"Repare que, na maior cara de pau, Miriam Leitao tem a pachorra de afirmar que “o chavismo realizou o que o bolsonarismo gostaria de ter feito”.
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05 janeiro 2026
Não existe gente mais desonesta e cínica do que os militantes de redação, Globo à frente
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05 dezembro 2025
Imprensa militante tardiamente "descobriu" que a democracia e a Constituição estão sendo atacadas pelo STF

Desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, os veículos de comunicação abdicaram da prerrogativa de apresentar ao público sua visão particular dos acontecimentos. A adesão a uma espécie de pool doutrinário tem como consequência a reprodução do mesmo discurso em todos os jornais e emissoras de TV.
A democracia está sendo atacada desde 2019, da instalação ilegal do arbitrário inquérito do fim do mundo. Desde então, a direita democrática e conservadora está no alvo do STF e sendo atacada sem que lhes sejam garantidos os direitos mais básicos. Não teve sequer a solidariedade constitucional de um montão de gente pretensamente ilustrada.
Agora, essa mesma gente "descobriu" que a democracia e a Constituição estão sendo atacadas pelo Supremo.
Em todo os lugares do nosso planeta, os brasileiros vêm testemunhando a lamentável decadência, em alta velocidade, da imprensa nacional. E os motivos não são decorrentes dos recentes avanços tecnológicos.
As verdadeiras razões foram expostas em junho de 2022 numa edição da Revista Oeste. Em matéria de capa, Branca Nunes e Silvio Navarro assim resumiram:
"O ódio a Jair Bolsonaro transformou as redações em comitês político-eleitorais empenhados em levar de volta ao poder um ex-presidente condenado por corrupção."
O texto é rico em exemplos que dão suporte ao seu conteúdo.
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30 março 2025
Registros anteriores de Paula Schmitt sobre a COVID19 repostados hoje

Boa leitura.
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(T1) Toda vez q você vir um Phyzer Johnson falando mal da cloroquina p conquistar mentes idiotizadas, lembre-se q 1 dos maiores infectologistas do Brasil (David Uip) e o médico de Lula (Kalil) tomaram cloroquina p salvar suas vidas. Tudo documentado Links

(T2) A própria Lancet admitiu que a "eficácia" da "vacina" era negativa depois de 7 meses. Vou explicar para os monastérios da vida: significa que o vacinado tem MAIS chance de pegar a doença do que os não-vacinados. Eficácia negativa após 9 meses.

(T3) Enquanto isso, a mérdia nacional usava prostitutas como "fonte" de informação. Como respeitar um jornal q usou uma prostituta da farmáfia como fonte confiável sobre produto não-testado da farmáfia? Como respeitar uma Falha, Estadinho, Globbels depois dessa fraude desavergonhada?

(T4) Mais uma história crucial que você não viu na mérdia brasileira: mensagens vazadas no Reino Unido mostram que as decisões do governo sobre a pandemia foram tudo, menos científicas. Lockdown existiu p fechar pequenos negócios e consolidar monopólios.

(T5) Aqui fica bem claro que a exquerda brasileira usou a letalidade das "vacinas" (e escondeu a cloroquina) como uma espécie de... reforma da previdência -- cof cof.

(T6) As maiores publicações do Consenso Inc. trabalharam em profunda sintonia. Até hoje tem quem não saiba q a "vacina" só poderia ser aprovada em regime de emergência se não houvesse tratamento alternativo. Por isso cloroquina e ivermectina foram demonizadas.

(T7) A farsa da Lancet teve irmã gêmea no Brasil, ume studo que matou 22 brasileiros -- um sacrifício p/alimentar o Moloch de bilhões de dólares dos fabricantes das vacinas e endividar os países que compraram essas alciones ineficazes (que aumentam o contágio)

(T9) Você sabia q o contrato da Pfizer exigia IMUNIDADE LEGAL em processos contra a vacina? Sabia q queriam q Bolsonaro oferecesse propriedades do Estado brasileiro no exterior como garantia em processos internacionais de indenização por morte e efeitos graves?

