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19 dezembro 2023

O Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa. O Brasil é um horror, talvez o maior horror de hoje, para a “agenda 2030”

Depois da Holanda agora é a vez da Alemanha - O protesto dos agricultores em Berlim já começou.  Agricultores alemães mobilizam-se em Berlim, contra as Regulamentações Ambientais (Agenda 2030). 

Esse protesto foi principalmente contra a aprovação iminente de novos regulamentos, particularmente a Lei de Proteção de Insetos, que os agricultores argumentaram que teria um impacto significativo nos seus meios de subsistência em nome da proteção ambiental. 

 O presidente da Associação Alemã de Agricultores, Joachim Rukwied, anunciou que se o governo não retirar as suas medidas “ a partir de 8 de janeiro estaremos presentes em todos os lugares de uma forma que o país nunca experimentou antes.” 

 Joachim explicou que, com a abolição dos regulamentos sobre o gasóleo agrícola (até agora os agricultores podem ter parte do imposto reembolsado) e a isenção do imposto sobre veículos, a indústria agrícola seria asfixiada com bilhões de euros por ano. “Basta, é demais”, gritou Rukwied no comício. 


Ele apelou ao Ministro Federal da Agricultura, Cem Özdemir, que estava presente ao seu lado, para pressionar o governo em prol dos agricultores e das zonas rurais. O grupo de agricultores por trás do protesto, Land Creates Connection, afirmou que a sua oposição ao projeto de lei se baseia na crença de que este projeto “é impulsionado mais pela ideologia do que pelo raciocínio científico.” 

 A Holanda foi apenas uma batalha, a guerra ainda está longe de terminar. A ideologia produz investigação científica, e a investigação científica é muitas vezes ideológica. 

Eles querem que você coma insetos enquanto pressiona a “Lei de proteção contra insetos” - que contradição, não é mesmo? 

 A agenda 2030 não passa de uma fraude, eles só querem controlar todos os aspectos da nossa cadeia alimentar e abastecimento, em nome de uma agenda climática - em outras palavras, eles querem a sua propriedade e tudo o que você produz. 

 Despertem.

O Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa

É pior, na verdade: o Brasil não apenas imita os europeus e americanos em sua busca inesgotável por causas cretinas, ou que não têm nada a ver com as necessidades brasileiras, mas tornou-se, ele próprio, um dos maiores alvos da perseguição “globalista”. 

O Brasil é um horror, talvez o maior horror de hoje, para a “agenda 2030” — para os delicados burocratas que comandam os governos do Primeiro Mundo, para os bilionários socialistas de Davos, para os departamentos de marketing de multinacionais que se converteram à prática “do bem”. Sua ideia fixa, acima de qualquer outra, é a Amazônia e a sua floresta. 

O Brasil, segundo eles, não tem o direito de governar a Amazônia, que deveria ser declarada “área internacional”. De atores de Hollywood a reis da Escandinávia, de governos da Europa às universidades de primeira linha, mais a “comunidade científica” mundial, todos exigem que a vida humana cesse para a Amazônia e os 20 milhões de brasileiros que vivem ali; só devem existir árvores, bichos e peixes. 

Numa ação paralela, querem parar o agronegócio brasileiro — o Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa, como é o caso da Holanda, onde se acha uma boa ideia proibir as pessoas de cultivarem o solo.

Toda essa gente tem aliados ativos na vida pública e privada do Brasil. Banqueiros de esquerda, por exemplo, escrevem manifestos anunciando “boicotes” fatais contra a economia brasileira por parte dos grandes fundos de investimento internacionais e das múltis mais globalizadas, para punir a nossa pouca atenção à “crise do clima”. 

Os boicotes nunca aparecem no mundo das realidades; a produção e as exportações do agro brasileiro batem novos recordes a cada ano. Mas fazem grande sucesso nos salões, na mídia e nos meios “bem informados”. 

Também há as ONGs, é claro — essas fazem dia e noite, e frequentemente com dinheiro público, um trabalho de agressão em tempo integral contra tudo o que o país tem de bom, ou tenta construir para se desenvolver. 

