Hoje o Brasil reverencia a memória do policial federal Hélio Carvalho de Araújo, assassinado por terroristas da VPR há 55 anos. Ele tombou em combate quando tentava impedir o seqüestro do Embaixador da Suíça, em 7 de dezembro de 1970.



Hoje o Brasil reverencia a memória do policial federal Hélio Carvalho de Araújo, assassinado por terroristas da VPR há 55 anos. Ele tombou em combate quando tentava impedir o seqüestro do Embaixador da Suíça, em 7 de dezembro de 1970.



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Em 8 de maio de 1970, o Tenente Alberto Mendes Júnior, da Polícia Militar de São Paulo, comandava um pelotão em uma patrulha na região de Sete Barras/SP. Durante a operação, ele e seus homens foram emboscados por militantes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Após ser rendido, Mendes Júnior foi feito refém para proteger seus subordinados. A VPR era financiada por Rubens Paiva.
- Dois dias depois, em 10 de maio de 1970, os guerrilheiros montaram um “tribunal revolucionário” improvisado e o condenaram à morte.
- A execução foi brutal: o tenente foi golpeado com sucessivas coronhadas na cabeça, esfacelando seu crânio.
- Seu corpo foi enterrado no local e permaneceu desaparecido por cinco meses, até ser encontrado em 17 de outubro de 1970.
- A morte foi registrada como homicídio doloso e consta nos arquivos da Comissão Nacional da Verdade e do Ministério Público.
- Idade e carreira: Alberto Mendes Júnior tinha 23 anos, era filho de Alberto Mendes e Angelina Plácido Mendes, e servia como tenente da Polícia Militar. Foi promovido postumamente a capitão.
- Motivação: O assassinato foi justificado pelos guerrilheiros como uma retaliação ao regime militar e uma tentativa de “justiça revolucionária”, prática comum em grupos armados de esquerda durante o Regime Militar.
- Impacto: O caso chocou a corporação policial e a sociedade, sendo usado como exemplo da violência de ambos os lados do conflito. Mendes Júnior é lembrado como herói pela Polícia Militar e homenageado em cerimônias oficiais.
- O crime foi confessado por um dos envolvidos, Carlos Lupi, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, mas a VPR nunca assumiu oficialmente a autoria.
- A morte de Alberto Mendes Júnior é um dos casos emblemáticos de violência política durante o regime militar brasileiro (1964‑1985) e integra os relatórios de direitos humanos sobre o período.
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Há quase 57 anos, durante a madrugada do dia 26/06/1968, uma bomba explodiu no QG do II Exército e provocou a morte do soldado Mário Kozel Filho. O atentado também feriu gravemente outros 6 militares.
O atentado foi perpetrado por 11 terroristas da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)¹, que lançaram um carro-bomba, sem motorista, contra o Quartel General do II Exército, no Ibirapuera, em São Paulo.
A guarda disparou contra o veículo, que bateu na parede externa do Quartel General. Mário foi em direção ao carro-bomba. A carga com vinte quilos de dinamite explodiu em seguida, atingindo uma área de raio de 300 metros.

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A disputa está em dizer quem é o "pai da criança", provocando ciumeiras entre a Fundação FHC e Dilma Rousseff, após esta afirmar que ela foi quem criou a comissão que investigou a história de Rubens Paiva. Porém, a FHC diz que a ação ocorreu durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.
No Instagram a petista afirmou:“É motivo de orgulho saber que a história de Rubens Paiva e de sua família — especialmente a busca incansável de Eunice Paiva pela verdade e pela justiça — pôde ser contada graças ao trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que criei durante meu governo para investigar os crimes da ditadura.”
A Fundação FHC reconheceu o trabalho da Comissão, mas destacou que, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, de 1995 a 2002, já foram adotadas medidas significativas para tratar dos crimes cometidos pelo Estado durante o regime militar entre 1964 e 1985. A Fundação afirmou que, durante o governo de FHC, em 1996, foi emitida a certidão de óbito de Rubens Paiva, ao reconhecer o sequestro, a tortura e o assassinato que ele sofreu.
