Translate

Mostrando postagens com marcador Covid19. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Covid19. Mostrar todas as postagens

30 março 2025

Registros anteriores de Paula Schmitt sobre a COVID19 repostados hoje

Hoje, 30 de março de 2025, a jornalista Paula Schmitt (@schmittpaula) retuitou uma série de matérias que já publicou no Poder360. Isto foi feito através de 14 posts no X (antigo twitter). Neles há textos introdutórios sobre as matérias publicadas. Tudo está reproduzido a seguir, sem nenhuma edição. Vale a pena tomar conhecimento sobre o que disse uma jornalista de ótima formação e experiência. E mais, o que é muito importante no momento atual: não se juntou a organização denominada, por ela própria, de "mérdia nacional".

Boa leitura.

*. *. *


(T1) Toda vez q você vir um Phyzer Johnson falando mal da cloroquina p conquistar mentes idiotizadas, lembre-se q 1 dos maiores infectologistas do Brasil (David Uip) e o médico de Lula (Kalil) tomaram cloroquina p salvar suas vidas. Tudo documentado Links


(T2) A própria Lancet admitiu que a "eficácia" da "vacina" era negativa depois de 7 meses. Vou explicar para os monastérios da vida: significa que o vacinado tem MAIS chance de pegar a doença do que os não-vacinados. Eficácia negativa após 9 meses.



(T3) Enquanto isso, a mérdia nacional usava prostitutas como "fonte" de informação. Como respeitar um jornal q usou uma prostituta da farmáfia como fonte confiável sobre produto não-testado da farmáfia? Como respeitar uma Falha, Estadinho, Globbels depois dessa fraude desavergonhada?


(T4) Mais uma história crucial que você não viu na mérdia brasileira: mensagens vazadas no Reino Unido mostram que as decisões do governo sobre a pandemia foram tudo, menos científicas. Lockdown existiu p fechar pequenos negócios e consolidar monopólios.


(T5) Aqui fica bem claro que a exquerda brasileira usou a letalidade das "vacinas" (e escondeu a cloroquina) como uma espécie de... reforma da previdência -- cof cof.



(T6) As maiores publicações do Consenso Inc. trabalharam em profunda sintonia. Até hoje tem quem não saiba q a "vacina" só poderia ser aprovada em regime de emergência se não houvesse tratamento alternativo. Por isso cloroquina e ivermectina foram demonizadas.


(T7) A farsa da Lancet teve irmã gêmea no Brasil, ume studo que matou 22 brasileiros -- um sacrifício p/alimentar o Moloch de bilhões de dólares dos fabricantes das vacinas e endividar os países que compraram essas alciones ineficazes (que aumentam o contágio)


(T9) Você sabia q o contrato da Pfizer exigia IMUNIDADE LEGAL em processos contra a vacina? Sabia q queriam q Bolsonaro oferecesse propriedades do Estado brasileiro no exterior como garantia em processos internacionais de indenização por morte e efeitos graves?


(T10) Agora a cereja do bolo p quem tem estômago: o site howbad.info, feito em colaboração com estatísticos, imunologistas e até o ex-CSO da Pfizer, mostra que a maior parte das mortes e efeitos graves foram rastreados para os mesmos ~25% dos lotes...🤑🤓🤡

(T11) A esquerda no Brasil é tão desumana q escondeu da população uma informação crucial: Cuba, o país q a esquerda afirma ter a melhor saúde pública do mundo, usou cloroquina contra a covid no seu protocolo oficial. Foi lá que Lula se tratou quando pegou covid.


(T12) Em Maio de 2021 eu divulguei aqui no twitter páginas do protocolo oficial de Cuba usando a cloroquina contra a covid. Enquanto isso, a esquerda escondia a verdade do povo, deixando pobre morrer mas salvando gente como Gleide, que não se vacinou. Genocidas

(T13) Ministerio de Salud Publica - PROTOCOLO DE ACTUACIÓN NACIONAL PARA LA COVID-19 Versión 1.6 (227 páginas) La Habana, enero 2021 🤷‍♀️






(T14) Por fim Paula conclui assim: "Pra terminar a tuitada em tom mais leve, olha o animal "irracional" aqui ajudando o neném a caminhar 🥰 "








08 março 2025

Missouri ganha sentença de US$ 24 bilhões contra a China em processo da COVID. E no Brasil o que aconteceu?

    De acordo com a FoxNews, a decisão vem cinco anos depois que o ex-procurador-geral do Missouri, Eric Schmitt, entrou com a ação original em 2020 que processou a China por "obstruir a produção, compra e exportação de equipamentos médicos essenciais, incluindo EPI, durante a pandemia". O Tribunal, portanto, profere um julgamento contra os Réus, conjunta e separadamente, no valor de $24.488.825.457,00, mais juros pós-julgamento.

