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07 agosto 2026

Brasil fasciolulista

Lula e Nikolai Petruschev

Que ninguém se iluda: O contexto em que está mergulhado o Brasil fasciolulista diante da iniciativa de Marco Rubio e de Trump reunindo 32 países em uma reunião na OEA para tratar da segurança continental liderada pelos EUA, o chamado Escudo das Américas, proposta esta recusada pelo Brasil, que não comparecerá ao encontro, tem bastidores do lado brasileiro que tem tudo para descambar para um conflito ainda mais grave e profundo entre os dois países, que não se limitarão somente às relações comerciais e econômicas.
Não é fruto do acaso que logo após Múcio, o Ministro da Defesa brasileiro, informar Lula que as Forças Armadas brasileiras estão em estado de penúria, sendo melhor “abrir o portão” e deixar entrar tropas dos EUA em caso de invasão norte-americana, que tentar resistir, Lula ligou para Xi Jinping por mais de hora e ato contínuo, recebeu Nikolai Petruschev, o segundo homem da hierarquia russa, após Putin, em Brasília.
Especula-se muito sobre as razões deste estreitamento das relações do Brasil fasciolulopetista lulista e a China comunista de Jimping e a Rússia autárquica de Putin.
De certo, a natureza desta aproximação é emergencial. O Brasil está isolado e afastado no contexto ocidental livre e democrático. Isto por um lado. Por outro, Lula sente a forte oposição a ele de parte dos países circunvizinhos nos quais a direita venceu, tomando o poder das mãos corruptas e aliadas ao narcoterrorismo das esquerdas latino-americanas e, sobretudo, dos EUA de Trump e Rubio.
Afora isso, Lula sente que após a derrocada do regime chavista na Venezuela por um ato de força dos EUA , capturando Maduro, levando-o ao banco dos réus e prendendo-o com sua mulher em uma prisão em Nova Iorque, percebe que os próximos a caírem serão Diaz-Canel em Cuba e Ortega na Nicarágua, derrocando de vez o Foro de São Paulo, isolando-o de todo, sabendo que antes os depois será ele a bola da vez.
Portanto, essa aproximação estreita, de agora, com China e Rússia, não se limitou à compra de fertilizantes, até por conta do desprezo que Lula sente pelo agro brasileiro, tido por ele como “fascista” e contrário a ele e ao seu desgoverno, e de diesel de parte da Rússia, ou de comercialização incrementada de produtos brasileiros com a China, assuntos estes que podem ser tratados pelos escalões secundários dos três Estados.
Os assuntos tratados por Lula com Jinping e Petruschev, a este nível, de cúpula, podem envolver a transferência de armamentos e tecnologias militares para o Brasil, além da manipulação das eleições brasileiras de 2026 com tecnologia chinesa.
Documentos ora divulgados pela CIA provam que a China interveio nas eleições venezuelanas, garantindo uma vantagem de cerca 1,5 milhão de votos em favor de Chaves, o que efetivamente ocorreu, viciando os resultados eleitorais.
Nada garante que Lula não tenha pedido isto a Jimping, de interferência nas eleições de 2026, sabendo ele que a oposição liberal e de direita alinhada com os EUA pode sim vencer as eleições, senão por outras razões, pelo desastre de seu desgoverno do ponto de vista macroeconômico e social.
Evidente que Rubio e Trump sabem em minúcias, pela CIA, destas negociações entre Brasil, China e Rússia, com possível aprofundamento mais dramático das diferenças entre EUA e Brasil a nível diplomático, aproximando-se de uma ruptura em que, de fratura simples, passa a ser fraturas compostas, colocando um alvo na testa do Brasil.
Exagero? Não! O Brasil é grande demais e importante demais no contexto geopolítico americano e continental para cair nas mãos da Rússia e da China.

12 janeiro 2024

Ex-chanceler Celso Lafer critica, em bases jurídicas, o governo brasileiro por ter apoiado à África do Sul

Nesta quarta-feira (10/01/2024) Lula declarou o apoio do Brasil (não dos brasileiros) ao pedido da África do Sul para condenar Israel por genocídio, através da Corte Internacional de Justiça.

Ao contrário de Lula, diversos outros países, como os EUA e a Alemanha (veja aqui) têm se manifestado condenando a iniciativa da África do Sul.

No Brasil, as manifestações contrárias a esse posicionamento, que envergonham, cada vez mais, a nação brasileira estão se multiplicando. Uma delas, de forma oficial, através de carta, foi encaminhada ao Itamaraty.

De autoria do ex-chanceler Celso Lafer, a carta critica, em bases jurídicas, o governo brasileiro por ter apoiado a iniciativa da África do Sul contra Israel. Confira a íntegra da carta nas imagens abaixo.





