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10 novembro 2024

Deus abençoe a América, Deus abençoe o nosso Brasil


O título do artigo é a conclusão do Roberto Motta em uma curta análise sobre a vitória de Donald Trump nas últimas eleições dos EUA, aqui neste vídeo.


Como o Roberto disse, é difícil se acreditar que 66 milhões de americanos votaram na Kamala Harris, pau mandado de uma agenda que busca destruir o Ocidente. Roberto também cita um dos financiadores dessa pauta, o George Soros, condutor estratégico e financeiro do Partido das Sombras. Uma breve história sobre a vida de George Soros e do Partido das Sombras pode ser lido aqui.

Em fevereiro de 2018, ele tinha um patrimônio líquido de US$ 8 bilhões, tendo doado mais de US$ 32 bilhões para sua agência, a Open Society Foundation. Sob o chapéu de filantropo, é hoje o principal fomentador do radicalismo de esquerda herdado dos anos 1960, não só nos EUA, como no mundo todo. Num período de 20 anos, Soros foi capaz de exercer uma influencia inigualável por meio da rede de organizações políticas de esquerda criadas por ele - uma rede tão bem sucedida que é um poder em si mesmo e ganhou a alcunha: partido das sombras. Trata-se de uma rede que atua numa penumbra política, embora exija transparência de terceiros que trabalha à margem do sistema eleitoral, porém afetar seus resultados seja a sua razão de ser.

A partir de então, Soros tem apoiado grupos e bandeiras extremistas, desde a legalização de drogas, passando pelo incentivo da abertura de fronteiras e indo até a criação de um judiciário de esquerda. A sua agenda ideológica pessoal, tem como objetivos centrais a diminuição da influência americana no cenário internacional, o enfraquecimento da soberania do país em favor de um governo mundial, o fim do livre mercado e da liberdade de expressão.

O Partido das Sombras no Brasil

Em, 2022, diante de informações de um artigo de capa da Time e numa mensagem do ator Leonardo DiCaprio, ambos com imersão na política brasileira, Filipe Martins nos alertou que há gente muito mais perigosa envolvida na tentativa de atuar nas eleições brasileiras que ocorreram em outubro daquele ano. Segue a thread publicada em seu Twitter.

1. A Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.
2. Uma dessas pessoas é George Soros, que através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas) criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.
3. Trata-se do "Washington Brazil Office", think tank fundado no dia 31 de janeiro de 2022, na capital dos EUA, com a finalidade de difamar o governo no exterior e promover em nosso país idéias estranhas à nossa cultura, à nossa história, às nossas tradições e ao nosso ethos político.
4. Duas informações bastarão para lhes dar uma idéia do que Soros e seus aliados pretendem com essa organização. A primeira é que o think tank tem um Conselho Consultivo, que conta com representantes indicados por ONGs como MST, MTST, APIB, Sou da Paz, e Instituto Marielle.
5. A segunda é que o think tank também conta com um grupo de cinco "embaixadores", pessoas que trabalharão em conjunto com organizações e políticos estrangeiros com a finalidade de solapar nossa soberania e influenciar a política brasileira através do lobby e da propaganda.
6. Os embaixadores escolhidos não poderiam ser mais reveladores: Sonia Guajajara, Daniela Mercury, Jean Wyllys, Gregório Duvivier e Wagner Moura — todos vinculados, de uma forma ou de outra, com a campanha de Lula e comprometidos com interesses alheios aos dos brasileiros.
7. Segundo a própria organização, seu objetivo é se valer da localização da sede do think tank, em Washington, para defender a inocência de Lula, organizar boicotes contra produtos brasileiros e propagar desinformações junto a parlamentares americanos e outros agentes políticos.
8. Tudo, é claro, com a finalidade de manipular os rumos da política no Brasil e influenciar o resultado eleitoral de 2022 e outras disputas políticas em todas as esferas; da esfera governamental à cultural, da esfera educacional à informacional, da esfera legislativa à judicial.
9. Embora alguns se apeguem às dificuldades naturais do percurso (sobretudo a uma corrente política recém-nascida e anti-hegemônica) para dizer que o resultado da eleição não importa, essa é uma visão extremamente equivocada e as forças globalistas e da esquerda sabem BEM disso.
10. Há muitos problemas que estão em um patamar civilizacional e que não podem ser resolvidos eleitoralmente, mas também há muitas questões relevantes que serão decididas neste ano — e a esquerda, dentro e fora do país, já está trabalhando para conseguir o desfecho que almeja.
11. Diante disso, cabe a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se dar conta do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-lá à altura.

Repetiu-se assim, em 2022 aqui no Brasil, a iniciativa do George Soros visando alcançar o poder nos EUA e em outras nações, através do Partido das Sombras.

