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Mostrando postagens com marcador USAID. Mostrar todas as postagens
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15 fevereiro 2025

Quem você acha que está se dando melhor em matéria de governo: o americano ou o brasileiro?

    Essa questão está contida no artigo de J. R. Guzzo deste fim de semana na Oeste, que já lhe adianta que você não encontrará resposta no jornal, ver na televisão ou ouvir no rádio nada que o informe, de fato, sobre a nova realidade americana, salvo algumas exceções e a nova imprensa - as redes sociais.

"Dizer a verdade vai deixar cada vez mais óbvia a patética diferença entre um governo que entrega o que prometeu para o eleitorado e um governo que não suporta o povo do seu próprio país", disse Guzzo.

     Porém, a maioria  dos brasileiros já sabe quem, no Brasil, está odiando o governo americano. Guzzo não titubeou e acertou na mosca: "o consórcio Lula-STF, a mídia em geral e o intelectual brasileiro padrão".

[ ... ] "Não há nada que desperte tanto ódio no regime brasileiro, hoje, do que ver os Estados Unidos fazendo exatamente o contrário do que fazem aqui — e que isso vai deixar cada vez mais claro quem está fazendo o certo e quem está fazendo o errado. É o eterno problema do bom exemplo. Você tem de negar que o exemplo seja bom, se a última coisa que quer na vida é se comportar direito. O que a junta Lula-STF realmente quer, e a mídia fica automaticamente querendo junto com ela, é o mau exemplo. Quer muita ditadura, muito imposto e muito crime —   quer miséria, Bolsa Família e gente na sua dependência. É só isso." 

 [ ... ] Lá o governo, a cada meia hora, está baixando medidas concretas e matadoras para acabar ou reduzir ao máximo a roubalheira na administração pública — coisas que qualquer cidadão racional já teria feito há anos, como cortar doações para ONGs ladras e que agem contra os interesses nacionais. Aqui o governo solta dinheiro para ONGs petistas que roubam marmitas. Lá o governo expulsa do país condenados pelo crime de imigração ilegal. Aqui o governo propõe “desencarcerar” os bandidos. Lá é Trump. Aqui é Lula.

USAID    

    "A investigação sobre as atividades da USAID, determinada por Trump, pode ser transformadora, especialmente para quem combate o crime. Praticamente todas as organizações que tratam de segurança pública no Brasil estão na folha de pagamento do bilionário Georges Soros, por meio da sua fundação Open Society Foundations. Descobriu-se agora que as organizações de Soros atuavam em coordenação com a USAID, financiando aquelas ONGs de nomes fofinhos que dizem que o Brasil “prende demais”, que a “saidinha” ressocializa, que é preciso descriminalizar as drogas e que a medida mais importante para combater o crime é colocar câmeras no pescoço dos policiais." 

[ ... ] São essas ONGs que exigem a suspensão de operações policiais em comunidades como acontece no Rio desde 2020, criando santuários para o narcotráfico e gerando o caos. Eu sempre disse que a criminalidade do Brasil não era uma crise, mas um projeto. Um projeto, sabemos agora, financiado em dólares, disse Roberto Motta em seu artigo "A USAID e seus ativistas de aluguel", também publicado na OESTE.


PS.: President Trump’s golden age of America is upon us and he is doing is HIS WAY / A era de ouro da América do presidente Trump está chegando e ele está fazendo do SEU JEITO


 

10 fevereiro 2025

EX-FUNCIONÁRIOS DA CIA E DA USAID ADMINISTRARAM AS "SALVAGUARDAS" DAS ELEIÇÕES NA META

A Meta, empresa de Mark Zuckerberg, teria colocado ex-agentes de inteligência no comando de seus esforços de integridade eleitoral.

