Translate

Mostrando postagens com marcador NOM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOM. Mostrar todas as postagens

19 abril 2024

Documento secreto revela que russos planejam forjar uma nova ordem mundial

Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Moscou

Documento secreto do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia vazou e tonaram-se conhecidos seus planos para tentar enfraquecer os adversários ocidentais, incluindo os Estados Unidos, e aproveitar a guerra na Ucrânia para forjar uma nova ordem mundial livre do que considera ser o domínio americano.

Num adendo - confidencial - ao “Conceito de Política Externa da Federação Russa” oficial – e público – da Rússia, o ministério apela a uma “campanha de informação ofensiva” e outras medidas que abranjam “as esferas político-militar, econômica, comercial e de informações psicológicas” contra uma “coligação de países hostis” liderada pelos Estados Unidos.


“Precisamos de continuar a ajustar a nossa abordagem às relações com Estados hostis”, afirma o documento de 2023, obtido por um serviço de inteligência europeu. “É importante criar um mecanismo para encontrar os pontos vulneráveis das suas políticas externas e internas com o objectivo de desenvolver medidas práticas para enfraquecer os adversários da Rússia.”


O documento fornece pela primeira vez a confirmação oficial e a codificação daquilo que muitos na elite de Moscou dizem ter se tornado uma guerra híbrida contra o Ocidente. A Rússia procura subverter o apoio ocidental à Ucrânia e perturbar a política interna dos Estados Unidos e dos países europeus, através de campanhas de propaganda que apoiam políticas isolacionistas e extremistas. Está também a procurar remodelar a geopolítica, aproximando-se da China, do Irã e da Coreia do Norte, numa tentativa de alterar o atual equilíbrio de poder.


Usando uma linguagem muito mais dura e direta do que o documento público de política externa, o adendo secreto, datado de 11 de abril de 2023, afirma que os Estados Unidos estão liderando uma coalizão de “países hostis” com o objetivo de enfraquecer a Rússia porque Moscou é “uma ameaça para o mundo ocidental”.


O Conceito de Política Externa da Federação Russa, publicado em 31 de março de 2023 e aprovado por Vladimir Putin, utiliza uma linguagem diplomática branda para apelar à “democratização das relações internacionais”, à “igualdade soberana” e ao fortalecimento da posição da Rússia. no cenário global. Embora o Conceito de Política Externa também acuse os Estados Unidos e “seus satélites” de terem usado o conflito na Ucrânia para escalar “uma política anti-Rússia de muitos anos”, também afirma que “a Rússia não se considera um inimigo do Ocidente … e não tem más intenções em relação a isso.”


A Rússia espera que o Ocidente “perceba a falta de futuro na sua política de confronto e nas suas ambições hegemônicas, e aceite as complicadas realidades do mundo multipolar”, afirma o documento público.


À imprensa europeia e americana, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse em comunicado que não comenta “sobre a existência ou inexistência de documentos internos do ministério” e sobre o andamento dos trabalhos sobre eles. “Como afirmamos várias vezes em diferentes níveis, podemos confirmar que o sentimento é de combater decisivamente as medidas agressivas tomadas pelo Ocidente colectivo como parte da guerra híbrida lançada contra a Rússia”, acrescentou o ministério.


O recente veto da Rússia contra a extensão do monitoramento das sanções da ONU contra a Coreia do Norte devido ao seu programa de armas nucleares e mísseis balísticos, encerrando efetivamente 14 anos de cooperação, foi “um sinal claro” de que o trabalho contemplado no adendo classificado já está em andamento, disse um importante líder russo. Esse líder falou sob condição de anonimato para discutir deliberações delicadas em Moscou.


“A Rússia pode criar dificuldades para os EUA em muitas regiões diferentes do mundo”, disse o referido líder. “Trata-se do Oriente Médio, do nordeste da Ásia, do continente africano e até da América Latina.”


Já o acadêmico Vladimir Zharikhin apelou à Rússia para “continuar a facilitar a chegada ao poder das forças isolacionistas de direita na América”, “permitir a desestabilização dos países latino-americanos e a ascensão ao poder de forças extremistas da extrema esquerda e da extrema-esquerda”, bem como facilitar “a restauração da soberania dos países europeus, apoiando os partidos insatisfeitos com a pressão econômica dos EUA”.


Outros pontos da proposta política sugerem que Moscou alimente o conflito entre os Estados Unidos e a China sobre Taiwan para aproximar a Rússia e a China, bem como “para agravar a situação no Oriente Médio em torno de Israel, Irã e Síria para distrair os EUA com os problemas desta região.”


Autoridades ocidentais alertaram que a Rússia tem aumentado a sua propaganda e campanhas de influência nos últimos dois anos, à medida que procura minar o apoio à Ucrânia. Como parte disso, procurou criar uma nova divisão global, com os esforços de propaganda russa contra o Ocidente a repercutir em muitos países do Oriente Médio, África, América Latina e Ásia.


