IMPORTANTE [Off Topic] - Em doze partes, hoje, em audiência pública no Senado, foram discutidos os benefícios da fosfoetanolamina no combate ao câncer. Veja as apresentações nos links abaixo:
Participantes de audiência pública destacam benefícios da fosfoetanolamina
Médico Antônio Ribeiro Filho apresenta estágios e informações de tumores
Pacientes com câncer relatam experiência com o uso da fosfoetanolamina
Pesquisador descreve testes feitos com a droga
A fosfoetanolamina age em células tumorais e não em normais
Informações químicas do cristal da fosfoetanolamina
Pesquisador explica trabalho de pesquisa com a droga
Pesquisadores pedem mais incentivos para o trabalho de pesquisa
Senadora apresenta informações da USP sobre a pesquisa
Min. Saúde e INCA reforçam necessidade de pesquisas clínicas da fosfoetanolamina
Anvisa explica regulação sanitária
Senador explica importância do debate sobre a fofoetanolamina
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29 outubro 2015
BENEFÍCIOS DA FOSFOETANOLAMINA NO COMBATE AO CÂNCER
Keywords:
Saúde
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28 outubro 2015
GERENTE TABAJARA
O governo divulgou que, ao contrário do superávit primário de R$ 66,3 bilhões anunciado no inicio do ano, terá um déficit de R$ 52 bilhões.
Isso sem incluir as pedaladas, um rombo de R$ 40 bilhões, e uma expectativa de arrecadação de R$ 10 bilhões em concessões que não deverá se confirmar (leilão de usinas hidrelétricas foi adiado).
Portanto, estamos falando, aproximadamente, de um buraco nas contas públicas da ordem de R$ 100 bilhões até o final do ano.
É com esse discurso que o governo está tentando convencer prefeitos, governadores e parlamentares a aprovarem uma nova CPMF, da ordem 0,40%, para, de forma automática, meter a mão no bolso da população.
Entretanto, se observa, dia a dia, que se na poltrona do Planalto estivesse sentada uma gerente competente, bastaria que ela buscasse recuperar 1/5 dos impostos sonegados no País, segundo dados da PGFN, sonegação esta, praticada pelos grandes contribuintes, especialmente pelas grandes empresas. Outra boa fonte para esse valor está surgindo no desenrolar da Operação Zelotes / CPI do Carf.
Uma outra opção, seria baixar os juros, a taxa selic, que, no valor atual, obrigará o governo a desembolsar cerca de R$ 500 bilhões para o pagamento dos juros da dívida pública.
Há mais opções nessa direção, mas a GERENTE TABAJARA continua com sua obsessão de trazer a CPMF de volta, segundo as reuniões e acordos que estão em curso nos gabinetes da Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
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23 outubro 2015
RESPOSTA DO GOVERNO E DA OPOSIÇÃO: AGUARDEM 2018
O PMDB, partícipe de acordos
com o executivo, sem fugir a regra, não demorou muito em demonstrar que possui
caneta cheia e que se encontra a postos.
No Senado, o seu presidente
manobrou e postergou o julgamento, pelo Congresso Nacional, das contas
2014 da presidente Dilma Roussef. Prazo para que isto venha a ocorrer tornou-se
indefinido.
Na Câmara dos Deputados, o seu
também presidente já questiona se as pedaladas fiscais, especificadas pelo
TCU, sejam, necessariamente, razões para aceitar o pedido de impeachment apresentado pelo Dr.
Hélio Bicudo.
Em comum, a todos os personagens
envolvidos, a determinação de salvarem os seus mandatos face às acusações que
lhes são imputadas, doa a quem doer.
Do lado da oposição, encontrada apenas em gabinetes, esta se
parece mais com um pavio de candeeiro e não daqueles usados em detonação de
pedreiras. É pavio de candeeiro mesmo, daquele de maior diâmetro, que apesar de
produzir maior chama, ao mesmo tempo, consome mais rapidamente o querosene
e a si próprio. Rapidamente, de um dia pro outro, só se encontra a cinza.
E o que todos esses personagens
pensam sobre o Brasil ? Ao que parece, nunca pensaram nada sobre o destino do
País e, particularmente, sobre os seus cidadãos.
Os brasileiros continuam, dia após
dia, bestializados e atônitos com a única resposta dada, até então, para a solução da crise vivida pelo País.
Essa resposta, seja do governo, seja da oposição, parece ser mesmo a de que todos aguardem até as eleições de 2018.