(T10) Agora a cereja do bolo p quem tem estômago: o site http://howbad.info, feito em colaboração com estatísticos, imunologistas e até o ex-CSO da Pfizer, mostra que a maior parte das mortes e efeitos graves foram rastreados para os mesmos ~25% dos lotes...
(T11) A esquerda no Brasil é tão desumana q escondeu da população uma informação crucial: Cuba, o país q a esquerda afirma ter a melhor saúde pública do mundo, usou cloroquina contra a covid no seu protocolo oficial. Foi lá que Lula se tratou quando pegou covid.

(T12) Em Maio de 2021 eu divulguei aqui no twitter páginas do protocolo oficial de Cuba usando a cloroquina contra a covid. Enquanto isso, a esquerda escondia a verdade do povo, deixando pobre morrer mas salvando gente como Gleide, que não se vacinou. Genocidas
(T13) Ministerio de Salud Publica - PROTOCOLO DE ACTUACIÓN NACIONAL PARA LA COVID-19 Versión 1.6 (227 páginas) La Habana, enero 2021




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26 março 2025
Trump não elogiou as urnas eletrônicas brasileiras


A velha imprensa divulgou, hoje (26/03/2025), que os ministros Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia, do STF, citaram um ato do presidente Donald Trump, em sessão da Primeira Turma do Supremo desta quarta-feira (26) para defender a eficácia do sistema de votação brasileiro, com o uso da urna eletrônica.
Alexandre de Moraes: "Nunca houve uma comprovação de fraude ou falha das urnas eletrônicas."
Cármen Lúcia: "Aliás, ministro, ontem foi reconhecido nos Estados Unidos o mérito do sistema brasileiro, segundo o noticiário."
Alexandre: "Exatamente, ministra Cármen. Vossa Excelência se refere bem. O presidente norte-americano, Donald Trump, alterou a legislação por ato executivo, o que seria muito equivalente ao nosso decreto autônomo, para melhorar as eleições. Esse link está no site da Casa Branca, que diz: 'Apesar do pioneirismo do autogoverno, os Estados Unidos agora deixam de aplicar proteções eleitorais básicas e necessárias empregadas por nações modernas e desenvolvidas, bem como aquelas que estão em desenvolvimento. A Índia e o Brasil, por exemplo, estão vinculando a identificação do eleitor a um banco de dados biométrico, enquanto os Estados Unidos dependem em grande parte da autodeclaração de cidadania'. Então o Brasil é citado expressamente como um modelo de sucesso pelo presidente norte-americano Donald Trump. Enquanto aqui no Brasil houve toda essa preparação para se colocar em dúvida as urnas eletrônicas."
Ora, Trump não se referiu as urnas eletrônicas. Apenas se referiu ao sistema biométrico para identificação dos eleitores. Como exemplo de boas práticas, o documento cita o uso da biometria nas eleições do Brasil e da Índia, destacando que, ao contrário dos EUA, esses países vinculam a identificação do eleitor a sistemas mais rigorosos.
No final da tarde, Ana Paula Henkel tonou clara a informação do presidente americano trazendo o pronunciamento do próprio Trump que deixa claro a sua não concordância com a utilização das urnas eletrônicas.
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29 outubro 2023
Jornal que fez o L diz que Lula está sabotando o próprio governo
O editorial publicado pela Folha de São Paulo neste sábado (28/10/2023) afirma que Lula sabota o País ao ignorar a necessidade de cortar gastos públicos e reduzir o déficit fiscal em 2024 e nos próximos anos.
[ ... ] "Trata-se de fantasia e desinformação deliberada ... Recusar mais déficit não é ganância; ganância com ganhos para os mais ricos haverá com crescimento do déficit. O governo federal terá de expandir a tomada de empréstimos a taxas elevadas - até mesmo por esse tipo de declaração do presidente".
[ ... ] Que fique claro: Lula não está propondo um programa econômico controverso, está sabotando o próprio governo. Além de danoso, é incompreensível", conclui o Jornal.