Tal episódio é só mais um exemplo de como opera o mundo comunista. Registra a história que Lênin, Trotsky e Stálin praticaram atos similares e nunca contaram a verdade. Essa cartilha foi fielmente copiada pela esquerda brasileira tendo como um de seus intérpretes FHC, nos seus tempos de professor de sociologia na USP, desde 1953, quando ainda era muito jovem. Nessa mesma época, FHC foi também secretário da revista "Problemas", do Partido Comunista.
É bom lembrar ainda, que a Lei da Anistia assinada pelo presidente João Figueiredo, em 28/08/1979, concedia a todos que cometeram crimes políticos, eleitorais e aos que tiveram os seu direitos políticos suspensos, a anistia ampla e irrestrita. Proporcionava também, a todos os brasileiros que direta ou indiretamente haviam participado de movimento subversivo e da luta armada, aos banidos e aos que se exilaram voluntariamente, fugindo do País, o direito de retorno ao Brasil, além da extinção dos processos a que estavam respondendo.
Excetuavam-se desses benefícios os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, sequestro e atentados pessoais entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979.
A anistia beneficiou além de 230 banidos exilados, 4.522 que se auto-exilaram, para escaparem de processos por subversão. A estes se juntaram 52 outras pessoas que estavam presas, das quais 17 libertadas imediatamente e 35 depois uma análise mais detalhada de seus processos.
Além disso, o artigo 11 da Lei diz textualmente:
"Essa Lei, além dos direitos nela expressos, não gera quaisquer outros, inclusive aqueles relativos a vencimentos, soldos, salários, proventos, restituições atrasadas, indenizações, promoções, ou ressarcimentos."
Como estamos vendo já de algum tempo para cá, ou melhor, desde que FHC assumiu o poder, não foi o que a Lei previa o que aconteceu. A Lei tornou-se via de mão única em direção às esquerdas e aos esquerdistas vencidos na luta ideológica. Não se tornou conquista do povo brasileiro, como sonharam os seus formuladores, mas instrumento de revanchismo imoral.
Já em agosto de 1995, portanto após poucos meses de chegar ao poder, FHC enviou ao Congresso um projeto de lei que foi aprovado no dia 04/12/1995, estabelecendo condições para indenizações financeiras aos familiares dos desaparecidos políticos. Na sequência diversos outros instrumentos legais foram estabelecidos, culminando com a aprovação da Lei 2.599 em 13 de novembro de 2002, últimos dias do governo FHC, que beneficiava qualquer cidadão brasileiro ou estrangeiro residente no Brasil entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988. Esse tipo de gastança só fez aumentar durante os anos seguintes de governos do PT pagando quantias cada vez mais elevadas, cujos beneficiários começaram a ser denominados de cidadãos de primeira classe. Um dos beneficiários por muito tempo - enquanto prestava seus "serviços"- era conhecido como Hanák, cuja biografia resumida está descrita aqui.
Aos cidadãos de segunda classe, brasileiros que imolados por terem atravessado o caminho de terroristas que não tinham escrúpulos em matar pela "causa", nenhum benefício tem sido concedido. O que se sabe é que desde a chegada de FHC ao Planalto, muitos de seus algozes estão encastelados no poder sem lembrar o mal que fizeram aos mais de 100 familiares que tiveram os seus entes queridos mortos e a outras mais de 300 que ficaram feridas com gravidade. Considerando apenas o período 1964-1974, a primeira morte ocorreu depois da explosão de uma bomba no Rio de Janeiro, em 12/11/1964 e o último (120⁰) por assassinato de um PM ao tentar prender terroristas em São Paulo, em 10/04/1974.
Por fim, sobre Rubens Paiva, recomenda-se a leitura do artigo de Braulio Fores - Rubens Paiva o mártir que matou muita gente - disponível através deste link.
