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22 fevereiro 2025

A cartilha de corrupção da esquerda é posta em prática em todo o mundo

     A cartilha de corrupção da esquerda é posta em prática em todo o mundo, inclusive nos EUA, está revelando a administração Donald Trump. Coincidem até mesmo as áreas escolhidas para a sua atuação. Neste caso a do Meio Ambiente, igualmente ao que se faz aqui no Brasil. Confira abaixo o resumo dessa entrevista, disponível neste link.


    A entrevista foi realizada em 20/02/2025, pela FoxNews, e mostra que o governo Biden enviou US$ 2 bilhões para um grupo ligado a Stacey Abrams em "esquema" de energia verde, de acordo com a nova direção da EPA (Agência de Proteção Ambiental). O governo Biden estava permitindo que apenas oito entidades distribuíssem US$ 20 bilhões de dólares dos contribuintes "a seu critério". Nesses US$ 20 bi, estavam incluídos a doação de US$ 2 bilhões para a Power Forward Communities, uma organização sem fins lucrativos com vínculos com a ex-candidata democrata ao governo Stacey Abrams (foto) que busca "reduzir o impacto no clima" financiando a substituição de eletrodomésticos em comunidades de baixa renda por alternativas verdes.

    Abrams, que perdeu a corrida para governador da Geórgia nas eleições de meio de mandato de 2022, supostamente "desempenhou um papel fundamental" no estabelecimento do grupo. Se você se importa com ar, terra e água limpos, se você acha que há algumas comunidades que foram deixadas para trás, então por que você não está gastando um dólar realmente remediando esse problema em vez de pagar seu amigo", disse o administrador da EPA Lee Zeldin à Laura Ingraham da Fox News.

    Os US$ 2 bilhões foram usados ​​para a "descarbonização de casas" em comunidades de baixa renda e pagaram por novos eletrodomésticos, como aquecedores de água, fogões de indução, painéis solares, carregadores de veículos elétricos e climatização, de acordo com um comunicado à imprensa de abril de 2024 da Power Forward Communities. Zeldin diz à Fox News que em 2023, a Power Forward Communities obteve apenas US$ 100 em receita, mas depois recebeu US$ 2 bilhões da EPA da era Biden em 2024. O grupo climático recebeu apenas 21 dias para distribuir os US$ 2 bilhões e outros 90 dias para concluir uma sessão de treinamento chamada "Como desenvolver um orçamento", disse Zeldin.

"Eu diria que se uma organização precisa fazer um treinamento sobre como desenvolver um orçamento, humm, ela deve fazer o treinamento antes de gastar um dólar, mas definitivamente não deve receber dois bilhões [de dólares]", disse o administrador à Fox News. "Todo o esquema conforme configurado é fraude, é desperdício, é abuso", disse ele.

    Zeldin também observou que a EPA encontrou um potencial pagamento de "conflito de interesses" de US$ 5 bilhões ao ex-diretor do Fundo de Redução de Gases de Efeito Estufa sob Biden. "Todo esse dinheiro foi adiantado, e os US$ 20 bilhões iriam para os amigos deles na esquerda."

19 junho 2020

CONFIANÇA NO GOVERNO PARA NUNCA MAIS SE VIVER SOB FALSA REPÚBLICA

No início de fevereiro de 2019, o ex-ministro Almir Pazzianotto escreveu o artigo  "O monotrilho" e o concluiu afirmando que:

"Durante décadas vivemos sob falsa República, gerida pela bandalheira e pelo abuso de poder. Como diria Machado de Assis, a vulgaridade tornara-se título e a mediocridade, brasão. As eleições de outubro foram decididas pela indignação e pelo desejo de restauração da moralidade (grifo meu). Ao presidente Jair Bolsonaro e ao governador João Doria cabe, agora, corresponder à confiança do eleitorado."

Passados dezesseis meses da publicação do artigo, certamente o Pazzianotto o revisaria para reforçar o que já tinha escrito e nominar instituições da República.

No que diz respeito a estas últimas, leia-se Congresso Nacional (CN) e Supremo Tribunal Federal (STF). A indignação dos brasileiros, sobre ambas, tem aumentado consideravelmente. 

Ao primeiro (CN), por boicotar as iniciativas do presidente Jair Bolsonaro, todas elas coerentes com as promessas eleitorais de sua campanha. Para isto se utilizam dos artifícios regimentais das duas Casas (Câmara e Senado) e, principalmente, a vontade política de seus dirigentes, em oposição aos anseios e desejos da maioria dos brasileiros e ao progresso do País.

