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15 outubro 2026

O Brasil que Bolsonaro entregou a Lula e o Brasil de hoje: um retrato preocupante da economia e da realidade social

 A comparação entre o Brasil de dezembro de 2022, ao término do governo Jair Bolsonaro, e o Brasil de 2026, sob a administração de Lula, revela indicadores que merecem atenção, reflexão e, sobretudo, explicações. O aumento do preço dos alimentos, as dificuldades enfrentadas pelas empresas, o crescimento da população em situação de rua e a deterioração das contas públicas compõem um cenário preocupante, que não pode ser ignorado pelo discurso político.

As cinco imagens apresentadas procuram retratar essa transformação por meio de números.

O primeiro indicador é o preço do café, produto tradicional da mesa dos brasileiros. Segundo a imagem, o preço médio do quilo teria passado de R$ 28,00, no primeiro trimestre de 2022, para R$ 49,50, em agosto de 2026. Isso representaria um aumento nominal de aproximadamente 76,8%. Trata-se de uma elevação expressiva, especialmente para as famílias de menor renda.

O segundo indicador diz respeito à saúde financeira das empresas. A imagem sobre recuperação judicial sugere um crescimento extraordinário dos pedidos, de 833 em 2022 para 5.680 em 2025. Se confirmados e metodologicamente comparáveis, esses números representariam um sinal grave de dificuldades no ambiente empresarial. Juros elevados, endividamento, restrições de crédito e custos operacionais podem comprometer a sobrevivência das empresas, prejudicando investimentos e empregos.

O terceiro indicador revela um problema social ainda mais dramático: a população em situação de rua. Conforme a imagem, o número de pessoas cadastradas no CadÚnico teria aumentado de 198,7 mil, em dezembro de 2022, para 392,4 mil, em junho de 2026. Isso corresponderia a um crescimento de aproximadamente 97,5%. Mesmo considerando que o aperfeiçoamento dos cadastros pode elevar os registros, a dimensão do problema exige respostas concretas. Moradia, emprego, saúde mental, assistência social e políticas de reinserção precisam produzir resultados perceptíveis na vida das pessoas.

O quarto indicador envolve as contas públicas. A imagem apresenta uma passagem de um superávit primário de R$ 126 bilhões, em 2022, para um déficit de R$ 55 bilhões, em 2025. A comparação aponta uma mudança importante na situação fiscal, embora seja indispensável verificar os valores, a abrangência dos indicadores e os critérios contábeis empregados. O equilíbrio das contas públicas não é apenas uma questão técnica: déficits persistentes podem aumentar o endividamento, pressionar os juros e limitar a capacidade de investimento do Estado.

Os dados fiscais são particularmente relevantes porque encontram respaldo nos registros do Banco Central: o setor público consolidado encerrou 2022 com superávit primário de aproximadamente R$ 126 bilhões e 2025 com déficit de R$ 55 bilhões. A mudança representa uma deterioração de R$ 181 bilhões no resultado anual, embora não explique, isoladamente, suas causas. 

A quinta imagem acrescenta um indicador importante. Segundo os valores apresentados na imagem, a dívida bruta do governo geral passou de 71,7% do PIB, em dezembro de 2022, para 82,9%, em agosto de 2026. Isso representa um aumento de 11,2 pontos percentuais, equivalente a um crescimento relativo de aproximadamente 15,6%.

Esse avanço merece atenção porque indica que o endividamento público cresceu em relação ao tamanho da economia brasileira. Quanto maior essa relação, maiores podem ser os desafios para financiar as despesas governamentais, administrar os juros da dívida e preservar a confiança na sustentabilidade das contas públicas.

O aumento do endividamento não decorre exclusivamente dos gastos do governo. Também é influenciado pelas taxas de juros, pelo crescimento econômico e por outros fatores financeiros. Entretanto, a persistência de déficits fiscais pode contribuir para agravar esse quadro.

É importante observar que os 82,9% de agosto de 2026 são o valor informado pela imagem, ainda não verificado diretamente no Banco Central. A comparação deve ser confirmada na série oficial da dívida bruta do governo geral.

O Brasil não pode ser avaliado apenas pelos discursos de seus governantes, mas pelas condições reais de vida de sua população. Quando alimentos pesam mais no orçamento, empresas enfrentam dificuldades, cresce o número de pessoas registradas em situação de rua e as contas públicas se deterioram, existem motivos objetivos para cobrar mudanças.

