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06 janeiro 2019

ORDENHADOR ÁVIDO

O jornalista Merval Pereira, repetindo o que fez em 2018 e continua fazendo em 2019, falou bobagens mais uma vez em seu artigo em O Globo deste domingo (06/01), com o propósito de criticar o presidente Jair Bolsonaro.

Desta vez, o Merval afirmou que "Bolsonaro foi identificado como o que mais ajuda ricos, primeira vez em que um candidato à Presidência da República liderou a disputa com essa definição, que era depreciativa e hoje parece ser uma qualidade almejada pela maioria com sonhos de ascensão social".

Ora, os números mostram que o Merval mentiu mais uma vez. O Bolsonaro foi eleito com quase 58 milhões de votos e o Brasil, segundo o IBGE, não possui essa quantidade de ricos: 63,7% de sua população recebe menos que um salário mínimo. Os que recebem mais do que R$5.214,00/mês só compõem apenas 10% da população. E os ricos mesmo não são mais do que 1%.

Junto-me aos que dizem que o Merval Pereira é um idiota, como o meu amigo Ronaldo Conde Aguiar em sua página no Facebookapós assistir a entrevista da ministra Damares Alves na GlooboNews:

"O idiota da noite foi o Merval Pereira, que, conforme o Velhote já disse aqui, é sempre agressivo quando o entrevistado é mulher. Merval atacou covardemente a Marina e, ontem, tentou fazer o mesmo com a Damares. Quando o entrevistado é homem, como foram os casos do Bolsonaro, Paulo Guedes e Ciro Gomes, ele pisa de mansinho. Não sei se Merval não gosta de mulher ou se é apenas um covarde. Talvez as duas coisas."

"Merval Pereira jamais escreveu algo que mesmo longinquamente pudesse ser chamado de livro, mas reuniu artigos que publicou em O Globo – e, por causa disso, e contando com os bons auspícios da família Marinha, de quem é um ordenhador ávido, tornou-se imortal. "



05 janeiro 2019

MAIS UM SINTOMA DO DECLÍNIO DA GRANDE MÍDIA


Passei os olhos nas manchetes dos quatro maiores jornais do País, deste sábado (05/01). É desastroso e lamentável ver o nível a que chegaram. Em nenhum deles há textos construtivos, substantivos a favor do desenvolvimento do #Brasil.
Ao contrário do que deveria ser posto à disposição dos leitores, as matérias são dedicadas a fatos irrelevantes, notadamente desejando ridicularizarem componentes do governo que tomou posse há cinco dias.
Tais manchetes me fizeram lembrar da época em que morei no Rio e lá se dizia que se alguém desejasse beber sangue comprasse um exemplar do jornal O Dia.
É o que está ocorrendo hoje em todo o Brasil, desta vez desejando-se - toda a grande mídia - que o "jorramento de sangue" seja o do Brasil como Nação. Nela, está difícil se encontrar um bom conteúdo, seja lá qual for o seu canal de divulgação.



02 janeiro 2019

AS NOVAS TECNOLOGIAS NA POSSE DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

As novas tecnologias permitiram, neste primeiro dia de ano novo no Brasil, ouvir, ver, presenciar uma festa cívica em Brasília que deixou encantados os brasileiros e muita gente mundo afora.

Em números oficiais, as autoridades declararam que 115 mil pessoas estiveram presentes na Esplanada dos Ministérios, enquanto outras 100 milhões, à distância de metros ou de quilômetros, acompanharam as solenidades, em tempo real, pelas redes de comunicações digitais.

Áudios, fotos e todo tipo de imagens, de natureza pessoal, ou não, eram transmitidas instantaneamente para o mundo todo em comunicação bidirecional, passando aquele sentimento de realização de uma festa em que todos estavam presentes e manifestando suas impressões sobre o que estava acontecendo.

Foi bom ver o nosso novo presidente se sentido totalmente à vontade nesse ambiente. Aliás, foi usando as redes sociais que, de forma indiscutível, aproximou-se diretamente dos brasileiros e venceu as eleições.

Nesse sentido, em pleno curso da posse, tão logo o presidente Jair Bolsonaro terminou o seu discurso no Congresso Nacional, recebeu, via Twitter, uma mensagem do presidente dos Estados Unidos cumprimentando-o e, em seguida, recebendo a respectiva resposta. As mensagens estão reproduzidas aqui: "Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro, que acaba de fazer um ótimo discurso de posse. Os EUA estão com você".

