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11 setembro 2026

11 de setembro - o day after para os EUA e para o resto do mundo

Lembre-se da posição dos Estados Unidos pouco antes do 11 de setembro. A última imagem das torres gêmeas você pode ver aqui. Era uma época de força e otimismo. Os EUA haviam vencido a Guerra Fria e desfrutavam de hegemonia internacional. Sua vitória sobre o Iraque na primeira Guerra do Golfo ainda repercutia: um exército americano tão poderoso que conseguia esmagar ameaças distantes, em pouco tempo e com poucas baixas americanas.

Essa mentalidade otimista moldou a estratégia anterior ao 11 de setembro. Muitos líderes americanos acreditavam que integrar nações à economia global as tornaria mais parecidas com o Ocidente e menos propensas a entrar em guerra. A China e a Rússia eram peças-chave nesse plano.

"Quanto mais trouxermos a China para o mundo, mais o mundo trará mudanças e liberdade para a China", disse o presidente Bill Clinton. Washington defendeu a integração da China e acolheu a Rússia no grupo de nações G-7, transformando-o no G-8.

Havia também considerações práticas. A China prometia mais de um bilhão de novos clientes para as empresas americanas. As vastas reservas de gás e petróleo da Rússia ajudavam a abastecer a Europa e a economia global.

Apesar do otimismo, não faltavam alertas. "Infelizmente, uma política de engajamento está fadada ao fracasso", escreveu o acadêmico John Mearsheimer em seu livro de 2001, *A Tragédia da Política das Grandes Potências*. "Se a China se tornar uma potência econômica, quase certamente converterá seu poder econômico em poder militar e tentará dominar o Nordeste Asiático... Em suma, a China e os Estados Unidos estão destinados a ser adversários à medida que o poder da China cresce."

Zbigniew Brzezinski, ex-conselheiro de segurança nacional dos EUA, foi igualmente enfático em seu livro de 1997, *O Grande Tabuleiro de Xadrez*: é "imperativo que não surja nenhum desafiante eurasiano capaz de dominar a Eurásia e, assim, também desafiar a América".

Pouco depois de terroristas atacarem o World Trade Center e o Pentágono — e de o voo 93 da United, sequestrado, cair perto de Shanksville, na Pensilvânia —, os EUA lançaram sua Guerra ao Terror. O país invadiu o Afeganistão para derrotar a Al-Qaeda, responsável pelos ataques. Em uma histórica falha de inteligência, os EUA também invadiram o Iraque, em parte para apreender armas de destruição em massa que não existiam. Seguiram-se duas longas guerras, que mataram mais de 7.000 militares dos EUA e centenas de milhares de militares, policiais e civis afegãos e iraquianos, segundo um estudo da Universidade Brown. Os conflitos — uma combinação complexa de guerra e construção de nações — custaram aos EUA vários trilhões de dólares e tumultuaram o Sul da Ásia e o Oriente Médio.

Eles também absorveram a atenção de sucessivas administrações. A política externa continuou em muitas frentes. Mas, à medida que o mundo voltava a cair na rivalidade entre grandes potências, os EUA pareciam ter sido pegos de surpresa.

"Enquanto os EUA estavam fortemente envolvidos no Oriente Médio e no Sul da Ásia... o equilíbrio geopolítico mudou em desfavor dos EUA, tanto na Europa quanto no Leste Asiático, devido à ascensão de uma Rússia mais agressiva e de uma China mais capaz e assertiva", escreveu Richard Haass, ex-presidente do Conselho de Relações Exteriores, em 2021.

Quando a Rússia invadiu a Geórgia (durante a presidência de George W. Bush) e, posteriormente, tomou a Crimeia (durante a presidência de Barack Obama), as respostas do Ocidente não conseguiram impedir novos atos de expansionismo. Mais tarde, a Rússia lançou uma guerra em grande escala contra a Ucrânia. Muitos analistas afirmam que o Ocidente deveria ter imposto sanções muito mais severas à Rússia e armado melhor os vizinhos vulneráveis, entre outras medidas.

"A guerra da Rússia contra a Ucrânia é o exemplo de uma dissuasão que falhou", escreve Ben Hodges, ex-comandante-geral do Exército dos EUA na Europa. "Não estávamos preparados nem unidos para reconhecer que a Rússia representava uma ameaça real." 

A China e a OMC

Quanto à China, naquela altura, já havia ocorrido uma verdadeira mudança geopolítica de grandes proporções. Isso não tinha relação com o terrorismo.

O fato ocorreu em 11 de dezembro de 2001, enquanto os EUA bombardeavam as cavernas de Tora Bora, no Afeganistão, e o presidente Bush liderava uma cerimônia mundial para marcar os três meses dos atentados de 11 de setembro.

Naquele dia, a China ingressou oficialmente na Organização Mundial do Comércio (OMC).

A entrada da China na OMC — defendida por Washington e pelo setor empresarial americano, entre outros — abriu ainda mais a economia do país ao comércio global e proporcionou à China maior acesso aos mercados estrangeiros. O impacto foi imediato. As exportações chinesas inundaram os mercados globais. Empresas estrangeiras instalaram-se em massa na China e transferiram mais atividades de manufatura para esse local de custos mais baixos. Fábricas nos EUA e em outras nações fecharam as portas, e empregos foram perdidos.

As críticas de empresas e governos logo se intensificaram. Eles alegavam que a China roubava propriedade intelectual, pressionava empresas estrangeiras a transferir tecnologia em troca de acesso ao mercado, manipulava sua moeda para impulsionar as exportações, subsidiava suas indústrias estatais para lhes conferir uma vantagem desleal nos mercados globais e violava ou contornava outros compromissos assumidos perante a OMC.

