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08 janeiro 2023

VÍDEOS CURTOS DA SEMANA - Deus salve o Brasil

Circulam na Internet três vídeos com entrevistas. Dois deles com braços direitos do ex-presidiário Lula. O primeiro com o atual ministro da justiça Flávio Dino, o segundo com Leonardo Boff e o terceiro com o descondenado que subiu a rampa do Palácio do Planalto no primeiro dia de 2023.

O ministro Dino, entusiasticamente, se diz um comunista e define comunismo como comunhão e por isto mesmo uma palavra mais bonita que capitalismo. No mundo, como dizem os próprios entrevistadores, o comunismo é símbolo de ditaduras radicais.

Todas as revoluções comunistas foram projetos de tomada de poder liderados ou dirigidos por indivíduos de classe média, e camuflados com beisteirol ideológico para consumo das “massas” e como justificativa para as monstruosidades e genocídio cometidos em nome da “justiça social”. Todos que chegaram ao poder se tornaram a nova classe dominante, reproduzindo e, quase sempre, piorando muito a opressão que diziam combater.


O segundo vídeo, é uma entrevista com Leonardo Boff, que logo de início, relembra sua amizade de mais de 40 anos com Lula e, ao final, revela que o desejo do ex-presidiário é promover uma revolução no Brasil. O amigo quarentão do Lula foi um ardoroso adepto e defensor da Teologia da Libertação, usada para atividades de propaganda pela seção de desinformação do serviço de inteligência da KGB, entre os anos de 1958 e 1991, que motivava os pobres habitantes da América Latina a uma revolta armada. 


Por último vamos dar uma olhada neste pequeno vídeo, em que Lula se autodefine e que faz jus a toda sua longa trajetória no passado, no presente e certamente futura.


Deus salve o Brasil para que o País não tenha que enfrentar as revoluções pretendidas pelos amigos do Lula e, também, daquela promovida por este durante os governos do PT no passado recente.


21 janeiro 2022

TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO - Seu autor e o local de sua escrivaninha

Dentre as organizações socialistas, existiram aquelas conhecidas como organizações de fachada, como foi o caso da CPC - Conferência Cristã pela Paz, sediada em Praga e subordinada diretamente à KGB. Os recursos para o seu funcionamento procediam de Moscou e foi utilizada para manipulação de bispos sul-americanos que faziam parte da Conferência do Episcopado da América Latina em Medellin.

Foi nesse contexto que surgiu a denominada "Teologia da Libertação", usada para atividades de propaganda pela seção de desinformação do serviço de inteligência da KGB, entre os anos de 1958 e 1991, que motivava os pobres habitantes da América Latina a uma revolta armada.

Na literatura/Internet encontramos o seguinte depoimento do ex-general Ion Pacepa, do serviço de inteligência comunista romeno: 

Lubianka é a designação popular para a sede da KGB
 Praça Lubianka em Moscou

 ... "Eu dei uma olhada, ultimamente, no livro "A Theology of Liberation: History, Politics, Salvation", 1971, e tive a impressão de que foi escrito na Lubianka. O seu autor é inegavelmente considerado o pai da Teologia da Libertação."

No Brasil existe um ardoroso adepto e defensor da Teologia da Libertação. É um militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial do ex-presidiário Lula. Em 1962, foi escolhido como dirigente nacional da Juventude Estudantil Católica(JEC). Ah, também foi colunista do jornal Folha de São Paulo.

22 dezembro 2021

NARCOTRÁFICO - DE HAVANA AOS DIAS ATUAIS

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, incluiu o Primeiro Comando da Capital (PCC) na lista de organizações que sofrem sanções dos Estados Unidos por envolvimento com o tráfico internacional de drogas.  No texto original disponível aqui, encontramos: 

"Brazil

Primeiro Comando Da Capital (a.k.a. “PCC,” “First Capital Command”) is the most powerful organized crime group in Brazil and among the most powerful in the world. PCC arose in Sao Paulo in the 1990s and has forged a bloody path to dominance through drug trafficking, as well as money laundering, extortion, murder-for-hire, and drug debt collection. PCC operates throughout South America, Paraguay, and Bolivia, and its operations reach the United States, Europe, Africa, and Asia."

Recordemos que a utilização de grupos narcotraficantes tem, desde a sua origem na América Latina, o beneplácito de ditaduras. Iniciada por Cuba quando Fidel Castro percebeu a importância de seu uso (dinheiro fácil) para financiar suas atividades e para a operação de grupos visando a implantação sistemas comunistas em países do nosso Continente e da África. Fidel dizia que a cocaína não era um problema, e sim um instrumento de luta contra o imperialismo.

Nesse sentido, de forma didática, o cubano convenceu Chávez de que, ao oferecer apoio total e irrestrito aos colombianos das Farcs, não só fomentaria a revolução no país vizinho como causaria danos aos Estados Unidos. O Brasil não foi excluído desses ensinamentos. O narcobolivarianismo também nos visitou.

Essa importância das organizações narcotraficantes cresceu ainda mais após a queda do Muro de Berlim e do fim da União Soviética (URSS), pois o apoio financeiro que dela vinha minguou para todos. As organizações socialistas então existentes e as que vieram a substituí-las consumiam/consomem grana. E muita grana. 