Essa resposta, seja do governo, seja da oposição, parece ser mesmo a de que todos aguardem até as eleições de 2018.
Keywords:
PMDB
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11 outubro 2015
LIÇÕES PARA AS FUTURAS GERAÇÕES
Hoje, o domingo (11), véspera do dia das crianças - celebrado desde 1925, amanheceu deixando para trás uma semana que proporcionou grandes lições para os pequenos do momento, para as futuras gerações.
Trata-se de ensinamentos nos campos ético, político e institucional do País. Possivelmente, foi a primeira vez em que diversos fatos aconteceram, em prazos muitos curtos, envolvendo as instituições dos três poderes da república.
No domingo (04), em ato de desespero, o governo escalou três de seus ministros para anunciar que entraria com medidas para impedir que o ministro-relator de suas contas, em 2014, pudesse pronunciar o seu voto na reunião do TCU marcada para a quarta (07) e, com isto, postergar o julgamento dessas contas e livrar-se da possível acusação de ter cometido crimes de responsabilidade.
Essa lastimável interferência do poder executivo no TCU, órgão assessor do poder legislativo, foi rechaçada pelo próprio Tribunal (TCU) e também pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Dessa forma, o julgamento pode ser realizado na data prevista, quarta (07), e o Brasil passou a saber que esta foi a segunda vez que contas do governo federal foram rejeitadas pelo TCU em seus 125 anos de existência. A primeira vez foi em 1937, durante o governo do presidente Getúlio Vargas.
No âmbito do poder legislativo, na terça (06), o primeiro teste do governo no Congresso Nacional não foi dos melhores. E isto ocorreu decorrido apenas um dia após a presidente dar posse aos novos ministros, solenidade esta resultante de uma defenestrada reforma ministerial, realizada apenas para angariar a simpatia de parlamentares no Congresso Nacional e que garanta o número de votos que impeçam a abertura de um processo de impeachment da presidente.
No teste, a sua base aliada, na Câmara, convocada para a apreciação de vetos presidenciais, não conseguiu dar quorum para votação nem na terça (06), nem na quarta (07). Até do PMDB, que recebeu o maior quinhão na reforma ministerial e tem a maior bancada da base aliada, a maioria de seus deputados não compareceu.
Um vexame que levou a presidente da república a convocar, imediatamente, os ministros, para lhes dar um "puxão de orelhas" e remarcar, para novembro, nova sessão para apreciação dos vetos.
No âmbito do poder judiciário, também entrará para história a decisão tomada, na terça (06), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, pela primeira vez, irá investigar as prestações de contas de campanhas eleitorais para presidente da república.
Essa investigação tem como base as denúncias, levantadas pela operação Lava-Jato, de que recursos oriundos de proprinas, na Petrobras, irrigaram a campanha eleitoral da presidente e de seu vice nas eleições de 2014, podendo resultar na cassação de seus diplomas eleitorais.
Tais fatos demonstram a magnitude e a complexidade da crise em que vivemos, oriunda e com repercussões nos campos ético, político e econômico. No conjunto, resultante do sistema político brasileiro, cujos interesses pessoais e partidários, nos últimos anos, passaram a se sobrepor aos interesses nacionais.
Por outro lado, mesmo tendo-se apenas uma nascente e frágil democracia, os fatos ocorridos na semana que se passou, nos trás um alento ao se poder enxergar que as instituições nacionais estão em pleno funcionamento.
Que tais episódios sirvam de lições às futuras gerações para se evitar que o País volte a chegar a uma crise como a que se estar vivendo, já considerada a mais degradante de toda a sua história.
Trata-se de ensinamentos nos campos ético, político e institucional do País. Possivelmente, foi a primeira vez em que diversos fatos aconteceram, em prazos muitos curtos, envolvendo as instituições dos três poderes da república.
No domingo (04), em ato de desespero, o governo escalou três de seus ministros para anunciar que entraria com medidas para impedir que o ministro-relator de suas contas, em 2014, pudesse pronunciar o seu voto na reunião do TCU marcada para a quarta (07) e, com isto, postergar o julgamento dessas contas e livrar-se da possível acusação de ter cometido crimes de responsabilidade.
Essa lastimável interferência do poder executivo no TCU, órgão assessor do poder legislativo, foi rechaçada pelo próprio Tribunal (TCU) e também pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Dessa forma, o julgamento pode ser realizado na data prevista, quarta (07), e o Brasil passou a saber que esta foi a segunda vez que contas do governo federal foram rejeitadas pelo TCU em seus 125 anos de existência. A primeira vez foi em 1937, durante o governo do presidente Getúlio Vargas.