"Esta é uma vitória histórica para o Missouri e os Estados Unidos na luta para responsabilizar a China por desencadear a COVID-19 no mundo". Pretendemos coletar cada centavo apreendendo ativos de propriedade chinesa, incluindo terras agrícolas do Missouri",  disse o procurador-geral do Missouri, Andrew Bailey, em um comunicado.

    A República Popular da China, o Partido Comunista da China, a Comissão Nacional de Saúde da República Popular da China, o Ministério de Gestão de Emergências da República Popular da China, o Ministério de Assuntos Civis da República Popular da China, o Governo Popular da Província de Hubei, o Governo Popular da Cidade de Wuhan, o Instituto de Virologia de Wuhan e a Academia Chinesa de Ciências foram todos nomeados como réus no processo.

    Bailey também escreveu no X nesta sexta-feira, 07/03/2025, "Ei, China, você deve US$ 24 BILHÕES ao Missouri. Acabei de ganhar uma sentença no tribunal. Pague — ou começaremos a apreender ativos e terras agrícolas."


    Bailey também escreveu no X nesta sexta-feira, 07/03/2025, "Ei, China, você deve US$ 24 BILHÕES ao Missouri. Acabei de ganhar uma sentença no tribunal. Pague — ou começaremos a apreender ativos e terras agrícolas."

Brasil

    No Brasil operações se realizaram em sentido inverso no âmbito dos governos estaduais. Entre março de 2020 e julho de 2021, registraram-se bandalheiras bilionárias em todos os Estados. Provas robustas acumulam-se nos porões de centenas de prefeituras. Durante a CPI da Covid, pilotada por sete senadores que viravam oito, nove ou dez quando se tornava necessária a solidariedade de suplentes negou-se a enxergar a portentosa onda de saques. Wilson Witzel, por exemplo, conseguiu a proeza de ser despejado do governo do Rio antes de chegar à metade do governo. Pousou na CPI como “convidado”, berrou um falatório de inocente injustiçado, combinou com os anfitriões uma “sessão secreta” e foi dispensado de explicações sobre o caso dos hospitais de campanha que foram pagos sem terem existido. Intimados por uma CPI de verdade, o prefeito de Araraquara, Edinho Silva (preferido de Lula para ser o próximo presidente do PT), reencontrou na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte seu “irmão de alma” Carlos Gabas, que por decisão do Consórcio Nordeste chefiou o combate à pandemia e o ataque às verbas federais. Fraternalmente, foram poupados pelos detetives de picadeiro que agiram em Brasília.




04 janeiro 2025

A Folha revela como "dezenas de milhões de dólares" foram politicamente torrados

        A Folha de São Paulo, em sua edição de hoje, nos conta como "dezenas de milhões de dólares" foram torrados no desenvolvimento de uma vacina contra covid-19, que nunca se tornou viável. A então famosa e glorificada Butantanvac (100% nacional!) ficou pelo caminho, assim como as ambições eleitorais de seu patrono.

        Em 2021, o então governador de São Paulo João Doria Jr anunciou o início da produção da Butantanvac: 150 milhões até o fim daquele ano. A salvação na Nação que estava, entretanto, na dependência de aprovação dos obscurantistas da ANVISA.

        É evidente que em processos de pesquisa e desenvolvimento são esperados perdas, atrasos e fracassos. Faz parte do ciência. Um misto de oportunismo, politicagem, vaidade e mentiras que foram travestidos de ciência (ou seita?).



Créditos: Leonardo Coutinho

.

21 abril 2024

The Real Anthony Fauci

 Pharma-funded mainstream media has convinced millions of Americans that Dr. Anthony Fauci is a hero. Hands down, he is anything but. 


As director of the National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID), Dr. Anthony Fauci dispenses $6.1 billion in annual taxpayer-provided funding for rigged scientific research, allowing him to dictate the subject, content, and outcome of scientific health research across the globe--truly a dark agenda. Fauci uses the financial clout at his disposal in a back handed manner to wield extraordinary influence over hospitals, universities, journals, and thousands of influential doctors and scientists--whose careers and institutions he has the power to ruin, advance, or reward in an authoritarian manner. 

During more than a year of painstaking and meticulous research on his laptop and through interviews, Robert F. Kennedy Jr. unearthed a shocking story that obliterates media spin on Dr. Fauci . . . and that will alarm every American--Democrat or Republican--who cares about democracy, our Constitution, and the future of our children's health. 