A íntegra do Editorial está na imagem abaixo. Boa leitura.
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30 setembro 2023
Tempos estranhos
Não é à toa que há uma crescente perda de credibilidade, associada ao desgaste da imagem dos principais veículos de comunicação do país. A primeira dama do Brasil, a senhora Janja da Silva, como se presidente da República fosse, foi ao Rio Grande do Sul, após decorridos meses dos primeiros registros da pior catástrofe climática que o estado sofreu nos últimos sessenta anos, anunciar ações do governo do PT em socorro à unidade federativa. Foi recebida com vaias e com o repúdio da população local, sendo obrigada, inclusive, a sair pela porta dos fundos de um hotel para evitar o contato com a população.
Poderíamos dizer que isso ocorreu em um estado onde o presidente Lula sofreu uma dura derrota nas eleições de 2022. Entretanto, no mesmo dia, o ex-presidente da República Jair Bolsonaro foi a Fortaleza, no Ceará, estado em que foi derrotado. E, ao contrário da primeira-dama, foi ovacionado por uma multidão nas ruas e acolhido, calorosamente, em shoppings e nos lugares em que passou. Grande parte da imprensa nacional não publicou uma linha a respeito desses importantes fatos jornalísticos.
Parece que quem "venceu" as eleições não tem o respeito e a acolhida da população, e quem foi derrotado é homenageado por onde passa. Tempos estranhos. Não é à toa que grande parte da população, hoje, se informe através das redes sociais, que ainda são livres neste país. Ademais, há um grande movimento de parte do Judiciário e do atual governo para tentar controlar e censurar esse importante meio de comunicação.
E são nelas, nas redes sociais, que se confere, através de pronunciamentos como o indicado abaixo, proferido pelo procurador Felipe Giménez que Lula não foi eleito pelo povo brasileiro, pois "São requisitos essenciais de governança e transparência: (1) a verificação do voto pelo eleitor, (2) a contagem pública dos votos, (3) a certificação prévia independente de equipamentos e programas, (4) auditorias independentes da Justiça Eleitoral, antes, durante e após as eleições".
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14 abril 2023
COMO OS REPÓRTERES DESPREZÍVEIS MENTEM
Esta semana esteve nos trending topics das redes sociais um fato ocorrido durante a entrevista que o CEO do Twitter, Elon Musk, concedeu ao jornalista James Clayton, da BBC, que foi ao ar na terça-feira (11/04).
Ao ser interpelado sobre a existência de “conteúdos de ódio” na plataforma, o bilionário pediu demonstrações. Clayton, contudo, não conseguiu exemplificar.
O jornalista tentou dizer que essas postagens seriam aquelas que podem incluir “algo ligeiramente racista e ligeiramente sexista”. “Então, você acha que algo ‘levemente sexista’ deveria ser banido?”, perguntou Musk. Em seguida, pediu ao jornalista para citar um exemplo.
Clayton disse que não conseguia. Para tentar demonstrar conhecimento, o jornalista observou que “muitas organizações disseram” que esse tipo de publicação está aumentando nas plataformas. Clayton também disse ter notado um “leve” aumento das publicações e visto algumas “há algumas semanas”.
Depois de não receber uma resposta, Elon Musk afirmou que Clayton não sabia do que estava falando. “Você não pode me dar um único exemplo de conteúdo de ódio, nem mesmo um tuíte”, afirmou. “Ainda assim, você afirmou que o conteúdo odioso está em alta. Isso é falso. Você acabou de mentir.”
Aos brasileiros tal acontecimento não causou surpresa. Há mais de quatro anos estamos convivendo com episódios similares, oriundos das empresas de comunicação que estabeleceram um grupo denominado de consórcio. Integrantes dele, "jornalistas", antigos e novos, que estão compondo a velha e carcomida imprensa brasileira - com algumas exceções - nos dias atuais.