Dentre elas, aquelas conhecidas como organizações de fachada, como foi o caso da CPC - Conferência Cristã pela Paz, sediada em Praga e subordinada diretamente à KGB. Os recursos para o seu funcionamento procediam de Moscou e foi utilizada para manipulação de bispos sul-americanos que faziam parte da Conferência do Episcopado da América Latina em Medellin.

Aliás, nesse contexto é que surgiu a denominada "Teologia da Libertação", usada para atividades de propaganda pela seção de desinformação do serviço de inteligência da KGB, entre os anos de 1958 e 1991, que motivava os pobres habitantes da América Latina a uma revolta armada.

Na literatura/Internet encontramos o seguinte depoimento do ex-general Ion Pacepa, do serviço de inteligência comunista romeno: 

Lubianca é a designação popular para a sede da KGB
 Praça Lubianca em Moscou
 ... "Eu dei uma olhada, ultimamente, no livro "A Theology of Liberation: History, Politics, Salvation", 1971, e tive a impressão de que foi escrito na Lubianka. O seu autor é inegavelmente considerado o pai da Teologia da Libertação."

No Brasil existe um ardoroso adepto e defensor da Teologia da Libertação. É um militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial do ex-presidiário Lula. Em 1962, foi escolhido como dirigente nacional da Juventude Estudantil Católica(JEC). Ah, também foi colunista do jornal Folha de São Paulo.

Nos dias atuais, nada como ler um pequeno texto e ver o filme para denunciar a aliança entre as narcoditaduras latino-americanas e o partido espanhol Podemos, por meio do chamado Grupo de Puebla, herdeiro do Foro de São Paulo. Clique asui.

E é bom nunca esquecer que a principal organização comunista continua viva e cada vez mais atuante. Trata-se do Partido Comunista Chinês, o PPCh, perigoso para a liberdade do mundo. O totalitarismo aplicado pelo regime aos seus cidadãos seria desastroso se adotado em escala global.

21 março 2020

EXPRESSAR DIVERGÊNCIAS É FATO POSITIVO E PERMITIDO EM UMA DEMOCRACIA

Espernear, expressar divergências e similares, respeitosamente, são fatos positivos e permitidos em uma DEMOCRACIA com letras maiúsculas. Continuar chamando o Jair Bolsonaro de Presidente do Brasil até 2022, da mesma forma. É o dever de todos os brasileiros. Entretanto, parece não ser o que tem ocorrido durante os últimos meses, com o apoio de instituições oficiais que representam outros poderes e das big techs, proprietárias das plataformas tecnológicas baseadas em dados pessoais que, diferente do que se costuma acreditar, podem servir de ferramenta contrária à democracia, dependendo da maneira como são usadas.  

Será assim, até 2022, pois provavelmente o Bolsonaro continuará obedecendo a Carta Magna. Como ocorreu em outubro de 2018, difícil será encontrar um candidato mais adequado para o cargo. Entre os antigos e os novos que já começaram a se apresentar para tal, o eleitor continuará sem opção.

Quanto ao governo Bolsonaro propriamente dito, destacamos e/ou constatamos que o País está vivendo uma nova política, com a construção de uma narrativa, com mensagem única - nela incluídos menos desgoverno, menos politicagem, menos privilégios  menos incompetência  menos roubalheira - estabelecendo vínculo direto e permanente do político com os eleitores, que apesar de virtual, tem sido feito com transparência, paciência e empatia. Equívocos, erros cometidos, aqui e ali, não são suficientes para esconder, até o momento, o bom desempenho do governo.

Entretanto, desde o primeiro minuto após o anúncio do vencedor das eleições presidenciais em 2018, os perdedores - políticos e outros setores da sociedade - não aceitaram o resultado, apesar da palavras pronunciadas pelo presidente eleito em seu primeiro discurso à Nação.

No seu pronunciamento, Bolsonaro afirmou seu compromisso com a liberdade ("liberdade de ir e vir, liberdade política e religiosa, liberdade de opinião"), com a Constituição e com reformas mencionadas em sua campanha.

Disse ainda: “Vou buscar pacificar o nosso Brasil. Nós vamos pacificar. Sem eles contra nós ou nós contra eles. Nós temos como fazer políticas que atendam o interesse de todos. ... Quando assumirmos no ano que vem, serei o presidente de todos", afirmou.


No decorrer de seu governo os resultados positivos foram superiores aos negativos, não há dúvida. Mas, de novo, a oposição não enxerga isto. Prevalece, acima de sua obrigatória contribuição para o desenvolvimento do País, a disputa - antecipada - do poder, com a grave colaboração dos outros poderes da República, cujos líderes não possuem, sequer, segundo as notícias publicadas na imprensa e nas redes sociais, uma boa ficha corrida.

Nesse contexto, aqui no Brasil, se insere os pronunciamentos e atitudes inadequadas, daqueles que perderam as eleições e dos que pretendem antecipá-las, sobre o enfrentamento da epidemia proveniente do vírus chinês pelo governo federal.





Ora, vão catar coquinhos. 

Ah, e não voltem nunca mais !