O chefe de segurança online da plataforma, o ex-agente da CIA Aaron Berman, supostamente implementou controles abrangentes de conteúdo no Facebook, Instagram e WhatsApp durante as eleições de 2022 no Brasil. O programa incluía remoção de conteúdo, rótulos de advertência e restrições de encaminhamento de mensagens. Aaron Berman, executivo de confiança e segurança da Meta Online:
"Removemos conteúdo do Facebook e Instagram que desencoraja a votação ou interfere na votação"
A Meta colocou avisos em mais de 150 milhões de postagens relacionadas às eleições nos EUA. A empresa expandiu suas parcerias de verificação de fatos no Brasil de quatro para seis organizações, levantando preocupações sobre a influência da comunidade de inteligência nos processos democráticos. Fonte:

09 fevereiro 2025

Há gente muito mais perigosa envolvida na tentativa de atuar nas eleições brasileiras

    Ocupam as redes sociais diversas reportagens revelando a atuação da USAID no Brasil com profundo reflexo no Sistema de Poder do Brasil, incluindo o seu sistema eleitoral. Contudo, a USAID não estava sozinha. 

    Em 04 de mai de 2022 o artigo de capa da Time e mensagem do ator Leonardo DiCaprio, ambos com imersão na política brasileira também ganhou alta repercussão. Sobre essa matéria Filipe Martins, então assessor internacional do presidente Bolsonaro  nos alertou: "há gente muito mais perigosa envolvida na tentativa de atuar nas eleições brasileiras que ocorrerão em outubro próximo. Segue a thread publicada em seu Twitter naquela data.

Boa leitura.

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1. A Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.

2. Uma dessas pessoas é George Soros, que através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas) criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.



3. Trata-se do "Washington Brazil Office", think tank fundado no dia 31 de janeiro, na capital dos EUA, com a finalidade de difamar o governo no exterior e promover em nosso país idéias estranhas à nossa cultura, à nossa história, às nossas tradições e ao nosso ethos político.

 

4. Duas informações bastarão para lhes dar uma idéia do que Soros e seus aliados pretendem com essa organização. A primeira é que o think tank tem um Conselho Consultivo, que conta com representantes indicados por ONGs como MST, MTST, APIB, Sou da Paz, e Instituto Marielle.

 


5. A segunda é que o think tank também conta com um grupo de cinco "embaixadores", pessoas que trabalharão em conjunto com organizações e políticos estrangeiros com a finalidade de solapar nossa soberania e influenciar a política brasileira através do lobby e da propaganda.

 


6. Os embaixadores escolhidos não poderiam ser mais reveladores: Sonia Guajajara, Daniela Mercury, Jean Wyllys, Gregório Duvivier e Wagner Moura — todos vinculados, de uma forma ou de outra, com a campanha de Lula e comprometidos com interesses alheios aos dos brasileiros.

7. Segundo a própria organização, seu objetivo é se valer da localização da sede do think tank, em Washington, para defender a inocência de Lula, organizar boicotes contra produtos brasileiros e propagar desinformações junto a parlamentares americanos e outros agentes políticos.



8. Tudo, é claro, com a finalidade de manipular os rumos da política no Brasil e influenciar o resultado eleitoral de 2022 e outras disputas políticas em todas as esferas; da esfera governamental à cultural, da esfera educacional à informacional, da esfera legislativa à judicial.

9. Embora alguns se apeguem às dificuldades naturais do percurso (sobretudo a uma corrente política recém-nascida e anti-hegemônica) para dizer que o resultado da eleição não importa, essa é uma visão extremamente equivocada e as forças globalistas e da esquerda sabem BEM disso.

10. Há muitos problemas que estão em um patamar civilizacional e que não podem ser resolvidos eleitoralmente, mas também há muitas questões relevantes que serão decididas neste ano — e a esquerda, dentro e fora do país, já está trabalhando para conseguir o desfecho que almeja.

11. Diante disso, cabe a cada brasileiro que se importa com o destino do Brasil, e que não deseja ver nosso país perder ainda mais sua autonomia, se dar conta do que está por trás dessa campanha internacional de difamação ao Governo Bolsonaro, denunciá-la e respondê-la à altura.