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Por Braulio Flores
Pouca coisa pode ser mais hedionda do que a Tortura. A tortura é a máxima expressão da Patifaria, da Vilânia, da Covardia. Costumo dizer que o torturador não tem alma. É um ser que perde sua centelha divina.
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| Rubens Paiva |
Para quem não sabe, o PCB era na verdade um partido subsidiado, ou seja uma filial, do Partido Comunista da União Soviética (PCUSS). Essa agremiação recebia dinheiro de Moscou, via Montevideu, na época o Uruguai era um dos poucos paraísos fiscais por onde entrava dinheiro clandestino na América do Sul. A bem da verdade, a URSS nunca financiou diretamente a luta armada no continente. No final dos anos 1950, Nikita Kruschev, líder soviético e o presidente americano Eisenhower haviam feito um acordo em que a União Soviética não promoveria ações clandestinas, leia-se guerrilhas e rebeliões no Ocidente, em contrapartida os Estados Unidos fariam o mesmo nas áreas de influência dos soviéticos. Por esse motivo o PCB fora proibido por Moscou a participar, promover ou financiar a Luta Armada no Brasil.
Mas entre 1965 e 1973, existiram no nosso país trinta e três (33) grupos guerrilheiros que foram à luta para combater o Regime Militar. Eles promoveram uma série de ataques a instalações militares, atentados terroristas, explosões em aeroportos, sequestro de diplomatas, sequestro de aviões, que foram desviados para Cuba. Eles mataram diversos trabalhadores em filas de banco, entre outras ações de guerrilha urbana. Formaram grupos de guerrilha rural, no Araguaia (FOGUERA) do PCdoB (Partido Comunista do Brasil, uma dissidência do PCB financiado pela China) e no Vale do Ribeira, a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) de Carlos Lamarca. E foi justamente com a VPR, que Rubens Paiva se envolveu. Como lavador de dinheiro do Partido Comunista Brasileiro, Paiva passou "a financiar" as ações da VPR, uma das mais ousadas e terríveis organizações de esquerda.
A Vanguarda Popular Revolucionária foi responsável por atentados, explosão no consulado americano em São Paulo, assassinatos, ataques a sedes da PMSP, assaltos com morte a bancos entre outros atos. A VPR tinha como base, um sítio de Paiva na região de Juquitiba, uma área de floresta fechada, no sul do Estado de São Paulo. Juquitiba é um lugar isolado. Um resto de Mata Atlântica que ainda existe no Brasil. Região de lagoas, de pequenas propriedades, onde a vida selvagem coabita. Nessas matas é possível encontrar sucuris, cervos e onças. Um paraíso ecológico muito perto da BR-116, um local perfeito para se montar um grupo guerrilheiro.
As ações de Lamarca chamaram a atenção das autoridades e logo o Exército e a Polícia Militar começaram a fazer buscas na região. Apavorado com a chegada dos militares, Rubens Paiva pediu que Lamarca deixasse o sítio, o que enfureceu o guerrilheiro. Na discussão o terrorista ameaçou Rubens Paiva de morte. O que Paiva argumentou; "... se Moscou descobrir que eu desvio dinheiro, para financiar tuas ações, nós dois seremos homens mortos, se não pelas autoridades brasileiras, pela justiça soviética." Indignado Lamarca deixou o refúgio, se embretou na selva, deu combate à tropa da Polícia Militar, justiçou (matou) o tenente PM Alberto MENDES Junior. O Diógenes do Jogo do Bicho (militante petista) também participou do crime.
Mas além da luta no campo, outro braço da VPR sequestrava aviões, eles desviavam aeronaves que faziam voos de longa distância, geralmente do nordeste para São Paulo. Logo depois de decolar, os terroristas anunciavam o sequestro e desviavam o voo para Cuba, a fim de exigir do governo a troca dos passageiros por prisioneiros políticos. Dezenas de aviões foram alvos da VPR. E foi por esse motivo que o CISA (Centro de Inteligência e Segurança da Aeronáutica) prendeu Rubens Paiva.
