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Mostrando postagens com marcador Déficit. Mostrar todas as postagens
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03 dezembro 2024

Balanço dos dois anos de governo petista é fortemente negativo


Estamos chegando ao final do ano. Hora de balanços sobre o que ocorreu em 2024. Infelizmente, para o Brasil, o saldo não é positivo em todas as áreas. O panorama geral reflete pessimismo em relação ao desempenho do governo atual e saudade dos resultados da gestão passada (2019-2022).

É o que diz, por exemplo, as manchetes de matéria publicada no Poder360, 03/12/2024, que reproduz números vistos em governos anteriores do PT.


📦Correios têm prejuízo recorde e estatal fala em “insolvência”

💰 Estatal tem o maior rombo de sua história em “insolvência”

💰 Estatal tem o maior rombo de sua história

Sobre o mesmo tema, o Diário do Poder expõe: Correios saem de lucro bilionário na gestão Bolsonaro para prejuízo recorde com Lula, detalhada em seu teor: "Os Correios registraram prejuízo de R$2 bilhões entre janeiro e setembro deste ano, é o maior valor já registrado para o período. A estatal caminha para superar o déficit de 2015, com Dilma Rousseff (PT) na Presidência da República, quando fechou o ano com rombo de R$2,1 bilhões. Em 2021, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, os Correios registraram o maior lucro da história, R$ 3,7 bilhões. Em 2023, o rombo foi de R$600 milhões, mas houve uma manobra contábil para evitar um prejuízo ainda maior. A empresa pagou R$1 bilhão em indenização e lançou o gasto retroativamente para 2022, o que fez com que a estatal registrasse prejuízo de R$800 milhões.

A coluna do Cláudio Humberto chama a atenção para o dólar e a inflação: "O dólar batendo o quarto recorde consecutivo e os sinais pessimistas emitidos no Boletim Focus nesta segunda-feira (2) deixaram ainda mais preocupados setores do mercado financeiro, que temem uma escalada da inflação diante da falta de compromisso do governo Lula (PT) em cortar despesas para se adequar às receitas. A taxa Selic está hoje em 11,25%, valor fixado após a última reunião do Copom, em novembro, mas pode bater os 13%. O banco Pine aponta 14% em 2025”.


Tais notícias, dentre outras nos remetem aos anos do governo Bolsonaro. Destaque-se esta que foi publicada pela CNI, ao final de 2020, um balanço do referido ano. Nela estão incluídos os seguintes setores: INFRAESTRUTURA, MEIO AMBIENTE, POLÍTICA INDUSTRIAL E INOVAÇÃO, INTERNACIONAL, RELAÇÕES TRABALHISTAS, TRIBUTAÇÃO, SENAI E SENAI - Inovação & Tecnologia. Você pode ser a matéria completa clicando aqui.

Não se precisará de muito esforço para se verificar a enorme distância entre os resultados do governo nos anos 2019-2022, daqueles obtidos em quase duas décadas de governos petistas, cujos fatos mais relevantes foram o mensalão e o petrolão.

04 novembro 2024

Telebras assume “pedalada fiscal” e prevê prejuízo de R$ 184 milhões em 2025

Pedalada fiscal é uma expressão criada no Brasil, durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, para designar artimanha que teria sido empregada pelo Governo Federal para burlar a Lei de Responsabilidade Fiscal e realizar gastos superiores aos autorizados pela lei orçamentária anual, aprovada pelo Congresso. 

Em 2023 (26/08), o PT protocolou um projeto de lei para anular o impeachment de Dilma Rousseff. A medida foi tomada após Lula ter afirmado ser preciso "reparar" Dilma.


O vírus sobrevive



Telebras, estatal de telecomunicações, ter realizado uma manobra contábil no valor de R$ 77 milhões para transferir despesas de 2023 para o orçamento de 2024. A ação foi formalizada em documento enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU), revelado em primeira mão pela imprensa. 

A empresa agora prevê um déficit de R$ 184 milhões para 2025, mais que o dobro das perdas estimadas para este ano, o que levanta questionamentos sobre a viabilidade financeira da estatal nos próximos anos.

A prática da "pedalada fiscal", não é apenas controversa — ela é considerada ilegal pelo TCU, uma vez que desrespeita as normas constitucionais de transparência e responsabilidade fiscal. 

O mecanismo é inadequado e distorce o balanço financeiro, comprometendo o planejamento futuro do governo e ainda gerar uma sobrecarga de dívidas a serem pagas pela União.

Em resposta à divulgação, parlamentares do Partido Novo solicitaram ao TCU uma apuração rigorosa sobre o caso, defendendo que o uso incorreto de tal ferramenta configura improbidade administrativa e crime de responsabilidade. 