08 fevereiro 2025

USAID, o projeto globalista e seus reflexos no Brasil

    A administração Trump anunciou que o edifício da USAID está agora sob supervisão e comando do Departamento de Alfândega e Proteção de Fronteiras.


    Criada em 1961 para servir de braço humanitário do governo norte-americano, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) acabou se tornando uma das maiores financiadoras de políticas “progressistas” no mundo. Todos os anos, a instituição distribuía bilhões de dólares a entidades internacionais. Uma parte ia para iniciativas de combate à fome, tratamento de doenças, distribuição de vacinas e envio de mantimentos a países em conflito. Outra parte era destinada a organizações não governamentais (ONGs) que promoviam pautas de esquerda. Inclusive no Brasil. A lista de órgãos brasileiros que já receberam dólares do governo norte-americano por meio da USAID vai desde entidades privadas sem fins lucrativos a instituições públicas.

    A USAID não apenas enviou ajuda ao Brasil — ela financiou a censura, apoiou ativistas de esquerda e ajudou a fraudar as eleições de 2022 contra Bolsonaro. O ex-funcionário do Departamento de Estado Mike Benz expôs como a agência travou uma “guerra santa contra a censura”, visando apoiadores de Bolsonaro e suprimindo seu conteúdo online.     Milhões foram para ONGs que divulgavam narrativas de esquerda, incluindo o Instituto Felipe Neto, que recebeu financiamento dos EUA enquanto os aliados de Bolsonaro foram retirados da plataforma. A USAID também financiou grupos ativistas da Amazônia, financiou campanhas de mídia destinadas a manipular a opinião pública e canalizou dinheiro para organizações brasileiras que pressionavam por regulamentações mais rígidas da internet.

    Em maio de 2024, a USAID anunciou um investimento de US$ 17,8 milhões para um projeto de conservação da Amazônia envolvendo organizações brasileiras como o Instituto Socioambiental (ISA), o Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN) e o Instituto Ouro Verde (IOV). Durante o governo de Jair Bolsonaro, o ISA promoveu uma campanha contra as políticas de meio ambiente. De 2019 a 2022, a organização publicava em seu site, rotineiramente, textos críticos à gestão dele, além de participar de reuniões, encontros e protestos contra o então presidente brasileiro. A WWF Brasil recebeu cerca de US$ 4 milhões para um projeto de apoio a comunidades da bacia hidrográfica do Rio Tapajós. 

    Em 2022, a ONG fez parte de uma iniciativa, junto com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), para apresentar uma denúncia contra Bolsonaro na Organização das Nações Unidas (ONU) por “destruição do meio ambiente e violações a direitos humanos”. A ISA também participou dessa articulação, assim como a Conecta Direitos Humanos e o Observatório do Clima. Este último, que se apresenta oficialmente como uma “rede brasileira de articulação sobre as mudanças climáticas globais”, foi criado depois de uma reunião anual da Usaid no Pará, em 2001, de acordo com o próprio site da instituição. O Observatório do Clima fez uma intensa campanha anti-Bolsonaro durante os quatro anos de governo, além de atuar contra o agronegócio no Brasil.

 A USAID, juntamente com o Departamento de Estado e embaixadas dos EUA, também financiou o Centro Internacional de Jornalistas (ICFJ). A instituição, em parceria com o YouTube Brasil, premiou nove iniciativas de mídia no Brasil com até US$ 13.750 no projeto “Jogo Limpo 2.0”. No exterior não foi diferente. 