O jornalista Glenn Greenwald, de esquerda, constatou que a cena mostra “como os repórteres desprezíveis mentem”. Congratulations Glenn, um adjetivo bem escolhido para qualificá-los.
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27 dezembro 2022
As revelações do Twitter e a imprensa sem braço
Jornalistas que investigam documentos da rede social têm sido descredibilizados por mídia oficializada, escreve Paula Schmitt.
De acordo com informações publicadas no Twitter pelo próprio Elon Musk, novo proprietário do Twitter, e por jornalistas como Matt Taibbi, Bari Weiss, Michael Shellenberger e Lee Fang, a censura beneficiou ao menos 2 grupos que politicamente se entrelaçam e formam uma massa uniforme de ideologia inexplicável: esquerdistas que defendem a ideologia identitária financiada pelos maiores monopólios e bancos de investimento; e o consenso pseudocientífico financiado pela indústria farmacêutica que negou o tratamento da covid-19 com medicamentos baratos, seguros e sem patente, enquanto promovia uma vacina que não impede o contágio.
Uma frase repetida nesta pandemia sintetiza o que a investigação do Twitter vem confirmando: “97% dos cientistas concordam com quem financia os seus estudos; os outros 3% foram censurados”. Assim foi criado o “consenso” em torno do lockdown e da vacina-que-não-impede-o-contágio: com censura aplicada por um consórcio entre o grande capital e o governo. No caso do Twitter, revelações mostram influência direta e documentada do FBI e até do Pentágono na censura e na criação de psy-ops ou operações psicológicas.
Esse amálgama entre poder público e privado está se tornando indissociável, e cada vez mais se assemelha a uma distopia tecnofascista. No Brasil, por exemplo, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contratou uma empresa privada para “monitoramento on-line e em tempo real da presença digital do TSE e de temas de interesse da Justiça Eleitoral em redes sociais”. A empresa também entrega “alertas em tempo real, por app, e-mail, SMS ou WhatsApp, e relatórios analíticos sobre a ação estratégica para a atuação nas redes sociais”.
Essa contratação foi realizada pouco antes de o mesmo TSE publicar uma lista de “expressões racistas”, uma ode à estupidez que me envergonha reproduzir aqui, mas que temo poderá ser usada para perseguir inimigos da casa e do poder-du-jour. A lista de palavras a serem evitadas, que podem virar crime num futuro de trevas cada vez mais plausível, inclui coisas como “meia-tigela, cabelo ruim, chuta que é macumba, denegrir, esclarecer, feito nas coxas” e outras aberrações intelectuais que revelam mais sobre a mente de quem fez a lista do que de quem diz as palavras.
Me envergonha, é claro, morar num país com uma corte de meia-tigela que denigre a tradição dos grandes juristas do país, ainda que nossas cortes tenham sido a casa judicial de um “negro de primeira linha”, como disse o ministro Roberto Barroso ao se referir ao nosso juiz Joaquim Barbosa.
A saber: não vejo nada criminoso com a fala do ministro Barroso, tampouco maldade. Acredito que ele teve boa intenção, e não sei se aquilo escapou por preconceito, falta de tato, consumo de álcool ou qualquer outra possibilidade que não me cabe analisar ou especular porque tenho mais o que fazer. Essa é uma das vergonhas da nossa era: até recentemente, psicólogos tinham que passar anos analisando uma pessoa, examinando os escaninhos mais recônditos da sua mente para poder dar uma opinião sobre sua personalidade. Hoje, basta uma palavra para abrir o alçapão da condenação peremptória, desonesta e incivilizada.
