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Mostrando postagens com marcador BRICS. Mostrar todas as postagens
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12 julho 2025

Cortina de Ferro 2.0

    O jogo está sendo jogado em todo o mundo. Novamente surge os EUA, sob a liderança de Trump, para derrotar a Cortina de Ferro 2.0. Desta vez o Brasil ainda não foi impedido de fazer a opção errada como o fez em 1964.

    Como está acontecendo em todas as nações, essa escolha está sendo feita sob a condução e/ou chancela dos respectivos poderes judiciários de cada país. Mais uma vez, o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança deixou isso claro para o povo brasileiro. 


     [...] "O Brasil, agora, não esconde mais: através de Lula resolveu oficializar o flerte com o “eixo do mal” geopolítico. Nada de alinhamento com democracias liberais, estabilidade institucional ou cadeias logísticas sérias. Não. Agora é Rússia, China e cia. [O ápice desta exposição ocorreu durante a realização da reunião do BRICS no Rio de Janeiro, nos dias 6 e 7 do corrente mês].

   "Parabéns" aos envolvidos. Realmente, colocar o Brasil no “bonde” das potências tecnológicas do século XXI, como Irã, Belarus e Coreia do Norte, é uma jogada de mestre. Só falta rebatizar o Ministério da Defesa para “Comissariado Popular da Aviação e Ferro Velho Aéreo”.

    Prepare-se. Logo os aeroportos brasileiros serão verdadeiros pátios de guerra fria: peças faltando, aviões no chão, manutenção adiada por falta de peça, porque virou “produto de luxo imperialista”. E você, que já tremia de medo de voar num Boeing 737 cansado, pode começar a se acostumar com um Antonov reformado ou um COMAC chinês com firmware duvidoso", nos alertou o empresário Hermes Magnus, diretamente do Canadá.



11 julho 2025

Lula, o bebê reborn do Xi



    O recente episódio sobre taxas comerciais  entre os EUA e o Brasil revelou que Lula resolveu fazer o papel de um bebê reborn em nome da Rússia, China, Irã e outras ditaduras bolivarianas da vizinhança. 


    Esse clube dos vilões tem um dono, Xi Jinping, e agora revelou seu estafeta, chamado Lula.


    Lula tem desafiado os Estados Unidos de maneira constante e cada vez mais em nome de outros comparsas. Ao invés de fazer uma política “Brasil em primeiro lugar, Lula colocou sua ideologia – ancorada nos interesses de seus parceiros Xi, Putin e Khamenei – à frente dos interesses do Brasil.


    Não foi por Bolsonaro. Trump se mexeu por causa dos interesses dos Estados Unidos. Em resumo é o “América em Primeiro Lugar” versus “BRICS em primeiro lugar”.

    As sanções em curso e as que podem vir são uma resposta dos Estados Unidos aos ataques idealizados pela China, mas verbalizados pelo Brasil. Lula jogou o Brasil no meio a uma guerra que não era dos brasileiros por pura ideologia. A conta chegou e não será barata.


08 julho 2025

O "day after" para o Brasil após a cúpula esvaziada do BRICS



    Pior do que as ausências dos líderes dos mais importantes países que compõem o BRICS, China e Rússia, foi a Declaração de Líderes, mostrando que o Brasil lulista abraçou com gosto a defesa do que há de pior atualmente no mundo. O texto traz vários trechos já previsíveis sobre todo tipo de cooperação entre os membros, além de demandas requentadas.

     O que chama mais a atenção, no entanto, são as referências aos grandes conflitos geopolíticos e militares da atualidade, e nos quais os membros do BRICS estão envolvidos – costumeiramente, do lado errado da história, como os nele citados.

  • A condenação da Ucrânia na guerra contra a Rússia. Não há nenhuma menção ao fato de a guerra ter começado devido a uma invasão unilateral russa, além de condenar genericamente a imposição de sanções econômicas ao país agressor.
  • Os ataques ao programa nuclear iraniano no qual os membros dos Brics condenaram os “ataques deliberados contra infraestruturas civis e instalações nucleares pacíficas”. Uma falsidade dupla, pois tanto Israel quanto Estados Unidos miraram apenas alvos militares.
  •  Da campanha israelense em Gaza sem ao menos a condenação dos grupos terroristas apoiados pelo Irã.

    Não há dificuldade, portanto, na leitura de que o BRICS não passa de um clubinho ideológico formado por ditadores e aliados empenhados em defender-se mutuamente enquanto espalham instabilidade global e tem pouco a acrescentar quando se trata de enfrentar os grandes desafios da contemporaneidade, como a promoção da paz, a construção da democracia, a proteção das garantias individuais e o fomento da liberdade econômica e comercial.


