Conforme os resultados mostrados na imagem representativa do período pesquisado, o presidente Jair Bolsonaro seria reeleito no segundo turno com uma vantagem de 9%, considerando-se apenas os votos válidos.
Nas cinco regiões do País, Bolsonaro perde apenas no Nordeste. Nas demais é o grande vencedor. Em três delas, S, SE e CO, o presidente soma o dobro dos votos de seu opositor, o ex-presidiário Lula.
O Grupo 6Sigma realizou essa pesquisa entre os dias 01 e 05 de agosto/2022. A coleta foi feita por Call Center, com amostra de 1000 entrevistados. A margem de erro é de 3,1%, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob protocolo BR-04937.
Após 14 anos, o Grupo 6Sigma, hoje considerado um dos mais respeitados do país quando se fala em pesquisas, tendo destaque no setor de pesquisa eleitoral, de mercado e audiência, usando suas diretrizes internas.
“Acreditamos que o efeito 6Sigma passará a acontecer como em outros momentos históricos. Compromisso, seriedade e ética são alguns dos nossos mais importantes pilares. Pesquisa é um retrato do momento, margem de erro e confiança estatística são elementos dessa ciência”, afirmou sua diretoria.
Enquanto o presidente Jair Bolsonaro atraía mais de meio milhão de pessoas para a entrevista ao programa Cara a Tapa, na manhã deste sábado, 13, o ex-presidiário Lula participou de uma live no mesmo horário, mas para poucas pessoas.
Lula dividiu uma transmissão com o deputado federal André Janones de Minas Gerais, que recentemente desistiu da candidatura ao Palácio do Planalto.
Humilhação
Pelo canal oficial de Lula no YouTube, a live teve pouco mais de 5 mil visualizações. Na página do PT, por sua vez, a transmissão teve menos de 2 mil visualizações. A conversa foi retransmitida em alguns outros espaços.
Por sua vez, a entrevista de Bolsonaro ao jornalista Rica Perrone manteve mais de 500 mil pessoas conectadas durante as quase três horas de duração. A diferença de adesão chamou atenção de muita gente nas redes sociais.
Juntamente com esse bate-papo, rolou também uma enquete questionando os ouvintes sobre quem votaria para presidente da República nas próximas eleições. 92%, entre os mais de 700 mil que responderam, assinalaram Jair Bolsonaro.
Esses dados significam que Lula tem apenas 4,5% de todo o pessoal em live, refletindo o que se observa nas ruas e que será reproduzido nas urnas.
Como mencionado por Paulo E. S. Barros de Carvalhosa, neste 11 de agosto de 2022, estiveram na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, filiados e simpatizantes do PCdo B, PSOL, PT, PSB, PSDB, agremiações estas que dizem defender a democracia, MAS cujas lideranças são fervorosas admiradoras de ditaduras em todo o mundo. Nada como imitá-los novamente.
Outras, como o Almino Affonso, comunista de infância, o Kato posteriormente Lauro, codinomes adotados como agente do StB tcheco para implantar uma ditadura comunista no Brasil. Cassado em 1964, viveu no exílio por doze anos na Iugoslávia, Uruguai, Chile, Peru e Argentina. Foi ministro do Trabalho e Previdência Social no governo de João Goulart, de 24 de janeiro a 18 de junho de 1963. Lauro informou ao Stb que o Brasil estava se preparando para várias formas de lutas além do Parlamento. ... "outros amigos meus possuem um grupo, que, em caso de necessidade, iniciará a guerrilha". Referia-se as Ligas Camponesas, chefiadas por Francisco Julião. Anistiado, retornou ao Brasil e foi deputado federal e Conselheiro da República na gestão do Presidente Luis Inácio "Lula" da Silva. Em 2002, Lauro recebeu R$ 90 mil por decisão da Comissão de Anistia. Outros contemporâneos seus, daquela época, estão citados aqui.
Estivemos, portanto, diante de uma farsa. Diante daqueles que dizem defender a democracia, MAS que, de coração, defendem a ditadura cubana, a ditadura venezuelana ou a ditadura da Nicarágua, como Lula faz. Para esses, defender a democracia é comandar o mensalão petista, que usurpou a representatividade ao comprar o apoio dos parlamentares eleitos. Nada disso importa. Os "respeitados" tucanos assinaram a cartinha patética "em defesa da democracia", e nem com a assinatura do próprio Lula desistem de insistir na farsa.