Barroso pediu desculpas, ainda que num mundo com a devida sanidade e racionalismo ninguém lhe pudesse ter exigido isso além do próprio ofendido, se de fato se sentisse como tal. Mas junte as duas coisas –uma lista de palavras proibidas, e uma empresa paga para achar postagens na internet– e temos um cenário preparado para o tecnofascismo que mencionei acima. Em breve viveremos todos num circo gigante de surrealismo inominável onde só quem se faz de palhaço e jura que 2+2 não é 4 vai conseguir escapar da bota da lei.
Voltando ao Twitter Files, segundo as revelações iniciais, o Twitter deliberadamente baniu da plataforma notícias que diziam respeito ao conteúdo encontrado no laptop de Hunter Biden, filho do então candidato a Presidência dos EUA, a 3 semanas das eleições presidenciais. Diante das revelações, a desculpa oficial foi a de que o Twitter tem restrições –possivelmente corretas, a meu ver– sobre a divulgação de material hackeado. Mas o laptop de Hunter Biden não foi hackeado. Ele foi deixado, ou esquecido, em uma loja de manutenção de computadores, e depois de meses sem ter sido coletado, ele foi entregue pelo dono da loja ao FBI –o mesmo FBI que insistiu que as reportagens sobre o assunto eram propaganda russa.
Quem acha que o laptop tinha apenas imagens salaciosas do 1º filho fumando craque e tendo relações sexuais está enganado. De fato, essas imagens existem, mas a parte mais interessante é sobre as relações do seu pai, Joe, com a Ucrânia. Segundo esta reportagem do USA Today (e várias outras), Biden teria condicionado a entrega de US$ 1 bilhão à demissão de um procurador no país.
Mark Zuckerberg revelou em agosto deste ano –mais de 2 anos depois das eleições norte-americanas– que o Facebook foi instado pelo FBI a diminuir o alcance de todas as notícias referentes ao laptop de Hunter Biden antes das eleições que deram a vitória a seu pai. Em entrevista a Joe Rogan, que tem uma das maiores audiências do mundo, Zuckerberg revelou que “o FBI veio até a gente –até algumas pessoas da nossa equipe– e disse tipo ‘oi, só pra vocês saberem, fiquem alertas. A gente acha que teve muita propaganda russa nas eleições de 2016, e a gente tem informação que basicamente vai haver liberação de material tipo aquele [de 2016]”.
A Rússia de fato trabalha com psy-ops, manipulação de massas e desinformação, e eu mesma escrevi sobre isso quando resolvi descumprir meu acordo contratual de não-revelação (NDA, ou non-disclosure agreement), para poder contar minha experiência trabalhando para a produtora da TV russa RT em Berlim.
O fato de a Rússia ser frequentemente culpada de manipulação não deveria permitir sua condenação no atacado. Cada caso é um caso, e a falsa atribuição de culpa sobre um inocente se transforma na absolvição injusta de um culpado. A Rússia vem negando participação no caso do laptop, e é possível, provável até, que esteja dizendo a verdade (quem quiser saber mais, vale ler sobre o Dossier Steele, um relatório que associa a eleição de Trump a uma suposta ajuda da Rússia, escrito por um ex-agente secreto do serviço de inteligência do Reino Unido MI-6).
A censura de reportagens sobre o laptop de Hunter Biden, mesmo imoral, consegue ao menos exalar um cheiro de seriedade. Mas grande parte das postagens censuradas mostram que o dinheiro público em mãos privadas está sendo usado para a perseguição descabida, idiotizada e arbitrária de famosos e até desconhecidos, gente com 12 seguidores no Twitter. Tudo isso num país que tem um dos índices de criminalidade mais altos do mundo. Outro detalhe aparentemente menor, mas bastante emblemático, comprova que somos personagens involuntários num roteiro mal escrito, onde os personagens principais são os mais patéticos. Elvis Chan, um agente do FBI em contato direto com executivos do Twitter, fez questão de deixar claro nas suas comunicações oficiais uma informação que ele considerou imprescindível: seus pronomes eram “ele, dele”.