Ao segundo (STF), a indignação é resultante por este estar exercendo abuso de poder, assumindo claramente funções do executivo em conluio com aqueles que perderam as eleições, além de um claro exercício político na tomada de suas decisões. “As maiores trapaças só podem e são levadas a cabo legalmente”, escreveu Dürrenmatt. Se isto não bastasse, a Corte também exorbitou em aspectos constitucionais, como bem expressou um de seus integrantes no julgamento da legitimidade do inquérito denominado de faknews.


"Estamos diante de um inquérito natimorto", afirmou Marco Aurélio destacando ainda que ele é "uma afronta ao sistema acusátorio do Brasil" e que "magistrados não devem instaurar [inquéritos] sem previa percepção dos órgãos de execução penal"

Na outra ponta, ou melhor, nas extremidades da governança do País, Estados e Municípios, a bandalheira tem caracterizado os seus gestores, especialmente após vir a público a comprovação da roubalheira dos recursos destinados ao combate do vírus chinês, o COVID-19, aumentando consideravelmente a indignação vigente na sociedade. Tudo isto após se ter convivido, por décadas, com administrações corruptas e sem receberem punições severas para os atos praticados. 

Depois do mensalão e do petrolão, chegou a vez do covidão, composto por parasitas de uma tragédia, liberais de cativeiro e humanistas de butique irmanados com governadores e prefeitos. A estes, o STF deu a caneta mágica para montarem o Covidão e a quarentena totalitária.

Distante dos gabinetes e dos plenários, temos a sociedade. Nela um mundo em que praticamente a maioria da produção cultural, da imprensa, das igrejas, das universidades, das organizações civis, dos movimentos disso e daquilo, dos partidos políticos e até de grandes empresas promovem o socialismo. 

Socialismo este, que desde 1990, quando no seu 7o. Encontro Nacional, o PT reafirmou sua identidade de partido socialista e de massas, cognominado "Socialismo Petista", portanto, mudando apenas de nome mas inspirados nos fracassados regimes comunistas de várias vertentes.

No início deste mês, em artigo na Gazeta do Povo, o jornalista Rodrigo Constantino respondeu, indiretamente, ao desejo do ex-ministro Almir Pazzianotto, ao nos dizer, vide texto abaixo, que o presidente Jair Bolsonaro está tentando corresponder à confiança do seu eleitorado.


"Neste momento, metade da população brasileira encontra-se quieta em casa, esperando políticos decidirem sobre seu futuro. Uma minoria não concorda, mas não tem meios para reagir. 

Estamos numa situação muito pior do que nos anos em que o PT estava no poder, porque hoje o inimigo está invisível. Nunca estivemos tão perto de nos tornarmos uma ditadura socialista, porque agora não temos um alvo para apontar. Apenas sentimos uma rede se levantando sobre nossos pés.

Quais armas temos para lutar contra isso?

Meia dúzia de parlamentares sem voz na imprensa, textos na internet e mais nada.

Opa! Temos sim!

Temos um presidente da república que vem tentando dar mais liberdade para as pessoas trabalharem, criarem seus filhos e se defenderem.


Quando tivemos isso de um presidente da república?

Nunca!"

Atualizado em 23/06/2020.

16 junho 2020

BRASIL ACIMA DE TUDO; DEUS ACIMA DE TODOS!

O presidente Jair Bolsonaro divulgou nesta noite (16/06/2020, 22:32), em seu Twitter, um thread cuja cópia segue abaixo. O texto é decorrente de fatos cuja origem está nas determinações e pronunciamentos de ministros do STF ocorridos nos últimos dias e, também, nesta data. Repito aqui o que já afirmei em artigo anterior, cujas manchetes e comentários nele contidos só reiteram que, atualmente, a responsabilidade política, social e jurídica-constitucional da Corte está adormecida.