A velocidade da ascensão chinesa que se seguiu surpreendeu as nações. As exportações anuais de mercadorias dispararam, saltando de US$ 266 bilhões em 2001 para US$ 3,58 trilhões em 2024. Sua participação nas exportações globais de mercadorias subiu de 4% para 15%. Economistas denominaram essa transformação de "Choque da China".

Com a riqueza econômica veio o poderio militar. A China militarizou o Mar do Sul da China, construindo ilhas artificiais e postos avançados, além de desafiar seus vizinhos. O país colocou em operação seu primeiro porta-aviões em 2012, o segundo em 2019 e o terceiro em 2025. Em um encontro recente em Pequim, o líder chinês Xi Jinping alertou o presidente Donald Trump sobre os perigos da "Armadilha de Tucídides" — a tendência de eclosão de uma guerra quando uma potência em ascensão ameaça uma potência dominante.

Uma oportunidade perdida

Muitos diplomatas e especialistas argumentam que os EUA, distraídos por suas guerras, perderam aquele momento crucial para confrontar a China e gerir sua ascensão. O país demorou a agir contra as práticas comerciais chinesas, recorrendo a cláusulas de salvaguarda da OMC e a outras sanções. Segundo eles, os EUA poderiam ter criado blocos comerciais alternativos e condicionado a adesão da China a uma mudança de comportamento. A América deveria ter reforçado sua presença militar e suas coalizões no Pacífico. Esses especialistas reconhecem que a China, de qualquer forma, acabaria deixando sua marca na economia. A questão era quão rápido e quão disruptivo seria esse processo.

Durante esse período, autoridades do governo Bush faltaram a várias reuniões regionais importantes na Ásia, como as cúpulas da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). "Onde está a liderança dos EUA?", questionou uma autoridade de Singapura durante uma entrevista em 2006.

O governo Obama anunciou uma mudança de foco para a Ásia e tentou criar um bloco comercial alternativo, a Parceria Transpacífico, que inicialmente excluiria a China. No entanto, naquela altura, muitos americanos já haviam passado a ver com maus olhos os acordos comerciais. A política interna inviabilizou a participação dos EUA no plano.

Os governos Trump e Biden impuseram tarifas e controles de exportação, além de incluírem empresas chinesas em listas negras. Contudo, a China já havia ultrapassado, há muito tempo, o seu ponto de inflexão. Seu modelo de capitalismo de Estado, seu vasto ecossistema manufatureiro, sua perspectiva de investimento de longo prazo e sua capacidade de contornar restrições ocidentais haviam se tornado eficazes demais. O país continuou a crescer.

Vale ressaltar que a trajetória da China foi iniciada décadas antes do 11 de Setembro, quando o país começou sua liberalização econômica em 1978. Washington não foi o único agente a ajudar a China a construir seu poder econômico nos anos seguintes. Talvez a principal força impulsionadora de todo esse processo tenha sido o setor empresarial ocidental.

“Durante três décadas”, escreveu em maio Shane Tedjarati, ex-executivo da Honeywell e da Deloitte na China, “as empresas ocidentais adotaram uma estratégia que era racional do ponto de vista trimestral, mas cumulativamente autodestrutiva: a transferência sistemática para a China de capacidade industrial, *know-how* operacional, disciplina de engenharia e acesso indireto ao mercado, em troca de custos mais baixos, margens maiores e retornos de curto prazo para os acionistas”. O resultado doloroso: “a criação dos próprios concorrentes que agora batem à nossa porta”.

A globalização em retrocesso

A incapacidade dos EUA de lidar com as perturbações decorrentes da ascensão da China alimentou outra fissura na ordem mundial no pós-11 de Setembro: a revolta dos americanos contra a globalização. As guerras, a imigração e uma crise financeira — não relacionada a esses fatores — que forçou milhões de americanos a deixarem suas casas agravaram ainda mais o clima político. Em 2025, apenas 17% dos americanos confiavam que o governo faria a coisa certa, segundo o Pew Research.

Esse descontentamento alimentou correntes de isolacionismo e nativismo, impulsionando a ascensão do movimento "America First" (América em Primeiro Lugar) de Donald Trump. Muitos apoiadores questionam ou rejeitam grande parte da ordem global multilateral e baseada em regras — como a OTAN, as alianças europeias e a OMC —, por acreditarem que ela não os beneficia.

Pouco disso era totalmente novo. A automação, a terceirização e a concorrência estrangeira já estavam transformando a realidade dos trabalhadores industriais americanos quando o número de empregos no setor manufatureiro dos EUA atingiu seu auge, em 1979. Postos de trabalho estavam sendo transferidos para o México, Taiwan e outros mercados com mão de obra mais barata. O "choque do Japão" abalou a indústria automobilística americana antes mesmo do "choque da China".

No entanto, o descontentamento ganhou uma voz política mais forte nos anos que se seguiram ao 11 de setembro. Uma agitação semelhante, impulsionada em parte pela ascensão da China, espalhou-se pela Europa, trazendo consigo a ascensão de políticas de direita, da xenofobia e de ataques a organizações internacionais, notadamente a União Europeia. O antiglobalismo tornou-se um fenômeno global.

Aqueles que vivenciaram os ataques de 11 de setembro sentem que aquele dia abalou o mundo. E de fato abalou — sobretudo por meio de decisões que os Estados Unidos tomaram após o evento, bem como de intervenções que deixaram de realizar.

O novo século é dominado por forças de longa data. A globalização, a agitação social e a rivalidade entre grandes potências representam mudanças tectônicas que já estavam em curso antes dos ataques terroristas. O 11 de setembro, por si só, não criou essa ordem mundial. Contudo, aquele dia e seus desdobramentos desempenharam um papel decisivo, marcado por tragédias, erros de cálculo e consequências.

10 setembro 2026

A última noite de Nova York com as torres gêmeas

10 de setembro de 2001 ...


Quando terroristas atacaram os Estados Unidos em 11 de setembro de 2001,  provocaram uma reação que, vista sob a perspectiva atual, parece notável: o país se uniu imediatamente, superando todas as divisões políticas e ideológicas.