E bem antes de atravessar o percurso entre o Congresso e o Palácio do Planalto, Bolsonaro respondeu: "Caro senhor presidente Donald Trump, eu realmente aprecio suas palavras de encorajamento. Juntos, sob a proteção de Deus, iremos trazer prosperidade e progresso ao nosso povo!"

As novas tecnologias também supriram as redes de comunicações convencionais, especialmente a televisão, ao ponto de serem destacadas em um dos blocos do Jornal Nacional:

"Historicamente, sempre que o Jornal Nacional sai do estúdio para fazer uma transmissão ao vivo, ao ar livre, como essa em Brasília, uma das primeiras providências é estender centenas e centenas de cabos até um caminhão de externa. Esse caminhão era responsável por mandar som e imagem daqui pra emissora. Era. Aqui em Brasília, esse ano, não tem caminhão de externa. Nós estamos fazendo a chamada produção remota. Não tem caminhão porque tem o rack. É um equipamento supercompacto e potente. É como se eu estivesse dentro do estúdio do Jornal Nacional no Rio de Janeiro."

Finalizando, não poderíamos deixar de citar o uso das novas tecnologias no capítulo da segurança. Do chão, dos automóveis, dos tetos dos edifícios, dos balões com câmeras e dos aviões que sobrevoaram o espaço aéreo de Brasília, em todos os momentos elas estavam presentes, especialmente as TICs.

Parabéns a Ciência, a Tecnologia e a Inovação !




31 dezembro 2018

2019, UMA NOVA CHANCE PARA O BRASIL

Diferentemente do que ocorreu em anos mais recentes, nesta passagem de ano, 2018 > 2019, há otimismo na sociedade brasileira provocada pelo início de um novo governo comprometido com os principais anseios populares, sem nenhum sinal, até o momento, de que se porá em prática o habitual estelionato eleitoral cometido por governos passados logo após o encerramento das eleições.

No cenário político, essa constatação foi explicitada com o modelo de escolha de seus ministros, o denominado primeiro escalão do governo. Nele deixaram de existir os conchavos, o fisiologismo, o toma-lá-dá-cá e prevaleceram os critérios de idoneidade, ética, meritocracia, aderência ao contexto do discurso do presidente eleito durante a campanha eleitoral. Resultado: assinarão seus termos de posse vinte e dois ministros com perfis e curriculos adequados aos cargos que irão exercer.

No plano econômico, já há sinais de recuperação lenta da economia, de abertura comercial e de combate ao déficit fiscal. A equipe montada, pelo presidente eleito é motivo de credibilidade para investidores, proporcionando maior probabilidade de novos investimentos que passem a garantir um novo ciclo de crescimento do País.

Também contribuirão para isso, o melhoramento do ambiente de negócios com a diminuição do custo Brasil, segundo o próprio presidente eleito ao afirmar: "Inúmeras regulamentações em todos os setores que só servem para arrecadação e entraves de desenvolvimento, sem nenhum retorno prático ao cidadão, irão ser revogadas rapidamente em meu governo. Menos interferência do estado significa melhores condições de vida ao brasileiro".

Para a Justiça, o ministro escolhido traz consigo o símbolo da operação que expôs e condenou os principais responsáveis pela corrupção no País, eliminando o temor de um eventual desmantelamento da operação Lava Jato e, por consequência, a oportunidade do País ser passado a limpo. Já ficou claro que o combate a corrupção será uma das marcas do novo governo e, com isto, seus principais responsáveis não sairão ilesos de todo o processo, doa a quem doer.

No que tange aos problemas estruturais as noticias que nos chegam são alvissareiras nas áreas de educação, saúde, segurança e infraestrutura trazendo alívio aos brasileiros. No MEC, a educação básica será uma das prioridades da nova gestão, baseada em princípios que alicercem o pleno desenvolvimento do cidadão, a qualificação para o trabalho e o fortalecimento da identidade nacional.

Na política externa, o País viverá um momento de regeneração, com novos padrões de relacionamento do Brasil com outras nações, como disse o presidente eleito ao indicar um brilhante diplomata e intelectual para o cargo de Ministro das Relações Exteriores. Será encerrada, por exemplo, a compra de apoio internacional para se evitar alternância de poder no Brasil mediante o alinhamento do Brasil com os países latino-americanos do Foro de São Paulo e a aproximação de ditaduras africanas.