    Para o Brasil, tendo a chance de se colocar ao lado das democracias ocidentais, Lula, seu chanceler de facto Celso Amorim e o PT recusaram essa oportunidade, sacrificando o respeito conquistado décadas atrás pela diplomacia brasileira, alinhando-se incondicionalmente a valentões expansionistas, ditaduras sem o menor respeito pelos direitos humanos, e financiadores do terrorismo internacional, jogando na lama o nome do Brasil.

07 julho 2025

Lula sendo Lula. Sentiu!



Lula, após reunião da Cúpula do BRICS, diz que soberania é cada país cuidando do seu nariz. Questionado sobre a defesa de Trump a Bolsonaro, Lula foge e não responde.

"Eu não vou comentar essa coisa do Trump e do Bolsonaro. Eu tenho coisa mais importante pra comentar do que isso. Esse país tem lei, esse país tem regra e esse país tem um dono chamado povo brasileiro. Portanto, dê palpite na sua vida e não na nossa", disse Lula em coletiva de imprensa durante Cúpula do BRICS.

 



  • Semana passada, Lula foi a Argentina, não se reuniu com Milei, visitou a condenada Cristina Kirchner e, interferindo na Argentina, pediu "Cristina livre".

  • Em total afronta à justiça peruana, Lula interferiu e concedeu asilo para a condenada por corrupção Nadine Heredia. Mandou ainda o Uber da FAB trazê-la para o Brasil.
  • Lula, antes de ser preso, foi a ONU pedir interferência para a criação de um “tribunal independente”. Porque não acreditava na parcialidade do judiciário brasileiro.
  • Quando é para defender a companheirada (e a própria pele), Lula faz questão de meter o nariz na soberania alheia.

O Brasil - que já paga 10% - passará a pagar 20% em tarifas sobre exportações para os Estados Unidos



    Um resultado prático oriundo da reunião do BRICS, que se encerrará nesta segunda-feira no Rio e Janeiro, é que o Brasil - que já paga 10% - passará a pagar 20% em tarifas sobre exportações para os Estados Unidos, nosso segundo maior parceiro comercial. Uma medida que visa proteger os interesses americanos, mas que tem impacto direto no bolso do produtor brasileiro, do agronegócio, da indústria e do trabalhador comum.

    Tal resultado é uma decorrência imediata de uma das propostas antiamericanas de Lula que voltou a defender abertamente o abandono do dólar nas transações internacionais - “ou deixamos o dólar para trás, ou encerraremos o século XXI como começamos o XX”, disse Lula.

    Um discurso que só serve, na prática, para alimentar a narrativa de enfrentamento contra o Ocidente, mascarando as verdadeiras intenções do BRICS: criar um polo alternativo de poder geopolítico onde regimes autoritários possam operar sem a vigilância das democracias liberais. É menos sobre justiça econômica e mais sobre poder político - concentrado, fechado, e imune à crítica.     Sem hesitação, e de imediato, Donald Trump respondeu aos devaneios de Lula:


    
Lula flerta com ditadores - e quem arca com o custo é o povo brasileiro. Não há benefício real ao país, apenas uma tentativa frustrada de se alinhar ao “eixo da resistência” global, que na prática é um clube de ditaduras.

18 julho 2024

Parceiro de Lula dolariza a economia

Enquanto Lula em suas "regradas viagens" pelo mundo a fora discursa contra o dólar e prega a criação de uma nova moeda entre os países da América Latina e aqueles que compõem os BRICS, seu parceiro na América Central dolarizou a economia interna do País. Perante a profunda crise nacional, Cuba anunciou a dolarização parcial da sua economia.

Depois de 65 anos de revolução que prometia o paraíso da igualdade e da prosperidade, um levantamento do Observatório Cubano de Direitos Humanos indicou que 72% da população do país vive abaixo da linha da pobreza. 



O que disse Lula nas reuniões com líderes da América Latina e dos BRICS

Maio de 2022:

“Vamos voltar a restabelecer nossa relação com a América Latina. E se Deus quiser vamos criar uma moeda na América Latina, porque não tem esse negócio de ficar dependendo do dólar“.

Agosto de 2023:

“Ninguém quer mudar a unidade monetária do país. O que nós queremos é criar uma moeda que permita que a gente faça negócio sem precisar comprar dólar“, disse Lula em coletiva de imprensa após a Cúpula do Brics, que ocorreu na África do Sul.