Em um intervalo de três dias, a Câmara e o Senado aprovaram — com um placar combinado de 518 votos a 1 — uma medida abrangente que autorizava o uso da força contra qualquer pessoa considerada responsável pelos ataques. 

Em uma pesquisa do *Wall Street Journal* realizada na época, 82% dos entrevistados afirmaram aprovar a atuação do presidente George W. Bush — que sequer havia vencido o voto popular na eleição que o levara ao cargo poucos meses antes. Quase três quartos dos americanos declararam que, apesar dos ataques — ou talvez justamente por causa da resposta unificada a eles —, o país estava no caminho certo. Em muitos aspectos, os Estados Unidos viviam um de seus melhores momentos.

Infelizmente, aquela unidade do 11 de Setembro não perdurou.

Não é difícil traçar uma linha direta entre o 11 de Setembro e a ascensão do movimento "Make America Great Again" (Tornar a América Grande Novamente) do presidente Trump — que chegou a afirmar que milhares de muçulmanos em Nova Jersey celebraram os ataques terroristas. O combustível que alimenta as forças do MAGA é, precisamente, a raiva e a insatisfação com o establishment político que surgiram nos anos seguintes.

A boa notícia é que a resposta dos Estados Unidos conseguiu evitar a repetição dos ataques terroristas — algo que estava longe de ser uma certeza nos dias que se seguiram ao 11 de setembro. Agora, ao se olhar para o futuro, a questão é se um país que demonstrou capacidade de se unir em momentos críticos conseguirá redescobrir esse sentimento — e, de fato, se seria capaz de se unir da mesma forma caso um novo desastre ocorresse.




18 agosto 2026

Estela

Nos autos do inquérito da época e dos relatos das testemunhas. Dilma Vana Rousseff foi acusada de participar do assalto à Casa Diana, a mais famosa loja de armas localizada na Rua do Seminário, no centro de São Paulo, em janeiro de 1969, enquanto militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), liderada por Carlos Lamarca, resultando no roubo de dezenas de armas de fogo de uso militar e civil.

Maior certeza se tem da participação de Dilma, vulgo Estela, no assalto, do fato que na abordagem guerrilheira miraram no dono da loja e atirando, acertaram o gerente, distante cerca de três ou mais metros do alvo.

Bem … É só olhar a foto abaixo para saber do porquê da falta de mira tendo-se, por esta razão, forte indício de ter sido mesmo ela quem atirou …



28 maio 2026

PCC e Comando Vermelho são designadas como organizações terroristas pelos Estados Unidos


O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema. A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil. Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público. O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico. A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis. Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções. A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir. Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional. O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado. A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.

31 março 2026

Os Grupos Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil antes e depois do 31 de Março de 1964

Marcha da Vitória - 01/04/1964

    Hoje muitos brasileiros estão comemorando o aniversário da Contrarrevolução de 31 de Março de 1964. O Brasil esteve muito próximo da implementação da dita "revolução do proletariado", da qual se salvou na undécima hora. Porém, posteriormente, se cometeu um grande erro: foi deixada viva a semente maligna. Ela renasceu e hoje domina os meios de comunicação, as escolas, as universidades e até o STF.

    Revendo matérias sobre a referia data, encontrei nas redes sociais o artigo que copio abaixo, cujo autor, ao seu final, fornece sua identificação completa. Aqui neste link, outros registros históricos sobre a Contrarrevolução que resgatou o Brasil das garras do comunismo.


    Boa leitura.

*.  *.  *.  *


GRUPOS GUERRILHEIROS TERRORISTAS QUE ATUARAM NA LUTA ARMADA NO BRASIL

Os Grupos Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil antes e depois do 31 de Março de 1964

Jenyberto Pizzotti 

Através de uma longa pesquisa que fiz, esse artigo revela a existência de mais de 30 organizações comunistas de guerrilha e terrorismo que existiram no Brasil antes de 31 de Março de 1964 (dia do Contragolpe) e durante o período da Luta Armada no Brasil (veja a relação dessas organizações nesse artigo). 

A revelação desses grupos de guerrilha e terrorismo evidenciam uma Verdade incontestável, a de que a  Extrema Esquerda Brasileira jamais lutou pela Liberdade e pela Democracia no Brasil.

Antes e depois de 31 de Março de 1964, a Extrema Esquerda sequestrou, torturou e assassinou inocentes, realizou atos terroristas com assaltos a bancos e explosões de bombas que mataram e trucidaram brasileiros e brasileiras (leiam meu artigo “Ações Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil”)

Após 31 de março de 1964, os militantes comunistas que viram seus planos frustrados no Brasil desencadearam através de ações de guerrilha e terrorismo, como por exemplo, o atentado ao aeroporto de Guararapes, em Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em 1968; o atentado contra o Consulado Americano; o assassinato do industrial dinamarquês Henning Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Rodney Chandler, os inúmeros assaltos a bancos, o sequestro de embaixadores estrangeiros no Brasil, e os assassinatos de inexperientes recrutas em ataques a quartéis (inclusive com a participação da ex presidente do Brasil, Dilma Rousseff).

Os terroristas comunistas Capitão Carlos Lamarca (que desertou do Exército), Deputado Federal Carlos Marighella e outros combatentes da Luta Armada no Brasil, jamais foram heróis. Foram traidores da Pátria Brasileira, e junto com seus comparsas terroristas, lutaram, roubaram, sequestraram, torturaram e mataram inocentes, não pela Democracia e pela Liberdade, mas para que o Brasil fosse transformado numa ditadura assassina e sanguinária sob as ordens de Cuba e da Rússia.

Depois, com a saída dos Militares, e com a Anistia e a volta da luta pelo Poder (desta vez através da Política e da Corrupção), a Esquerda se apresentou ao Povo Brasileiro como as "vitimas" do "golpe", se apresentaram como a "resistência", e como os "bonzinhos e mocinhos da História", como democratas e progressistas, e não foi nada disso que aconteceu.