The Real Anthony Fauci reveals how "America's Doctor" launched his career during the early AIDS crisis by partnering with pharmaceutical companies to sabotage safe and effective off-patent therapeutic treatments for AIDS. Fauci orchestrated fraudulent do nothing studies, and then pressured US Food and Drug Administration (FDA) regulators into approving a deadly chemotherapy treatment he had good reason to know was worthless against AIDS. Fauci did the unthinkable and repeatedly violated federal laws to allow his Pharma partners to use impoverished and dark-skinned children as lab rats in beyond order, deadly experiments with toxic AIDS and cancer chemotherapies. 

In early 2000, Fauci shook hands with Bill Gates in the library of Gates' $147 million Seattle mansion, cementing a partnership that would aim to control an increasingly profitable $60 billion global vaccine enterprise with unlimited growth potential. Through funding leverage and carefully cultivated personal relationships with heads of state and leading media and social media institutions, the Pharma-Fauci-Gates alliance exercises dominion over global health policy and our beautiful country. 

This is not just another political book. The Real Anthony Fauci details how Fauci, Gates, and their cohorts use their control of media outlets - both conservative and liberal leaning, scientific journals, key government and quasi-governmental agencies, global intelligence agencies, and influential scientists and physicians to flood the public with fearful propaganda about COVID-19 virulence and pathogenesis, and to muzzle debate and ruthlessly censor dissent.

19 março 2023

GOVERNO AMERICANO (Biden) PAGOU PARA ESCONDER DANOS À VACINADOS

Informações divulgadas pela Anadolu Agency e pelo New York Post, dão conta que o governo Biden pagou para esconder danos à vacinados.

Segundo as matérias publicadas, o Projeto Viralidade, da Universidade de Stanford, revisou conteúdo para o Twitter, Google / YouTube, Facebook / Instagram, Medium, TikTok e Pinterest, visando remover posts e depoimentos legítimos que o governo não queria que fossem publicados, solicitando a censura ou restrição da visibilidade.

Registrou-se, também, o crescimento e o poder de um complexo industrial de censura dirigido pela elite científica e tecnológica dos Estados Unidos, que põe em risco as liberdades e democracia.

A lei permite que o Facebook, o Twitter e outras empresas privadas moderem o conteúdo em suas plataformas, mas os funcionários do governo Biden, pagos pelos contribuintes americanos, estão exigindo censura por plataformas de mídia social de usuários e conteúdo desfavorecidos.

"Se os funcionários do governo estão dirigindo ou facilitando tal censura", observa Jonathan Turley, professor de direito da Universidade George Washington, "isso levanta sérias questões da Primeira Emenda. É axiomático que o governo não pode fazer indiretamente o que está proibido de fazer diretamente".

E, de fato, o governo dos EUA tem financiado outros para "fazer indiretamente o que é proibido de fazer diretamente".

Os cérebros do complexo residem em quatro organizações – o Stanford Internet Observatory, a Universidade de Washington, o Digital Forensic Research Lab do Atlantic Council e a Graphika, com laços obscuros com o Departamento de Defesa, a CIA e outras agências de inteligência.

Essas quatro organizações parecem estar trabalhando com várias agências do governo dos EUA para institucionalizar a pesquisa e a defesa da censura em dezenas de outras universidades. Elas estão criando listas negras exigindo que as plataformas de mídia social as censurem e até proíbam totalmente a participação das pessoas listadas.

Essas organizações e outras também estão executando suas próprias operações de influência, que muitas vezes chamam de "verificação de fatos" quando o fazem e "desinformação" quando seus oponentes o fazem.

Operações de influência passadas envolveram convencer jornalistas e executivos de mídia social de que informações precisas são desinformação, que hipóteses válidas são teorias da conspiração e que uma maior autocensura resulta em reportagens mais precisas.

Mike Benz, presidente da Foundation for Freedom Online, observa que o projeto foi "delegado pela [Homeland Security] para censurar milhões de ... opiniões... sobre a covid", relata o New York Post.

O procurador-geral do Missouri, Andrew Bailey, cujo processo está destruindo os encobrimentos do governo Biden, descreveu o programa: autoridades federais de saúde dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e Serviços de Saúde e Humanos (HHS) colaboraram em uma "empresa de censura chamada Projeto Viralidade (Virality Project – VP) que obtém a censura de enormes quantidades de discurso protegido pela Primeira Emenda".

O Projeto Viralidade, do Stanford Internet Observatory, em parceria com outros contratados federais, enviou relatórios semanais de "desinformação anti-vacina" para as maiores empresas de mídia social, que trabalharam em conjunto com a Universidade de Stanford para suprimir ou limitar informações verdadeiras sobre a covid e os efeitos colaterais das vacinas.

O projeto "rotineiramente enquadrou depoimentos reais sobre os efeitos colaterais [da vacina] como desinformação, desde 'histórias verdadeiras' de coágulos sanguíneos de vacinas da AstraZeneca até uma história do New York Times sobre receptores de vacinas que contraíram a trombocitopenia do distúrbio sanguíneo".