Façamos votos para que no Brasil surja também o nosso Elon Musk.

22 maio 2022

MITOS DA LIBERDADE

Ainda sobre a visita do empresário Elon Musk ao Brasil e o seu encontro com o presidente Bolsonaro, que, em seu discurso, o denominou de "mito da liberdade" e de "sopro de esperança", após a recente decisão do bilionário (está próximo de ser o primeiro trilionário do mundo) de comprar o Twitter.

Como dissemos anteriormente, Musk, ao comprar o Twitter, se distanciou da minoria engajada (facções) que hoje governa os EUA, através do partido das sombras: os titãs do capital woke, e acima de tudo das Big Techs, que lideram as mais poderosas corporações da história.

Desse distanciamento, que tem deixado os titãs e seus seguidores em polvorosa, estará presente no Twitter, brevemente, a liberdade, que hoje não é encontrada nas demais redes sociais e serviços prestados pelas outras empresas: Apple, Google, Amazon, Meta(Facebook, Instagram, WhatsApp...).

Sabemos que as Big Tech controlam, de forma crescente, os canais de comunicação de várias nações no mundo, tanto pessoais quanto políticos; controlam, também, a transmissão de notícias e os canais de comércio.

Como os barões saqueadores do século anterior (Cornelius Vanderbilt, J. P. Morgan, J. D. Rockfeller, Jay Gould, ... ) os titãs da tecnologia se consideram pioneiros de uma nova economia, neste caso uma economia da informação com maior flexibilidade e escolha para a população, supostamente.

Não é assim que tem funcionado. Trata-se de uma economia presidida por alguns poucos titãs que usam os nossos dados e informações para fazer fortuna enquanto sufocam a concorrência e conquistam favores de instituições públicas (governo) para se protegerem de toda ameaça ou mudança.

Em 2012, quando abriu o capital do Facebook, Zuckerberg tentou explicar ao público o que estava diante deles nessa alvorada da Era Tecnológica e nelas afirmou: 

"A tecnologia anterior levou a uma transformação completa de muitas partes importantes da sociedade ... O Facebook não foi originalmente criado para ser uma empresa. Na verdade, foi originalmente construído para realizar uma missão social ... As tecnologias passadas e seus inventores alteraram como a sociedade era organizada .... agora o Facebook fará o mesmo ... "

Liberdade e democracia em decadência

As plataformas de tecnologia estão controlando e destruindo a liberdade das pessoas também de outras formas, ao manipularem as notícias que a sociedade pode ler e ao influenciarem as decisões políticas que fazem.

Por exemplo, em 2019 o Facebook (FB) já se orgulhava de ter o poder de alterar resultados eleitorais. Seu VP, Andrew Bosworth, alegou que o FB de fato elegeu Donald Trump em 2016 e se preocupou publicamente que Trump pudesse vencer em 2020, e graças, mais uma vez ao FB. É "tentador", escreveu ele, "usar ferramentas que temos disponíveis para alterar o resultado".

Nos dias que antecederam o voto presidencial de 2020, nos EUA, o FB e o Twitter pareciam determinados a tentar essa proeza. Ambas as plataformas censuraram, até que a eleição estivesse acabada, a distribuição de um relato do New York Post sobre os lucros estrangeiros ilícitos do filho de Joe Biden, Hunter, e o envolvimento potencial do pai.

Em junho de 2019, o psicólogo Robert Epstein testemunhou ao Congresso americano que, baseado em sua análise, "caso todas essas empresas apóiem o mesmo candidato - é desnecessário dizer que isso é provável - serão capazes de transferir mais de 15 milhões de votos ao candidato sem que ninguém saiba e sem deixar qualquer rastro". 

No Brasil tal procedimento das Big Techs deveria ser considerado um ato antidemocrático mas, pelo que temos visto e lido, nossas autoridades responsáveis pelo processo eleitoral diriam que não, pois, em sentido inverso,  já se posicionam contrários aos eventos pela liberdade e pró democracia, como os que ocorreram em 2021, e que atingiu seu ponto máximo no dia da Independência do Brasil (07 de setembro), e neles ouviu-se o grito do presidente Bolsonaro por liberdade e por democracia.

Repetimos aqui que as empresas de tecnologia, juntamente com velhos grupos de comunicação e até com instituições governamentais, têm acumulado poder e agido como censores em direção a um mundo sem liberdade, com o objetivo de refazer nossa sociedade à sua imagem. Esse é o legado do progressismo corporativo.

Mas esse não precisa ser o nosso futuro. Precisamos recuperar o sentido da República e dos homens comuns. Ainda não é tarde demais para torná-la novamente real.