08 abril 2023

O DESCONTROLE

O colunista do UOL, Chico Alves, começou a disseminar que o convite do G7 é prova do prestígio de Lula. O convite a Lula foi feito pelo primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida — a reunião será realizada em maio, na cidade japonesa de Hiroshima.

Triste memória. Do colunista e da própria Folha/UOL. Nela, há tempos não muito distantes líamos textos diversos, como o de há exatos 13 anos, reproduzido abaixo, escrito pelo jornalista, âncora da Folha, Jânio de Freitas.



O histórico dos resultados de lula com o exterior, recebendo ou visitando autoridades, de qualquer continente, não o recomenda. É muito vergonhoso para o dirigente de uma nação.

A lista de interessados em conversar com lula, tem crescido diariamente, em especial os dirigentes de países africanos e latino-americanos.

Todos os seus mandatários fizeram o L e estão sedentos pelo dindin do BNDES, Banco do Brasil, ... cujos empréstimos anteriores nunca pagaram, mas parte deles - propinas - foram destinadas à contas de "gente grande" e bem conhecida, como aquelas que foram investigadas e condenadas, pela operação Lava Jato.

Através desse canal, esquemas de corrupção chocaram o mundo e até já foram objeto de livros, como o que foi escrito pela jornalista Malu Gaspar, "A organização" (2020), com mais de 600 páginas, revelando as entranhas da líder das empreiteiras - Odebrecht - que liderava com folga, o ranking das empresas de engenharia nacionais. Deste livro, duas imagens estão reproduzidas mais abaixo.

Da mesma forma, Amanda Rossi, em seu livro "Moçambique, o Brasil é aqui" (2015), nos revelou que o BNDES financiou obras de empreiteiras fechando créditos de cerca de 3 bilhões de dólares. Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez receberam a maior parte, para mais de quarenta projetos em Angola. O Banco do Brasil emprestou outro 1,3 bilhão de dólares para vendas externas para a África.

Outras informações constam do acordo de leniência assinado pelas empresas Odebrecht e sua subsidiária, a Braskem, com a Suíça e os Estados Unidos, em decorrência da Operação Lava-Jato, no “maior caso de suborno internacional na história”. Mais de 100 projetos, em Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela.

Portanto, eis aí os "bons motivos" para o restabelecimento imediato dos "diálogos" entre os chefes das nações.





A imprensa também registrou incidentes diplomáticos durante as gestões petistas Lula e Dilma. A maioria deles registrados pela própria Folha.






11 fevereiro 2023

A VIAGEM DE LULA AOS EUA SE REVELOU COMPLETAMENTE INÚTIL


Sem tratar de assuntos comerciais, a visita de Lula aos EUA se revelou completamente inútil. Lula já não atrai o interesse dos velhos tempos e nem a sua retórica tosca é aceita com simpatia e boa vontade. 

Para Biden, empenhado em neutralizar a influência de Putin e da China na América Latina, o contato com Lula pode ter produzido algum benefício político, por isso tolerou conversar por menos de uma hora com o presidente brasileiro.

Lula se resumiu a falar abobrinhas sobre meio ambiente e a criticar o ex-presidente Jair Bolsonaro. O balanço da viagem, para o lado brasileiro, é inequívoco: puro desperdício de tempo, sem nenhum avanço em qualquer tema relevante para o País.

Ao contrário do que Biden tem feito com diversos parceiros, a Casa Branca não fez uma entrevista coletiva entre os dois líderes. Essa foi uma condição estabelecida. Não há previsão de acordos sendo anunciados e nem a garantia de que uma nota comum seja publicada pelos dois governos.

Lula e Biden não discutiram política, se encontraram para falarem mal de Bolsonaro e Trump, esqueceram do cargo que ocupam e mais pareciam dois fofoqueiros jogando conversa fora em um bar.

Em resumo, a viagem, às custas do dinheiro público, foi mais um vexame: - Menos de 1 h de conversa entre os presidentes; - Sem elaboração de nota conjunta; - Sem coletiva para imprensa; - Sem acordos firmados. Nada de relevante para o Brasil foi discutido.

Janja

Janja acompanhou Lula. Na agenda, as primeiras-damas deveriam se reunir para um chá da tarde na Casa Branca, o que não ocorreu. Janja apenas recebeu um buquê de flores e uma desculpa pela não realização do encontro. Segundo justificou o presidente norte-americano, Jill Biden teve um mal-estar e não pôde manter o compromisso. Janja continuará vendo a Jill Biden apenas por fotografia. 

Jill Biden e Michelle Bolsonaro após almoço 
ocorrido durante a realização da 
Cúpula das Américas. Junho, 2022


25 janeiro 2023

LULA SAIU PEQUENO E RETORNOU MENOR

Em sua primeira viagem ao exterior - Argentina e Uruguai - após ter assumido a presidência da República em primeiro de janeiro deste ano, Lula, que já saiu pequeno do Brasil, retornou ainda menor. 