Também foram censurados indivíduos que sugeriram que aqueles que haviam recebido a vacina ainda estavam contraindo o vírus em taxas bastante altas, embora a OMS, e agências de saúde não ligadas ao governo federal dos EUA, tenham sustentado de longa data que as vacinas não previnem a transmissão, e admitido que houve lesões e mortes como resultado das imunizações contra a covid.

A FDA agora admite que as vacinas podem causar derrames em idosos; muitos estudos ligaram as vacinas à miocardite em homens jovens.

O Projeto de Viralidade ridicularizou como "desinformação" alegações de que as vacinas falharam em prevenir a transmissão da covid, mesmo depois que o CDC admitiu o fracasso da vacina nesse sentido.

A Graphika, financiada pelo Pentágono e parceira do Projeto Viralidade, enviou ao Twitter um relatório alertando: "Esse processo contínuo de semear dúvidas e incertezas em vozes autoritárias leva a uma sociedade que acha muito desafiador identificar o que é verdadeiro ou falso".


A descoberta do Projeto Viralidade de Stanford "acelerou a evolução da censura digital, movendo-a de julgar a verdade / inverdade para um novo modelo mais assustador, abertamente focado na narrativa política às custas dos fatos".

... "Muitas das contas e mensagens visados pelo Projeto Viralidade, e identificados no Twitter como desinformação, eram relatos fatuais de pessoas sobre sua experiência com as vacinas", como o mostrado na imagem abaixo.

Leia também: "Governo alemão quer fabricantes pagando pelos danos causados a vacinados", neste link.

03 janeiro 2023

O PAU QUE DÁ EM CHICO DÁ EM FRANCISCO

Um dos temas mais discutidos durante o governo Bolsonaro foi a pandemia C19. Seus opositores o atacavam cotidianamente e, no Senado, conseguiram implantar uma CPI, que após inúmeras tentativas de incriminar o governo nada conseguiram, especialmente sobre os contratos para compras de vacina. 

Ao seu final - com destaque - o que ficou mesmo foi o desrespeito e o tratamento indigno aos que lá compareceram, especialmente à Dra. Nise Yamaguchi, cuja dedicação à saúde e à ciência é de reconhecimento mundial, o que provocou a divulgação de uma nota de repúdio pelo MPV (Médicos Pela Vida).

Uma outra pessoa que diariamente sofria pancadas foi o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a começar pelo fato de não ser médico.

 O PAU QUE DÁ EM CHICO DÁ EM FRANCISCO

Dra. Nísia e o Gen Pazuello, na Fiocruz

Para o novo governo, Lula nomeou a Dra. Nísia Trindade, socióloga e até então presidente da Fiocruz (2017-2022). Sem entrar nos méritos das decisões tomadas pelos presidentes Bolsonaro e Lula e o desempenho de cada um dos ministros, passado e futuro, encontramos dois fatos em comum entre eles: 

    • os dois não são médicos, e

    • ambos foram/são acusados de participarem de processos administrativos suspeitos, durante o período mais crítico de combate a C19.
É o que encontramos registrados nos arquivos públicos da "sagrada" Internet. Confira.


De nossa parte, entendemos que a natureza do título acadêmico de uma graduação não é o principal requisito para o exercício de determinadas funções. Há outros requisitos que os supera. Mas aqui não iremos discorrer sobre isto.

Contudo, tal coincidência entre um antecessor e o seu sucessor, só pode ser mesmo coisas do cosmos, ou do Brasil diriam outros. Ou, quem sabe, só mesmo Carl Sagan, o grande revelador dos segredos do planeta azul, possa explicar essa tal coincidência.


19 janeiro 2022

COVID19 - MÉDICOS QUESTIONAM ANVISA SOBRE APROVAÇÃO DE VACINAS EM CRIANÇAS

Profissionais pedem providências das autoridades em relação a supostas falhas no registro de aprovação de imunizantes contra covid-19

David Ágape - Revista Oeste 17 JAN 2022

Na quinta-feira 13, um grupo formado por 45 profissionais da saúde, entre infectologistas, cardiologistas e imunologistas, enviou um pedido de informações endereçado ao presidente da República, Jair Bolsonaro, e a diversas autoridades, como a Controladoria-Geral da União, a Procuradoria-Geral do Ministério Público, o Ministério da Saúde e o Conselho Federal de Medicina, pedindo providências em relação a supostas falhas no registro de aprovação da vacina contra a covid-19 para crianças a partir de 5 anos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Assim que a Anvisa autorizou a vacinação infantil, em 16 de dezembro, o mesmo grupo de médicos já havia encaminhado um documento à Anvisa intitulado “Questionamentos sobre vacinação de crianças brasileiras — 45 médicos”. Em resposta, a agência reguladora emitiu uma nota técnica, e prestou esclarecimentos aos profissionais.

