinhos da História", como democratas e progressistas, e não foi nada disso que aconteceu.

Durantes décadas, milhões de pessoas no Brasil têm sido ensinadas e doutrinadas por professores comunistas, ou por professores que ensinaram sem pesquisar e buscar as fontes originais da História, a aceitarem como verdade absoluta, que o que aconteceu em 31 de março de 1964 no Brasil foi um Golpe Militar desfechado contra inocentes idealistas, que sonhavam com um mundo justo, livre e igualitário.

O Povo Brasileiro, um povo sem memória e que não busca a Verdade, engoliu sem mastigar essas mentiras cínicas, covardes e hipócritas.

Comunistas brasileiros, bem antes de 31 de março de 1964, e sob ordens da Rússia e da China, foram treinados em Cuba e na China para darem um Golpe no Brasil e implantar uma Ditadura , e transformar o Brasil numa Ditadura Comunista tendo como modelo Cuba (que tinha feito uma Revolução Comunista em 1959 e passou a querer exportar sua revolução para os demais países).

Após a reação do povo brasileiro, que junto com os militares, não aceitavam o Comunismo no Brasil e fizeram acontecer o Movimento de 31 de março de 1964, os militantes comunistas que viram seus planos frustrados no Brasil, desencadearam ações de guerrilha e terrorismo com o terror, sequestro, tortura, mutilação e morte de civis e militares brasileiros.

As Forças Armadas então reagiram a esses atos de Terror e Violência, e a partir de 1968 se desencadeou no Brasil a chamada Luta Armada, os "Anos de Chumbo", onde os dois lados erraram e cometeram atos de desumanidade, sequestrando, torturando e assassinando. 

Foi uma Guerra, e nessa guerra não existiu mocinhos e bandidos. Os dois lados sequestraram, torturaram e mataram, mas apenas um lado saiu dessa guerra como "vítima" e foi até indenizado, o outro lado, o lado que salvou os brasileiros de serem escravos do Comunismo, foi durante décadas chamado de "torturador" e "golpista", cuspiram em seus rostos, e aí está a principal razão de hoje às Forças Armadas Brasileiras não intervirem no Brasil. 

Eram inúmeras as organizações terroristas no país, que sequestravam, torturavam e matavam, como pode ser lido e conhecido por todos em seguida. 


GRUPOS GUERRILHEIROS TERRORISTAS QUE ATUARAM NA LUTA ARMADA NO BRASIL (Jenyberto PIzzotti)

ALN - Ação Libertadora Nacional

MR-8 - Movimento Revolucionário 8 de Outubro

VAR-PALMARES - Vanguarda Armada Revolucionária Palmares

COLINA - Comando de Libertação Nacional

POLOP - Organização Revolucionária Marxista Política Operária

VPR - Vanguarda Popular Revolucionária 

MRT - Movimento Revolucionário Tiradentes

MOLIPO - Movimento de Libertação Popular 

AP - Ação Popular

GR-11 - Grupo Revolucionário dos Onze

POC - Partido Operário Comunista

FALN - Força Armada de Libertação Nacional

MAR - Movimento Armado Revolucionário

REDE - Resistência Democrática 

PRT - Partido Revolucionário dos Trabalhadores

APML - Ação Popular Marxista Leninista

RAN - Resistência Armada Nacionalista

MRM - Movimento Revolucionário Marxista

TL - Tendência Leninista

MNR - Movimento Nacionalista Revolucionário

M3G - Marx, Mao, Maringuella e Guevara

MR-21 - Movimento Revolucionário 21 de Abril

FLN - Frente de Libertação do Nordeste

PCR - Partido Comunista Revolucionário

UC - União dos Comunistas

CRMG - Corrente Revolucionária de Minas Gerais

DUSP - Dissidência Universitária de São Paulo

DCG - Dissidência Comunista da Guanabara

PCBR - Partido Comunista Brasileiro Revolucionário

ULDP - União pela Liberdade e pelos Direitos do Povo

PCdoB - Partido Comunista do Brasil Ala Vermelha


Leiam meu artigo “Ações Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil” para conhecer as ações executadas por essas organizações terroristas no Brasil.