Entretanto, a saída consistente da crise atual está na mudança política e esta não se resume a troca do presidente. Que o novo Congresso não seja aquele antigo, desmoralizado, com partidos fracos, líderes envelhecidos e desacreditados. Que o novo parlamento enxergue que não será possível fazer a Nação acreditar que apenas a mudança do presidente nos permitirá retornar à superfície do poço em que afundamos. Torna-se imprescindível uma reforma do sistema político. Mãos à obra, senhores parlamentares.

Last but not least, continuarmos com o engajamento da sociedade, dos meios de comunicação, das ações promovidas pelas redes sociais que são imprescindíveis para se por o Brasil no seu devido lugar.

Portanto, após a sobrevivência ocorrida nas últimas décadas, um novo alvorecer, uma nova esperança de termos um País melhor está num horizonte mais próximo.


Chegamos a 2019 e com ele uma nova chance para voltarmos a sonhar com o País do futuro, lastreada em sólidos princípios democráticos, na ética, na lisura, na integridade, na justiça e no mérito. Não se trata apenas de uma troca de nomes mas, essencialmente, de CONCEITO.



29 dezembro 2018

EU TENHO VERGONHA DOS POLÍTICOS BRASILEIROS

A mídia noticiou que saíam do gabinete do senador Romero Jucá rascunhos de medidas legislativas para a Odebrecht antes mesmo de elas serem analisadas no Congresso Nacional, para checagem do atendimento dos interesses da empresa.

Vivemos, ou somos, uma tragédia de país. Uma nação desorganizada, corrupta e violenta, em que nossos congressistas varam a madrugada para comprovar, mais uma vez, que se constituem em uma quadrilha de um sistema político falido, e que agem em benefício próprio e contra os interesses daqueles que dizem representá-los.

Não podemos ficar calados. É preciso reagirmos contra aqueles que compõem e querem manter um sistema político que atua em causa própria, inclusive para acobertamento de eventuais crimes cometidos, comandando os destinos de nosso País.


A partir do próximo ano (2019), esperamos que o poder legislativo não encontre respaldo para tais medidas no poder executivo. A população elegeu um candidato à presidência da República cuja bandeira defendida durante a sua campanha foi nesse sentido, ou seja, permanente combate à corrupção.

Mesmo assim, torna-se mandatório que a mesma população que o elegeu e, de resto, toda a sociedade brasileira mantenha-se vigilante, em permanente campanha contra a corrupção no Brasil.




24 dezembro 2018

ABAIXO O CUSTO BRASIL !





A mensagem acima foi publicada pelo presidente Jair Bolsonaro, em sua conta no Twitter, a qual, em boa hora, afirma que seu governo irá revogar regulamentações em uma série de setores da economia.

Em seu entendimento e, certamente, o da maioria dos empreendedores brasileiros, tais regulamentações são entraves para o desenvolvimento do País, sem nenhum retorno prático ao cidadão.

Em um cenário mais amplo, o que inclui empresários e investidores internacionais, é sabido que, nas últimas décadas, o peso de nossa economia no PIB mundial estacionou. Enquanto isso, a Índia, a China e muitos outros países, inclusive o nosso vizinho Chile, aumentaram sua participação na riqueza mundial.

Muito disso se deve à crescente falta de competitividade da nossa economia em todas as cadeias produtivas. O velho conhecido "custo Brasil" não tem diminuído.

Para ele, como se sabe, contribuem a excessiva carga tributária (cujo futuro ministro Paulo Guedes já afirmou que seu propósito é diminuí-la), a estrutura de impostos obsoleta e cara, o elevado custo do crédito, a legislação trabalhista defasada com encargos insustentáveis, infraestrutra insuficiente, a falta de mão de obra qualificada e a burocracia sufocante, para citar os principais.

Ao lado dos fatores tradicionais acima citados, nos últimos quinze anos, somou-se o alto custo para a administração do País as políticas de conteúdo ideológico, o custo PT. A impregnação da máquina pública por elementos dessa natureza, ditos de esquerda, representa hoje um dos maiores entraves ao desenvolvimento do Brasil. É preciso também revê-las com urgência.

Concluindo, a mensagem do presidente nos sinalizou uma oportunidade e, responsavelmente, devemos utilizá-la. Aos empresários, principalmente, através de suas entidades representativas, ou não, cabem aguçar o senso de urgência submetendo ao presidente propostas que devem ir ao encontro de sua mensagem e, jamais, se volte a ouvir pedidos de isenções fiscais, como as vistas recentemente na área automobilística, por exemplo, que, como se sabe, geraram uma cipoada de corrupção.

Mãos à obra. Abaixo o custo Brasil !