“Acho que os EUA estavam convencidos de que o resto do mundo – Norte e Sul – apoiaria os EUA no conflito com a Rússia e descobriu-se que isso não era verdade. Isso demonstra que o mundo polar único acabou e os EUA não querem aceitar isso.”


Para Mikhail Khodorkovsky – o crítico de longa data de Putin que já foi o homem mais rico da Rússia até que um confronto com o Kremlin lhe rendeu 10 anos de prisão – não é surpreendente que a Rússia esteja a tentar fazer tudo o que pode para minar os Estados Unidos. 


“Para Putin, é absolutamente natural que ele tente criar o máximo de problemas para os EUA”, disse ele. “A tarefa é tirar os EUA do jogo e depois destruir a OTAN. Isto não significa dissolvê-lo, mas sim criar entre as pessoas o sentimento de que a OTAN não as está a defender.”


O longo impasse no Congresso americano sobre o fornecimento de mais armas à Ucrânia apenas tornou mais fácil para a Rússia desafiar o poder global de Washington, disse ele.


“Os americanos consideram que, na medida em que não participam diretamente na guerra [na Ucrânia], qualquer perda não é perda deles”. Este é um mal-entendido absoluto.”, disse Khodorkovsky.


Uma derrota da Ucrânia, disse ele, “significa que muitos deixarão de temer desafiar os EUA  e os custos para os Estados Unidos só aumentarão".


Fontes: Matérias publicadas na imprensa europeia e americana.

20 agosto 2023

BRICS Media Forum - planos globalistas flertam com os planos comunistas

 

O BRICS Media Forum, aberto em Joanesburgo, na África do Sul, às vésperas da cúpula da organização, que será realizada entre os dias 22 e 24 de agosto, trouxe uma revelação explosiva: A cúpula do BRICS e o próximo avanço global, menos dólares e mais criptomoedas. Segundo especialistas em mercado como Peter Grandich, as próximas decisões dos BRICS levarão a mudanças “dramáticas”. O fórum é realizado pela sexta vez. O tema principal do fórum é: “ BRICS e África, fortalecendo o diálogo com as mídias para um futuro comum e justo”. O encontro está estruturado em torno de três conjuntos de questões, prestem bem atenção: “ Defender a justiça: O papel da mídia na formação da Nova Ordem Mundial.” “ Melhorar o comércio: O papel da mídia no estímulo do crescimento Econômico da África” e “ Promover a Inovação: O DEVER da mídia em Fomentar o desenvolvimento “Green”. Como resultado dessas reuniões, espera-se a adoção de um plano de ação para fortalecer as parcerias entre os principais meios de comunicação dos países do BRICS. Como podemos observar os planos globalistas flertam com os planos comunistas, eles se encontram no final. A mídia é a peça fundamental para a implementação da Nova Ordem Mundial, como eles mesmos escrevem em sua programação de discussão. Por isso, o primeiro passo é regulamentar as mídias em todos os países que fazem parte do BRICS - usando os moldes da China e Rússia, eliminando todas as redes sociais, considerado por eles uma ferramenta muito democrática e perigosa para o regime. A questão, portanto, é lógica: o que esperar, agora em relação a guerra econômica, pelo contrapoder financeiro global encarnado pelos BRICS, sob a liderança de Putin, Xi Jinping e Modi? A primeira resposta é óbvia: eles vão tentar assustar o mundo novamente para impor a Nova Ordem Mundial.

Por Karina Michelin, jornalista.

10 junho 2023

“O Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois”

Nova Ordem Mundial (NOM), que diabo é isso? Basicamente, é a entrega a organizações internacionais de decisões que devem ser tomadas pelo governo de um país, no caso do Brasil, por via dos seus Três Poderes. 

A NOM prega e deseja estabelecer uma governança global para o mundo - sem a participação (voto) popular - sob um modelo desenhado por um conjunto de megabilionários e de megaburocratas que passarão a dar ordens de como o mundo deverá ser em Nova York, Bruxelas ou Brasilia: você tem de fazer isso, você tem de fazer aquilo, porque seu país não tem capacidade para governar a si próprio.

No Brasil há adeptos desse modelo e que bajulam e recebem gorjetas desses megas ... para repetirem discursos pré-fabricados e criticarem os seus opositores, sob os aplausos da esquerda mundial - comunismo e globalismo sempre estiveram juntos - Tais figuras passaram os últimos quatro anos criticando o Bolsonaro pela defesa que fazia do território brasileiro, em especial da Região Amazônica.

Após a virada do ano, nomeado o novo presidente da República, este, em menos de cinco meses de governo, disse que “a Amazônia não é só nossa” – e se não é só dos brasileiros, é de mais gente. De quem, então? Da “governança global”? 