MAS alguns, que lá estiveram, não se seguraram e acabaram manifestando o fracasso do evento. Foi o caso da jornalista Barbara Gancia que, em seu Twitter, fez um desabafo sobre o público presente. Eis os comentários da jornalista.
“Volto pessimista do ato no Largo S. Francisco. Pouquíssima gente, média de idade, a minha, pouquíssimos jovens, os mesmos intelectuais de ideias mofadas de sempre e zero vibração. Se uma causa dessa gravidade não empolga a esta altura é pq a democracia sangra e Bozo periga ganhar."
Pra quem não foi no ato pela Democracia no Largo S.Francisco, alegando q não podia faltar ao trabalho, e para as empresas q não liberaram os funcionários para ir, lembrem-se quando estiverem assistindo jogo da seleção durante o expediente de q o bostinha do Neymar é bolso minion."
PS.:
(1) Há pouco tempo, assinantes da referida carta estiveram comemorando os 100 anos da chegada do comunismo ao Brasil. Confira aqui.
(2) Haja cinismo, constata quem examina a agenda de Lula e sua comitiva, durante sua viagem a Europa, no final do ano passado, formada pela companheira Janja, pelo senador Humberto Costa (codinome Drácula na lista da Odebrecht), pelo ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (codinome Grisalho), pelo ex-ministro Aloizio Mercadante (codinome Aracaju) e pelo ex-chanceler Celso Amorim, um dos parteiros da política externa da canalhice. Ao lado do quinteto, e com a indispensável contribuição do jornalismo de cócoras, o farsante patológico acabou de inventar o impostour.
A oposição nunca aceitou a vitória do Bolsonaro. E ela enxergou que essa vitória viria durante a campanha eleitoral de 2018. A facada proferida contra o então candidato Jair Bolsonaro fez/faz parte desse contexto, cujos agentes, inclusive, estavam/estão espalhados em diversos níveis, nos três poderes, da estrutura pública Brasil afora.
Jair Bolsonaro sobreviveu a tudo isso, fisicamente e eleitoralmente, e as reações se tonaram/tornam cada vez mais visíveis desde a sua diplomação no TSE e sua posse no Congresso Nacional, em 2018 e 2019, respectivamente.
Em 2018, quando teve início a campanha eleitoral, todos os candidatos acusaram o Bolsonaro de autoritarismo. Ora, o autoritarismo que se atribui a Jair Bolsonaro, a bem da verdade, significa firmeza de um presidente que não tem medo de fazer cumprir as leis e suas obrigações.
De lá para cá essa situação se agravou e só aumentou o número de gente perigosa envolvida na tentativa de atuar nas próximas eleições brasileiras. A eles se juntaram/juntam outros grupos financeiros e de comunicação, todos aninhados e sob o comando do Partido das Sombras no Brasil.
Portanto, com a mesma percepção da vitória de Bolsonaro, ocorrida em 2018, o confronto tem se tornado mais presente e as batalhas estão cada vez mais acirradas com a aproximação das eleições a serem realizadas no próximo dia 02 de outubro.
SIMPLES E AUTÊNTICO
Ontem à noite, durante cinco horas de sua participação no Flow Podcast, Bolsonaro reiterou suas convicções, de maneira descontraída, para mais 700 mil pessoas que o viram ao vivo e simultaneamente. Neste momento, o número de visualizações já ultrapassou 8,4 milhões. Bolsonaro falou de tudo. Está aí para quem quiser entender o que se passou/passa no Brasil.
Acusações de autoritarismo, de golpe, de promoção de atos antidemocráticos, vacina, urna eletrônica, ... são apenas batalhas por uma guerra de poder, cujo quartel-general da oposição progressista (nova denominação para comunistas e socialistas) foi instalado em um dos palácios da Praça dos Três Poderes, em Brasília, no lado oposto ao Palácio do Planalto.
Last but not least, o que está em disputa mesmo no Brasil, é o poder político, financeiro e ideológico do País. Temos que agir, contribuir para não perdermos essa guerra de muitas batalhas. A venceremos.
"O medo não é perder uma eleição na democracia... meu medo é de PERDER A DEMOCRACIA numa eleição" - Bolsonaro.