Há as classes intelectuais, a universidade pública e o universo artístico. Há as empresas socialistas. Há as agências de publicidade inclusivas. Há o Ministério Público, a justiça e as “agências reguladoras”. 

Há, em geral, tudo o que se descreve como “esquerda”. Querem, todos eles, um Brasil desenhado por funcionários das agências temáticas da Comunidade Europeia, ou por executivos da Disney, ou por professores de Harvard.

Acham que o que é virtude em Bruxelas tem de ser virtude em Piracicaba. Não imaginam, nunca, que o Brasil faça parte dos 90% do mundo que está fora da Europa e dos Estados Unidos; acham que estamos nos 10%. São um atestado da falência de si próprios.


22 junho 2023

A Agenda 2030 é uma autêntica imoralidade

Falas contundentes sobre o que realmente está por trás da agenda 2030. Mais uma vez a parlamentar Magdalena Nevado do partido Vox (Espanha) bate de frente contra a agenda 2030 e tem o apoio de outros parlamentares, lembrando que o partido Vox ganhou representação massiva nas últimas eleições em todo país.




Parece mesmo estarmos novamente diante de um processo ditatorial mundial. O autoritarismo penetrando nas diversas nações no mundo, incluindo o Brasil, de forma inconstitucional, sob as benção das autoridades vigentes em cada uma delas. Conhecemos bem qual foi o final de medidas semelhantes adotadas em democracias no início do século passado.

Agora, as sociedades ocidentais estão ameaçadas com:

  • uma elite política, científica e jornalística que frequentemente usa termos vagos como "desinformação" e "discurso de ódio" para racionalizar regimes de censura draconianos; 
  • a consolidação de uma tirania médica que está disposta a ir tão longe a ponto de coagir os cidadãos a aceitar produtos médicos aprovados pelo governo e confinar involuntariamente os cidadãos em suas casas se estiverem doentes;
  • mutilação infantil em plena luz do dia, racionalizada pelo conceito de cirurgia de "afirmação de gênero";
  • colocar nossos idosos para dormir, em nome da "compaixão";
  • uma forma autoritária de tecnocracia que vê os cidadãos como peões em planos mestres para criar uma sociedade mais segura e limpa, "cidades de 15 minutos" etc.
  • uma forma fanática e autoritária de ambientalismo cujos líderes defendem a expropriação de terras de seus concidadãos, como o governo holandês fez;

Os cidadãos que permanecem completamente calados ou concordam com essa loucura antiliberal e desumanizadora devem se perguntar quanto tempo se deve esperar para combatê-la.

É bom se lembrar que na Alemanha nazista, na Russia comunista e na Itália fascista, as suas populações foram surpreendidas com a rapidez da instalação dos regimes totalitários. O que foi ainda mais surpreendente para muitos de seus habitantes, foi quantos líderes da sociedade civil, líderes culturais, acadêmicos, empresários, políticos e jornalistas mantiveram suas bocas fechadas enquanto as ditaduras eram instaladas sem possibilidade de retorno.

A colaboração do Brasil

Com a chegada do PT ao poder, em 2003, foi a vez do Brasil participar desse jogo, interrompido entre 2019-2022 e retomado agora em 2023. No poder, o PT aparelhou todas as instituições, investiu bilhões em nações socialistas e forjou pesado na implantação das disciplinas que compõem o marxismo cultural, colocando classes contra classes e pulverizando a discórdia entre pobre e rico, negro e branco, sulista e nortista, homossexual e heterossexual, filho e pai, sociedade civil e polícia. 

Apoiou a ideologia de gênero, incentivou a corrente feminista, buscou meios para legalizar o aborto, incentivou à promiscuidade e a impunidade, desarmou a população contra resposta do referendo de 2005, sucateou as Forças Armadas, investiu em ONGs trapaceiras que defendem os ideais do globalismo-comunismo e nos artistas consagrados através da Lei Rouanet para se aproveitar do público seguidor dos mesmos no sentido que eles ajudassem falar bem do sistema.