NADA DE NOVO NO FRONT

Jornalismo Independente

Jenyberto Pizzotti

Certificado de Reservista nº 217479 

Ministério do Exército – 2ª RM – 14ª CSM

R.G. 8.450.437-7 - SSP/SP 

jenyberto@yahoo.com.br


Alguns vídeos que podem te ajudar a entender o que REALMENTE aconteceu em 31 de março de 1964:

Como estava o Brasil antes de 31 de Março de 1964

http://www.youtube.com/watch?v=x8QsXuD8tYk


A Revolução de 1964 – A Esquerda Derrotada

http://www.youtube.com/watch?v=nMiELBPvLgI


Brasil, Guerrilha e Terror - A Verdade Escondida

https://www.youtube.com/watch?v=USzqJeTAPk4


1964 - O Brasil entre Armas e Livros (FILME COMPLETO)

https://www.youtube.com/watch?v=yTenWQHRPIg&t=26s

07 dezembro 2025

Glória aos mártires imolados no altar da Pátria

    Hoje o Brasil reverencia a memória do policial federal Hélio Carvalho de Araújo, assassinado por terroristas da VPR há 55 anos. Ele tombou em combate quando tentava impedir o seqüestro do Embaixador da Suíça, em 7 de dezembro de 1970.

    Naquele dia, o automóvel que conduzia o diplomata foi cercado por sete elementos, que planejavam raptá-lo para chantagear o governo brasileiro e forçá-lo a soltar 70 subversivos presos.
    Araújo estava no banco traseiro, ao lado do Embaixador, quando o carro foi abordado. Tentou sacar sua arma, sendo então alvejado nas costas por Carlos Lamarca, posicionado atrás do veículo. O disparo atingiu-lhe a coluna e paralisou-lhe os membros imediatamente. O Embaixador, Giovanni Enrico Bücher, foi levado para o cativeiro e libertado semanas depois, quando o governo soltou os 70 terroristas.
    Deve-se destacar que Araújo não morreu na hora. Agonizou no hospital por três dias antes de falecer. Foi sepultado com honras de Estado na presença do Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald, Vice-Presidente da República, em 11 de dezembro de 1970. 

Glória aos mártires imolados no altar da Pátria!

PS.: Carlos Lamarca e a VPR eram financiadas por Rubens Paiva.



 
 
   

























21 novembro 2025

“justiça revolucionária”


    Em 8 de maio de 1970, o Tenente Alberto Mendes Júnior, da Polícia Militar de São Paulo, comandava um pelotão em uma patrulha na região de Sete Barras/SP. Durante a operação, ele e seus homens foram emboscados por militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Após ser rendido, Mendes Júnior foi feito refém para proteger seus subordinados. A VPR era financiada por Rubens Paiva.


Detalhes do ocorrido

- Dois dias depois, em 10 de maio de 1970, os guerrilheiros montaram um “tribunal revolucionário” improvisado e o condenaram à morte.

- A execução foi brutal: o tenente foi golpeado com sucessivas coronhadas na cabeça, esfacelando seu crânio.

- Seu corpo foi enterrado no local e permaneceu desaparecido por cinco meses, até ser encontrado em 17 de outubro de 1970.

- A morte foi registrada como homicídio doloso e consta nos arquivos da Comissão Nacional da Verdade e do Ministério Público.


Contexto

- Idade e carreira: Alberto Mendes Júnior tinha 23 anos, era filho de Alberto Mendes e Angelina Plácido Mendes, e servia como tenente da Polícia Militar. Foi promovido postumamente a capitão.

- Motivação: O assassinato foi justificado pelos guerrilheiros como uma retaliação ao regime militar e uma tentativa de “justiça revolucionária”, prática comum em grupos armados de esquerda durante o Regime Militar.

- Impacto: O caso chocou a corporação policial e a sociedade, sendo usado como exemplo da violência de ambos os lados do conflito. Mendes Júnior é lembrado como herói pela Polícia Militar e homenageado em cerimônias oficiais.


Observações

- O crime foi confessado por um dos envolvidos, Carlos Lupi, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, mas a VPR nunca assumiu oficialmente a autoria.

- A morte de Alberto Mendes Júnior é um dos casos emblemáticos de violência política durante o regime militar brasileiro (1964‑1985) e integra os relatórios de direitos humanos sobre o período.