Durantes décadas, milhões de pessoas no Brasil têm sido ensinadas e doutrinadas por professores comunistas, ou por professores que ensinaram sem pesquisar e buscar as fontes originais da História, a aceitarem como verdade absoluta, que o que aconteceu em 31 de março de 1964 no Brasil foi um Golpe Militar desfechado contra inocentes idealistas, que sonhavam com um mundo justo, livre e igualitário.

O Povo Brasileiro, um povo sem memória e que não busca a Verdade, engoliu sem mastigar essas mentiras cínicas, covardes e hipócritas.

Comunistas brasileiros, bem antes de 31 de março de 1964, e sob ordens da Rússia e da China, foram treinados em Cuba e na China para darem um Golpe no Brasil e implantar uma Ditadura , e transformar o Brasil numa Ditadura Comunista tendo como modelo Cuba (que tinha feito uma Revolução Comunista em 1959 e passou a querer exportar sua revolução para os demais países).

Após a reação do povo brasileiro, que junto com os militares, não aceitavam o Comunismo no Brasil e fizeram acontecer o Movimento de 31 de março de 1964, os militantes comunistas que viram seus planos frustrados no Brasil, desencadearam ações de guerrilha e terrorismo com o terror, sequestro, tortura, mutilação e morte de civis e militares brasileiros.

As Forças Armadas então reagiram a esses atos de Terror e Violência, e a partir de 1968 se desencadeou no Brasil a chamada Luta Armada, os "Anos de Chumbo", onde os dois lados erraram e cometeram atos de desumanidade, sequestrando, torturando e assassinando. 

Foi uma Guerra, e nessa guerra não existiu mocinhos e bandidos. Os dois lados sequestraram, torturaram e mataram, mas apenas um lado saiu dessa guerra como "vítima" e foi até indenizado, o outro lado, o lado que salvou os brasileiros de serem escravos do Comunismo, foi durante décadas chamado de "torturador" e "golpista", cuspiram em seus rostos, e aí está a principal razão de hoje às Forças Armadas Brasileiras não intervirem no Brasil. 

Eram inúmeras as organizações terroristas no país, que sequestravam, torturavam e matavam, como pode ser lido e conhecido por todos em seguida. 


GRUPOS GUERRILHEIROS TERRORISTAS QUE ATUARAM NA LUTA ARMADA NO BRASIL (Jenyberto PIzzotti)

ALN - Ação Libertadora Nacional

MR-8 - Movimento Revolucionário 8 de Outubro

VAR-PALMARES - Vanguarda Armada Revolucionária Palmares

COLINA - Comando de Libertação Nacional

POLOP - Organização Revolucionária Marxista Política Operária

VPR - Vanguarda Popular Revolucionária 

MRT - Movimento Revolucionário Tiradentes

MOLIPO - Movimento de Libertação Popular 

AP - Ação Popular

GR-11 - Grupo Revolucionário dos Onze

POC - Partido Operário Comunista

FALN - Força Armada de Libertação Nacional

MAR - Movimento Armado Revolucionário

REDE - Resistência Democrática 

PRT - Partido Revolucionário dos Trabalhadores

APML - Ação Popular Marxista Leninista

RAN - Resistência Armada Nacionalista

MRM - Movimento Revolucionário Marxista

TL - Tendência Leninista

MNR - Movimento Nacionalista Revolucionário

M3G - Marx, Mao, Maringuella e Guevara

MR-21 - Movimento Revolucionário 21 de Abril

FLN - Frente de Libertação do Nordeste

PCR - Partido Comunista Revolucionário

UC - União dos Comunistas

CRMG - Corrente Revolucionária de Minas Gerais

DUSP - Dissidência Universitária de São Paulo

DCG - Dissidência Comunista da Guanabara

PCBR - Partido Comunista Brasileiro Revolucionário

ULDP - União pela Liberdade e pelos Direitos do Povo

PCdoB - Partido Comunista do Brasil Ala Vermelha


Leiam meu artigo “Ações Terroristas da Extrema Esquerda no Brasil” para conhecer as ações executadas por essas organizações terroristas no Brasil.


NADA DE NOVO NO FRONT

Jornalismo Independente

Jenyberto Pizzotti

Certificado de Reservista nº 217479 

Ministério do Exército – 2ª RM – 14ª CSM

R.G. 8.450.437-7 - SSP/SP 

jenyberto@yahoo.com.br


Alguns vídeos que podem te ajudar a entender o que REALMENTE aconteceu em 31 de março de 1964:

Como estava o Brasil antes de 31 de Março de 1964

http://www.youtube.com/watch?v=x8QsXuD8tYk


A Revolução de 1964 – A Esquerda Derrotada

http://www.youtube.com/watch?v=nMiELBPvLgI


Brasil, Guerrilha e Terror - A Verdade Escondida

https://www.youtube.com/watch?v=USzqJeTAPk4


1964 - O Brasil entre Armas e Livros (FILME COMPLETO)

https://www.youtube.com/watch?v=yTenWQHRPIg&t=26s

07 dezembro 2025

Glória aos mártires imolados no altar da Pátria

    Hoje o Brasil reverencia a memória do policial federal Hélio Carvalho de Araújo, assassinado por terroristas da VPR há 55 anos. Ele tombou em combate quando tentava impedir o seqüestro do Embaixador da Suíça, em 7 de dezembro de 1970.