Sim ele foi detido em casa. Sim ele foi preso e torturado. Provavelmente morreu na prisão. Seu corpo jamais foi encontrado. Uma vilania, um sofrimento sem fim para a família. Mas longe do mártir que o filme tenta criar. Rubens Paiva foi um agente comunista que financiou o terror. O pior do Comunismo não é o Estado Totalitário, o cerceamento de direitos, o fim das individualidades, o controle estatal do modo de vida. O pior do Comunismo é ser um Regime Antropófago que para se manter precisa "matar, matar, matar e matar" por diversas gerações até que ele se sobreponha aos direitos individuais, se transformando no espírito coletivo. Era o que teria acontecido ao Brasil, se a turma do Rubens Paiva tivesse vencido a guerra. Tão hedionda quanto a Tortura é a Mentira Coletiva que tenta mudar a História construindo falsos heróis. Criando mártires para promover uma narrativa falsa e perigosa.”
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PS.: Veja também neste link
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Em São Paulo, a decisão do governador Rodrigo Garcia, de apoiar Bolsonaro e Tarcisio de Freitas, provocou alvoroço no PSDB. Quadros históricos do partido, como Aloysio Nunes, reagiram. Nunes disse ao Estadão que o apoio a Bolsonaro causava constrangimento. "É uma vergonha, é o fim do mundo. Esse apoio do Rodrigo ao Bolsonaro me constrange. Nem sei se constrange mais o PSDB. É um absurdo o partido ficar indiferente a essa ameaça à democracia que se avizinha", completou Aloysio. O ex-ministro José Serra, também tucano, anunciou seu apoio a Lula momentos depois. Aguarda-se ainda o pronunciamento do companheiro FHC, provavelmente na mesma direção.
Aos três, acima citados, o constrangimento é obrigatório. Todos iniciaram sua vida política lutando pela implantação de uma ditadura comunista no Brasil. O primeiro, Aloysio Nunes, participou do grupo guerrilheiro liderado por Carlos Marighella, sendo, inclusive, o seu motorista. Os demais, no mesmo período, fugiram para o Chile para ficarem sob a guarda do governo comunista de Salvador Allende. Ambos conseguiram deixar o país antes de serem apanhados pelo novo governo de Augusto Pinochet.
Todos eles também foram "opositores" de Lula. Contudo, mais recentemente, o denominado "Teatro das Tesouras" veio a publico, revelando que o PT e o PSDB, que se vendiam como oposição, mas são duas faces da mesma moeda. E juntos utilizaram a estratégia que, mais uma vez, enganou toda a população.
Das eleições de 1994 a 2014, o PT e o PSDB protagonizaram a disputa eleitoral para o cargo de presidente. Aparentemente, a disputa era entre dois opositores, mas por trás dos bastidores, a realidade era outra.
Apesar do PSDB ter ideias de esquerda mais moderadas, algo que os enquadraria como uma centro-esquerda, muitos eleitores consideravam esse partido como a via da direita brasileira.
A realidade é que entre PT e PSDB nunca houve oposição. Apenas o Teatro das Tesouras.
Da mesma forma que os mencheviques eram moderados e os bolcheviques radicais, PT e PSDB aplicaram a estratégia política desse Teatro. Diante das câmeras, nos debates, predomina a aparente oposição. Por trás dos bastidores, predomina interesses e projetos comuns e os mesmos oligopólios financiando suas campanhas.
Nessas eleições de 2022, a estratégia ficou ainda mais exposta: Lula e Alckmin formaram uma chapa. Agora, Rodrigo Garcia rasgou a fantasia costurada por essa dupla.
Neste vídeo um pouco mais dessa história.