O Brasil aguarda que o despertar desse sono ocorra o mais rápido possível.

xxx ... xxx ... xxx 


BRASIL ACIMA DE TUDO; DEUS ACIMA DE TODOS!
- Luto para fazer a minha parte, mas não posso assistir calado enquanto direitos são violados e ideias são perseguidas. Por isso, tomarei todas as medidas legais possíveis para proteger a Constituição e a liberdade do dos brasileiros.
- O histórico do meu governo prova que sempre estivemos ao lado da democracia e da Constituição brasileira. Não houve, até agora, nenhuma medida que demonstre qualquer tipo de apreço nosso ao autoritarismo, muito pelo contrário.
- Em janeiro 2019, após vencermos nas urnas e colocarmos um fim ao ciclo PT-PSDB, iniciamos uma escalada do Brasil rumo à liberdade, trabalhando por reformas necessárias, adotando uma economia de mercado, ampliando o direito de defesa dos cidadãos.
- Reduzimos também todos índices de criminalidade, eliminamos burocracias, nos distanciamos de ditaduras comunistas e firmamos alianças com países livres e democráticos. Tiramos o Estado das costas de quem produz e sempre nos posicionamos contra quaisquer violações de liberdades.
- O que adversários apontam como "autoritarismo" do governo e de seus apoiadores não passam de posicionamentos alinhados aos valores do nosso povo, que é, em sua grande maioria, conservador. A tentativa de excluir esse pensamento do debate público é que, de fato, é autoritária.
- Vale lembrar que, há décadas, o conservadorismo foi abolido de nossa política, e as pessoas que se identificam com esses valores viviam sob governos socialistas que entregaram o país à violência e à corrupção, feriram nossa democracia e destruíram nossa identidade nacional.
- Suportamos a todos esses abusos sem desrespeitar nenhuma regra democrática, até mesmo quando um militante de esquerda, ex-membro de um partido da oposição, tentou me assassinar para impedir nossa vitória nas eleições, num atentado que foi assistido pelo mundo inteiro.
- Do mesmo modo, os abusos presenciados por todos nas últimas semanas foram recebidos pelo governo com a mesma cautela de sempre, cobrando, com o simples poder da palavra, o respeito e a harmonia entre os poderes. Essa tem sido nossa postura, mesmo diante de ataques concretos.
- Queremos, acima de tudo, preservar a nossa democracia. E fingir naturalidade diante de tudo que está acontecendo só contribuiria para a sua completa destruição. Nada é mais autoritário do que atentar contra a liberdade de seu próprio povo.
- Só pode haver democracia onde o povo é respeitado, onde os governados escolhem quem irá governá-los e onde as liberdades fundamentais são protegidas. É o povo que legitima as instituições, e não o contrário. Isso sim é democracia.

28 março 2019

INFRAESTRUTURA / CONCESSÕES: PRIMEIROS RESULTADOS

Uma das promessas da campanha eleitoral de Jair Bolsonaro foi a de melhorar a infraestrutura do País, contribuindo para a retomada de seu desenvlvimento.

Após tomar posse na presidência da República, anunciou, entre as ações de seus primeiros 100 dias de governo, o início de obras e o destravamento, via leilões públicos, das concessões através de parcerias público-privadas (PPPs) nos diversos modais de transporte brasileiros: rodovias, ferrovias, portos, aeroportos.

Até este momento, já ocorreram leilões de concessão de doze aeroportos, Esses concessionários deverão investir R$ 3,5 bilhões para a ampliação e manutenção dos doze aeroportos leiloados.


O Ministério da Infraestrutura já publicou o Edital de Chamamento Público de Estudos para a sexta rodada de concessões de aeroportos, incluindo três blocos: Sul, Norte e Central. A chamada pública é voltada para empresas e consórcios interessados em elaborar os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para os 22 aeroportos.


No setor portuário, foram leiloados quatro áreas – três em Cabedelo (PB) e uma em Vitória (ES). Confirmou-se as expectativas e vão render ao Governo Federal R$ 219,5 milhões. Na próxima semana, 05 de abril,  serão leiloadas mais seis áreas portuárias, todas no Pará, cinco em Belém, e uma em Vila do Conde. Os empreendimentos, nos quais estão previstos investimentos de R$ 430 milhões, fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).







No modal ferroviário,  o trecho leiloado tem 1.537 km e vai de Estrela d´Oeste (SP) a Porto Nacional (TO). O valor mínimo de outorga era de R$ 1,353 bilhão, com investimentos previstos de R$ 2,8 bilhões e prazo de concessão de 30 anos. O consórcio Rumo S.A arrematou o leilão pelo valor de R$ 2.719.530.000, o que representa um ágio de 100,29% sobre o lance mínimo.


Dando sequência, estão em elaboração, perto de serem lançados, os editais para os terminais dos portos de Santos e de Paranaguá.

Fonte: Ministério da Infraestrutura

05 fevereiro 2019

REFORMAS A CAMINHO

Uma dia após o envio da mensagem presidencial ao Congresso Nacional, circularam as minutas de propostas nas áreas da segurança pública e da previdência. Estão no contexto das reformas prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro. 