    Naquele dia, o automóvel que conduzia o diplomata foi cercado por sete elementos, que planejavam raptá-lo para chantagear o governo brasileiro e forçá-lo a soltar 70 subversivos presos.
    Araújo estava no banco traseiro, ao lado do Embaixador, quando o carro foi abordado. Tentou sacar sua arma, sendo então alvejado nas costas por Carlos Lamarca, posicionado atrás do veículo. O disparo atingiu-lhe a coluna e paralisou-lhe os membros imediatamente. O Embaixador, Giovanni Enrico Bücher, foi levado para o cativeiro e libertado semanas depois, quando o governo soltou os 70 terroristas.
    Deve-se destacar que Araújo não morreu na hora. Agonizou no hospital por três dias antes de falecer. Foi sepultado com honras de Estado na presença do Almirante Augusto Hamann Rademaker Grünewald, Vice-Presidente da República, em 11 de dezembro de 1970. 

Glória aos mártires imolados no altar da Pátria!

PS.: Carlos Lamarca e a VPR eram financiadas por Rubens Paiva.



 
 
   

























19 julho 2025

Nayib Bukele anunciou a libertação de 80 presos políticos na Venezuela e 10 americanos sequestrados pelo regime de Maduro

    Nayib Bukele, presidente de El Salvador, anunciou a libertação de 80 presos políticos na Venezuela e 10 americanos sequestrados pelo regime de Maduro e Diosdado Cabello, trocados por membros da gangue Tren de Aragua na CECOT (Comissão Nacional para a Defesa da Nação). Confira no vídeo a libertação dos americanos.



    Segundo a Wikipedia, Tren de Aragua é uma organização criminosa transnacional da Venezuela, classificada como Organização Terrorista Estrangeira pelos Estados Unidos. Acredita-se que possua mais de 5.000 membros. O Tren de Aragua é comandado por Héctor Rusthenford Guerrero Flores, também conhecido como "Niño Guerrero"; ele foi encarcerado na prisão de Tocorón, que funcionava como a sede da organização. A gangue se expandiu pela América Latina, Chile, Colômbia e Peru, e pelos Estados Unidos devido à crise de refugiados venezuelanos, acompanhando a migração de venezuelanos para países receptores. Devido à gravidade de seus crimes, combater a gangue tornou-se prioridade em diversas nações onde o Tren de Aragua atua. Embora a prisão de Tocorón tenha sido tomada pelas forças de segurança venezuelanas em 2023, Niño Guerrero escapou e as atividades da gangue continuam até hoje.

 Há um mês foi noticiado aqui no Brasil que a organização tinha chegado ao País e se unido ao PCC.

    Instalado inicialmente em Boa Vista, o grupo passou a dominar o tráfico de drogas, prostituição e extorsões, principalmente entre os próprios venezuelanos refugiados. Investigações revelam que quem não paga dívidas ou tenta deixar a facção é morto, frequentemente de forma cruel. Esquartejamentos, corpos envoltos em colchões e sacos plásticos, cemitérios clandestinos e execuções por metas não cumpridas foram registrados em Roraima.

    Segundo a matéria do Diário do Comércio, o Tren de Aragua, está avançando em território brasileiro e estabelecendo alianças estratégicas com facções como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho (CV). A atuação do grupo deixou de ser um problema localizado na fronteira com a Venezuela e ganha dimensões nacionais, com indícios de presença em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.


26 dezembro 2024

Danos em cabos elétricos e de dados danificados no Mar Báltico


Nesta manhã a Comissão Europeia e do Alto Representante emitiram uma Declaração conjunta sobre a investigação de cabos elétricos e de dados danificados no Mar Báltico, cujo teor está copiado a seguir.

"O incidente de ontem envolvendo cabos submarinos no Mar Báltico é o mais recente de uma série de ataques suspeitos a infraestruturas críticas. Elogiamos as autoridades finlandesas por sua rápida ação ao abordar a embarcação suspeita. Estamos trabalhando com as autoridades finlandesas na investigação em andamento. Estamos em total solidariedade com a Finlândia, Estônia e Alemanha.

Condenamos veementemente qualquer destruição deliberada da infraestrutura crítica da Europa. A embarcação suspeita faz parte da frota fantasma da Rússia, que ameaça a segurança e o meio ambiente, ao mesmo tempo em que financia o orçamento de guerra da Rússia. Proporemos medidas adicionais, incluindo sanções, para atingir essa frota.

Em resposta a esses incidentes, estamos fortalecendo os esforços para proteger os cabos submarinos, incluindo troca aprimorada de informações, novas tecnologias de detecção, bem como capacidades de reparo submarino e cooperação internacional. Continuamos comprometidos em garantir a resiliência e a segurança de nossa infraestrutura crítica.

Atualmente, não há risco para a segurança do fornecimento de eletricidade na região."

Como se sabe, esse incidente envolvendo cabos submarinos no Mar Báltico é apenas o mais recente de uma série de ataques suspeitos a infraestruturas críticas na região.

Felizmente as antenas também estão ligadas e rapidamente as autoridades finlandesas agiram e abordaram a embarcação suspeita. Essa embarcação faz parte da frota fantasma da Rússia, que ameaça a segurança e o meio ambiente, ao mesmo tempo que financia o orçamento de guerra da Rússia. O Eagle S, o petroleiro suspeito de romper um cabo de energia submarino crítico entre a Finlândia e a Estônia e danificar ou separar quatro cabos de Internet, seguiu escoltado para as águas finlandesas.

Líderes de outros países da região já se pronunciaram e irão propor medidas adicionais, incluindo sanções, para atingir essa frota.

Também irão reforçar os esforços para proteger os cabos submarinos, incluindo uma troca de informações melhorada, novas tecnologias de deteção, capacidades de reparação submarina e cooperação internacional.

*. *. *

Azerbaijan Airlines

Por que a Rússia recusou o pedido do piloto azeri para um pouso de emergência em um aeroporto russo?

Por que forçaram o avião a sobrevoar o Mar Cáspio?