O ministro Antonio Anastasia, relator do processo no TCU, já requisitou explicações formais da Telebras e do Ministério das Comunicações, pasta responsável pela supervisão direta das operações da estatal.

Com a projeção de um déficit bilionário em meio a uma política de fortalecimento das estatais, o cenário lança luz sobre a sustentabilidade das operações da Telebras e a viabilidade de seu modelo de negócio no longo prazo.

29 outubro 2024

A inversão do Caminho da Prosperidade pelo advento de uma nova Década Perdida


A notícia acima foi publicada nesta terça-feira (29/10/2024) e se soma a diversas outras (imagens) que mostram o desempenho econômico brasileiro a partir de 2023 quando então assumiu o novo governo petista. O desastre econômico brasileiro deixa de ser uma projeção e se torna uma realidade.


 








Esses números nos fazem lembrar da chamada década perdida de 1980, quando ocorreu uma forte desaceleração econômica sob planos econômicos mal concebidos.

Entre 1980 e 2020, apesar do Plano Real, a produtividade da economia brasileira ficou estagnada (ao contrário do que ocorreu entre 1900 até 1980), as contas públicas se deterioraram e o endividamento cresceu. 

O cenário econômico brasileiro, em 2019, quando o governo Bolsonaro assumiu o comando do País era desastroso:

  • marcos regulatórios inadequados;
  • elevada carga tributária;
  • queda nas taxas de investimento;
  • produtividade estagnada;
  • gastos crescentes do governo;
  • contas públicas deterioradas;
  • endividamento crescente em bola de neve;

e uma economia fechada, desperdiçando décadas de globalização acelerada com a integração de cadeias produtivas.



Foi então, com base nesse diagnóstico, que entrou em cena o Posto Ipiranga e formulou uma política econômica centrada no binômio consolidação fiscal e reformas pró-mercado para aumento da produtividade, que vem sendo desconstruída pelo governo Lula e remete a se pensar novamente para o Brasil no advento de uma nova década perdida.

No que se refere a consolidação fiscal e ao equilíbrio das contas públicas foram deflagradas as seguintes medidas:

  • a reforma da previdência com a redução dos privilégios e a mudança para um regime de capitalização;
  • redução das despesas com juros sobre a dívida interna alterando o denominado policy mix fiscal e monetário e estoques (balance sheet repair program);
  • desinvestimentos estatais;
  • privatizações;
  • desalavancagem de bancos públicos;
  • reforma administrativa;
  • digitalização dos serviços públicos;
  • pacto federativo;
  • reforma estruturante sobre o pagamento de precatórios.

Apesar das consequências da COVID-19 e da guerra Rússia x Ucrânia, os resultados obtidos com esses itens implementados de uma política econômica foram significativos. Em 2018, a dívida brasileira em relação ao PIB era de 75,3% e o governo gastava 19,3% do PIB. Em 2022, a dívida já tinha sido reduzida para 71,7% do PIB e os gastos do governo foram reduzidos para 18%.

No que se refere as reformas pró-mercado para o aumento de produtividade, destacaram-se a aprovação dos novos marcos legais:

  • novo marco do gás;
  • novo marco do saneamento;
  • novo marco de cabotagem;
  • novo marco de ferrovias;
  • nova lei de falências;
  • nova lei cambial;
  • autonomia do Banco Central;
  • desestatização do mercado de crédito;
  • novo marco de registros públicos;
  • novo marco de securitização;
  • novo FGTS (saque aniversário de FGTS);
  • lei da liberdade econômica, ...

Além disso, 1/3 das empresas estatais foram vendidas incluindo a Eletrobras, a maior privatização já realizada no Brasil, ou fechadas no período, a abertura da economia ao mercado internacional bateu recordes, treze tributos foram reduzidos de maneira permanente para toda a economia -  com destaque para a redução de 30% no IPI), os programas sociais foram fortalecidos, títulos de propriedades urbanas e rurais foram dados aos moradores, várias medidas de desburocratização foram implementadas no mercado de trabalho e um robusto programa de concessões foi posto em prática atraindo bilhões de dólares em investimentos.

Em 2022, último ano do governo Bolsonaro, o PIB brasileiro cresceu igual ao PIB da China, e a inflação brasileira foi menor do que a inflação americana. Fato inédito em nossa história.

Não é difícil se concluir que estávamos no Caminho da Prosperidade, e hoje, como os dados já ilustram estamos no advento de uma nova Década Perdida.