PS.: O General Heleno comemorou o sucesso da entrevista no podcast: "Flow do Pres Rep teve mais de 5 horas de duração. Até agora, mais de 8 MILHÕES de visualizações. Ele, como sempre, SIMPLES e AUTÊNTICO. Linguagem direta, para mostrar o quanto o BRASIL melhorou nesses 3 anos e meio. BRASIL ACIMA DE TUDO!"
A oposição nunca aceitou a vitória do Bolsonaro. E ela enxergou que essa vitória viria durante a campanha eleitoral de 2018. A facada proferida contra o então candidato Jair Bolsonaro fez/faz parte desse contexto, cujos agentes, inclusive, estavam/estão espalhados em diversos níveis, nos três poderes, da estrutura pública Brasil afora.
Jair Bolsonaro sobreviveu a tudo isso, fisicamente e eleitoralmente, e as reações se tonaram/tornam cada vez mais visíveis desde a sua diplomação no TSE e sua posse no Congresso Nacional, em 2018 e 2019, respectivamente.
Em 2018, quando teve início a campanha eleitoral, todos os candidatos acusaram o Bolsonaro de autoritarismo. Ora, o autoritarismo que se atribui a Jair Bolsonaro, a bem da verdade, significa firmeza de um presidente que não tem medo de fazer cumprir as leis e suas obrigações.
De lá para cá essa situação se agravou e só aumentou o número de gente perigosa envolvida na tentativa de atuar nas próximas eleições brasileiras. A eles se juntaram/juntam outros grupos financeiros e de comunicação, todos aninhados e sob o comando do Partido das Sombras no Brasil.
Portanto, com a mesma percepção da vitória de Bolsonaro, ocorrida em 2018, o confronto tem se tornado mais presente e as batalhas estão cada vez mais acirradas com a aproximação das eleições a serem realizadas no próximo dia 02 de outubro.
SIMPLES E AUTÊNTICO
Ontem à noite, durante cinco horas de sua participação no Flow Podcast, Bolsonaro reiterou suas convicções, de maneira descontraída, para mais 700 mil pessoas que o viram ao vivo e simultaneamente. Neste momento, o número de visualizações já ultrapassou 8,4 milhões. Bolsonaro falou de tudo. Está aí para quem quiser entender o que se passou/passa no Brasil.
Acusações de autoritarismo, de golpe, de promoção de atos antidemocráticos, vacina, urna eletrônica, ... são apenas batalhas por uma guerra de poder, cujo quartel-general da oposição progressista (nova denominação para comunistas e socialistas) foi instalado em um dos palácios da Praça dos Três Poderes, em Brasília, no lado oposto ao Palácio do Planalto.
Last but not least, o que está em disputa mesmo no Brasil, é o poder político, financeiro e ideológico do País. Temos que agir, contribuir para não perdermos essa guerra de muitas batalhas. A venceremos.
"O medo não é perder uma eleição na democracia... meu medo é de PERDER A DEMOCRACIA numa eleição" - Bolsonaro.
PS.: O General Heleno comemorou o sucesso da entrevista no podcast: "Flow do Pres Rep teve mais de 5 horas de duração. Até agora, mais de 8 MILHÕES de visualizações. Ele, como sempre, SIMPLES e AUTÊNTICO. Linguagem direta, para mostrar o quanto o BRASIL melhorou nesses 3 anos e meio. BRASIL ACIMA DE TUDO!"
No Chile, com plebiscito marcado para o próximo dia 04/09, tudo indica que a nova constituição proposta pelos progressistas (nova denominação utilizada pelos comunistas/socialistas/marxistas)) será rejeitada. É o que indicam as pesquisas divulgadas hoje.
A REJEIÇÃO chega a esmagadores 59,8% (população total) e sólidos 56% (voto provável). Veja os gráficos.
A REJEIÇÃO atinge 15 pontos de diferença sobre a aprovação da proposta.
Nas imagens abaixo, algumas mudanças sugeridas pelo novo projeto.
Na imagem a seguir, a lista com as maiores preocupações dos cidadãos chilenos.
A minha geração, e as que me antecederam também, começaram a ter maior interesse pela Lua motivadas pela disputa espacial ocorrida entre os EUA e a URSS, especialmente durante o período da guerra fria. Até então, a contemplávamos nas noites de Lua Cheia, líamos suas fábulas e tínhamos que decorar, à noite, algumas páginas do livro de geografia para arguições em sala de aula nas primeiras horas do dia seguinte.