Após vinte dias de um pior início de governo na história do Brasil, que acumulou o maior desastre através dos conteúdos de seus atos, decisões e pronunciamentos, Lula retornou de sua primeira viagem ao exterior com sua imagem no fundo do poço. Jamais, repito jamais, um presidente brasileiro levou puxões de orelhas - ao vivo - de presidentes de outras nações, no caso dos presidentes do Paraguai e do Uruguai. Deste último por duas vezes, uma na Argentina e a outra no Uruguai.

Visões Opostas

Lula, além de mentir ao falar sobre números estatísticos brasileiros, enfatizou, principalmente, sua defesa aos ditadores de outros países da América Latina e do Caribe, no plenário da reunião da CELAC, defendendo o direito dos ditadores da Venezuela, Nicarágua e de Cuba fazerem aquilo que quiserem e que ninguém deve se meter, em referência à “autodeterminação dos povos”.

No mesmo plenário, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, pediu que:

“para a subsistência de foros regionais, não pode existir o caráter de clube de amigos ideológicos” e que “existem países integrantes da CELAC que não respeitam a democracia nem os direitos humanos”, disse em referência a Cuba, Venezuela e Nicarágua.

“Temos de transparecer as relações e praticar com a ação o que se diz durante estes foros. Fazemos mal em ter uma tendência ideológica na CELAC. Não tenhamos uma visão hemiplegia de defesa de acordo com o perfil ideológico”, advertiu o presidente uruguaio.

O presidente paraguaio endossou o uruguaio. 



Que pesadelo vive nossa Nação.

02 dezembro 2022

Presidentes das nações usurpadoras de recursos públicos brasileiros se animam para conversas com o ex-presidiário

A lista tem crescido diariamente e já se pode relacionar oito delas: Honduras, Nicarágua, Venezuela (embora o Maduro não seja reconhecido pelo Brasil como o seu atual presidente), Bolivia, Argentina, Angola, Moçambique e Colômbia.

Todos os seus mandatários fizeram o L e estão sedentos pelo dindin do BNDES, Banco do Brasil, ... cujos empréstimos anteriores nunca pagaram, mas parte deles - propinas - foram destinadas à contas de "gente grande" e bem conhecida, como aquelas que foram investigadas e condenadas, pela operação Lava Jato.

Através desse canal, esquemas de corrupção chocaram o mundo e até já foram objeto de livros, como o que foi escrito pela jornalista Malu Gaspar, "A organização" (2020), com mais de 600 páginas, revelando as entranhas da líder das empreiteiras - Odebrecht - que liderava com folga, o ranking das empresas de engenharia nacionais.

Da mesma forma, Amanda Rossi, em seu livro "Moçambique, o Brasil é aqui" (2015), nos revelou que o BNDES financiou obras de empreiteiras fechando créditos de cerca de 3 bilhões de dólares. Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez receberam a maior parte, para mais de quarenta projetos em Angola. O Banco do Brasil emprestou outro 1,3 bilhão de dólares para vendas externas para a África.

Outras informações constam do acordo de leniência assinado pelas empresas Odebrecht e sua subsidiária, a Braskem, com a Suíça e os Estados Unidos, em decorrência da Operação Lava-Jato, no “maior caso de suborno internacional na história”. Mais de 100 projetos, em Angola, Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela.

Portanto, eis aí os "bons motivos" para o restabelecimento imediato dos "diálogos" entre os chefes das nações.

PS.: Agora há pouco, a revista Oeste confirma a vinda de Xiomara Castro, presidente de Honduras.

"A presidente de Honduras, Xiomara Castro, confirmou presença na posse de Lula, em 1º de janeiro de 2023. Além de prestigiar o aliado, Xiomara vai pedir um empréstimo ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar obras públicas em seu país: duas grandes represas.

“Vamos retomar e resgatar o financiamento para as represas de Los Llanitos e Jicatuyo”, anunciou Xiomara, ao mencionar que o presidente destituído de Honduras, Manuel Zelaya (2006-2009), de quem é mulher, já havia planejado uma “cooperação”com o Brasil durante seu mandato. O BNDES recebeu naquela época um pedido de empréstimo de US$ 270 milhões para as obras."


 



26 junho 2021

“Vão ter que me engolir”

 

Brasil decola sua política internacional


Em sua live semanal desta quinta-feira (24), o Presidente Bolsonaro falou sobre a inclusão do Brasil como membro do Conselho de Segurança da ONU.

O país recebeu 182 dos 190 votos possíveis e isto demonstra o prestígio internacional do Brasil.

Além disso, o Brasil também foi confirmado no Conselho Executivo da Organização Mundial do Turismo (OMT) por 14 votos a 2.

Para os adversários, Bolsonaro disparou:

“Vão ter que me engolir”.

A íntegra desse trecho da live você pode ver clicando aqui