No âmbito do poder legislativo, na terça (06), o primeiro teste do governo no Congresso Nacional não foi dos melhores. E isto ocorreu decorrido apenas um dia após a presidente dar posse aos novos ministros, solenidade esta resultante de uma defenestrada reforma ministerial, realizada apenas para angariar a simpatia de parlamentares no Congresso Nacional e que garanta o número de votos que impeçam a abertura de um processo de impeachment da presidente.
No teste, a sua base aliada, na Câmara, convocada para a apreciação de vetos presidenciais, não conseguiu dar quorum para votação nem na terça (06), nem na quarta (07). Até do PMDB, que recebeu o maior quinhão na reforma ministerial e tem a maior bancada da base aliada, a maioria de seus deputados não compareceu.
Um vexame que levou a presidente da república a convocar, imediatamente, os ministros, para lhes dar um "puxão de orelhas" e remarcar, para novembro, nova sessão para apreciação dos vetos.
No âmbito do poder judiciário, também entrará para história a decisão tomada, na terça (06), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, pela primeira vez, irá investigar as prestações de contas de campanhas eleitorais para presidente da república.
Essa investigação tem como base as denúncias, levantadas pela operação Lava-Jato, de que recursos oriundos de proprinas, na Petrobras, irrigaram a campanha eleitoral da presidente e de seu vice nas eleições de 2014, podendo resultar na cassação de seus diplomas eleitorais.
Tais fatos demonstram a magnitude e a complexidade da crise em que vivemos, oriunda e com repercussões nos campos ético, político e econômico. No conjunto, resultante do sistema político brasileiro, cujos interesses pessoais e partidários, nos últimos anos, passaram a se sobrepor aos interesses nacionais.
Por outro lado, mesmo tendo-se apenas uma nascente e frágil democracia, os fatos ocorridos na semana que se passou, nos trás um alento ao se poder enxergar que as instituições nacionais estão em pleno funcionamento.
Que tais episódios sirvam de lições às futuras gerações para se evitar que o País volte a chegar a uma crise como a que se estar vivendo, já considerada a mais degradante de toda a sua história.
Keywords:
Desgoverno
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07 outubro 2015
DECISÃO HISTÓRICA
Por unanimidade, nesta quarta-feira (07) o TCU rejeitou as contas do governo, relativas ao ano de 2014, da presidente Dilma Roussef.
Pelos números apresentados pelo relator do processo, no Tribunal, sobre as denominadas "pedaladas fiscais", Vossa Excelência, presidente, fez mesmo o diabo para ganhar as eleições de 2014.
Após esse resultado, a abertura do processo de impeachment da presidente tornou-se iminente. Nesta direção, o arquivamento dos pedidos iniciais de impeachment protocolados na Câmara dos Deputados, procedido pelo seu presidente, o Deputado Eduardo Cunha, sinaliza bem o que está por vir nos próximos dias.
Fazendo coincidir a decisão do TCU com o pedido de impeachment protocolado pelo advogado Helio Bicudo, que tem o apoio de vários partidos, parlamentares e da maior parte da população brasileira, segundo resultados de pesquisas recentemente divulgados pelos institutos de opinião, o caminho para a abertura do processo está aberto.
Por outro lado, já se observa que os resultados das negociações nos camarotes do Titanic, realizadas pela presidente, mas lideradas pelo capitão Lula, na última semana, numa festança regada com dinheiro do contribuinte, parecem não ter conseguido mudar o rumo do transatlântico, pois este segue direto ao encontro dos icebergs.
Quanto tempo a embarcação levará para a sua completa submersão ?
A conferir !
Pelos números apresentados pelo relator do processo, no Tribunal, sobre as denominadas "pedaladas fiscais", Vossa Excelência, presidente, fez mesmo o diabo para ganhar as eleições de 2014.
Após esse resultado, a abertura do processo de impeachment da presidente tornou-se iminente. Nesta direção, o arquivamento dos pedidos iniciais de impeachment protocolados na Câmara dos Deputados, procedido pelo seu presidente, o Deputado Eduardo Cunha, sinaliza bem o que está por vir nos próximos dias.
Fazendo coincidir a decisão do TCU com o pedido de impeachment protocolado pelo advogado Helio Bicudo, que tem o apoio de vários partidos, parlamentares e da maior parte da população brasileira, segundo resultados de pesquisas recentemente divulgados pelos institutos de opinião, o caminho para a abertura do processo está aberto.
Por outro lado, já se observa que os resultados das negociações nos camarotes do Titanic, realizadas pela presidente, mas lideradas pelo capitão Lula, na última semana, numa festança regada com dinheiro do contribuinte, parecem não ter conseguido mudar o rumo do transatlântico, pois este segue direto ao encontro dos icebergs.
Quanto tempo a embarcação levará para a sua completa submersão ?
A conferir !
Keywords:
Desgoverno,
TCU
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06 outubro 2015
DAY AFTER
Após a posse dos novos ministros nesta segunda-feira (05), o primeiro teste do governo no Congresso Nacional não foi dos melhores. A sua base aliada na Câmara não conseguiu dar quorum para votação e manter os vetos presidenciais nesta terça-feira (06). Compareceram apenas 196 dos 513 deputados. Do PMDB, que recebeu o maior quinhão na reforma ministerial e tem uma bancada de 66 deputados, apenas 34 estiveram presentes. Nova tentativa de votação foi marcada para o mesmo horário de amanhã, quarta-feira (07), oportunidade em que o governo poderá conferir se os passageiros das negociadas suítes do Titanic ainda se encontrarão à bordo.
O que se viu corrobora a definição dada pelo Estadão, em seu editorial do último domingo (04), sob o título "O Ministério do contubérnio", para explicar a xaropada verbal da presidente Dilma Roussef ao apresentar os nomes de seus novos auxiliares a uma platéia que sabia estar diante de uma presidente fantasma, ou abantesma, para usar uma das palavras do referido editorial.
Para o momento vivido pelo País, especialmente para o seu sistema político, o título do editorial traduziu muito bem as relações da presidente com os partidos que a cercam, pois todos se comportam não como partidos programáticos, mas como partidos "de programa".
E a semana de trabalho para a presidente está apenas começando. Aliás começou mais cedo, desta vez no domingo (04) que, em ato de desespero contra o TCU, escalou três de seus ministros para anunciar que entraria com medidas, já denominadas de pedaladas jurídicas, para impedir que o ministro-relator de suas contas, em 2014, possa pronunciar o seu voto na reunião desse Tribunal marcada para a quarta-feira (07) e, com isto, postergar o julgamento das contas e retardar a possível abertura de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados.
Entretanto, as notícias divulgadas até o momento indicam que a presidente não obterá sucesso. A opinião dominante é a de que, mais uma vez, o governo deu um tiro no pé. Ao se julgar pelo o que foi exposto por membros do TCU no Senado Federal, no início de setembro, as contas do governo, em 2014, receberão parecer pela sua reprovação.
Last but not least, está também marcada para esta terça-feira (06), a reunião do TSE em que os seus ministros confirmarão a reabertura das investigações sobre as prestações de contas da campanha eleitoral da presidente e de seu vice em 2014. Já há votos suficiente para que o caso volte a ser apurado com base nas denúncias levantadas pela operação Lava-Jato.
As luzes dos Palácios irão continuar acesas !
O que se viu corrobora a definição dada pelo Estadão, em seu editorial do último domingo (04), sob o título "O Ministério do contubérnio", para explicar a xaropada verbal da presidente Dilma Roussef ao apresentar os nomes de seus novos auxiliares a uma platéia que sabia estar diante de uma presidente fantasma, ou abantesma, para usar uma das palavras do referido editorial.
Para o momento vivido pelo País, especialmente para o seu sistema político, o título do editorial traduziu muito bem as relações da presidente com os partidos que a cercam, pois todos se comportam não como partidos programáticos, mas como partidos "de programa".
E a semana de trabalho para a presidente está apenas começando. Aliás começou mais cedo, desta vez no domingo (04) que, em ato de desespero contra o TCU, escalou três de seus ministros para anunciar que entraria com medidas, já denominadas de pedaladas jurídicas, para impedir que o ministro-relator de suas contas, em 2014, possa pronunciar o seu voto na reunião desse Tribunal marcada para a quarta-feira (07) e, com isto, postergar o julgamento das contas e retardar a possível abertura de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados.
Entretanto, as notícias divulgadas até o momento indicam que a presidente não obterá sucesso. A opinião dominante é a de que, mais uma vez, o governo deu um tiro no pé. Ao se julgar pelo o que foi exposto por membros do TCU no Senado Federal, no início de setembro, as contas do governo, em 2014, receberão parecer pela sua reprovação.
Last but not least, está também marcada para esta terça-feira (06), a reunião do TSE em que os seus ministros confirmarão a reabertura das investigações sobre as prestações de contas da campanha eleitoral da presidente e de seu vice em 2014. Já há votos suficiente para que o caso volte a ser apurado com base nas denúncias levantadas pela operação Lava-Jato.
As luzes dos Palácios irão continuar acesas !
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Desgoverno,
Dilma
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03 outubro 2015
2015 - ÚLTIMO TRIMESTRE
Entramos no último trimestre de 2015, um ano que, em seu primeiro dia, já se anunciava como perdido. De lá para cá, as previsões de inflação alta, juros elevados, credito restrito, baixo crescimento e aumento do desemprego se confirmaram e, antes que ele termine, já se pode afirmar que 2016 terá o mesmo destino.
Não chega a surpreender, diante da mais do que comprovada incompetência da presidente de plantão nos últimos cinco anos, onde sobraram e estão sobrando manchetes decepcionantes para uma nação que possui condições de participar do grupo de países mais desenvolvidos do mundo.
Na prática, suas ações têm sido um desastre, tanto no campo político como no econômico. A reforma ministerial anunciada pela presidente, nesta sexta-feira(02), é apenas uma arranjo político com o objetivo de obter o número de votos necessários para evitar o seu afastamento, através de um processo de impeachment que está prestes a ser iniciado na Câmara dos Deputados.
Por essa razão, foram loteados, entre outros, os ministérios da saúde e da educação, pastas com os maiores orçamentos e número de cargos comissionados na Esplanada dos Ministérios, ocupados até então por técnicos da área, mas sem votos no parlamento. Ambos serão dirigidos, a partir da próxima segunda-feira(05), por deputados federais do baixo clero do PMDB, do qual o governo se tornou refém. A reforma, tal como anunciada, deixa claro que, para Dilma, vale tudo, só não vale deixar o poder.
No caso da educação, em apenas nove meses de governo, assumirá o posto o terceiro dirigente designado para a pasta. Como tem sido a praxe da presidente, seus discursos não passam de pedaladas verbais, o mote de seu segundo mandato - "Pátria Educadora"- ainda permanece nas nuvens.
E não é o caso de se reinventar a roda. Há experiências exitosas em outros países e até mesmo em alguns estados e municípios brasileiros. Mas, na média nacional, o País continua com sua taxa de escolarização 20 anos atrás de seus vizinhos, segundo os dados apresentados no Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: gestão escolar, recentemente realizado em São Paulo.
Falta governo, sobram negociatas !
Não chega a surpreender, diante da mais do que comprovada incompetência da presidente de plantão nos últimos cinco anos, onde sobraram e estão sobrando manchetes decepcionantes para uma nação que possui condições de participar do grupo de países mais desenvolvidos do mundo.
Na prática, suas ações têm sido um desastre, tanto no campo político como no econômico. A reforma ministerial anunciada pela presidente, nesta sexta-feira(02), é apenas uma arranjo político com o objetivo de obter o número de votos necessários para evitar o seu afastamento, através de um processo de impeachment que está prestes a ser iniciado na Câmara dos Deputados.
Por essa razão, foram loteados, entre outros, os ministérios da saúde e da educação, pastas com os maiores orçamentos e número de cargos comissionados na Esplanada dos Ministérios, ocupados até então por técnicos da área, mas sem votos no parlamento. Ambos serão dirigidos, a partir da próxima segunda-feira(05), por deputados federais do baixo clero do PMDB, do qual o governo se tornou refém. A reforma, tal como anunciada, deixa claro que, para Dilma, vale tudo, só não vale deixar o poder.
No caso da educação, em apenas nove meses de governo, assumirá o posto o terceiro dirigente designado para a pasta. Como tem sido a praxe da presidente, seus discursos não passam de pedaladas verbais, o mote de seu segundo mandato - "Pátria Educadora"- ainda permanece nas nuvens.
E não é o caso de se reinventar a roda. Há experiências exitosas em outros países e até mesmo em alguns estados e municípios brasileiros. Mas, na média nacional, o País continua com sua taxa de escolarização 20 anos atrás de seus vizinhos, segundo os dados apresentados no Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: gestão escolar, recentemente realizado em São Paulo.
Falta governo, sobram negociatas !
Keywords:
Desgoverno,
Dilma
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
23 setembro 2015
Quais números serão apresentados pela Presidente Dilma Rousseff nos EUA ?
RANKING
A presidente Dilma viajará aos EUA nesta 5a. feira(24), mas nos pronunciamentos que por lá fará, inclusive na ONU, não mais poderá dizer que o Brasil ocupa a sétima posição no ranking da economia mundial.
A presidente Dilma viajará aos EUA nesta 5a. feira(24), mas nos pronunciamentos que por lá fará, inclusive na ONU, não mais poderá dizer que o Brasil ocupa a sétima posição no ranking da economia mundial.
PIB
Com a queda do PIB(figura abaixo) e a disparada do dólar, hoje(24) negociado a R$ 4, o País terminará o ano ocupando a 12a. posição no mencionado ranking, pior do que nos tempos do presidente Sarney. Para piorar, o BC reviu suas projeções e divulgou nesta data que a queda do PIB será 2,7% ao contrário do 1,1% anteriormente previsto. O BC também elevou sua projeção de inflação anual para 2015, fixando agora o valor de 9,5%, mais que o dobro do centro da meta definido pelo governo.
PIB PER CAPTA
Seguindo a mesma trajetória, o PIB per capta brasileiro também irá saltar, para baixo, e alcançará o valor aproximado de apenas US$ 7,000. Saltará do 77o. para o 108o. lugar, entre 184 países computados pelo WEF. Ficará próximo do nosso vizinho, o Paraguai.
SALÁRIO MÍNIMO
A perda do poder de compra do brasileiro é grande desde o início do governo Dilma. Agora em setembro, o piso salarial atingiu o menor valor em dólar desde janeiro de 2009. Nos cinco anos do governo Dilma, a depreciação do SM na divisa norte-americana chegou a 38,6%, sem contar a inflação do período. O SM dolarizado do brasileiro é menor do que de vizinhos sul-americanos. Está atrás de países em crise, como Argentina, Venezuela e Grécia.
PETROBRAS
E se perguntarem sobre os números da Petrobras ? Para responder, a Presidente, certamente pedirá ajuda aos universitários. Considerando os dados de seu último balanço, o endividamento da empresa atingirá um valor próximo dos R$ 500 bi no final deste 3o. trimestre, ou seja, um adicional de R$100 bi em relação ao trimestre anterior. Para completar, em cinco anos, a empresa perdeu 69% de seu valor.
EMPREGO
Com relação ao número de desempregados, o IBGE pôs um novo valor na agenda da presidente. Agora já são 1,9 milhão de desocupados. Em relação a igual mês do ano passado, esse percentual cresceu 52,1%, o que representa 636.000 pessoas a mais na fila do desemprego.
SALÁRIO MÍNIMO
A perda do poder de compra do brasileiro é grande desde o início do governo Dilma. Agora em setembro, o piso salarial atingiu o menor valor em dólar desde janeiro de 2009. Nos cinco anos do governo Dilma, a depreciação do SM na divisa norte-americana chegou a 38,6%, sem contar a inflação do período. O SM dolarizado do brasileiro é menor do que de vizinhos sul-americanos. Está atrás de países em crise, como Argentina, Venezuela e Grécia.
PETROBRAS
E se perguntarem sobre os números da Petrobras ? Para responder, a Presidente, certamente pedirá ajuda aos universitários. Considerando os dados de seu último balanço, o endividamento da empresa atingirá um valor próximo dos R$ 500 bi no final deste 3o. trimestre, ou seja, um adicional de R$100 bi em relação ao trimestre anterior. Para completar, em cinco anos, a empresa perdeu 69% de seu valor.
EMPREGO
Com relação ao número de desempregados, o IBGE pôs um novo valor na agenda da presidente. Agora já são 1,9 milhão de desocupados. Em relação a igual mês do ano passado, esse percentual cresceu 52,1%, o que representa 636.000 pessoas a mais na fila do desemprego.
CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS
E ao presidente Barack Obama, dirá o que sobre o Ciência sem Fronteiras ? Reiterará que o programa é o carro-chefe do lema de seu segundo governo denominado "Pátria Educadora" , ou dirá a verdade sobre a suspensão do CsF ?
PRONATEC
Em direção semelhante, o Pronatec, lançado em 2011, foi uma das principais bandeiras na campanha eleitoral da presidente. Esta chegou a sugerir, em um dos debates na TV Globo, que uma economista cinquentona e desempregada procurasse matricula no programa para se atualizar profissionalmente e rapidamente ingressar no mercado formal de trabalho. Hoje (24), tornou-se curso indiferente, segundo o Ministério da Fazenda.
MEIO AMBIENTE
Na área do meio ambiente, o Brasil continua perdendo suas florestas. Entre 2010-2012, foram cerca de 60.000 km2, (1,8%), segundo o IBGE. No que diz respeito a proteção da zona costeira há um imenso descalabro. Há poucas unidades de conservação marinhas que protegem apenas 1,5% desse espaço. Unidades de conservação com até 300 mil ha têm apenas um servidor. Enfim, o País passa vergonha ao não cumprir metas da ONU, segundo o relato do jornalista João Lara Mesquita em carta aberta à ministra do Meio Ambiente, publicada recentemente na Folha de São Paulo.
Na contramão dos números acima, Dilma anunciou no domingo (27), a meta de redução de 37% na emissão de gases do efeito estufa até 2025. Disse ainda que os objetivos serão alcançados com o desmatamento ilegal zero até 2030 e restauração de 42 milhões de hectares entre reflorestamento, recuperação de pastagens degradadas e integração lavoura-pecuária-floresta. A conferir com os próximos governos. Se dependesse do dela, credibilidade zero.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
21 setembro 2015
FINANCIAMENTO PARTIDÁRIO COM RECURSOS PÚBLICOS ? DIGA NÃO !
Com a decisão do STF de acabar com o financiamento privado de campanha, os partidos políticos têm discutido alternativas para arrecadação, preocupados com as próximas eleições. Em 2014, as empresas doaram R$ 3,07 bilhões, 70,6% dos R$ 4,35 bilhões arrecadados, segundo dados do TSE. Mantida a decisão do STF, o Brasil se somará ao clube de 28 nações que adotaram essa medida.
Entretanto, há vários partidos defendendo, entusiasticamente, o financiamento público, com o dinheiro do tesouro, ou seja, com recursos de todos os brasileiros, sejam eles filiados partidários, ou não.
Entre as opções desejadas, uma que está em evidência (novo fundo com valor inicial de R$ 2,9 bi) é a que aumenta os recursos públicos que, em 2015, ano sem eleições, já abocanhou quase R$ 1 bilhão dos cofres públicos.
Contudo, ao contrário de gastos exagerados para o funcionamento dos partidos e a prática de campanhas milionárias para os seus candidatos, o que se impõe é que cada legenda se adeque às suas receitas, estas oriundas das contribuições advindas daqueles que a segue fidedignamente, mirando para os seus programas e objetivos para a construção de um País desenvolvido e socialmente justo.
Sabe-se que para se ter uma forte democracia a existência de partidos (não siglas de aluguel) é essencial. Mas, para que isto ocorra, uma das premissas básicas é que estes devam ser financiados pelos seus filiados - pessoas físicas - tanto para o seu funcionamento diário, como para as campanhas eleitorais e, jamais, com recursos da União.
Além da necessidade de se delimitar o financiamento partidário, como acima exposto, outras medidas para contenção de gastos públicos no sistema político brasileiro devem ser adotadas. Algumas delas foram sugeridas aqui. É hora de se dar um basta nas horríveis manchetes vistas, diariamente, pelo povo brasileiro sobre este assunto.
Entretanto, há vários partidos defendendo, entusiasticamente, o financiamento público, com o dinheiro do tesouro, ou seja, com recursos de todos os brasileiros, sejam eles filiados partidários, ou não.
Entre as opções desejadas, uma que está em evidência (novo fundo com valor inicial de R$ 2,9 bi) é a que aumenta os recursos públicos que, em 2015, ano sem eleições, já abocanhou quase R$ 1 bilhão dos cofres públicos.
Contudo, ao contrário de gastos exagerados para o funcionamento dos partidos e a prática de campanhas milionárias para os seus candidatos, o que se impõe é que cada legenda se adeque às suas receitas, estas oriundas das contribuições advindas daqueles que a segue fidedignamente, mirando para os seus programas e objetivos para a construção de um País desenvolvido e socialmente justo.
Sabe-se que para se ter uma forte democracia a existência de partidos (não siglas de aluguel) é essencial. Mas, para que isto ocorra, uma das premissas básicas é que estes devam ser financiados pelos seus filiados - pessoas físicas - tanto para o seu funcionamento diário, como para as campanhas eleitorais e, jamais, com recursos da União.