Essa temporada ganhou alegria após a subida ao espaço de Gagarin, em 12 de abril de 1961, com repercussão imediata para o carnaval. O pernambucano Gildo Branco aproveitou o feito e compôs um frevo que foi um sucesso. A banda o tocava e todos se dirigiam ao salão para cantar e dançar. Recorde-o a seguir. Pode dançar também.
Agora estamos assistindo ao início de uma corrida ao nosso satélite em busca de recursos e possibilidades que poderão ajudar os terráqueos daqui a algumas décadas.
Como a própria Lua, essa situação tem um lado escuro. A ocupação econômica do satélite pode multiplicar as tensões que se agravam a cada dia mais na Terra.
A Rússia está praticamente fora dessa corrida. Os EUA criaram um acordo internacional de exploração da Lua, chamado Projeto Artemis, do qual o Brasil faz parte. A China de Xi-Jinping age de maneira cada vez mais agressiva e isolada.
Em 05 de agosto de 2022, a revista Oeste, em artigo de Dagomir Marquezi, abordou o assunto sob três ângulos. Leia-os a seguir.
* * *
O que existe na Lua para ser explorado?
São basicamente três os focos de interesse:
Água — H2O é um elemento abundante na Terra. Mas transportar água para a Lua é uma operação extremamente custosa. O Projeto Sofia (Observatório Infravermelho Estratosférico de Astronomia, da Nasa) descobriu que lá existe muito mais água do que se imaginava. Especialmente na região ao redor do polo sul do satélite. A água é fundamental para o estabelecimento de colônias permanentes na Lua. Não só para o consumo humano, como para o resfriamento e o abastecimento dos veículos de transporte. É importante lembrar que a Lua deverá ser o trampolim para a conquista de Marte.
“Minerais raros” — São elementos difíceis de encontrar na Terra (como lantânio, cério, praseodímio, neodímio) e fundamentais para substituir a economia de combustíveis fósseis. Veículos elétricos, torres eólicas e painéis solares precisam desses minerais. Hoje eles são encontrados especialmente na China e nos EUA. Além de raros, sua extração costuma causar estrago ambiental. Importar minerais raros da Lua pode ser uma solução lógica.
Hélio-3 — É um mineral tão raro no nosso planeta que o quilo chega a ser vendido por US$ 1,4 milhão. Mas é abundante na Lua, onde se forma através da radiação solar, que penetra no solo sem a proteção da atmosfera terrestre. O hélio-3 vai ser muito útil quando forem solucionados os últimos entraves tecnológicos para o funcionamento de usinas de fusão nuclear. A fusão nuclear pode se transformar numa fonte de energia limpa, barata e praticamente perpétua. Para atingir esse nirvana energético, precisaremos do hélio-3 em grandes quantidades. Aos preços atuais, calcula-se que suas reservas na Lua valham um total de US$ 1,5 quatrilhão.
Além desse imenso potencial econômico de exploração mineral, a Lua poderá se tornar um resort para bilionários, o destino para quem já viu de tudo e quer passar uma temporada inesquecível vendo o nascer e o pôr da Terra. Mas para que tudo isso se torne realidade é preciso resolver algumas questões. A primeira delas:
A quem pertence a Lua
Até agora valeu o Tratado do Espaço Exterior, assinado na ONU por cem países em 1967. Esse tratado parte de três princípios básicos: a) o espaço exterior deverá ser livre para exploração e uso por todos os países; b) o espaço exterior não é sujeito a apropriação e propriedade de nenhum país.
É uma zona jurídica cinzenta. Regula Estados nacionais, mas não diz nada sobre a iniciativa privada. O que causa situações estranhas. Por exemplo: os Estados Unidos têm o direito de recuperar os restos das naves Apollo e trazer de volta as bandeiras norte-americanas fincadas na Lua. Mas não podem transformar as áreas de pouso num parque histórico, pois aí seria apropriação do território lunar.
Na falta de um novo acordo internacional, os EUA aprovaram, em 2015, um ato legalizando unilateralmente a mineração no espaço. Cinco anos depois, a Nasa lançou os Acordos Artemis, formalmente baseados no Tratado do Espaço Exterior de 1967. Ele já foi assinado por 19 países, o mais recente, a Arábia Saudita, no mês passado. O Brasil assinou o documento em 15 de junho de 2021. Austrália, Canadá, Itália, Japão, Luxemburgo, República da Coreia, Reino Unido, Emirados Árabes, Ucrânia, Nova Zelândia, Coreia do Sul, México, Israel, Romênia, Singapura, Colômbia e França são os outros signatários.
A Rússia, na sua rota de isolamento internacional da era Vladimir Putin, está fora do Artemis. E deixou de ser a grande potência espacial dos tempos da União Soviética. Todo o avanço tecnológico de ponta é dirigido para a produção de armas apocalípticas.
Já a China se tornou uma competidora de respeito, com tecnologia avançada e a ambição sem limites do líder máximo Xi Jinping. Foi o primeiro país a pousar um veículo no outro lado da Lua. Age isoladamente, cada vez mais distante dos acordos internacionais. Lançaram-se na corrida espacial no mesmo estilo de imperialismo tradicional com o qual estão engolindo nacos da África e da América Latina. Como bons comunistas, usam o peso da máquina estatal chinesa em cada um de seus passos. Enquanto isso, os países ocidentais privatizam boa parte de suas capacidades e recursos (SpaceX, Virgin, Blue Origin, etc.), coordenam iniciativas internacionais e conseguem soluções mais baratas e inovadoras.
Uma agenda para a Lua
O Projeto Artemis deverá centralizar as atenções nos próximos anos, mesmo porque assistiremos a suas ações ao vivo. Ele já nasce marcado pelo superficialismo “woke”, anunciando que vai colocar a primeira mulher e a primeira “pessoa de minoria étnica” logo na sua alunissagem inaugural. É uma iniciativa fútil perto da importância do que está para acontecer.
A revista BBC Science Focus publicou em abril um calendário dos próximos passos da conquista da Lua. Alguns destaques:
Agosto 2022 — A Coreia do Sul coloca o Pathfinder na órbita lunar para procurar água e hélio-3. A Índia vai tentar seu primeiro pouso na superfície da Lua com o Chandrataan-3.
Setembro 2022 — A Rússia vai tentar uma homenagem ao projeto pioneiro de exploração pousando o Luna 25. O projeto já foi adiado várias vezes.
Fim de 2022 — Em colaboração com a Nasa, serão lançadas as primeiras naves particulares de transporte para a Lua, os IM-1 e IM-2.
2023 — O SpaceX Starship deverá levar o primeiro grupo de turistas para dar uma volta ao redor da Lua e retornar, graças a uma iniciativa do bilionário japonês Yusaku Maezawa.
Novembro 2023 — A Nasa lança a Viper, que deverá procurar gelo ao redor do polo sul da Lua.
Fim 2023 — Austrália e Holanda lançam naves de apoio ao Projeto Artemis.
2024 — Missão conjunta China–Rússia, com o pouso da nave Chang’e 7 e apoio do Luna 26, em busca de recursos naturais. A Blue Origin (de Jeff Bezos) pretende realizar seu primeiro pouso.
2026 — Primeiro pouso de humanos na Lua desde 1972 pelo Projeto Artemis, com a cápsula Orion. Por uma semana, dois astronautas (“uma mulher e um membro de uma minoria étnica”) deverão explorar a Cratera Shackelton, no polo sul do satélite.
2027 — Nave chinesa Chang’e 8 deve realizar a produção de objetos úteis através da impressão 3-D de materiais lunares.
2030 — Término da Estação Gateway (“Portal”), que vai abrigar astronautas por meses girando ao redor da Lua.
2035 — Astronautas começarão a viver por longos períodos em estações de pesquisa no polo sul da Lua. As instalações serão parcialmente pagas com o dinheiro arrecadado dos turistas pioneiros do satélite.
2040 — Crescimento da indústria lunar, com a extração do hélio-3 para abastecer a crescente instalação de reatores de fusão nuclear na Terra.
2050 — A Lua se tornará um polo de indústria pesada e uma base de lançamentos de tripulações para viagens a Marte.
O Brasil voltou ao clube das dez maiores economias do planeta. Posiciona-se como sendo o sexto mercado do mundo em recepção de investimentos diretos do exterior (investimentos produtivos), e o índice de desemprego de 9,3% é o menor desde 2015.
A superação do atraso deixado pelos governos petistas - durante quase 16 anos - foi rápida como ilustra a figura ao lado, apesar de uma pandemia durante dois anos e uma guerra, com reflexos em todo o mundo, que já dura cerca de seis meses.
Empregos
Foram mais de 4,5 milhões de novos postos de trabalho criados desde janeiro de 2019. Até o fim do atual governo, a soma superará os 5 milhões de empregos com carteira assinada, o que fará o Brasil superar 100 milhões de trabalhadores na economia formal. O Brasil terá criado, até o final do ano, quase o total de empregos da economia formal existente hoje na Argentina (5,8 milhões).
Empresas
Foram abertas 2,6 milhões de empresas (como saldo entre abertas e fechadas) durante o ano 2021 e outras mais de 800 mil no primeiro quadrimestre de 2022. Assim, o mandato de Bolsonaro terminará com mais de 20 milhões de empresas ativas. Isto representa 33 vezes a quantidade total de empresas existentes na Argentina.
Inflação
A última previsão do Banco Central informa que a inflação vai fechar 2022, de ponta a ponta, em 7,15% — são os cálculos do IPCA, ou Índice dos Preços ao Consumidor. A inflação na Argentina já chegou a 64% no acumulado de 12 meses até junho e as projeções é de que alcance 90% até o
final do ano.
Daqui a menos de sessenta dias, o Brasil estará diante de uma encruzilhada: um caminho leva à reeleição de Jair Bolsonaro, outro conduz à retomada do projeto de poder petista. Sem dificuldade, além dos números mostrados na primeira imagem, a Argentina, cuja administração é elogiada pelos petistas, subsidia ainda mais a óbvia escolha do candidato brasileiro. Veja também, na imagem a seguir, o que defende os dois candidatos.
Como já se tinha anunciado, em função das últimas medidas tomadas pelo governo federal para a redução de impostos, o mercado esperava uma DEFLAÇÃO de -0,76% no Índice de Preço ao Consumidor- Semanal (IPC-S).
CONTUDO, o resultado foi bem melhor, uma DEFLAÇÃO de -1,19%.
Grupos que se destacaram na desaceleração de preços
Transportes: de -2,88% para -4,81%
Gasolina: de -8,61% para -14,24%
Educação, Leitura e Recreação: de -1,31% para -4,06%
Habitação: de -0,37% para -0,70%
Alimentação: de 1,50% para 1,34%
Vestuário: de 0,59% para 0,47%
Até outro dia, os jornalistas, “consórcio de órgãos de imprensa”, davam como certo que a inflação estava “fora de controle”. Quando escreviam isso, com a certeza de quem anuncia um fato científico, estava acontecendo justamente o oposto no mundo das coisas reais. A inflação, naquele preciso momento, não apenas estava sob controle; estava caindo.
A se confirmarem as estimativas do Banco Central, que não costuma errar nesses casos, o Brasil terá, na verdade, uma das menores taxas de inflação do mundo.
Isso mesmo. A inflação prevista para este ano nos Estados Unidos, que está rolando na beira dos 8,5% para os últimos 12 meses, e pode subir ainda mais; é a pior dos últimos 40 anos.
Para a esquerda, os índices de desemprego são outra frustração de primeira grandeza. A última cifra é de 9,8%, a menor dos últimos seis anos — ou seja, menor do que era quando começou a pandemia, ou no final do governo Dilma.
Neste ano, só de janeiro a abril, foram criados mais de 1 milhão de empregos com carteira assinada; em maio, o total de brasileiros com emprego formal estava próximo aos 42 milhões, um recorde na história do cadastro do Ministério do Trabalho, iniciado dez anos atrás.
Só no mês de junho, o número disponível mais recente, foram criados 300 mil novos empregos. No total, com covid e tudo, o atual governo tem um saldo positivo acima de 2 milhões de vagas.
Se há mais gente empregada agora do que havia antes do governo assumir, e se o STF, os governadores e os prefeitos mantiveram a economia fechada durante dois anos inteiros, o que aconteceu com o “extermínio do trabalho” anunciado com tanta paixão pelos comunicadores, influenciadores e funcionários dos “grandes veículos” de comunicação?
É a mesma decepção com o comércio exterior. Nos últimos 12 meses o Brasil exportou quase US$ 310 bilhões, e teve um saldo próximo aos 60 bilhões na sua balança comercial; a produção agrícola, em especial, vai bater um novo recorde em 2022.
Também aí está tudo errado. Segundo garante a nossa melhor elite financeira, o Brasil está “isolado” no mundo: países estrangeiros, bancos internacionais, altas multinacionais e fundos de investimento conduzem um boicote pesadíssimo contra a economia brasileira, para punir o presidente e seu governo pela agressão ao “clima” do planeta em geral, e os incêndios na Floresta Amazônica em particular.
É outro mistério. O Brasil é o único país do mundo e da história que está sofrendo um boicote internacional e, assim mesmo, vende cada vez mais os seus produtos no exterior.
O PIB, esse bendito PIB que ninguém sabe como é calculado, mas que é uma tragédia quando está baixo, e uma trapaça que só beneficia os ricos quando está crescendo — ou, então, é uma bobagem sem importância nenhuma para “o povo”.
É o caso do Brasil de hoje. No final de 2021, era uma certeza para o FMI, os analistas dos bancos nacionais ou estrangeiros e o noticiário econômico em geral que em 2022 o Brasil estaria em recessão. Não só não iria crescer nada; a economia ia andar para trás, como no segundo governo de Dilma Rousseff, que gerou a maior recessão econômica que o Brasil já teve em sua história.
Vem aí, então, mais um número ilegal: o PIB brasileiro, pelos cálculos agora de julho, vai subir 2% este ano. Como assim?
É precisamente o inverso do que todos juravam que ia acontecer; o ministro Paulo Guedes, a propósito, disse que os economistas, e analistas do “mercado”, e especialistas etc. etc. etc. iriam passar o ano inteiro revendo para cima as suas previsões.
Estão fazendo isso, mas acham que o PIB positivo não adianta nada; já o PIB negativo, como a saúva, ia acabar com o Brasil. Para a mídia, em especial, a solução é banir esse número para um estado de semiclandestinidade, o mais longe que for possível das manchetes e dos destaques do horário nobre.
Na verdade, o Brasil é um caso raro de saúde razoável num mundo de economia doente.
Nesta semana, o FMI anunciou que as perspectivas de crescimento global “estão inclinadas esmagadoramente para o lado negativo” e que, se as previsões se concretizarem, a economia mundial poderá enfrentar uma das piores recessões em meio século.
Entre as exceções estão o Brasil e o México. O aumento da inflação global e uma desaceleração nos Estados Unidos e na China levaram o FMI a diminuir suas projeções.
“O panorama ficou consideravelmente sombrio desde abril”, disse o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas. “As três maiores economias do mundo, os Estados Unidos, a China e a zona do euro, estão empatando nessa estagnação com grandes conseqüências para o panorama global”, estimou ele.
Além do Brasil e do México, a Rússia também apresenta índices econômicos positivos em razão dos preços mais altos do petróleo devido às sanções ocidentais.
Para a América Latina e o Caribe como um todo, o FMI elevou suas perspectivas de crescimento para este ano para 3%, uma revisão para cima de 0,5 ponto percentual “como resultado de uma recuperação mais forte nas grandes economias”: Brasil, México, Colômbia e Chile.
Os preços dos combustíveis, pagos pelo consumidor na bomba do posto de gasolina, acabam de cair pela quarta vez seguida. É um desastre, para o Brasil que combate o “fascismo”.
Anunciava-se, nesse meio (mídia militante), que a explosão mundial nos preços do petróleo ia mandar o Brasil e o governo Bolsonaro para o espaço.
Para o condomínio que luta em favor da democracia, do STF e da perfeição das urnas eletrônicas, por sinal, o preço do combustível subia só no Brasil, e só por culpa direta do presidente da República.
E agora? Agora eles querem declarar que a redução de preços é um atentado à democracia — e que o governo deve ser punido pela solução que deu para o problema.
O Brasil não baixou nenhum decreto de “tabelamento de preços”; em vez disso, fez o preço da gasolina baixar. Esse é o tipo de coisa que deixa a esquerda nacional à beira de um colapso de nervos.
Sua religião econômica é a da Argentina, onde o governo mete tabela em tudo o que lhe passa pela frente, e não faz baixar o preço de nada. No momento, aliás, estão “reforçando o controle oficial de preços” nos supermercados — e a inflação está indo para os 65% ao ano.
Como “o Bolsonaro”, que faz o contrário do que fazem os argentinos e do que manda o manual econômico do Brasil “civilizado”, pode baixar o preço dos combustíveis sem fazer tabelamento — e, além disso, segura a inflação anual nos 7,3%?
Isso não poderia estar acontecendo — mas, como é exatamente isso o que acontece, a saída da oposição é pedir ao TSE, o braço do STF que controla as eleições brasileiras, a cassação da candidatura de Jair Bolsonaro para presidente da República.