Por que eles usaram guerra eletrônica (interferência) contra o avião sobre o Mar Cáspio? A aeronave foi exposta a interferência e falsificação de GPS perto de Grozny. A altitude oscilou por 74 minutos antes do acidente perto do Aeroporto de Aktau, a 433 km do destino original. A aeronave ficou no ar por 2h 33 min. (FlightRadar24).

38 pessoas morreram devido aos russos.

*. *. *

 Chernobyl 

USINA DE CHERNOBYL, PRIPYAT, UCRÂNIA - RELATO E CENAS QUE POUCOS PUDERAM VER ATÉ HOJE


Pripyat, Ucrânia, cidade onde moravam os trabalhadores da usina de Chernobyl e mostra cenas que poucos puderam ver até hoje. Ainda hoje quem a visita assumi o risco de enfrentar a radiação. Aqui, neste link,  as imagens estão reproduzidas. 


Stalin, governou a União Soviética, com mão de ferro de 1920-1953, instaurou um regime de terror e opressão que envolveu a perseguição política e expurgos terríveis. Instalou o comunismo, uma máquina de criar pobreza, fome e morte.

Considerando os expurgos e todas as medidas econômicas controversas que instaurou, estima-se em até 9 milhões o número de pessoas que morreram por ações e decisões diretas de Stalin. A repressão política, a censura, a tortura e os massacres ordenados por Stalin e Lenin superaram em muito as piores atrocidades cometidas pelos czares russos que eles substituíram. A Revolução Russa, por eles liderada, prometeu salvar a Rússia pela destruição do capitalismo: transformou-a num cemitério. 


12 novembro 2023

Quando a população do mundo aceita as atrocidades contra judeus, ela está endossando um método de ação do qual será vítima

Todos recordam que no amanhecer de 07 de outubro de 2023, - o Sábado Negro - na fronteira entre Gaza e Israel, um massacre cruel chacinou 1400 judeus, queimou suas casas e destruiu suas plantações. Foram sequestradas 246 pessoas, desde bebês de nove meses, dois e três anos, crianças de quatro a sete anos, adolescentes, velhos, homens e mulheres, doentes e inválidos. Algumas das mulheres foram exibidas, sangrando ou mortas, pelas ruas de Gaza. Os terroristas filmaram seus crimes e postaram os vídeos nas redes sociais das vítimas.

Em resposta, Israel declarou guerra ao terror.

Desde 2007 o Hamas controla a Faixa de Gaza, onde vivem 2 milhões de pessoas. Gaza, junto com a Cisjordânia, são os dois territórios administrados autonomamente por palestinos. Mas, enquanto a Cisjordânia é administrada pela Autoridade Nacional Palestina, que busca alguma forma de convivência, o Hamas quer a destruição de Israel.

Tem circulado nas redes sociais diversos relatos daqueles que foram convidados pelo Ministério da Defesa de Israel para assistirem um vídeo - não público - de cerca de 40 minutos, sobre as atrocidades cometidas pelos componentes do grupo terrorista Hamas. Entre os convidados se encontrava o repórter da Record que está cobrindo a guerra, André Azevedo. Veja o que ele relata no vídeo abaixo.


Nada escapou à crueldade copiada dos mais abomináveis nazistas, do Estado Islâmico e da Al Qaeda. Enquanto os criminosos nazistas tentaram ocultar seus crimes, o Hamas avançou na crueldade e escolheu transmitir os seus registros em tempo real. Os terroristas cometeram atos sádicos contra pessoas indefesas, rindo e se divertindo, com se estivessem em um reality show.

Confira isso através dessa fantástica entrevista em que Douglas Murray explica a Piers Morgan a situação em Israel.

O Hamas é nazista e os seus apoiadores também. Himmler, um dos carrascos de Hitler, elogiava muito a religião islâmica e chegou a dizer que o Islã era "a religião do bom soldado".

Isso força se relembrar que na noite de 09 de novembro de 1938, na Alemanha Nazista, ocorreu a chamada Noite dos Cristais ou Kristallnacht. Era o início do processo de matança indiscriminada — começando com os judeus. Milhões de pedaços de vidros estilhaçados, brilhando à luz da noite, deram o nome a esta matança e destruição. Naquela noite, 1240 sinagogas foram destruídas e queimadas; todas as escolas judaicas, os hospitais, sete mil lojas pertencentes a judeus foram saqueadas e queimadas; 30 mil judeus enviados a campos de concentração; 91 judeus assassinados; e 638 judeus se suicidaram para evitar a morte por marretadas e outras formas violentas.


Portanto, em ambas ocasiões as vítimas foram os judeus. E o que começou na Alemanha contra os judeus, se expandiu para outras minorias e posteriormente atingiu a humanidade. O custo foi imenso para os judeus: um de cada três judeus foi exterminado, mas houve outros 38 milhões de civis que perderam sua vida. Caso o terror islâmico não seja contido, a história irá se repetir.

Quando a população do mundo aceita as atrocidades contra judeus, ela está endossando um método de ação do qual será vítima

O silêncio de muitos e as pavorosas manifestações de apoio aos terroristas do Hamas são um claro indício de um mundo doente. Houve até quem vibrasse. Mas a história mostra repetidamente que, se não for contido, o terror não ficará restrito aos judeus. A Kristallnacht foi o prelúdio da maior matança da história, porque o ódio não foi contido no nascedouro. O Sábado Negro de 7 de outubro de 2023 pode ser um novo início se o mundo novamente se calar. A luta pela derrota total do terror palestino não deveria ser restrita a Israel. Caso se restrinja a isso, infelizmente não vai demorar a chorarmos massacres de outros povos.

Inacreditavelmente, há analfabetos morais - políticos, intelectuais e ativistas; todos, pelo que se pode observar, de esquerda - que declararam apoio ao Hamas, mesmo diante das atrocidades. 

Há, também, pessoas bem-intencionadas, mas desinformadas, fazem apelos pelo fim dos “conflitos”. Isso geralmente acontece quando Israel se defende e contra-ataca. Mas o momento ideal para discutir o fim dos conflitos é antes que mísseis sejam lançados contra Israel, antes que famílias sejam massacradas, antes que mulheres sejam violentadas e mortas.