E nesse sentido, é bom saber que já podemos reconhecer que temos dois mitos da liberdade: Bolsonaro e Musk.

05 maio 2022

WASHINGTON BRAZIL OFFICE - O PARTIDO DAS SOMBRAS NO BRASIL

Ocupam as redes sociais durante esta semana o artigo de capa da Time e mensagem do ator Leonardo DiCaprio, ambos com imersão na política brasileira. Mas como nos alertou Filipe Martins(1), há gente muito mais perigosa envolvida na tentativa de atuar nas eleições brasileiras que ocorrerão em outubro próximo. Segue a thread publicada em seu Twitter.

1. A Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.
2. Uma dessas pessoas é George Soros, que através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas) criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.
3. Trata-se do "Washington Brazil Office", think tank fundado no dia 31 de janeiro, na capital dos EUA, com a finalidade de difamar o governo no exterior e promover em nosso país idéias estranhas à nossa cultura, à nossa história, às nossas tradições e ao nosso ethos político.
4. Duas informações bastarão para lhes dar uma idéia do que Soros e seus aliados pretendem com essa organização. A primeira é que o think tank tem um Conselho Consultivo, que conta com representantes indicados por ONGs como MST, MTST, APIB, Sou da Paz, e Instituto Marielle.
5. A segunda é que o think tank também conta com um grupo de cinco "embaixadores", pessoas que trabalharão em conjunto com organizações e políticos estrangeiros com a finalidade de solapar nossa soberania e influenciar a política brasileira através do lobby e da propaganda.
6. Os embaixadores escolhidos não poderiam ser mais reveladores: Sonia Guajajara, Daniela Mercury, Jean Wyllys, Gregório Duvivier e Wagner Moura — todos vinculados, de uma forma ou de outra, com a campanha de Lula e comprometidos com interesses alheios aos dos brasileiros.
7. Segundo a própria organização, seu objetivo é se valer da localização da sede do think tank, em Washington, para defender a inocência de Lula, organizar boicotes contra produtos brasileiros e propagar desinformações junto a parlamentares americanos e outros agentes políticos.
8. Tudo, é claro, com a finalidade de manipular os rumos da política no Brasil e influenciar o resultado eleitoral de 2022 e outras disputas políticas em todas as esferas; da esfera governamental à cultural, da esfera educacional à informacional, da esfera legislativa à judicial.
9. Embora alguns se apeguem às dificuldades naturais do percurso (sobretudo a uma corrente política recém-nascida e anti-hegemônica) para dizer que o resultado da eleição não importa, essa é uma visão extremamente equivocada e as forças globalistas e da esquerda sabem BEM disso.
10. Há muitos problemas que estão em um patamar civilizacional e que não podem ser resolvidos eleitoralmente, mas também há muitas questões relevantes que serão decididas neste ano — e a esquerda, dentro e fora do país, já está trabalhando para conseguir o desfecho que almeja.
11. Diante disso, cabe a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se dar conta do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-lá à altura.

Repete-se assim, a iniciativa do George Soros, que em 1973 criou a Soros Fund e em 1993, estabeleceu o carro-chefe de sua rede de fundações - o Open Society Institute (OSI), com sede em Nova York, visando alcançar o poder nos EUA e em outras nações, através do Partido das Sombras, denominação esta atribuída ao historiador David Horowitz em seu livro "From Shadow Party to Shadow Government: George Soros and the Effort to Radically Change America".

A partir de então, tem apoiado grupos e bandeiras extremistas, desde a legalização de drogas, passando pelo incentivo da abertura de fronteiras e indo até a criação de um judiciário de esquerda. A sua agenda ideológica pessoal, tem como objetivos centrais a diminuição da influência americana no cenário internacional, o enfraquecimento da soberania do país em favor de um governo mundial, o fim do livre mercado e da liberdade de expressão.

Partido das Sombras conseguiu realizar o sonho de Soros de colocar seu homem na Casa Branca, Barack Obama.

"O Partido das Sombras é muito mais do que um reflexo dos preconceitos de um interesse especial ou de uma geração passageira. O Partido das Sombras uniu as forças de extrema esquerda e "progressista" ao expulsar os moderados da coalizão do Partido Democrata. O Partido das Sombras é a atual encarnação de um movimento socialista que está em guerra com a economia de livre mercado e o sistema político baseado na liberdade e nos direitos individuais há mais de duzentos anos.", escreveu David Horowitz.

Recentemente, foram publicados três artigos neste Blog detalhando a atuação política de George Soros e o seu "Partido das Sombras", tendo como referência o livro do David Horowitz. 


(1)
Professor de Política Internacional, analista político, e Assessor Especial para Assuntos Internacionais do Presidente Jair Bolsonaro.