29 dezembro 2023

Promessa feita, promessa cumprida!

Em agosto, quando ainda era candidato à presidência da Argentina, Milei disse ser contra a entrada da Argentina no Brics porque “nosso alinhamento geopolítico é com os Estados Unidos e com Israel. Nós não vamos nos alinhar com comunistas”.

No dia 22 de dezembro, o presidente da Argentina, efetivou a sua posição ao enviar carta aos países que compõem o BRICs recusando a entrada de seu país no Bloco. 

Enquanto isso, o Brasil ruma ao fundo do poço. A Argentina está com uma liderança forte, capaz de fazê-la submergir. Não há dúvidas que o povo argentino tem mais o que comemorar. Pelo menos, há luz no fim do túnel.






20 agosto 2023

BRICS Media Forum - planos globalistas flertam com os planos comunistas

 

O BRICS Media Forum, aberto em Joanesburgo, na África do Sul, às vésperas da cúpula da organização, que será realizada entre os dias 22 e 24 de agosto, trouxe uma revelação explosiva: A cúpula do BRICS e o próximo avanço global, menos dólares e mais criptomoedas. Segundo especialistas em mercado como Peter Grandich, as próximas decisões dos BRICS levarão a mudanças “dramáticas”. O fórum é realizado pela sexta vez. O tema principal do fórum é: “ BRICS e África, fortalecendo o diálogo com as mídias para um futuro comum e justo”. O encontro está estruturado em torno de três conjuntos de questões, prestem bem atenção: “ Defender a justiça: O papel da mídia na formação da Nova Ordem Mundial.” “ Melhorar o comércio: O papel da mídia no estímulo do crescimento Econômico da África” e “ Promover a Inovação: O DEVER da mídia em Fomentar o desenvolvimento “Green”. Como resultado dessas reuniões, espera-se a adoção de um plano de ação para fortalecer as parcerias entre os principais meios de comunicação dos países do BRICS. Como podemos observar os planos globalistas flertam com os planos comunistas, eles se encontram no final. A mídia é a peça fundamental para a implementação da Nova Ordem Mundial, como eles mesmos escrevem em sua programação de discussão. Por isso, o primeiro passo é regulamentar as mídias em todos os países que fazem parte do BRICS - usando os moldes da China e Rússia, eliminando todas as redes sociais, considerado por eles uma ferramenta muito democrática e perigosa para o regime. A questão, portanto, é lógica: o que esperar, agora em relação a guerra econômica, pelo contrapoder financeiro global encarnado pelos BRICS, sob a liderança de Putin, Xi Jinping e Modi? A primeira resposta é óbvia: eles vão tentar assustar o mundo novamente para impor a Nova Ordem Mundial.

Por Karina Michelin, jornalista.

18 julho 2014

PARCERIAS ECONÔMICAS NO LONGO PRAZO

Na semana que sucedeu a copa, aqui em Brasília, de pires na mão e de olho no dinheiro do futuro banco do BRICS, Cristina Fernandez de Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolivia) e Nicolás Maduro (Venezuela), em um abraço de afogados.

Todos com seus países no fundo do poço em conseqüência do modelo econômico bolivariano do finado Hugo Chavez secundado pelo cubano, símbolo maior do retrocesso que ainda permanece no mundo.

Enquanto isso, o mais esperto de todos os países que pousaram aqui, a China, pela beirada, vai comendo todos, inclusive o Brasil, buscando competir pela liderança econômica mundial no longo prazo. Na prática, os componentes do BRICS tendem a ficar submetidos aos interesses do capitalismo chinês, tão ou ainda mais hegemônico que o dos EUA.



Como antes, desde o nosso descobrimento, nós só exportamos produtos primários (minérios, grãos, carne); eles só vendem bens industriais. Isso não é necessariamente ruim, já que a China sustenta boa parte do nosso magro superavit comercial. 

O que preocupa é a falta de opções do manufaturado brasileiro, sem preço para exportar, além de também perder espaço no mercado nacional. 

A promessa dos chineses comprarem 60 jatos da EMBRAER, se realizada, não nos fará mal, mas não é motivo de grandes celebrações. Deve ser visto mais como um fato isolado - um agrado -  no lastro da inviabilização de sua fábrica em território chinês com parceria local.

Do lado sul-americano, alguns de nossos vizinhos, Chile, Colômbia e Peru, entenderam melhor a conjuntura, observam melhor o futuro, enxergam suas economias sem ideologias, e estreitam, cada vez mais, relações comerciais com os americanos e o bloco europeu.

Lição a ser (re)aprendida pelo Brasil !