Atualizado em 16/11/2023, às 08:51 h

21 outubro 2023

O Brasil passou a servir “causas”

O vídeo e as imagens mostram o antes e o depois da destruição do Kibbutz Be'eri provocada pelos terroristas do Hamas. Os mesmos que autoridades brasileiras do Planalto, do Itamaraty e do STF se recusam a chamá-los pela sua real e verdadeira denominação utilizada por todas as democracias no mundo: TERRORISTAS.





 

Como se tem visto por aqui e pelo mundo afora, as autoridades brasileiras optaram por seguir os ditadores de países como o Irã, Cuba, Venezuela, Noruega, Angola, China, Russia etc. 

Contudo, não foi surpresa. Desde os governos anteriores do PT, do inesquecível top-top Garcia, o Brasil já tinha o apelido de “anão diplomático”. Neste momento, sob a orientação de Celso Amorim. por causa da sua hostilidade mal disfarçada contra Israel, a diplomacia brasileira só ficou menor, com a dimensão de uma bactéria.

Ambos, Garcia e Amorim, com devaneios de tentar tornar o Brasil uma liderança para o Terceiro Mundo, o “Sul Global” e outras miragens, com a pretensão juvenil de estar sempre contra os Estados Unidos e as democracias bem-sucedidas no mundo. Não conseguiu, até hoje, liderar nem a Guiné Equatorial.

Agora, depois do massacre dos milhares de civis israelenses nos ataques terroristas do Hamas, e fiel à ideia fixa e impossível de ter uma posição “neutra” no conflito, baixou mais um degrau na sua estatura diplomática.

O Itamaraty deixou de ser um órgão de Estado, encarregado legalmente de representar o país e defender os seus interesses fora das fronteiras nacionais. Deixou, também, de ser uma organização técnica, profissional e com uma longa reputação de competência diplomática. Hoje, no governo Lula, é uma facção política que promove os interesses ideológicos individuais dos grupos de esquerda mais radicais que controlam a máquina pública. Não é mais uma instituição nacional. Foi transformada em partido – deixou de servir o Brasil e passou a servir “causas”.

14 outubro 2023

Universidade nota zero

As manifestações a favor do terrorismo do Hamas que se espalham pelo Ocidente expõem pessoas que não comungam dos mínimos valores civilizados. Elas estão abertamente defendendo o genocídio de judeus em pleno século XXI.


Tais manifestações se tornam mais graves quando se constata que no mundo ocidental são reproduzidas, especialmente por universitários, o que prova o nível da lavagem cerebral de extrema-esquerda nas instituições de ensino.

Observa-se que estudantes americanos, em escolas de elite, como Harvard, defendendo terroristas que não querem assassinar apenas judeus, mas também americanos! Da mesma forma, enxerga-se pessoas do movimento LGBT apoiando o Hamas, mesmo que gays sejam submetidos à execução sumária na maioria dos países islâmicos.

No Brasil está ocorrendo da mesma forma, especialmente nas universidades públicas que se tornaram uma fábrica de militantes de esquerda, resultado de um processo que já comemorou o seu cinquentenário. Reproduzo a seguir trechos do livro "A corrupção da inteligência: intelectuais e poder no Brasil, escrito por Flávio Gordon, em 2017 e que já se encontra em sua 15a. edição.

[ ... ] É inevitável que se presencie o triste espetáculo protagonizado por intelectuais brasileiros nos últimos 40-50 anos e, especialmente, nesta última década e meia. Em todo esse período, a corrupção da inteligência mostrou-se bastante gritante.

[ ... ] Trata-se do grave problema convivido nessas décadas por frequentadores de universidades, colégios, editoras e redações. Um processo que - no Brasil - perverteu a produção artística e intelectual, abrindo às idéias marxistas a todos os setores da vida: das rodas de samba à Academia Brasileira de Letras, dos sindicatos às universidades, das associações de bairro ao Palácio do Planalto, dos terreiros de umbanda à CNBB - uma teia de controle ideológico que abarca a programação televisiva, as políticas editoriais, a escola de nossos filhos, a filosofia e a teologia, a produção literária e os comentaristas das rádios, da Web e dos jornais.

[ ... ] No interior da academia, a situação chega a ser pior, e o debate intelectual, ainda menos viável. Ali, o confronto de ideias e argumentos foi definitivamente substituído por conversinhas de corredor e fofocas de botequim.

[ ... ] Um tribalismo generalizado transformou o ambiente universitário numa praça de guerra entre as mais diferentes facções ideológicas, praça na qual, ao contrário da ágora grega, o diálogo tornou-se impossível, já que cada facção fala a sua novilíngua particular. 

[ ... ] Alheios ao desastre da balcanização nos campi, os medalhões acadêmicos, esses homens tão gentis, convivem numa espécie de paz silenciosa, fundada sobre normas de etiquetas tacitamente admitidas. 

[ .. ] Celebrando a imaginária excelência e a pseudocivilidade do universo da pós-graduação, e unidos em comovente espírito de corpo, eles se entregam a gloriosa batalha por um pontinho a mais na avaliação da CAPES. Nos bastidores, todavia, o que se vê é briga de foice no escuro, todos falando mal de todos, quase nunca de ideias, mas de posicionamento político e condutas pessoais. 

[ ... ] Não há debates públicos que sejam ação entre amigos. As defesas de tese são, em geral, jogos de cartas marcadas. Não há crítica, apenas ausência de contato. As patrulhas intelectuais, as admissões e reprovações, o índex librorum prohibitorum, os consensos e os códigos não escritos são acordados nos convescotes, entre baseados, taças de vinho e projeções de filmes etnográficos. O boicote e o desterro são o destino dos impenitentes. 