Em 2023 Lula retornou ao Palácio do Planalto e com ele sua troupe viciada nos costumes comunistas, incluindo o globalismo. Lula já abriu mão da Amazônia brasileira ... e o Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois ... https://bit.ly/3oVnZ90.

A partir de quinta-feria (29), delegações de 23 países participação na reunião do Foro de São Paulo que irá ocorrer em Brasília até o dia 02/07/2023.

Tal encontro servirá para atualizar os planos do Foro, cujos teores para os períodos 2019-2020, 2021-2022 e 2022-2023, foram revelados pelo jornalista espanhol, Luis María Ansón, e publicados no jornal El Mundo, disponível neste link.

15 julho 2022

AGENDA 2030: VOCÊ NÃO VAI TER NADA E VAI SER FELIZ

A chamada Agenda 2030 do Fórum Econômico Mundial é uma representação vigorosa de dois valores marcantes do século XXI: empáfia e futilidade. Conseguir juntar empáfia e futilidade já é, por si, uma façanha -  e esta é a alquimia da modernidade 2030: potencializar a falta de potência, encher de presunção a mediocridade.

O lema de tal Agenda 2030 é: "Você não vai ter nada e vai ser feliz". É um apetitoso convite de mentira - como tudo na cosmética política correta - a um mundo de união, conectado pela inteligência e pela ética. Seria uma espécie de neoromantismo hippie, atualizado pela tecnologia, e que poderia soar até inspirador se não fosse falso. Mas a falsidade é apenas um detalhe.

O mundo do século XXI passou a assistir a um surto megalômano de nerds bilionários conectados a ditadores dissimulados e perfumados por animadores de auditório e subcelebridades em geral. Uma festa.

Capturaram com grande sensibilidade os anseios da burguesia narcísica e medíocre, que vende seu corpinho (e sua alminha) por qualquer maquiagem revolucionária. Você devia ter desconfiado na virada do século, quando começaram a vender desvairadamente a China como vanguarda do capitalismo. Um regime ditatorial , fechado, com a liberdade do cidadão na ponta da espada estatal ... Como você acreditou nisso como a locomotiva da modernidade?

Os androides do Fórum Econômico Mundial tratam a Covid-19 como oportunidade. São desumanos em pele de humanistas -  fantasia muito em voga no Réveillon 2030 (tão grandioso que começou dez anos antes). Nem é preciso entrar em grandes conjecturas geopolíticas para entender o pulo do gato, "Globalismo", "governo mundial" e outros conceitos barrocos que os amantes de palestras amam repetir dizem muito pouco. Ou melhor: quase enobrecem propósitos rasteiros e nada sofisticados.

Você acha que o ditador da China trabalharia para criar um "governo global"? Claro que não. Ele trabalha para expandir seu poder absoluto, do jeito que der. Se conseguir enfiar o mundo todo dentro de sua ditadura, ótimo.

Aí a Covid-19 realmente se tornou uma oportunidade - como dizem os burgueses fúteis do Fórum Econômico Mundial. E que "oportunidade" foi essa? Basicamente, a de sujeitar os indivíduos e as sociedades a um punhado de regras autoritárias fantasiadas de segurança sanitária, sem lastro científico algum - e encabeçar de poder e grana. Claro, com a propaganda hedionda de boa parte da grande imprensa sobre a suposta efetividade dessas regras.

Você não estranhou a união de grandes veículos de comunicação, historicamente concorrentes, numa coisa que eles próprios passaram a chamar de 'consórcio"? Consórcio de quê? De manchetes iguais? O que houve com a concorrência? Foi vítima de uma epidemia de notícias siamesas?

Essa imprensa trasnformista alegou que o "consórcio" era uma união para garantir informação confiável contra a propagação de "fake news". Ou seja: um conluio de boa aparência.

Esse conluio entre "concorrentes" saiu por aí disparando suas manchetes iguais para construir verdades de proveta. Transformou, por exemplo, a ideia de "distanciamento social" - uma mistificação grosseira que nunca protegeu os vulneráveis e fingiu não ver as aglomerações nos transportes públicos - numa promessa de salvação. "Lockdown" nunca passou de um slogan estúpido, sem um único estudo sério atestando sua eficácia - e mesmo assim as milícias checadoras do consórcio agiram furiosamente para perseguir quem não tratasse esse slogan estúpido como ciência.