Para os médicos, no entanto, o “documento elaborado pela Anvisa causou indignação em face da quantidade de inverdades declaradas”. Por isso, o grupo elaborou um novo pedido com mais de 300 páginas reunindo estudos, pesquisas e referências bibliográficas, para que as autoridades apurem possíveis irregularidades e para que a Anvisa forneça mais explicações. O documento pode ser lido na íntegra aqui.

Autorização das vacinas pela Anvisa

Na avaliação dos médicos, as vacinas contra covid-19 em aplicação no Brasil ainda estão em “caráter experimental”, uma vez que os estudos não foram totalmente concluídos.

O documento explica que são quatro as fases de pesquisa clínica para desenvolvimento de uma vacina. No Brasil, segundo a papelada, todas as vacinas contra covid aprovadas pela Anvisa se encontram na fase 3, que ainda deve ser complementada pela fase 4, cujo objetivo mais importante é “detectar e definir efeitos colaterais previamente desconhecidos ou incompletamente qualificados, assim como os fatores de risco relacionados. Essa fase é conhecida como Farmacovigilância”.

Assim, pelo fato de não terem completado integralmente a terceira fase dos estudos, nem mesmo as vacinas que conseguiram obter o registro definitivo na Anvisa, como a da Pfizer e a da AstraZeneca, “deixaram de ser medicamentos experimentais apenas em decorrência do registro, uma vez que ainda estão sendo submetidas à Fase III dos respectivos estudos científicos,” defendem os médicos.

No entanto, em nota técnica publicada em dezembro, a Anvisa informou que “as vacinas contra covid-19 autorizadas no Brasil não são experimentais, tendo todas cumprido com as etapas de desenvolvimento clínico completo”.

Os profissionais rebatem a afirmação da Anvisa: “Como pode a Anvisa afirmar, portanto, que o produto não é experimental e que a segurança e eficácia já estão comprovadas, se o registro sanitário ‘definitivo’ foi concedido sob a condição de que a empresa teria até janeiro de 2024 para concluir os estudos e provar a segurança e eficácia da Cominarty/Pfizer?”

No caso da vacina pediátrica da Pfizer, o documento questiona ainda o fato de que a Anvisa autorizou o pedido da farmacêutica sem que “fosse efetuado um novo registro de fármaco para contemplar a faixa etária de 5 a 11 anos, já que até mesmo as fórmulas dos produtos eram totalmente diferentes”.

Os médicos também contestam o VigiMed  — o sistema utilizado hoje pela Anvisa para reportar casos de reações adversas a medicamentos, inclusive vacinas contra a covid-19. Segundo o documento, os dados do Vigimed apresentam diversas inconsistências, além da dificuldade para submeter informações no sistema.

Requerimentos

Por fim, o grupo pede investigação dos fatos apontados no documento e a instauração de procedimento para que:

  • A Anvisa seja compelida a anular imediatamente o ato administrativo que autorizou o registro “definitivo” da Cominarty/Pfizer para as faixas etárias de 5 a 11 anos e de 12 a 15 anos;

  • Apure-se criminal e administrativamente os eventuais erros cometidos na vacinação de crianças e adolescentes até o momento;  

  • Determine-se para que haja notificação compulsória dos eventos adversos relacionados à vacinação de crianças, adolescentes e de gestantes;

  • Realize-se perícias nas vacinas da Pfizer de rótulos laranja, cinza e roxo, para que se investigue a composição integral dos produtos após as quinze alterações de bulas autorizadas pela Anvisa;

  • As autoridades competentes determinem que no mínimo três amostras de cada uma das atuais vacinas contra covid-19, de lotes diferentes, sejam auditadas por laboratórios independentes.

18 janeiro 2022

A VERDADE NUA E CRUA

No Brasil, de um dia para o outro, por determinação do STF, governadores e prefeitos passaram a ter controle total sobre a vida dos cidadãos. Cidades foram fechadas. Praias e parques não podiam ser frequentados. Igrejas ficaram sob cadeados. Produtos foram proibidos de serem vendidos nos mercados. Os lockdowns e o pânico obrigaram pessoas infectadas e contaminadas a conviverem juntas. Muitos infectados eram assintomáticos e disseminaram a doença na sua família sem o saber.

Qual o racional que os levou a lockdowns e medidas restritivas severas. Não, em nenhum pronunciamento gráficos e números foram mostrados. Não existem até hoje evidências que essas medidas diminuíram os óbitos.

Talvez em alguns lugares o lockdown tenha dado certo. Mas é pouco provável que em lugares tão diferentes, e em países com níveis socioeconômicos tão diversos, os resultados tenham sido os mesmos. No Brasil estima-se que apenas da 1/3 da população pôde trabalhar em casa, remotamente. Os demais, seja pelo tipo de trabalho (profissionais de saúde e motoristas de ônibus, por exemplo) tinham que estar nas ruas ou foram despedidos, quando os negócios em que trabalhavam foram obrigados a fechar, como os pequenos comércios, bares e restaurantes.

Óbitos

As causas das mortes não estão claras, e não conseguimos separar as mortes providas diretamente pelo vírus das pessoas que morreram de outras causas, mas que estavam com o vírus. Tudo foi contabilizado como tendo o vírus como causador. 

Em nome do combate ao vírus, comitês de saúde das prefeituras e estados deixaram as pessoas morrerem. Eles optaram por priorizar o combate ao vírus, mesmo sabendo que outras mortes ocorreriam. O tratamento tardio foi causa de inúmeras mortes por AVC, câncer e diabetes, por exemplo. Porém, optaram por deixar esses óbitos acontecerem, tudo em nome da luta contra a pandemia.

Assim, o pensamento estreito e a obsessão em combater uma única doença criou uma tirania, a dos especialistas, endeusados pela mídia e também transformou obscuros especialistas em celebridades, às custas da saúde física e mental da sociedade.

Vacinas

Diariamente a população está sendo exposta a uma enxurrada de informações de natureza contraditóriaEstão subjugadas aos interesses políticos e financeiros das big pharmas. Nenhum político ou comitê de saúde veio a público para dizer que suas medidas ocasionariam efeitos colaterais graves e eles sabiam disso, mas ocultaram. As imagens dizem mais.



Economia

"Fique em casa, a economia a gente ver depois." Qual o custo de uma família perder seu sustento? Quando recuperarão seu poder de compra? De acordo com o relatório sobre a desigualdade global da Oxfam, a pandemia tornou os bilionários do mundo mais ricos e levou mais gente a viver na pobreza. Essa queda na renda dos mais pobres contribuiu para a morte diária de 21 mil pessoas. Adicionalmente, a pandemia gerou um pânico que foi exacerbado pela mídia e por políticos incompetentes, que reagiram de forma irracional.

Liberdade

As emergências sempre foram pretextos para corroer a liberdade. As burocracias, uma vez conseguido o poder a eliminam. Qual o nível de ansiedade, pânico, depressão, raiva e solidão que isso ocasionou? A mídia martela dia e noite sobre o vírus, aumentando o clima de terror e pânico. 

A vida no planeta deixou de existir e tudo passou a girar em torno da pandemia.


16 janeiro 2022

COVID19 - RETROSPECTIVA 2021

Depois de decorridos dois anos de pandemia, o vídeo "Retrospectiva 2021", incluso neste post, é muito elucidativo para se entender melhor os pronunciamentos realizados por aqueles que possuem poder e/ou fortunas no mundo. Fica notório que há interesses gigantescos e que nenhum deles é honesto.

O mesmo ocorre aqui no Brasil. Mas aqui, pelo menos, tornou-se fácil identificar um importante personagem que tem falado somente a verdade, independente de se concordar, ou não, com a sua opinião. Refiro-me ao presidente da República, Jair Bolsonaro.

A pandemia, há quem diga que ela foi planejada, tornou-se um caminho pavimentado que tem sido utilizado para se alcançar outros objetivos de natureza política e financeira.

No último dia 10/01, em entrevista, o Dr. Roberto Zeballos, aqui, apontou alguns interesses escusos em todo esse processo e que agora podermos constatar sua existência nesta retrospectiva ora apresentada.





14 janeiro 2022

PASSADOS DOIS ANOS DE PANDEMIA A "TEMPERATURA" NÃO BAIXOU

    Desde o surgimento do vírus chinês em 2019/2020, muito já se escreveu sobre as previsões do fim do mundo, algo que se repete por milênios, desde aqueles profetizados no Apocalipse, até os mais recentes conhecidos como o bug do milênio, ou Y2K em 2000, e o fim do calendário Maia, em 21 de dezembro de 2012, para concluir que também significava o fim do mundo.

    Dentre as previsões conhecidas, muitas delas estiveram vinculadas à grandes epidemias e endemias, como a Peste Negra, causada pela bactéria Yersinia pestis, que matou cerca de 50 milhões de pessoas no século XIV. Outras grandes pandemias levaram a óbito milhões de pessoas: cólera (1816), gripe russa (1889), gripe espanhola (1918), gripe asiática (1957), gripe de Hong Kong (1968), varíola (que no século XX causou a morte de 300 milhões de pessoas) e, mais recentemente, ebola, H1N1, Sars e Mers (síndrome aguda respiratória grave).

    Contudo, nenhuma delas foi tão fortemente utilizada pelos políticos e pelos regimes de poder, em todo o mundo, como a Covid19, que impôs um grande desafio para todo o planeta. A esses componentes, se juntaram novas variáveis do mundo atual: a busca pelo domínio social e os interesses financeiros das bigpharmas e das bigtechs.

    Passados dois anos de pandemia a 'temperatura" não baixou. Ao contrário, diariamente a população está sendo exposta a uma enxurrada de informações de natureza contraditória, que se tornou mais relevante nos dias de hoje devido ao tempo - segundos - gasto pela notícia para percorrer o mundo, passando a ter, sobre nós, um poder que jamais teve sobre os nossos antepassados.

    Por esses meios, veio à público, além dos déficits históricos dos sistemas de saúde em todo o mundo, o enfraquecimento das instâncias de governança globais e regionais, confiança reduzida entre os países, e entre níveis diversos de governo no interior dos países. 

    Nesse contexto, por exemplo, encontram-se em fortes discussões e/ou em disputas: a origem do vírus (se em um laboratório, ou não), a produção, o financiamento e a aquisição de vacinas e o controle social da população com a aplicação de lockdowns, uso de máscaras, passaportes sanitários, ...

Repito aqui o que li nas redes sociais da Dra. Roberta Lacerda, médica infectologista:

"Desde março/20 percebi um movimento muito estranho no modo como essa Pandemia estava sendo “transmitida” em tempo real. Resolvi fechar meus olhos e ouvidos apenas para aquilo que eu via a beira do leito e discutia com vários colegas - das mais diferentes visões - para tirar minhas próprias conclusões. Ao receber as informações internacionais e ver como o conteúdo e a censura e cancelamento eram os mesmos, só mudava o CEP entendi que vivíamos, além da Pademia, um experimento de controle social q gerou essa Ditadura Sanitária ou “Arianismo Pandêmico” dos mandatos vacinais - mais por força de lei que por razões científicas."


    Entrevista, na íntegra,  com o Dr. Roberto Zeballos aqui, com especial atenção sobre os interesses escusos na criação de pânico na população e sua consequências, como o controle de massas populacionais. 

    No próximo sábado, 22 de janeiro, participe do movimento mundial em favor da sua liberdade, contra a ditadura sanitária que, no fundo, é apenas uma célula do totalitarismo, em larga escala, planejado para o mundo.




10 janeiro 2022

NOTA DA ANVISA - QUEM TERÁ SIDO O MARIGHELLA DESTA VEZ?

O Editorial do Correio da Manhã que circula nesta segunda, 10 de janeiro de 2022, nos indica que "o atual presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) serviu de bucha de canhão para a mídia de oposição ao Presidente Jair Bolsonaro esta semana". [.... ]  "Antônio Barra Torres virou o protagonista do tolo ato de insubordinação de um oficial general contra o comandante supremo das forças armadas brasileiras,  reeditando, em reverso,  a essência do mesmo comportamento do marinheiro José Anselmo dos Santos, o cabo Anselmo, em 1964".

Como sabemos, em 1964, líderes sindicais, entorpecidos pelo poder que experimentavam sitiando o trabalho, a economia e o Estado arrotavam fanfarronice e recebiam ajuda em moeda estrangeira, assim como a orientação de assessores comunistas do Leste Europeu, especializados no trabalho de agitação. Parte da juventude brasileira era envolvida com facilidade pelas opções guerreiras e ideias marxistas que já infiltravam até a Ação Católica.

Nesse ambiente, tinha surgido, em 1962, a Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais, contaminada pelo Partido Comunista. Em pouco tempo o cabo Anselmo foi conduzido à sua direção. Segundo ele próprio: "Transformei-me ou fui transformado num demônio agitador aos olhos da hierarquia militar". 

Chegou-se a março de 1964 com um quadro de baderna e de rebeldia dos soldados marinheiros e de outras forças. 

O ápice desse movimento ocorreu durante uma assembléia, em um ato de comemoração do segundo aniversário da Associação, com o discurso que o Anselmo proferiu aos marinheiros no dia 25/03/1964, discurso este, cuja redação final foi de Carlos Marighella, o dirigente rebelde e que mais tarde ficaria famoso, na direção da ALN (Aliança Libertadora Nacional), por radicalizar as ações terroristas - assaltos a bancos, sequestros de pessoas e aeronaves, justiçamento, bombas ...

O cabo Anselmo leu então um discurso claramente anárquico, estimulando a indisciplina e a subversão da ordem em todo o País. No dia seguinte havia um tanque de guerra diante dos portões do Sindicato dos Metalúrgicos (local de realização da assembléia) e uma tropa de fuzileiros comandada por um oficial com a ordem de prisão para os militares da Marinha presentes na assembléia.

Neste momento o Brasil quer saber quem terá sido o Marighella do contra-almirante RM1 da Marinha brasileira. O teor da nota divulgada por ele não deixa a menor dúvida de que foi escrita a quatro mãos.

Com a palavra agora, o comandante-geral da Marinha e o seu Estado Maior, que não podem endossar com silêncio o ato insubordinado do diretor, já que usou o nome da Marinha do Brasil, como conclui o Editorial do Correio da Manhã, que, na sua íntegra está copiado a seguir.


A grave insubordinação de um contra-almirante

Por Claúdio Magnavita*


O atual presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) serviu de bucha de canhão para a mídia de oposição ao Presidente Jair Bolsonaro esta semana. Antônio Barra Torres virou o protagonista do tolo ato de insubordinação de um oficial general contra o comandante supremo das forças armadas brasileiras.

Ele começa uma nota pública, divulgada neste sábado, 8 de janeiro, se qualificando como oficial general da Marinha brasileira. Ser contra-almirante, aliás, foi o seu principal predicado para ser indicado diretor-presidente da Anvisa. Foi uma indicação do almirante Flávio Rocha. Na carta, ele pede que o Comandante das Forças Armadas se RETRATE.  É exatamente isso: um contra-almirante exigindo retratação do presidente da República e comandante chefe das Forças Armadas.  O pior é que o presidente Bolsonaro não fez nenhuma acusação ao cidadão e oficial general da reserva Barra Torres. Ele apenas questionou que interesses a Anvisa teria na liberação da vacina para crianças.

Para piorar a sua situação de motim, o atual presidente da agência assina a nota como contra-almirante RM1 Médico/Marinha do Brasil. Não há dúvidas. É um oficial general da reserva remunerado da Marinha, ocupando uma função de altíssima confiança no Governo Federal, peitando a sua autoridade maior.

Este comportamento, que atropela, inclusive, o comandante-geral da Marinha, almirante Almir Garnier Santos, e o Ministro da Defesa, general Braga Netto, aos quais deveria submeter, por hierarquia, o seu desconforto. Com esta atitude, Barra Torres não defende a sua honra. Pelo contrário, macula o uniforme que usou por 32 anos. O respeito à hierarquia é o pilar principal da vida militar. O mais grave é que este contra-almirante se escuda no mandato de diretor da agência, que termina em dezembro de 2024. Se o brio militar fizesse parte do seu crédito, deveria primeiro entregar a sua carta de renúncia do cargo que ocupa na Anvisa, indicado em 4 de novembro de 2020 pelo próprio presidente, que agora ele confronta.

O comportamento de Barra Torres já emitia sinais de que ele era uma bomba relógio ambulante. O Correio da Manhã, através de duas notas na Coluna Magnavita, já havia feito o registro. No dia da sessão da Anvisa, que aprovaria a primeira vacina, ele apareceu usando um colete de padrinho de casamento. Também, em coletivas, usou e abusou dos símbolos da Ordem de Malta, da qual é cavaleiro, tanto em gravatas, lapela e máscara .  Sinais de uma personalidade incomum, ao ser submetido ao estrelato. 

É lamentável assistir um oficial das forças armadas brasileiras colocando seus colegas de farda em saia justa, principalmente aqueles que endossaram a sua indicação. O respaldo de caserna evitaria um comportamento traidor e torpe.   

Barra Torres reedita, em reverso,  a essência do mesmo compartimento do marinheiro José Anselmo dos Santos, o cabo Anselmo, em 1964.  Entregar a carta de demissão e recolher-se a sua insignificância é que lhe resta a fazer.  

Com a palavra agora, o comandante-geral da Marinha e o seu Estado Maior, que não podem endossar com silêncio o ato insubordinado do diretor, já que usou o nome da Marinha do Brasil.

*Cláudio Magnavita é diretor de redação do Correio da Manhã

09 janeiro 2022

APRENDER COM A ÍNDIA E DERROTAR O CORONA

 

O tratamento medicamentoso precoce mostra-se um sucesso. Enquanto a vacinação é considerada uma panacéia na Alemanha, o tratamento preventivo contra a Covid faz sucesso em outras partes do mundo.

No estado de Uttar Pradesh, a taxa de vacinação é mínima. O Covid praticamente não é mensurável lá, escreve Vera Lengsfeld.





O caso da Índia é emblemático. Chegaram a proibir a IVMCT, explodiram os casos, retomaram o remédio e praticamente zerou. Isso em um estado que tem a mesma população do Brasil. Lá, pediram prisão para a conselheira da OMS que recomendou proibir a IVMCT.