Afinal, a pergunta que deve orientar o debate nacional não é apenas qual Brasil Bolsonaro entregou a Lula, mas, principalmente, qual Brasil o atual governo está deixando para os brasileiros e para as próximas gerações. Essa resposta deve ser construída com números verificáveis, responsabilidade administrativa e resultados — não apenas com promessas ou propaganda política.






























6 x 1 - O impacto nos preços será brutal




Essa é a ponta do Iceberg. Só prefeituras terão um aumento de R$ 34 bilhões em custos. É um tiro de bazuca contra a economia. O impacto nos preços será brutal. Quem sentirá mais será a classe baixa.

Não há almoço grátis.

O fim da escala 6×1 pode dar aos trabalhadores brasileiros mais tempo para descansar sem perder renda. Para as empresas, porém, a mudança traz um desafio: como manter o mesmo volume de produção e atendimento com menos horas de trabalho, sem elevar demais os custos? A resposta dependerá da capacidade de cada negócio de produzir mais em menos tempo, reorganizar as equipes ou contratar funcionários para cobrir os horários que ficarão descobertos. Quando essas alternativas não forem suficientes, a conta poderá aparecer em preços mais altos, margens menores ou menos vagas de emprego. O tamanho desse impacto dependerá de quanto as empresas conseguirão compensar as horas reduzidas com ganhos de produtividade e de quanto precisarão gastar para manter o funcionamento. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a mudança pode elevar os custos de produção em até R$ 267,2 bilhões e reduzir o Produto Interno Bruto (PIB) em 0,7%, o equivalente a R$ 76,9 bilhões. A entidade também projeta uma alta média de 6,2% nos preços ao consumidor. Já uma simulação dos economistas Fernando de Holanda Barbosa Filho e Paulo Peruchetti, do FGV Ibre, aponta uma queda de até 2,9% no PIB caso as empresas não consigam compensar a redução das horas trabalhadas com ganhos de eficiência ou outros ajustes.

15 outubro 2022

ESTAMOS A UMA SEMANA PARA SALVAR O BRASIL!

Daqui a semana o povo brasileiro, de forma pacífica, poderá superar a maior trapaça ocorrida em nosso País. Refiro-me ao dia 30 de outubro, dia da realização do segundo turno das eleições 2022. Essa trapaça está representada pelo candidato do PT.


Estamos diante disso porque o STF anulou as quatro ações penais contra Lula, inclusive sua condenação pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, sem qualquer razão séria; alegou erro de endereço no processo, coisa que ninguém notou durante cinco anos e ao longo de três instâncias. Permitiu, com essa trapaça, que Lula fosse candidato nas atuais eleições sem a absolvição de nenhuma de suas culpas. 

Daí por diante, a relação das violações diretas da lei por parte de ministros do STF é pública e indiscutível. Já superam centenas o número de profissionais de formação jurídica, alguns deles catedráticos, que apontam o catastrófico momento atual da Corte Suprema e seus anexos na proliferação de decisões ilegais, como por exemplo: 

  • Eliminar de forma sistemática o direito de livre expressão dos brasileiros, não adeptos do ex-presidiário, nas redes sociais;
  • Bloquear contas bancárias, violar o sigilo de comunicações e “desmonetizar” comunicadores de “direita”;
  • Censurar a imprensa, em desrespeito direto à Constituição Federal;

  • Crime de conclusão, como apontou Ana Paula Henkel em seu último artigo "Lobos em pele de cordeiros", cujo respectivo trecho copio abaixo.

"Nas canetadas vermelhas do tribunal-jaboticaba, trechos da história de nossa política que são mostrados em documentários da Brasil Paralelo terão de ser excluídos. Segundo a corte, eles são verdadeiros, mas — PASMEM! — podem levar o telespectador a conclusões falsas! Não bastou o novo “crime de opinião”, criado recentemente por esses monstros jurídicos. Agora temos o “crime de conclusão”! Você vai ver fatos reais, ler notícias verdadeiras — mas não pode tirar suas próprias conclusões, apenas aquelas que os deuses do olimpo eleitoral permitirem!"

  • Enviar a polícia à residência de apoiadores do presidente da República que mantinham um grupo particular de conversas no WhatsApp, suspeitando que estivessem armando um golpe de Estado porque leu isso em um jornal; 
  • Mantém em prisão domiciliar um aliado político do presidente, sem culpa formada e sem data para julgamento.

  • ... a lista é quase interminável. E tal atitude teve início logo após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018. Entre 14 de março de 2019 e 16 de agosto de 2021, foram 124 manifestações hostis ao presidente. Uma a cada sete dias. Confira-as aqui.

ESTAMOS A UMA SEMANA PARA SALVAR O BRASIL.  A DECISÃO É SUA !