Entendeu o esquema? Ciência se faz com propaganda. Ou no grito mesmo. Quem não obedecer, apanha. Não só do Estado. A patrulha violenta vem também do semelhante, do próprio cidadão. A propensão humana para o controle da vida alheia virou praticamente um videogame nesses tempos neurastênicos.

Todos os sócios da empatia de mentirinha - das mídias aos governos, da academia às corporações - passaram a visar uma coisa só: a construção de um clube de elite fundado em falsas éticas. Não é que esse clube seja uma unidade, uma entidade definida, global, ou coisa assim. É apenas uma forma malandra de poder, totalmente legalizada pelos inocentes úteis.

Não é um golpe da ONU, da OMS  e afins. Essas entidades internacionais caindo aos pedaços se tornaram a massa de manobra burocrática para ajudar a legalizar o clube. Os conceitos de democracia e liberdade passaram a ser de fachada para os pregadores de uma cartilha idiota sujeitarem qualquer lei às suas vontades particulares (fantasiadas de ética e empatia). O clube é um entroncamento de poder, cinismo e grana - fantasiado de bondade. Se colar, colou.

                                                              *  *  *

O texto acima se encontra entre as páginas 23-26 do livro "Passaporte 2030: o sequestro silencioso da liberdade", escrito por Guilherme Fiuza, que acabou de ser publicado pela Faro Editorial. Nele, o Fiuza mostra que o mundo está mergulhando num totalitarismo disfarçado de proteção à vida humana.

Corroboram com as idéias do Fiuza, outros posts deste blog publicados anteriormente, que podem ser lidos clicando-se nos seguintes títulos para leitura dos textos completos:

AMAZON SE JUNTOU A BRAÇO DE PROPAGANDA DA CHINA PARA PROMOVER A AGENDA DO PARTIDO COMUNISTA CHINÊS

[...] Quando falamos da cooperação entre capitalistas e socialistas, e mencionamos, na condição de financiadores da agenda revolucionária da esquerda global, o nome de bilionários como David Rockefeller ou George Soros, somos impreterivelmente fulminados com a seguinte objeção: “Então você está dizendo que Rockefeller e Soros são comunistas?”

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 1/3)

[...] Em 1973 George Soros criou a Soros Fund, renomeada em 1979 como Quantum Fund. Seu valor cresceu para US$ 381 milhões em 1980, e em mais de US$ 1 bilhão em 1985. Em 1987 deu início aos investimentos em suas preocupações sociais, US$ 3 milhões, saltando para US$ 300 milhões em 1992. Em 1993, Soros estabeleceu o carro-chefe de sua rede de fundações - o Open Society Institute (OSI), com sede em Nova York.

[...] A partir de então, tem apoiado grupos e bandeiras extremistas, desde a legalização de drogas, passando pelo incentivo da abertura de fronteiras e indo até a criação de um judiciário de esquerda. A sua agenda ideológica pessoal, tem como objetivos centrais a diminuição da influência americana no cenário internacional, o enfraquecimento da soberania do país em favor de um governo mundial, o fim do livre mercado e da liberdade de expressão.

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 2/3)

[...] Nos anos subsequentes, Soros doaria US$ 12,6 milhões para essa causa e estimulou outras instituições filantrópicas a fazerem o mesmo. Tudo isso foi recompensado em 2002 com a aprovação da Lei McCain-Feingold que definiu os tipos e quantias de doação que os candidatos poderiam receber.

[...] Soros viu imediatamente que o principal efeito da nova lei seria duplo: restringiria o uso do tipo de propaganda na TV que havia aniquilado o HillaryCare; e, finalmente, limitaria a influência dos dois partidos políticos, que dependiam de contribuições indiretas como sua fonte principal de financiamento. Isto permitiu a Soros assumir o controle das campanhas políticas dos democratas, anteriormente sob o controle do Partido Democrata, que deixou de ter dinheiro para custeá-las.