29 março 2025

A face oculta da esquerda


    No início do mês, 06/03/2025, o Senador pelo Rio Grande do Sul, General Hamilton Mourão, passou a publicar em suas redes sociais, informações que lembram a Contrarrevolução de 1964, visando esclarecer a população de bem e os verdadeiros patriotas sobre as ações criminosas e golpistas que a esquerda brasileira desenvolveu em seu projeto de tomada do poder. Neste post as reuni respeitando a mesma ordem em que foram divulgadas. Você também poderá tomar conhecimento de outros registros relacionados ao 31 de março de 1964 através deste link.

*. *. *
    "Hoje, evocamos a célebre frase do General Walter Pires, que buscou lembrar a todos que somos unidos, corporativistas e não deixamos ninguém para trás. Para refletir", disse o General Mourão:
“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas de armas na mão para que a Nação não fosse levada à anarquia”.



Lembrai-vos de 1935!
    Não é de hoje que os comunistas buscam tomar o poder! Em 1934, os comunistas brasileiros passaram a adotar a linha política que previa a insurreição armada, para derrubar o governo e tomar o poder. A ANL e Luís Carlos Prestes foram os artífices desta infame iniciativa.     Em 1935, no episódio da Intentona Comunista, a esquerda tentou tomar o poder pelas armas mediante intrigas e traições semeadas no ambiente militar. De maneira covarde, dentro dos quartéis, militares comunistas traíram e mataram seus companheiros à sangue frio.



As Ligas Camponesas foram o embrião da guerrilha comunista no campo!     As Ligas Camponesas foram organizações formadas pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), a partir de 1945, onde a pregação de conquista do poder era franca e aberta. Elas exerceram intensa atividade, no ambiente rural, no período das décadas de 1950 e 1960.     As ligas defendiam a luta armada e se colocavam como organizações apartidárias, embora contassem em suas fileiras com quadros ativos do PCB, do PC do B e a participação de trotskistas. Seus líderes principais foram Francisco Julião e Antonio Callado.



O vigia Paulo Macena morreu em 12 de novembro de 1964

    Após a explosão de uma bomba deixada por uma organização comunista, no cinema Bruni-Flamengo, no Rio de Janeiro, onde estavam mais de 300 pessoas, o vigia Paulo Macena faleceu.     A bomba foi colocada no cinema em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy (Lei Nr 4.464, de 09 de novembro de 1964), que regulamentava os órgãos de representação estudantil e limitava a sua participação política. Além de Paulo Macena, a bomba deixou mais seis pessoas gravemente feridas e que foram atendidas no Hospital Souza Aguiar.



Sargento Carlos Argemiro Machado – Morto em 1965, vítima dos comunistas!     No distrito de Marmelândia, pertencente a município de Realeza/PR, em 27 de março de 1965, foi friamente assassinado, aos 26 anos, o Sargento do Exército Brasileiro Carlos Argemiro Camargo.     O sargento foi covardemente assassinado a tiros em uma emboscada perpetrada por um grupo de militantes da Força Armada de Libertação Nacional (FALN), chefiado pelo ex-coronel Jeffersom Cardim de Alencar Osorio, que já havia atacado destacamentos da Brigada Militar do Rio Grande do Sul nas localidades de Três Passos e Tenente Portela.     A esposa do Sargento Carlos Argemiro estava grávida de 6 (seis) meses.



A tentativa de golpe do Jango | 

    A esquerda e os esquerdistas sabem e sempre souberam que, para tomar o poder, precisariam se infiltrar nos quartéis e obter o apoio de setores do estamento militar.
    Para quem não sabe, em outubro de 1963, o Presidente João Goulart, em claro intento golpista, articulou e planejou uma ordem para o sequestro, prisão ou eliminação física de Carlos Lacerda, à época governador do Estado da Guanabara. A prisão do governador deveria ocorrer no Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro, quando a autoridade estivesse em visita ao local.
    Tal ordem nunca foi executada graças ao profissionalismo e espírito legalista do Tenente Coronel Francisco Boaventura Cavalcanti Júnior, então Comandante do Grupo de Obuses Paraquedista, que se negou a cumprir ordem manifestamente ilegal e inconstitucional.
    Jango buscava estabelecer um Estado de Sítio para aumentar seus poderes e se perpetuar à frente da presidência.