    Em pelo menos dois eventos realizados em abril e em dezembro de 2021, no auge do planejamento das eleições presidenciais de 2022, o TSE participou de ações realizadas em parceria com a USAID com o objetivo de combater e enfrentar o que consideravam "desinformação" e as "notícias falsas" no período eleitoral. O TSE e a USAID criaram em 2021 um "Guia de Combate à Desinformação", manual de práticas destinado a "ser replicado em outros países", segundo o próprio site do tribunal. O trabalho se baseava em práticas de suposto combate à desinformação criadas pelo TSE em 2020. O segundo evento foi um encontro virtual internacional chamado de "Eleições e a transformação digital", que teve a participação do ministro Luís Roberto Barroso. Institucionalmente, tanto o manual quanto o encontro foram realizados por meio do Consórcio para Eleições e Fortalecimento do Processo Político (CEPPS), um acordo cooperativo supervisionado pela USAID, que também inclui outras organizações que trabalham com o tema de eleições. Barroso disse na época que as iniciativas visavam combater as notícias falsas "com esclarecimento, consciência crítica e informação de qualidade" e não com o controle de conteúdo nas redes sociais.

05 fevereiro 2025

Se a USAID não existisse, Bolsonaro ainda seria presidente do Brasil


    
    Nesta 2ª feira (3.fev), o bilionário Elon Musk, líder do Doge (Departamento de Eficiência Governamental) do governo Trump, afirmou que quer fechar a USAID. No mesmo dia, Musk começou a compartilhar as declarações de Michael Benz afirmando que a USAID foi usada para influenciar a mídia internacional. Na entrevista em que citou Bolsonaro, Benz declarou que a agência classificou “o populismo como uma ameaça à democracia, iniciando uma campanha de censura contra movimentos populistas globais“, incluindo o ex-presidente do Brasil.  Segundo Benz, a USAID teria “investido em operações e financiamento de legislação contra a desinformação dentro do TSE” para censurar conteúdos de Bolsonaro nas redes sociais. Benz comparou a atuação da USAID no Brasil a um “polvo de censura, com tentáculos estendidos por todo o ecossistema de informação do país“.

    Mike Benz atualmente é diretor executivo da Foundation for Freedom Online (FFO), uma organização focada na defesa da liberdade de expressão e dos direitos digitais. As palavras de sua entrevista jogam luz sobre uma operação obscura e vergonhosa no Brasil: a criação de um “Complexo Industrial de Censura” para manipular o debate público e silenciar vozes conservadoras. Segundo Benz, após a vitória de Jair Bolsonaro em 2018, elites globais, em conluio com instituições brasileiras, decidiram que o povo não poderia mais decidir livremente.

    O objetivo. Neutralizar a influência das redes sociais e impor uma narrativa única. Benz revela que essas ações não pararam por aí: instituições como a Fundação Getúlio Vargas (FGV) teriam se aliado ao esquema, “criando” pesquisas usando a criatividade para justificar leis de censura travestidas de combate à “desinformação”.

    Grupos de mídia brasileiros teriam, segundo Benz, recebido dinheiro para promover essa agenda autoritária. O resultado foi a restrição de conteúdos que desafiavam o establishment e o controle absoluto das informações que chegavam ao público. Tudo isso, é claro, sob o pretexto hipócrita de proteger a democracia. Mas a quem realmente interessa esse tipo de “proteção”?

    A verdade é clara e perturbadora: há um esforço internacional em curso para esmagar a liberdade de expressão no Brasil e garantir que o povo permaneça sob o controle de uma elite globalista. O discurso de “combate às fake news” não passa de uma cortina de fumaça para justificar a censura política.

    As denúncias de Mike Benz soam como um alerta máximo para todos que defendem a liberdade como um valor fundamental: estamos sob ataque! Se essa rede de controle não for desmantelada, o espaço para o contraditório desaparecerá, e o verdadeiro estado de direito será corroído, condenando o Brasil a décadas de censura e manipulação.

    Ainda segundo  Karina Michelin, "Alexandre de Moraes, com o respaldo do STF e TSE, está à frente do que Mike Benz chamou de tirania. As revelações expõem uma Suprema Corte em ruínas, com sua reputação profundamente abalada. A confiança da população foi destruída, e o respeito pela instituição corroído por aqueles que, em vez de proteger a Constituição, agora mancham seu nome com autoritarismo e censura".