04 agosto 2023

Petrobras: a destruição está sendo mais rápida do que a esperada

Passados apenas sete meses do novo governo essa previsão se confirmou. Depois de um resultado recorde em 2022, o lucro líquido da Petrobras despencou 47% e a dívida subiu 8,2%, no segundo trimestre deste ano, após, entre outros fatores, as propagadas alterações na política de preços dos combustíveis. O pagamento de dividendo desabou 83%.

No final de 2022 já se anunciava que o Brasil estava nos estágios iniciais do que poderia vir a ser uma longa e sinistra viagem. O texto acessível neste link indicava essa afirmação.

A Petrobras informou, na noite desta quinta-feira (3), que o lucro líquido da estatal caiu de R$ 54,3 bilhões no segundo trimestre do ano passado para R$ 28,8 bilhões no mesmo período deste ano. Segundo a petroleira, foi acumulado o lucro líquido de R$ 66,9 bilhões no primeiro semestre, 32% a menos que no mesmo período do ano passado (R$ 98,9 bilhões). O Ebitda, indicador que mede a geração de caixa, recuou 21,8%, para R$ 56,69 bilhões.

Não dá para admitir que uma empresa petrolífera perca dinheiro toda vez que os preços do petróleo sobem no mercado internacional. Isso é totalmente irracional. Se bem que racionalidade nunca foi o forte do PT.

A história vai se repetindo, praticamente idêntica a do período 2003-2016. A receita repete a manutenção de preços artificialmente baixos, planos de investimentos mirabolantes e aparelhamento político.

A PPI (Preço de Paridade de Importação) foi arquivada, e a Petrobras voltou a vender combustíveis no mercado brasileiro a um preço mais baixo do que no mercado internacional (20% no diesel e 21% na gasolina), amargando prejuízos em seu balanço. Da última vez que isso ocorreu, entre 2014-2014, a empresa acumulou um rombo de cerca de R$ 240 bilhões. Ao final do da presidência de Dilma, a Petrobras tinha se tornado a empresa mais endividada do mundo e suas ações, nesse período, despencaram, passando de R4 40 para R$ 6.

O governo quer mais investimentos por parte da estatal, na mesma linha do que foi feito nas gestões petistas. Boa parte do dinheiro desse dinheiro deve ir para a construção de novas refinarias que, no passado, tiveram desfechos trágicos (PE, RJ, CE e MA).

O tripé da gestão petista na Petrobras se torna completo com o seu respectivo aparelhamento político. Para isto, foi violada a lei das Estatais e o Estatuto da própria empresa que veda políticos e dirigentes partidários por 36 meses. Nesse contexto foram nomeados o atual presidente da empresa, Jean Paul Prates, e três membros do Conselho de Administração: Pietro Mendes, Efrain Cruz e Sergio Resende.

31 janeiro 2017

CONTAS PÚBLICAS NO VERMELHO PELO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO

Como era esperado, as contas do governo fecharam 2016 no vermelho pelo terceiro ano consecutivo, com um rombo recorde de R$ 154 bilhões, o maior em 20 anos, equivalente a 2,4% do PIB. Em termos reais, ou seja, descontada a inflação, esse deficit subiu 26,7%.

Ao divulgar esses números, o governo logo os atribuiu, como responsável principal, os valores deficitários obtidos com a Previdência Social. Não se ouviu nenhum mea culpa a má gestão da máquina pública e outras coisas mais, com a qual esteve umbilicalmente envolvido ao longo dos últimos anos.

Por coincidencia, ou não, na mesma data da divulgação desses números, vem à luz, com a prisão do Sr. Eike Batista, mais um capítulo do desmonte da farsa brasileira ocorrida nesse período de gestão.

Com essa prisão, a sociedade brasileira tomou conhecimento da farra vergonhosa promovida, com dinheiro público, pelo Sr. Eike Batista, empreiteiras e políticos de todas as matizes (partidos não existem neste País), cuja fatura vem caindo no colo da população brasileira através de calotes em empregos, salários e serviços essenciais como saúde, educação e segurança.

Não há como dissociar, por exemplo, o referido empresário do BNDES que, por vários anos, irrigou o caixa das empresas do grupo X e estas, por sua vez, as contas de siglas partidárias e respectivos "donos", como vêm mostrando as fases da operação Lava Jato.

Ansiosamente, a sociedade brasileira espera que a profecia do Sr. Eike Batista, feita no aeroporto de Nova York antes de ser preso, venha a ser confirmada em breve. Lá ele afirmou: "O Brasil que está nascendo agora será muito melhor. O trabalho realizado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público é espetacular".

Pois bem, que o empresário e os poderosos, os quais, sem constrangimento, ele comprou estejam vivos e na cadeia para enxergarem esse novo Brasil.

Só assim, títulos como o deste post jamais serão vistos em qualquer meio de comunicação.

É chegada a hora de se mudar essa cor !