Major José Julio Toja Martinez – Homem bondoso, morto covardemente pelos comunistas!     Em abril de 1971, o Major Martinez, da Brigada Paraquedista, foi covardemente assassinado ao diligenciar sobre um casal de terroristas havia ocupado um “aparelho” na Rua Niquelândia, Nr 23, no Bairro de Campo Grande, no Rio de Janeiro.     Por volta das 23 h, um táxi desembarcou um casal nas proximidades da casa vigiada. A mulher aparentava estar em adiantada gestação, fato que sensibilizou Martinez que, impelido por seu sentimento de solidariedade, agiu impulsivamente visando preservar a “senhora” de possíveis riscos.     Martinez atravessou a rua, para pedir que a senhora se afastasse da área. Nesse momento, de sua falsa barriga a mulher retirou um revólver, matando-o instantaneamente. O capitão Parreira, de sua equipe, também foi gravemente ferido por tiro desferido pelo outro terrorista. Os terroristas eram Mário de Souza Prata e Marilena Villas-Bôas Pinto, ambos do MR-8.     No “aparelho” foram encontrados explosivos, munições, armas e levantamentos de bancos, supermercados, diplomatas estrangeiros e oficiais do Exército.     Martinez deixou viúva e 4 filhos, três meninas e um menino, a mais velha, à época, com 11 anos de idade.mSua esposa não ganhou nenhuma indenização!



Bomba no QG do II Exército e morte do Soldado Mário Kozel Filho     Na madrugada de 26/06/68, morreu, tendo seu corpo despedaçado, o Soldado Mário Kozel Filho. O atentado a bomba também feriu gravemente outros 6 militares.
    O atentado foi perpetrado por 11 terroristas da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), que lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no Ibirapuera, em São Paulo.
    A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com vinte quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros.



Quando Lamarca, o traidor, matou o Tenente Alberto Mendes Júnior.     O Tenente Alberto Mendes Júnior, da PMSP, foi covardemente assassinado em 10 de maio de 1970, na região de Sete Barras. O Tenente Mendes, conhecido como “Português”, era um homem sorridente, policial vocacionado e excelente profissional.
    No cumprimento do dever, aos 23 anos, comandava sua tropa no Vale do Ribeira quando, após intenso tiroteio em que estavam em desvantagem, se ofereceu para uma troca de reféns.
    Os comunistas, liderados pelo traidor Lamarca, haviam prendido 8 policiais que foram libertados na troca. O Tenente Mendes foi executado a coronhadas e seu corpo desfigurado foi encontrado 4 meses depois. Carlos Lamarca, Yoshitame Fugimore e Diógenes Sobrosa de Souza foram os assassinos.
    Seu espírito de verdadeiro herói, evitou o sacrifício dos seus comandados!



O assalto ao cofre de Adhemar de Barros

    Era o dia 18 de julho de 1969, sexta-feira, quando terroristas da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares) chegaram ao palacete da Rua Bernardino Santos, no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro.

    Armados com fuzis e metralhadoras, invadiram o local e localizaram o cofre do ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros, colocaram-no na traseira de um Chevrolet Veraneio C-14 e fugiram levando US$ 2,5 milhões que “até hoje não foram encontrados”. Ao todo, 13 guerrilheiros participaram da operação liderada por Juarez Guimarães de Brito. Eram eles: o ex-sargento do Exército Darcy Rodrigues, Reinaldo José de Melo, Sônia Lafoz, ex-sargento José de Araújo Nóbrega, o estudante Wellington Moreira Diniz, Antonio Espinosa, Reinaldo José de Melo, João Marques de Aguiar, João Domingues, Fernando Borges, Carlos Minc e Jesus Paredes Soto.



Em 1969, guerrilheiros comunistas sequestraram o embaixador dos EUA

    Em 4 de setembro de 1969, guerrilheiros comunistas do MR8 e ALN, que atuavam na luta armada, sequestraram o embaixador estadunidense Charles Burke Elbrick, que foi ferido e passou 72h preso em um “aparelho” no bairro do Rio Comprido, no Rio de Janeiro.

    O objetivo do sequestro foi obter notoriedade, desestabilizar o regime no ambiente internacional e buscar obter uma “moeda de troca” para libertar outros guerrilheiros e subversivos que estavam presos.

    Buscando preservar a vida do embaixador, o Brasil negociou e libertou 15 guerrilheiros que foram banidos para o México. Participaram da ação criminosa JCF, VGS, FM, MC, PDTV, VSM, JSM, JLS, CT, FG, CB, ST e AFF.