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Um grupo de Esquerda intitulado Revolução Periférica incendiou o monumento em homenagem ao Bandeirante Manuel Borba Gato, na Zona Sul de São Paulo (SP). Segundo vídeos e imagens publicados pelo próprio grupo no Twitter, o crime ocorreu devido à má fama de Borba Gato. O “crime” cometido pela estátua foi representar o bandeirante paulista Manuel de Borba Gato. Os bandeirantes – entre eles Raposo Tavares, Fernão Dias, Cardoso de Almeida, Anhanguera e outros vários nomes que batizam ruas e rodovias paulistas – foram responsáveis por desbravar o interior do Estado e são agora acusados de escravizar povos indígenas durante essas incursões. Paulo Mathias, apresentador do programa Morning Show, da rádio JovemPan, observou: “Os caras queimam a estátua do Borba Gato e defendem o legado do Che Guevara. Vai entender”.
Está se repetindo, neste momento, o que já vimos no Brasil nos anos 60-70, quando diversos grupos de esquerda foram constituídos e agiram aqui no Brasil sob a orientação de países socialistas, especialmente China, Cuba, URSS e Vietnã, destruindo patrimônios públicos, invadindo propriedades rurais, praticando sequestros de autoridades e promovendo assaltos a bancos e até a residências (cofre do Ademar de Barros).
Inspiradas pelos sucessos revolucionários desses países, surgiram aqui no Brasil: a Política Operária (POLOP), em 1961, e a Ação Popular (AP), em 1962. Também influenciado pela Revolução Cubana, Francisco Julião, líder das Ligas Camponesas, fundou em 1961 o Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT), que pretendia ser o embrião de uma guerrilha rural. Derrotados em março de 1964, entraram em crise e passaram por um processo de autocrítica, ou melhor, cisões entre esses grupos e no interior do PCB de então.
Entretanto, já entre 1965 e 1969, tais grupos, juntamente com descendentes do PCB, ressurgiram através das seguintes organizações terroristas: Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), Ação Libertadora Nacional (ALN), capitaneada por Carlos Marighella, Movimento Revolucionário Tiradentes (MRT) em SP e o Movimento Revolucionário Marxista (MRM) em MG, organizações estas que propunham a resistência armada imediata ao novo governo, exercido por generais. No decorrer da luta armada, surgiram ainda, o Comando de Libertação Nacional (COLINA), em MG, o Partido Operário Comunista (POC) no RS; e, em SP, a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR).
Com a Nova República já anunciada, mas ainda não implantada, com um ano de antecedência novas organizações começaram a surgir. Dentre elas o MST, cujo objetivo (chegar ao poder), atividades, formas de organização e de operação não diferem muito daquelas do início da década de 60, salvo por dispor de novos meios de comunicação. Treze anos depois surgia o MSTS e milhares de ONGs, que passaram, todas elas, a operarem com dinheiro público em larga escala.
Mais recentemente, anos 2000, a sociedade tem se defrontado com o que está sendo chamado de uma nova Revolução Cultural que tem se propagado e atuado em todo o mundo ocidental, utilizando-se de terror e violência física e virtual, para destruição de todos os pilares da sociedade - cultura, história, família, direitos, religião, educação e linguagem.
Tudo em nome da "defesa da democracia" e "anti-fascismo". O politicamente correto, sintonizado com os interesses do mega-capitalismo e do mao-capitalismo, tentando ocupar todos as 'posições de poder" da nossa civilização.
Queima de símbolos históricos é uma das táticas, "uma ação simbólica importante", como se manifestou o deputado federal do PSOL (e ex-PT), Ivan Valente, de SP.
Num trecho do livro 1984, George Orwell descreve as ações do governo totalitário sob o comando do Grande Irmão: “Todos os registros foram destruídos ou falsificados, todos os livros foram reescritos, todos os quadros foram repintados, todas as estátuas, todas as ruas, todos os edifícios foram renomeados, todas as datas foram alteradas”.
"Por sorte, aqueles que hoje buscam censurar o passado, não serão lembrados nem como asteriscos nos livros de história." (Branca Nunes).
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