Os brasileiros estão satisfeitos. Estão vendo, ao vivo, Bolsonaro reiterar o que disse em campanha e logo após a sua vitória, com propostas concretas que serão submetidas ao Congresso Nacional. 


O que de lá sairá é uma incógnita, afinal os poderes são independentes e ao Congresso Nacional cabe legislar. Qualquer que seja o resultado obtido, um dos paradigmas da velha política está com seus dias contados.


É animador ver que a maioria dos novos parlamentares, antigos também, está contribuindo nesse sentido. Veremos, pela primeira vez, o fim do estelionato eleitoral. Alguns deles podem ser relembrados aqui, durante o governo do PT.



11 janeiro 2019

PRESIDENTE, VOTAMOS PARA MUDAR O BRASIL

Ao final da primeira semana do novo governo, "venceram", numericamente, as notícias que confrontaram com os discursos pré e pós eleitorais do presidente eleito. As boas noticias foram em número menor e estiveram ligadas, principalmente, ao mercado financeiro e a composição de sua equipe de primeiro escalão, constituída em completa aderência aos princípios anunciados durante a campanha eleitoral. O saldo é positivo pois, estas últimas, substantivamente são mais importantes.

Dentre as más notícias, houve um acentuado número de desencontros entre as falas daqueles que compõem grupo de primeiro escalão, incluindo o próprio presidente. Como já dissemos aqui, esses fatos geram sempre um espaço cuja ocupação, se não for bem administrada, poderá provocar "reações incontroláveis" que irão promover a autodestruição de um governo que apenas está em seu início.

Ainda nesse grupo, com mais estardalhaço em todos os meios de comunicação, surgiram as críticas quanto ao processo utilizado - indicações políticas - para a ocupação de cargos não vinculados diretamente ao Palácio do Planalto.

As críticas surgidas não foram aos indicados propriamente ditos, mas ao principio que foi utilizado para tal, que bateu de frente com o discurso de campanha do presidente enquanto candidato, quando este se referia ao compadrio, ao aparelhamento político e ao patrimonialismo existentes em empresas públicas, praticados nos governos anteriores e que no seu deixariam de existir.

Os seus eleitores, nele votaram, acreditaram nas promessas, a de que aqueles que exerceriam as funções públicas seriam sempre escolhidos com base em suas capacidades técnicas para o exercício dos cargos, respeitando e obedecendo os procedimentos internos de cada instituição e JAMAIS por serem amigos do rei.

Entretanto, esses mesmo eleitores, em menos de uma semana do novo governo, foram surpreendidos com um balde de água fria, o que, imediatamente, os fizeram recordar de um filme exibido recentemente e, não por acaso, nos mesmos salões: da Petrobras e do Banco do Brasil.

PRESIDENTE, VOTAMOS PARA MUDAR O BRASIL !










09 janeiro 2019

VOU-ME EMBORA PRÁ PASÁRGADA. LÁ SOU AMIGO DO REI

Eu irei me manter implacável: acertou, terá o meu aplauso entusiástico. Errou, terá o meu veemente repúdio. 

O próprio Bolsonaro em seu discurso, durante a posse dos presidentes dos bancos governamentais (BNDES, BB e CEF), afirmou: "se errarmos vocês sabem quem voltará". 

As suas duas principais bandeiras para ganhar as eleições foram: segurança e combate a corrupção/desmandos/aparelhamento no governo. Basta o Jair Messias Bolsonaro dar conta disso para, ao final de seu governo, ser louvado.

No caso especifico do filho do General Hamilton Mourão, mesmo que ele possua todos os requisitos para a sua nova função, não deveria ser promovido para nenhum cargo que furasse a progressão funcional no Banco do Brasil.  

Entretanto, em uma só canetada, o Amigo do Rei, digo Amigo do Capitão, foi de APC para P2 (de sargento para coronel). Em checagem rápida com funcionários graduados do Banco do Brasil, a informação obtida é de que há funcionários mais antigos e de competência igual ou superior ao que foi promovido.

Esse caso é um mau exemplo para o governo que se inicia e para o País. A porteira foi aberta.

Nesses tempos atuais continua sendo válida a frase: "À mulher de César não basta ser honesta, deve, também, parecer honesta". 

Ou o Bolsonaro pega a vareta e rege a sua orquestra com rigor, ou então, rapidamente, se tornará o maestro do Titanic Brasil.



PS.: