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Mostrando postagens com marcador PIB. Mostrar todas as postagens
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23 janeiro 2026

A revolução da IA é incomparável

    O mundo está entrando em um ciclo de investimentos sem precedentes. Abaixo está um conjunto de ondas selecionadas de investimento tecnológico que mostram o CapEx (Capital Expenditure)) em % do PIB. 

    A revolução da IA é incomparável.

 


    Abaixo, mapa detalhado com data centers planejados e os já em operação nos EUA. Os estados do sul dos EUA receberão um volume extraordinário de investimentos com os maiores projetos individuais.



23 novembro 2024

O Anão voltou

É de leitura obrigatória - novamente - o artigo do J. R. Guzzo na Revista Oeste deste fim de semana. Nele, Guzzo afirma o que todo brasileiro já sabe, ou seja, que em nenhuma área o Brasil vai tão bem quanto no agronegócio — e é essa, justamente, a área que o governo Lula, a esquerda e o seu universo mais detestam. 

O resto é uma cena de desastre que os brasileiros também já conhece. Contudo, Guzzo dá "nome aos bois" aos segmentos onde o Brasil é visto como um anão, a começar de seu atual presidente, que, inclusive, dá nome ao artigo "O anão sendo anão".

Afirma Guzzo que o Brasil é um anão moral porque para começar:

  • "Nenhum país escapa de ser, se tem um Dias Toffoli no seu supremo tribunal de Justiça, perdoando em massa criminosos confessos que praticaram corrupção ativa." 

  • "É um anão legal, se tem Alexandre de Moraes e suas agressões diárias à Constituição Federal e ao resto da legislação brasileira." 

  • "É um anão democrático, se tem presos políticos e exilados no exterior." 

  • "É um anão militar, que não conseguiria defender seu território de um ataque dos pigmeus de Bandar." 

  • "É um anão tecnológico, que não tem nada a oferecer de útil, ou vendável, para o resto do mundo." 

  • "É um anão econômico, até isso — país que tem um PIB uma vez e meia menor que o valor de mercado da Microsoft, para ficar num caso só, é anão."

Relembrando: o Brasil ganhou dez anos atrás, durante o governo Dilma, um desses apelidos que pegam para o resto da vida: “anão diplomático”. Com a volta de Lula à Presidência da República, segundo eles, os petistas, “O Brasil Voltou”. Mas o lema certo seria “O Anão Voltou”. Mesmo tendo neste momento, ao mesmo tempo, três ministros diplomáticos.

Porém, não há nada como três ministros cuidando de uma coisa só para desandar qualquer maionese. Um ministro oficial, cuja autoridade chega só até o homem do cafezinho, um ministro da vida real, que já passou dos 82 anos e vive no tempo do Sputnik, e Janja, a diplomata aparentemente preferida do presidente da República. 

Janja não para. Na última vez que quis mostrar como é mesmo a sua política exterior, disse a um personagem que pode ter atuação importante nas relações com os Estados Unidos, sempre uma prioridade da diplomacia brasileira: “Fuck you, Elon Musk”. Foi o ponto mais baixo a que o Brasil chegou na sua carreira de anão. "Janja nunca ajudou em nada, e nem poderia ajudar, sendo a analfabeta funcional de pai e mãe que é", lembra Guzzo. 

03 julho 2024

A matemática está colocando na pilha da riqueza brasileira R$ 455 bilhões mas poderia ser R$1,782 trilhão

Profissões intensivas em matemática são as que mais crescem no mundo. Brasil ainda está defasado

Atividades que utilizam intensivamente a matemática respondem por 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, geram 7,6% dos empregos, pagam o dobro da média salarial nacional e são mais resilientes em momentos de crises. Estes dados foram apresentados pelo matemático Marcelo Viana na 5ª Conferência FAPESP 2024, intitulada "Quanto vale a matemática para o Brasil".

“Fiz uma conta para podermos entender do que estamos falando. Em 2022, o PIB do Brasil foi R$ 9,9 trilhões. A contribuição efetiva da matemática, de 4,6%, correspondeu a R$ 455 bilhões. É um percentual baixo, comparado ao dos países avançados, mas, aqui entre nós, R$ 455 bilhões não são brincadeira. A matemática está colocando na pilha da riqueza brasileira R$ 455 bilhões. Porém, se estivéssemos no patamar francês, de 18%, a matemática estaria contribuindo com R$ 1,782 trilhão. A diferença é de R$ 1,327 trilhão”, disse Viana, e sublinhou que tal valor é anual.

“Essa diferença é a mina de ouro, a oportunidade que a gente tem de, agindo, gerar ao menos parte desse recurso que estamos deixando de produzir”, falou.

Ele direcionou sua conferência para o papel que a universidade pode desempenhar para a realização dessa meta, que colocaria o Brasil no mesmo patamar de países desenvolvidos quanto à contribuição econômica da atividade matemática. O pesquisador identificou dois papéis fundamentais: formação e transferência de conhecimento para o setor produtivo. E enfatizou a necessidade de que a comunidade acadêmica saia de sua torre de marfim. “A grande maioria das empresas não tem a menor ideia do que conversar conosco. Nem que seja relevante conversar. Precisamos mostrar que estamos abertos ao diálogo”, afirmou.

Viana citou uma pesquisa do Escritório de Estatísticas de Trabalho dos Estados Unidos, que afirma que o emprego global em profissões ligadas à matemática deve crescer mais rapidamente do que a média de todas as profissões de 2022 a 2032. E insistiu que, no Brasil, falta correspondência entre o que a academia está fazendo e o que o mercado está demandando.

“Nosso ensino superior está crescendo, o que é bom, mas não está crescendo bem. O dado relevante, positivo, é que, atualmente, 19,7% dos brasileiros têm formação universitária, índice ainda baixo em relação a países desenvolvidos, mas o dobro dos 7,9% do início da década passada. Por outro lado, esse aumento de frequência e de titulação universitária está acontecendo, me perdoem, nos lugares errados. Segundo o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira], Pedagogia, Administração, Direito e Enfermagem são, há uma década, os cursos com maior número de matrículas no país”, afirmou.

Acrescentou que o que está sendo vendido para os estudantes que ingressam nesses cursos é uma miragem, porque o grau de empregabilidade dos egressos é baixíssimo. 

“Quem se forma, por exemplo, em Administração tem uma chance de 3,4% de exercer a profissão na área em que se formou. Nas outras três áreas, os percentuais são menos dramáticos, mas também baixos: Pedagogia (15,5%), Direito (8,9%), Enfermagem (7%)”, informou.

Viana sustentou que o problema não se restringe ao ensino universitário. Citando um artigo dos professores Fernando Paixão e Marcelo Knobel, mostrou que o gargalo na formação de engenheiros no país não é a falta de cursos de engenharia, mas a baixíssima proficiência em matemática dos alunos egressos do ensino médio. Enquanto a Austrália tem 38,1% dos seus alunos no nível superior da avaliação de matemática do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes; o Canadá, 43,3%; e a Coreia do Sul, 51,8%; o Brasil possui apenas 3,8%. “Isso geralmente é visto como um problema educacional. Claro que também é. Mas é principalmente um problema estratégico nacional. Sem profissionais capacitados a utilizarem ferramentas matemáticas na resolução de problemas reais não há desenvolvimento”, argumentou.

O pesquisador apresentou um gráfico de crescimento e declínio das matrículas de mestrado e doutorado por área, no período 2015 a 2022, mostrando um forte crescimento em Humanas e Ciências Sociais, um crescimento quase nulo em Saúde e um declínio muito acentuado em Exatas, Biológicas, Agrárias e Engenharias. “Não estou fazendo uma comparação de valor entre as diferentes profissões, mas uma ponderação sobre as necessidades do país. Esta é a direção errada na qual estamos avançando”, resumiu.

Quanto à imagem de “bicho-papão” que a matemática ainda tem para muitos estudantes, Viana destacou que “é preciso dizer para que a matemática serve; mostrar que ela é útil, que faz sentido e que é fundamental para o desenvolvimento do país”.

No Brasil - do vai e volta - alertas como o visto acima já ocorreram diversas vezes. Em particular, uma que chamou bastante atenção foi a que, por motivos similares, resultou na negociação do Programa de Desenvolvimento das Engenharias (PRODENGE).  

O Programa contava com recursos advindos de um empréstimo de US$ 48 milhões feito pelo Tesouro junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Houve também investimentos por parte da Finep, do CNPq e da CAPES.

O lançamento do PRODENGE foi realizado, em setembro de 1995. À época o Brasil contava com um total de 159 escolas de engenharia.

O PRODENGE possuía dois subprogramas: o Reengenharia do Ensino em Engenharia (REENGE), que compreendia a participação de 45 escolas de Engenharia, selecionadas por edital; e o Redes Cooperativas de Pesquisa (RECOPE), composto por universidades, institutos e empresas. 

Em novembro de 1999, foi realizada uma avaliação preliminar do REENGE, ocasião em que se constataram os prejuízos causados pelos atrasos na liberação dos recursos, principalmente no desenvolvimento dos projetos referentes aos Editais subsequentes ( 02/96 e 01/98). Apesar disso, os projetos foram levados avante pelas escolas.

No final 1998 e início de 1999, deixaram seus cargos os titulares do MCT e  da FINEP. Apesar do planejamento extremamente cuidadoso, do sucesso da sua implantação, dos resultados alcançados e do reconhecimento público e notório da sua importância, o PRODENGE não sobreviveu às mudanças dessas direções.

Desde 2001 a comunidade de engenharia vem encetando, sem sucesso, esforços junto às agências do MCT e do MEC no sentido do restabelecimento do PRODENGE, ainda que com outro nome e com novas diretrizes.


PS.: A concepção, planejamento e execução do PRODENGE teve como seu principal ator, o engenheiro Waldimir Pirró e Longo, falecido em março/2024, profissional de carreira brilhante que deixou uma herança inestimável para a Ciência e Tecnologia do País.

A história de sua vida, desde o seu nascimento, pode ser lida no livro - capa na imagem - e que está disponível gratuitamente através deste link. Clique aqui.

04 junho 2024

PIB do agronegócio alavancou o PIB brasileiro

Novamente o PIB do agronegócio alavancou o PIB brasileiro. No último trimestre, o primeiro cresceu 11% em comparação ao mesmo período do ano anterior.



O PIB nacional divulgado nesta terça-feira (04//06) pelo IBGE alcançou 0,8% no primeiro trimestre do ano, passando a ocupar a 17ª posição num ranking das 53 economias que já divulgaram seu crescimento no período. No último trimestre de 2023, o país ficou na 14ª posição, segundo a Austin Rating.

O economista-chefe da Austin, Alex Agostini, afirma que o crescimento do PIB brasileiro veio dentro da expectativa da agência, que previa expansão de 0,7%. Ele diz que o desempenho neste primeiro trimestre confirma a previsão da Austin para este ano, de alta de 1,9% do PIB. 


O levantamento mostra que na média dos 53 países, o crescimento foi de 0,3%. Já entre o grupo G7, as sete maiores economias do mundo, o crescimento médio foi de 0,2%. 

No ano passado, o Brasil voltou a ficar entre as dez maiores economias do mundo, segundo a Austin, com PIB de US$ 2,1 trilhões e crescimento de 2,9%. O país ocupou a nona posição. Veja as dez economias que mais cresceram no primeiro trimestre de 2024:

1) Israel: 3,4% 

2) Turquia: 2,4% 

3) Hong Kong: 2,3% 

4) Chile: 1,9% 

5) China: 1,6% 

6) Malásia: 1,4% 

7) Filipinas: 1,3% 

8) Coréia do Sul: 1,3% 

9) Arábia Saudita: 1,3% 

10) Chipre: 1,2% 

. . .

17) Brasil: 0,8% 


Fonte: Austin Rating

03 dezembro 2023

Tombo também no PIB. O Brasil caminha para uma recessão técnica

 


Os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre serão divulgados na próxima terça-feira. A aposta geral é de queda entre 0,1% e 0,2% ante os três meses imediatamente anteriores. Ainda pior, todas as projeções apontam para novos recuos do PIB no quarto trimestre do ano e no primeiro de 2024. Ou seja, o Brasil caminha para uma recessão técnica.

A realidade surge e mostra que a economia tem perdido força por uma série de razões, a começar pelo fim da colheita de grãos, em especial da soja, que representa quase 46% da atividade agrícola no país. Sem a força do campo os demais setores não conseguem sustentar o PIB no ritmo desejado. Comércio, indústria e serviços se ressentem de uma demanda fraca, pois a renda avança pouco. Os investimentos produtivos, que também poderiam dar um fôlego ao PIB, não estão ocorrendo e os empurram para baixo. Não há confiança dos investidores no Brasil pela vigente insegurança jurídica e na sua administração, que passou a ser realizada por um consórcio antidemocrático entre o Planalto e o STF, a nossa Nomenklatura.

Certamente o quadro seria mais desanimador não fosse o sucesso do Banco Central em derrubar a inflação. Em pouco mais de uma semana, o Banco Central voltará a se reunir para definir a nova taxa básica de juros (Selic), que está em 12,25% ao ano. É praticamente certo que haverá um corte de 0,5 ponto percentual, para 11,75% anuais.

Sendo assim, não haverá por que empurrar para o Banco Central a responsabilidade pelos resultados mais fracos da economia, ou seja, uma contratada recessão técnica. A autoridade monetária, com sua independência prevista em lei, cumpriu a sua missão de levar a inflação para as metas.

Em meio a esse quadro, a tentação do governo lula de lançar mão de estripulias será grande. Se a opção for por aumento dos gastos fiscais, o desastre será geral, pois a inflação, que voltou a se assanhar impulsionada pelos eventos climáticos, vai arreganhar novamente os dentes. Nesse contexto, em vez de continuarem em queda, os juros serão mantidos em patamares acima do recomendável para uma economia anêmica. 

Repetir erros, praxe dos governos petistas, só pune a população mais vulnerável, que não tem instrumentos de proteção.

PS.: Artigos anteriores que compõem esta série:

- Que a nossa sorte que pousou na Argentina recentemente retorne ao Brasil rapidamente ( link )

- Sem surpresas, novamente em apenas um ano de governo, déficit também nas empresas públicas ( link )

- Nesta terça-feira (05/12/2023) foi confirmado que acabou o vento em popa do governo Bolsonaro. Rapidamente os alicerces robustos deixados pelo seu governo estão sendo destruídos. 

15 abril 2023

BANCO MUNDIAL DESTACA DESEMPENHO DO BRASIL DURANTE A PANDEMIA

Contrariando o teor das falas da esquerda e de Lula em particular, o Banco Mundial elogiou a redução da pobreza no Brasil durante a pandemia, apontando que o país teve uma recuperação melhor do que outros países da América Latina. 

O estudo do BID divulgado neste mês (04/04) apontou que as transferências de renda durante a gestão Bolsonaro impediram que muitos “cruzassem” o limiar para a pobreza. "O país não apenas evitou que as famílias caíssem na pobreza, mas também retirou muitas pessoas da pobreza em 2020", afirma o documento.

Em relação ao PIB brasileiro, o Banco Mundial antecipou que irá crescer aproximadamente 0,8% este ano de governo lulista, enquanto estima que o crescimento em 2022 - de governo bolsonarista - tenha sido de 2,9%, bem diferente do que disse/diz Lula em seus "discursos" recheados de mentiras.

01 setembro 2022

CRESCIMENTO DO PIB BRASILEIRO SE DISTANCIA AINDA MAIS DAS NAÇÕES DESENVOLVIDAS

O resultado do PIB confirma o crescimento e a confiança na economia do Brasil! Brasil 2022. Crescimento - maior - que o chinês e inflação - melhor - que a americana! Isso após tudo que o País passou: pandemia, crise hídrica e efeitos de uma guerra. 


Taxa de desemprego recua para 9,1% em maio-julho (*)

Ao ótimo resultado do PIB, soma-se a geração de empregos. A ocupação (98,7 milhões) foi recorde da série iniciada em 2012, com alta de 2,2% (+2,2 milhões) no trimestre e de 8,8% (+8,0 milhões) em 12 meses. 

O desemprego (9,9 milhões) caiu ao menor nível desde dezembro de 2015 (9,1%), diminuindo 12,9% (-1,5 milhão) no trimestre e 31,4% (-4,5 milhões) no ano.

O acréscimo de pessoas no mercado de trabalho também foi disseminado quando observadas as categorias de emprego, destacando-se o número de trabalhadores domésticos (5,9 milhões de pessoas), que subiu 4,4% frente ao trimestre anterior e para o número de empregadores (4,3 milhões de pessoas), que cresceu 3,9%. 

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) também subiu: 1,6% contra o trimestre anterior, alcançando 35,8 milhões. Já a quantidade de trabalhadores por conta própria foi de 25,9 milhões de pessoas, o que significa um crescimento de 1,3%.

O número de empregados no setor público foi de 12 milhões, aumento de 4,7% no trimestre.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado bateu recorde da série histórica e chegou a 13,1 milhões de pessoas, um aumento de 4,8% em relação ao trimestre encerrado em abril.

A população desalentada caiu 5% e chegou a 4,2 milhões de pessoas.

Com informações e dados do IBGE

PS.: - A partir de amanhã, 02/09, o preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,53 para R$ 3,28 por litro, uma redução de mais R$ 0,25 por litro.

29 julho 2022

PIB

... continuação

O PIB, esse bendito PIB que ninguém sabe como é calculado, mas que é uma tragédia quando está baixo, e uma trapaça que só beneficia os ricos quando está crescendo — ou, então, é uma bobagem sem importância nenhuma para “o povo”. 

É o caso do Brasil de hoje. No final de 2021, era uma certeza para o FMI, os analistas dos bancos nacionais ou estrangeiros e o noticiário econômico em geral que em 2022 o Brasil estaria em recessão. Não só não iria crescer nada; a economia ia andar para trás, como no segundo governo de Dilma Rousseff, que gerou a maior recessão econômica que o Brasil já teve em sua história. 

Vem aí, então, mais um número ilegal: o PIB brasileiro, pelos cálculos agora de julho, vai subir 2% este ano. Como assim? 

É precisamente o inverso do que todos juravam que ia acontecer; o ministro Paulo Guedes, a propósito, disse que os economistas, e analistas do “mercado”, e especialistas etc. etc. etc. iriam passar o ano inteiro revendo para cima as suas previsões. 

Estão fazendo isso, mas acham que o PIB positivo não adianta nada; já o PIB negativo, como a saúva, ia acabar com o Brasil. Para a mídia, em especial, a solução é banir esse número para um estado de semiclandestinidade, o mais longe que for possível das manchetes e dos destaques do horário nobre. 

Na verdade, o Brasil é um caso raro de saúde razoável num mundo de economia doente. 

Nesta semana, o FMI anunciou que as perspectivas de crescimento global “estão inclinadas esmagadoramente para o lado negativo” e que, se as previsões se concretizarem, a economia mundial poderá enfrentar uma das piores recessões em meio século. 

Entre as exceções estão o Brasil e o México. O aumento da inflação global e uma desaceleração nos Estados Unidos e na China levaram o FMI a diminuir suas projeções. 

“O panorama ficou consideravelmente sombrio desde abril”, disse o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas. “As três maiores economias do mundo, os Estados Unidos, a China e a zona do euro, estão empatando nessa estagnação com grandes conseqüências para o panorama global”, estimou ele.

Além do Brasil e do México, a Rússia também apresenta índices econômicos positivos em razão dos preços mais altos do petróleo devido às sanções ocidentais. 

Para a América Latina e o Caribe como um todo, o FMI elevou suas perspectivas de crescimento para este ano para 3%, uma revisão para cima de 0,5 ponto percentual “como resultado de uma recuperação mais forte nas grandes economias”: Brasil, México, Colômbia e Chile.

Continua ..

11 julho 2022

PARA DESESPERO DA ESQUERDA O MERCADO FINANCEIRO REDUZIU A EXPECTATIVA DE INFLAÇÃO PARA 2022

Previsões põem o Brasil entre as nações com melhores desempenhos econômicos após a pandemia CV19

De acordo com o Boletim Focus, divulgado hoje (11) pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano deverá ficar em 7,67%. Há uma semana, esse percentual estava em 7,96%; e há quatro semanas, em 8,5%.

Para 2023, a expectativa de inflação é de5,09%. Já para 2024, 3,3% e para 2025, a projeção inflacionária se mantém estável há 52 semanas, em 3%.

PIB

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, o Boletim Focus desta semana aumentou de 1,51% (projeção divulgada na semana passada) para 1,59% a previsão de crescimento. Há quatro semanas, o cálculo estava em 1,42%. O PIB estimado para 2023 é de 0,5%. Para 2024, a estimativa apresentada hoje é de 1,8% e  para 2025, a previsão é de 2% há 35.

Taxa de juros

O mercado financeiro manteve estável em 13,75% ao ano a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, de 2022. Em 2023, 10,5% ao ano. Em 2024 previsão de 8% e de 7,5% em 2025.

Dólar

A estimativa para a cotação do dólar ao final do ano é de R$ 5,13. Em 2023 cotado a R$ 5,10, 2024, R$ 5,06 e para 2025, R$ 5,15.

Fonte - Agência Brasil 


02 julho 2022

PIB: A PARTICIPAÇÃO DO BRASIL NA AMÉRICA DO SUL


Em 1960 a Argentina figurava como a maior economia da América do Sul e uma das maiores do mundo. O PIB do país representava 37,9% dos pouco mais de US$64 bilhões gerados no ano. A Argentina perdeu o seu posto, definitivamente, em 1967 para o Brasil.

Nos tempos atuais, a economia brasileira representa mais da metade de todo o PIB sul-americano, chegando a 50,4% dos mais de US$3,6 trilhões projetados para 2022. O Brasil aumentou em 24 pontos percentuais a participação entre 1960 e 2022.

Durante o período 1964-1985, o Brasil deixou de ocupar a 41a. posição na economia mundial para figurar entre as dez primeiras posições, mais precisamente a oitava colocação.

Quem assistiu, a entrevista de Marcos Troyjo para o programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, teve uma excelente impressão do Brasil. 

O país descrito por Troyjo — presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, o Banco dos Brics — atingiu em 2021 uma corrente comercial de US$ 500 bilhões, exportou produtos que somaram US$ 280 bilhões e alcançou um superávit de US$ 61 bilhões. “Somos a oitava economia do mundo”, lembrou Troyjo. “Vamos crescer 2% neste ano. Somos um dos cinco principais destinos de investimento direto. Temos a maior corrente comercial da história.”

01 agosto 2021

A ECONOMIA BOMBANDO - A VEZ DA EQUINOCULTURA

Nesses últimos meses foram publicadas várias notícias sobre o processo de recuperação da economia no Brasil, após o baque sofrido com a pandemia Covid-19, e que, brevemente, se traduzirá em mais oportunidades e empregos para a sua população. O PIB brasileiro calou os economistas e os jornalistas do apocalipse.

Neste sábado  (31/jul) lemos que o presidente da Usiminas disse que 2º tri foi o melhor neste século para a companhia - reverteu o prejuízo e alcançou o lucro de R$ 4,54 bilhões. Na mesma direção declarações de agricultores fortemente entusiasmados após o término da colheita de algodão.

Hoje chegou a hora de falarmos um pouco da equinocultura no Brasil. Chegou a vez dos equinos.

Equinos no mundo 

Cavalo Quarto de milha
Garanhão chefe
Mito na reprodução de cavalos de vaquejadas
Haras Vale Verde - Campina Grande, PB

O rebanho mundial de equinos é de cerca de 60 milhões de cabeças. Os EUA reúnem 9,5 milhões, a China quase 7 milhões, o México 6,4 milhões e o Brasil quase 6 milhões, dos quais apenas 9.000 registrados em associações hípicas. A posição do Brasil no ranking mundial de equinos se deve sobretudo à raça Mangalarga marchador. A maioria desses animais trabalha no campo, na lida com o gado, em todas as regiões do País.

Cadeia produtiva

Os elos da cadeia produtiva do cavalo, além de haras e coudelarias, da cria e recria, associam diversos segmentos industriais e de serviços. Empregos são gerados em atividades com produtos veterinários, rações, feno, selaria, casqueamento, ferrageamento, transporte, leilões, rodeios, vestimentas, exposições e concursos, exportação e importação, seguros etc. E também em atividades de equoterapia, hipismo, trote, polo, vaquejada, turismo equestre, emprego militar, escolas de equitação, carne e curtumes, além do trabalho direto de jóqueis, tratadores, veterinários, adestradores, zootecnistas etc. Todos esses elos, na montante e na jusante das fazendas, constituem o agronegócio do cavalo, sempre em crescimento.

Economia - Empregos

A indústria do cavalo movimenta no Brasil mais de 16 bilhões de reais ao ano, gera 610 mil empregos diretos e 2,5 milhões empregos indiretos. São cerca de 3 milhões de postos de trabalho. O negócio dos equinos emprega seis vezes mais do que a indústria automobilística, segundo estudo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP.

Nossos cumprimentos aos legítimos equinos e aos seus criadores.


03 junho 2021

BRASIL 2021: VACINAÇÃO, PIB, INVESTIMENTOS, AGRO ... DISPARAM

Na noite desta quinta-feira (2) o presidente Jair Bolsonaro fez pronunciamento à Nação no qual destacou os resultados positivos que o Brasil vem obtendo na vacinação contra a Covid-19, no crescimento do PIB, nos investimentos, no agronegócio e outros mais, como na infraestrutura, apesar da pandemia que assola o País. O Presidente também expressou seus sentimentos às famílias que perderam seus entes queridos.

O PIB surpreendente do 1º trimestre e a expectativa de até 5,7% este ano, além dos 7% previstos para 2022, explicam o mau humor e a dificuldade de ativistas e da oposição de lidar com notícias positivas. 


É que isso pode representar a recuperação na avaliação do governo Bolsonaro e uma reversão de expectativas das eleições do próximo ano. No Palácio do Planalto, ao contrário, o clima chega a ser de euforia.


O otimismo do governo leva em conta a retomada dos empregos e a garantia de vacinação da maioria dos brasileiros até o fim deste ano. Além desses fatores, o Planalto planeja estender Auxílio Emergencial acima dos R$500 mensais e Bolsa Família turbinado e com novo nome.


“O período de janeiro a abril de 2021, quando comparado com o do ano anterior, houve um forte crescimento de 37,4%. Se nós formos olhar no mercado interno, cresceu 51%. Quando a gente analisa os nossos números, crescemos nos últimos 12 meses 18,1%. No mercado interno, 28%. As exportações voltaram a crescer, tiveram problema no ano passado em função da Covid, e agora começaram a crescer. No ano, no acumulado de janeiro a abril, já estamos com crescimento de 7,1%. O setor começa, continua a se recuperar. O crescimento com uma velocidade maior. E, no emprego, nós aumentamos quando comparado a um ano atrás, em 16% o número de funcionários com carteira assinada.”, disse o presidente da Abimaq, José Velloso, ressaltando que o setor de Máquinas e Equipamentos, é um balizador de investimentos em bens de capital, segue em crescimento em 2021.

A OCDE prevê que a economia brasileira, turbinada por um começo de ano mais forte, deve zerar as perdas antes de dezembro.  O agronegócio disparou e continua crescendo demonstrando mais uma vez o seu potencial perante o mundo, conforme ilustra esta imagem.



04 março 2021

PIB BRASILEIRO CALOU OS ECONOMISTAS E OS JORNALISTAS DO APOCALIPSE

PIB brasileiro. Apesar da forte recessão, provocada pela pandemia, o número veio melhor que o esperado ao longo de boa parte do ano passado. É dureza constatar que o Brasil vem sofrendo faz tempo. Primeiro vem a PRAGA PETISTA que durou 14 anos, agora a PRAGA CHINESA com duração ainda indefinida, portanto, os resultados podem terríveis ao longo dos próximos anos. Mas com esse resultado de 2020, podemos afirmar que o o Posto Ipiranga juntamente com o presidente Jair Bosonaro souberam ultrapassar os primeiros obstáculos encontrados.

O resultado do PIB brasileiro calou os
economistas jornalistas do apocalipse como o FMI, que previu contração de 9%. Apesar da covid, a queda de 4,1% é o terceiro melhor desempenho entre as 10 maiores economias do mundo antes da pandemia.

Apenas China, que cresceu 2,3% e foi a única com resultado positivo, e os EUA, com -3,5%, obtiveram resultados melhores em meio ao distanciamento social, lockdowns e demissões inevitáveis.

Atrás do Brasil estão Japão (-4,8%), Canadá (-5,1%), Alemanha (-5,3%), Índia (-7,7%), França (-8,3%), Itália (-8,8%) e o Reino Unido (-9,9%).

Ações como orçamento de guerra e auxílio emergencial foram decisivos para reação da economia, que cresceu 3,2% no último trimestre de 2020.

Apesar do relativamente bom desempenho na pandemia, o Brasil sofreu com a alta do dólar, que disparou 29,33% em 2020 e 8,1% este ano.

Sem pandemia, durante o destrambelhado segundo governo Dilma Rousseff, a queda no PIB chegou a -3,5% em 2015, e -3,3% em 2016.

Aqui, nesta entrevista do ministro Paulo Guedes à rádio Jovem Pan, ele reafirma que não haverá aumento de impostos e comenta sobre a armadilha montada pela oposição e, por isso, a demora do governo em enviar ao Congresso Nacional a Reforma Tributária.

Fontes: JovemPanNews e Diário do Poder

29 agosto 2019

PIB AVANÇA COM DESTAQUE PARA A CONSTRUÇÃO

Hoje tivemos a divulgação do PIB do segundo trimestre deste ano. Ao contrário de projeções do mercado e da sinalização de alguns indicadores, a economia não entrou em recessão técnica. O PIB cresceu +0,4% frente ao trimestre anterior, já descontados os efeitos sazonais. Com relação ao mesmo período de 2018, o crescimento foi de 1,0%.


O resultado é bem diferente daquele que tomamos conhecimento há exatos cinco anos, como ilustra a figura ao lado, que registrou as desculpas do ministro Mantega para a queda de 0,6% e que deu início a maior recessão da economia brasileira, a da grave crise 2015-2016.

Obviamente o resultado divulgado hoje pelo IBGE não nos garante que nossa economia já saiu do buraco deixado por aquele período.

Entretanto, é bom notar que este crescimento ocorreu com o governo gastando 1% MENOS. Entre os destaques, a reação da construção com avanço de 2% na comparação anual após 20 trimestres em queda e as atividades imobiliárias com avanço de 0,7% no segundo trimestre sobre o primeiro trimestre.

Adeus a lanterna 

Os 0,4% só foi menor que os resultados dos EUA e Indonésia. Apesar de baixo o Brasil acabou se destacando num ranking de 40 países. Não está fácil para ninguém.


12 dezembro 2017

UMA VISÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO

    Há 25 anos o PIB brasileiro era superior ao da China em US$ 102 bilhões  (462 x 360). Ao longo desse período, vimos aquele país nos igualar e, rapidamente, nos ultrapassar. O país pobre dos anos 1970 tornou-se a segunda economia mundial no momento atual. Perde apenas para os Estados Unidos.

    A China inovou com o lema "Um país, dois sistemas". O regime político continua fechado. A economia vive um momento de extremo crescimento.

    Essa posição foi alcançada após a ascensão de Deng Xiaoping, no fim da década de 1970, que promoveu as grandes reformas na economia e abriu o país para o mundo. O país saiu da periferia para a posição de superpotência mundial.

    Enquanto na Ásia os ventos econômicos sopravam forte, chegando a atravessar os imensos oceanos, o Brasil não conseguiu alcançar a almejada quinta posição no ranking econômico mundial e, hoje, o seu sexto PIB mundial de outrora já é história.

    Nos últimos 25 anos a China aumentou seu PIB em cerca de 30 vezes (US$ 10,3 trilhões). No mesmo período o PIB do Brasil cresceu apenas 5 vezes (US$ 1,8 trilhões).  " China is now leading the world into the future ".

    Mas, mais do que ser destaque, é bom reconhecer que o país, sob o comando do presidente Xi Jinping, está buscando um protagonismo muito maior. Ser líder e poder influenciar a sociedade mundial. 

    O 19º Congresso do Partido Comunista Chinês, em outubro de 2017, aprovou o projeto de desenvolvimento até 2050. 

    As diretrizes da decisão de outubro dialoga com a população chinesa, quando propõe que até 2020 sejam uma sociedade modestamente próspera, isto é, dar fim à pobreza que já caiu muito nos últimos anos — de 1978 até agora, 600 milhões de pessoas avançaram e saíram da pobreza. Até 2050, uma China moderna, com toda infraestrutura atendida e uma população próspera.

    O Congresso reforçou a importância do país ter seus projetos de desenvolvimento longos e duradouros, que apontem com clareza o caminho e os objetivos a serem alcançados. Uma visão estratégica de longo prazo. Que sirva de exemplo para o Brasil.


 





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