Taibbi é autor de uma reportagem icônica que causou mais danos à imagem do mercado financeiro norte-americano do que quase todo panfleto socialista. No artigo sobre a grande bolha financeira que explodiu e provocou uma das maiores recessões nos EUA, Taibbi se refere ao banco Goldman Sachs como “uma lula-vampira-do-inferno agarrada no rosto da humanidade, incansavelmente enfiando seu funil de sangue em tudo que cheire a dinheiro”.
Outro que está tendo sua reputação manchada é Lee Fang, jornalista investigativo daqueles que já quase não existem mais, autor de reportagens excruciantemente bem investigadas que tratam da interseção entre o poder do grande capital e sua influência em guerras, políticas públicas e na decimação da vida natural, como a extinção de abelhas e borboletas com o uso de um herbicida da Monsanto (agora Bayer). Hoje, esses jornalistas são desmerecidos com rasteiras semânticas tipo “blogueiro” e “de direita” –palavras que funcionam como choque elétrico em homens-ratos adestrados, treinados o suficiente pra entender que 2 + 2 nem sempre é 4.
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29 agosto 2022
VERA, SEU JORNALISMO É UMA VERGONHA
Durante o debate na Band entre candidatos à presidência da Republica, ocorrido neste domingo (27), entre outros momentos, o presidente Bolsonaro foi provocado, disfarçadamente, através de uma pergunta da jornalista Vera Magalhães ao candidato Ciro Gomes com comentário do Presidente. Vamos ao vídeo.
Como se pode ver, a Vera atacou o Presidente de forma disfarçada, ao querer responsabilizá-lo pela queda vacinal que vem ocorrendo no Brasil, já há vários anos, provocada pela desinformação sobre vacinas difundida pelo Presidente, o que não é verdade. No Brasil nunca faltou vacinas para o combate de qualquer patologia. Mesmo no caso da Covid19, o País esteve entre os países que mais rapidamente vacinou a sua população, começando a vaciná-la em menos de 30 dias após a disponibilização comercial e sua aprovação pela ANVISA.
Bolsonaro, que não leva desaforos para casa, a respondeu, com dureza com as palavras que todos os brasileiros estão pronunciando diariamente em suas avaliações sobre as empresas de comunicação do País, o consórcio de imprensa, a imprensa militante que se instalou no Brasil desde a sua posse como presidente da República, em janeiro de 2019.
E Bolsonaro disse bem, pois em um evento como um debate e/ou entrevista dessa natureza o jornalista não pode tomar partido deste ou daquele candidato. A sua preferência - que não é proibida - tem que ser deixada no armário quando for exercer suas funções.
Mas a Vera parece que não ouviu bem o que disse o Bolsonaro. Tudo indica que com ele passou o resto da noite sonhando e ao acordar já disparou em seu Twitter uma mensagem, rapidamente acompanhada por sua parceira da Globo.
Não demorou muito para as fake news (alô xandão) irem por água abaixo. Poucas horas depois as jornalistas foram desmentidas pela Jovem Pan, fazendo jus, novamente, ao que disse o Bolsonaro durante o debate.
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18 junho 2022
JORNALISMO NO NECROTÉRIO
Em todo os lugares do nosso planeta, os brasileiros vêm testemunhando a lamentável decadência, em alta velocidade, da imprensa nacional. E os motivos não são decorrentes dos recentes avanços tecnológicos.
As verdadeiras razões foram expostas neste fim de semana pela Revista Oeste. Em matéria de capa, Branca Nunes e Silvio Navarro, resumida a seguir:
"O ódio a Jair Bolsonaro transformou as redações em comitês político-eleitorais empenhados em levar de volta ao poder um ex-presidente condenado por corrupção."
O texto é rico em exemplos que dão suporte ao seu conteúdo. Um trocadilho do que nele consta deu o título a este post.
CARTA AO LEITOR
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