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 3/3)

[...] O Partido das Sombras conseguiu realizar o sonho de Soros de colocar seu homem na Casa Branca. Com a posse de Obama, membros da coalizão de Soros começaram a assumir cargos de alto escalão na nova administração. Quase todos os lugares em que se olhasse para a nova administração, os membros do circulo interno de Soros proliferaram.

[...] Com membros do Partido das Sombras desempenhando papéis centrais, a Casa Branca de Obama começou a implementar uma agenda ideológica logo após a posse, que envolveu muitas pautas com a cara de George Soros.

PLANEJAMENTO APÓS A QUEDA DO MURO DE BERLIM

[...] O FDR continua certo. Os acontecimentos globais que estão moldando o nosso destino estão ocorrendo porque algum grupo e/ou nação assim os planejou. Não estamos diante de coincidências nem de estupidez, mas de planejamento.

[...] É o que indicam os fatos que passaram a acontecer após a queda do muro de Berlim em 1989 e a dissolução da URSS em 1991. De lá para cá, a disputa pelo poder de controlar e dominar o mundo permanece. 

[...] E nesse ambiente, cada vez mais a liberdade e a escolha do individuo passaram a ficar dentro de alternativas bastante restritas, visto que ele passou a ser numerado e monitorado. É o que tem imposto os governos atuais carregando suas heranças e/ou admirações ditatoriais. 

WASHINGTON BRAZIL OFFICE - O PARTIDO DAS SOMBRAS NO BRASIL

[...] A Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.

[...] Uma dessas pessoas é George Soros, que através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas) criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.

MITOS DA LIBERDADE

[...] Como os barões saqueadores do século anterior (Cornelius Vanderbilt, J. P. Morgan, J. D. Rockfeller, Jay Gould, ... ) os titãs da tecnologia se consideram pioneiros de uma nova economia, neste caso uma economia da informação com maior flexibilidade e escolha para a população, supostamente.

[...] Em 2012, quando abriu o capital do Facebook, Zuckerberg tentou explicar ao público o que estava diante deles nessa alvorada da Era Tecnológica e nelas afirmou: 

"A tecnologia anterior levou a uma transformação completa de muitas partes importantes da sociedade ... O Facebook não foi originalmente criado para ser uma empresa. Na verdade, foi originalmente construído para realizar uma missão social ... As tecnologias passadas e seus inventores alteraram como a sociedade era organizada .... agora o Facebook fará o mesmo ... " 

“GERM GAMES” - Bill Gates é indubitavelmente um craque. Let’s play!

[...] Bill Gates, "outrora vendedor de vacinas digitais (os antivírus da Microsoft), e hoje vendedor de vacinas analógicas", além de ter se tornado profeta.

[...] Já para os incorrigíveis, segundo os quais toda essa corrida sanitária talvez não passe de um pretexto para o controle político totalitário, estão abertas novas vagas em maravilhosos centros de reeducação para a cidadania global. Os jogadores estão prontos. O tabuleiro, montado. E as peças, cá estamos. Let’s play! 

A imaginação malthusiana de Bill e Melinda Gates

[...] Em 1999, Bill e Melinda Gates fundaram o Instituto de População e Saúde Reprodutiva, sediado na Escola Bloomberg de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins. Embora, a certa altura, tenha adotado esse nome eufemístico (sendo “saúde reprodutiva” um conhecido eufemismo para a promoção do aborto), o instituto já chegou a se chamar “Instituto para o Controle Populacional”, uma forma bem mais honesta de descrever a sua atuação.

[...] “Com sua incrível riqueza” – escreveu Ekeocha –, “Melinda quer substituir o legado de uma mulher africana (que são os seus filhos) pelo legado do ‘sexo livre’”. E disse mais: “Vejo esses US$ 5 bilhões nos trazendo miséria. Vejo-os trazendo-nos maridos infiéis. Vejo-os trazendo-nos ruas vazias e carentes do inocente tagarelar das crianças. Vejo-os trazendo-nos doença e, por fim, a morte. Vejo-os nos dando uma aposentadoria privada do amor terno e do cuidado dos nossos filhos”.