[ ... ] A linguagem, por sua vez, consegue ser mais grotesca ali dentro do que fora, feita quase que exclusivamente de maneirismos padronizados e pedantes tecnicismos. As eventuais tentativas de lirismo académico - e as há - são ainda mais deprimentes. 

[ ... ] Elas são especialmente frequentes nas áreas de pedagogia e educação, muito influenciadas pelo sentimentalismo marxista de Paulo Freire, por vezes expresso num pesado vocabulário pós-estruturalista.

Tais acontecimentos não ocorrem por acaso. Estão no contexto de estratégias de países comunistas e de globalistas ocidentais que promovem e incentivam a subversão da América e do Ocidente, atacando seus valores fundamentais através da infiltração do pensamento extremista nas escolas, universidades, na imprensa, no meio cultural e até mesmo em religiões estabelecidas. O islamismo fundamentalista é apenas um dos instrumentos utilizados por esses agentes para destruir o Ocidente.

13 outubro 2023

É crime fazer apologia/enaltecimento público de fato criminoso e de autor de crime

Ronaldo Lara Resende, promotor de justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul e professor de Direito Penal e Processo Penal, explica que atos pró-Hamas organizados por partidos de esquerda configuram crime:

“Protestos pró-Palestina não têm nenhuma conduta criminosa. O que é crime sem sombra de dúvidas são as manifestações que consistem em coros de ‘Viva o Hamas’ e em aplausos e apoio explícito ao grupo num contexto em que fica claro que estão apoiando o que o Hamas fez – ou seja, matou pessoas ao praticar um atentado terrorista”, 

O crime, segundo o jurista, está previsto no artigo 287 do Código Penal, que consiste em fazer apologia/enaltecimento público de fato criminoso e de autor de crime.

“Nesse caso, houve apologia dos dois – tanto dos fatos praticados pelo Hamas como do grupo em si, porque quando ao elogiar o grupo pelo que ele fez, também se está elogiando o que fizeram, então há a incidência, apesar de configurar um crime só”, afirma o promotor.

Durante a manifestação em São Paulo, o diretor nacional do PCO, Francisco Muniz, defendeu os ataques do grupo terrorista, classificou os atos como uma “luta anti-imperialista” e disse que o partido está “1.000% com o Hamas”.

Fonte: Gazeta do Povo

08 outubro 2023

Declaração do Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu



“Caros cidadãos de Israel, As forças do Hamas invadiram o território israelense esta manhã, na manhã de um feriado e de Shabat, e assassinaram civis inocentes, crianças e idosos. O Hamas iniciou uma guerra cruel e maligna. Venceremos esta guerra, mas o preço é grande demais para suportar. Este é um dia muito difícil para todos nós. O Hamas quer assassinar todo o povo de Israel. É um inimigo que mata crianças e mães nas suas casas, nas suas camas. Um inimigo que sequestra idosos, crianças, meninas. Assassinos que agrediram e massacraram os nossos cidadãos, os nossos filhos, que no fim das contas saíram para passar o feriado. O que aconteceu hoje não é visto em Israel – e vou garantir que não aconteça novamente. Todo o governo apoia esta decisão. As IDF usarão imediatamente toda a sua força para destruir as capacidades do Hamas. Iremos vencê-los até à destruição e nos vingaremos com força deste dia terrível que trouxeram ao Estado de Israel e aos seus cidadãos. Como disse Bialik: “Satanás ainda não criou vingança para o sangue derramado de uma criança”. Todos os lugares onde o Hamas está organizado, dentro de Gaza, uma cidade do mal, todos os lugares onde o Hamas se esconde, onde opera - nós transformaremos as cidades em ruínas. Digo aos moradores de Gaza: saiam daí agora, porque agiremos em todos os lugares e com todas as forças. Neste momento, as forças da IDF estão a limpar os últimos assentamentos de terroristas, indo de assentamento em assentamento, de casa em casa, e devolvendo o controle às nossas mãos. Envio um abraço e condolências do fundo do coração às famílias enlutadas cujos entes queridos foram assassinados hoje a sangue frio e com uma crueldade sem fim. Todos nós também rezamos pela paz dos feridos e de todos os mantidos como reféns. Digo ao Hamas: você é responsável pela segurança deles. Israel prestará contas com qualquer um que danificar um fio de cabelo da sua cabeça. Estou me voltando daqui para os moradores do sul - todos nós estamos ao seu lado, estamos todos orgulhosos de vocês por terem permanecido bravamente, por lutarem. Aos nossos amados soldados, policiais e pessoal de segurança das IDF - lembrem-se de que vocês estão seguindo os passos dos heróis do povo de Israel, de Yehoshua ben Nun, de Judá, o Macabeu, dos heróis de 1948 e de todas as guerras de Israel. Você agora está lutando pelo lar de todos nós, pelo futuro de todos nós. Estamos todos contigo, todos te amamos, todos te saudamos. Às equipes médicas e de resgate, e aos muitos voluntários que apareceram hoje em força em uma longa série de lugares – o povo de Israel os saúda. Com o poder do seu espírito venceremos nossos inimigos. Falei hoje há algumas horas com o presidente Biden e com os líderes dos países do mundo para garantir a liberdade de ação de Israel para a continuação da campanha. Agradeço ao Presidente Biden pelas suas palavras claras e fortes. Agradeço ao Presidente francês, ao Primeiro-Ministro britânico e a muitos outros líderes pelo seu apoio sem reservas a Israel. Dirijo-me agora a todos os cidadãos de Israel.
Estamos juntos na batalha. Esta guerra levará tempo. Ela será difícil. Dias desafiadores ainda estão por vir. Mas posso garantir uma coisa: com a ajuda de Deus, com a ajuda das forças conjuntas de todos nós, com a ajuda da nossa fé na eternidade de Israel – venceremos”.

O que disse Lula sobre essa guerra