Lula propôs ao presidente dos EUA, Joe Biden, criar um “Fórum Internacional”, que supostamente servirá para legislar sobre o território da Amazônia, que é vista como a chave para a “internacionalização” de uma área do Brasil – que contém reservas de minérios, aquíferos, petróleo e gás.

Lula é o primeiro presidente brasileiro a defender em público posições entreguistas tão claras e reclamar que o Congresso se recusa a aprovar os seus acordos internacionais porque a maioria do povo brasileiro, de quem a Câmara e o Senado são os únicos representantes legítimos para a adoção de leis, não quer esses acordos.

“O Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois”


PS.: Desejando conhecer um pouco mais sobre a Nova Ordem Mundial e suas repercussões no Brasil, acesse este link

03 junho 2023

A Nova Ordem Mundial, através de seus agentes, está avançando a passos largos. A estrutura que deve desaparecer é a nação

No Brasil, Lula já está marcando data para fechar o Congresso

Segundo matérias que estão circulando na imprensa, aqui por exemplo, no último esforço para reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa - GEE da agricultura, a Irlanda disse que pode matar 200.000 vacas nos próximos três anos para cumprir as metas climáticas.

A Reuters informou que a União Européia aprovou no mês passado um plano holandês de US$ 1,6 bilhão para comprar pecuaristas, em um esforço para reduzir a poluição por nitrogênio.

Agora, o governo Biden tem como alvo a agricultura americana. O enviado especial do presidente para o clima, John Kerry, alertou recentemente em uma cúpula do clima para o Departamento de Agricultura dos EUA que a necessidade da raça humana de produzir alimentos para sobreviver cria 33% do total de gases de efeito estufa do mundo.

“Não podemos chegar a rede-zero. Não realizamos esse trabalho a menos que a agricultura esteja na frente e no centro como parte da solução”, disse Kerry. 

A Rede Zero significa que não adicionaremos novas emissões à atmosfera. As emissões de dióxido de carbono, CO2, continuarão, mas serão equilibradas pela absorção de uma quantidade equivalente da atmosfera.

O bilionário da Microsoft Bill Gates também está obcecado com as emissões de gado, fornecendo apoio financeiro a empresas que estão desenvolvendo suplementos de algas marinhas e máscaras de gás para vacas.

Katy Atkinson, uma defensora da agricultura que cria gado no condado de Albany, disse que esta conversa sobre as emissões da indústria não está considerando os impactos benéficos do gado para o meio ambiente e o clima. Ela disse que o gado contribui para a resistência à seca, saúde do solo e redução de incêndios florestais. Pouco antes de o gado ser introduzido na América do Norte e a indústria começar a criá-lo, Atkinson disse que havia milhares de búfalos perambulando pelas planícies. 

Os produtores de carne bovina e leiteira britânicos estão agora muito nervosos. Parece cada vez mais claro que existe uma agenda ecomodernista para eliminar completamente a carne convencional. Não é apenas a turba do Extinction Rebellion ; muitos dos políticos do mundo estão a bordo. A agricultura precisa se tornar mais verde, mas através do aproveitamento de novas tecnologias, em vez de jogar o bebê fora com a água do banho.

(...) "Estamos à beira de uma transformação global. Tudo o que necessitamos é uma grande crise e as nações não apenas aceitarão a Nova Ordem Mundial, mas pedirão por ela", David Rockefeller, durante um jantar dos embaixadores das Nações Unidas.

 (...) "Sim, muitas pessoas morrerão quando a Nova Ordem Mundial for estabelecida, mas será um mundo bem melhor para aqueles que sobreviverem", Henry Kissinger.

(...) "Temos que conduzir este assunto do aquecimento global. Ainda que a teoria do aquecimento global esteja errada, estaremos fazendo o correto em termos de política econômica e ambiental, Timothy Wirth, ex-subsecretário de Estado dos EUA e presidente da UN Fundation. 

( ...) "Não importa o que é a verdade. Só importa o que as pessoas acreditem que seja verdade", Paul Watson, fundador do Greenpeace. 

(...) "Requer-se uma Nova Ordem Mundial para manipular a crise da mudança climática", Gordon Brown, Primeiro Ministro Britânico (2007-2010). 

(...) "A elite globalista não é apenas uma vaga classe social de capitalistas e banqueiros. É uma entidade organizada, com existência continua há mais de um século, que se reúne periodicamente para assegurar a unidade de seus planos e a continuidade da sua execução, com a minúcia e a precisão científica com que um engenheiro controla a transmutação do seu projeto em edifício", Olavo de Carvalho, em seu debate com Alexandr Dugin.

A Nova Ordem Mundial, através de seus agentes, está avançando a passos largos. A estrutura que deve desaparecer é a nação. 

No Brasil, Lula já está marcando data para fechar o Congresso. Confira no vídeo abaixo.