Além da necessidade de se delimitar o financiamento partidário, como acima exposto, outras medidas para contenção de gastos públicos no sistema político brasileiro devem ser adotadas. Algumas delas foram sugeridas aqui. É hora de se dar um basta nas horríveis manchetes vistas, diariamente, pelo povo brasileiro sobre este assunto.
Keywords:
Fundo Eleitoral
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
17 setembro 2015
PARA UM BOM ENTENDEDOR POUCAS PALAVRAS BASTAM
Em encontro com jornalistas do grupo Estado, o ex-presidente FHC foi questionado sobre seus diálogos com duas das principais lideranças do PT em São Paulo.
Arguto, como sempre, vejam abaixo quais foram as suas respostas.
Ao comentar sua amizade com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), FHC contou que foi "de propósito" com ele a ópera com intuito de demonstrar que é preciso manter um sentimento democrático, "politicamente é importante abrir espaço para diálogo".
Sobre a possibilidade de abrir um diálogo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, FHC afirmou que é cauteloso. "Deixa passar a Lava Jato".
O texto completo da matéria pode ser acessado aqui.
Arguto, como sempre, vejam abaixo quais foram as suas respostas.
Ao comentar sua amizade com o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), FHC contou que foi "de propósito" com ele a ópera com intuito de demonstrar que é preciso manter um sentimento democrático, "politicamente é importante abrir espaço para diálogo".
Sobre a possibilidade de abrir um diálogo com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, FHC afirmou que é cauteloso. "Deixa passar a Lava Jato".
O texto completo da matéria pode ser acessado aqui.
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
16 setembro 2015
CPMF - CAMINHO PROVISÓRIO PARA A MADAME FUGIR
O governo pressionou os governadores e o Congresso afirmando que o tempo de três meses é curto para se aprovar o seu pacote econômico e que se isto não for feito, 2016 será pior do que 2015.
Chega de pressões. Presidente, procure o seu caminho. Procure o seu CPMF - Caminho Provisório para a Madame Fugir. Faça isto rápido, Presidente. Esta é a única alternativa para se encerrar a crise instalada no País pelos governos da última década.
Após a sua saída, Presidente, se discutirá um novo Brasil, seguindo-se uma trajetória parecida com o que ocorreu em 1992, tão logo o ex-presidente Collor foi apeado de seu governo e o ex-presidente Itamar Franco assumiu o poder.
Rapidamente, o Brasil se reencontrará com soluções para resolver seus problemas estruturais, que lhe permita retomar um crescimento em bases sustentáveis.
Atualmente já se contabiliza como uma década, e poderá ser por mais tempo, caso o seu governo, Presidente, insista em continuar no Planalto. Uma década perdida e que está levando o País a ficar mais distante das nações desenvolvidas e daquelas que o ultrapassaram nos últimos anos.
Presidente, não teime em permanecer no cargo, em cometer mais erros. Já os cometeu aos montes, ao mesmo tempo em que abusou demais das mentiras para se reeleger em sua campanha eleitoral.
O País já não acredita que a Presidente tem credibilidade e competência para consertar os problemas que foram criados por ela própria em seu primeiro mandato.
Não há mais possiblidade para a travessia a que se propõe. Nem confissão e nem pedido de perdão dos pecados cometidos ocorreram. Não há pontes para 2018 e nem as águas se abrirão. Milagres não irão acontecer.
Chega de pressões. Presidente, procure o seu caminho. Procure o seu CPMF - Caminho Provisório para a Madame Fugir. Faça isto rápido, Presidente. Esta é a única alternativa para se encerrar a crise instalada no País pelos governos da última década.
Após a sua saída, Presidente, se discutirá um novo Brasil, seguindo-se uma trajetória parecida com o que ocorreu em 1992, tão logo o ex-presidente Collor foi apeado de seu governo e o ex-presidente Itamar Franco assumiu o poder.
Rapidamente, o Brasil se reencontrará com soluções para resolver seus problemas estruturais, que lhe permita retomar um crescimento em bases sustentáveis.
Atualmente já se contabiliza como uma década, e poderá ser por mais tempo, caso o seu governo, Presidente, insista em continuar no Planalto. Uma década perdida e que está levando o País a ficar mais distante das nações desenvolvidas e daquelas que o ultrapassaram nos últimos anos.
Presidente, não teime em permanecer no cargo, em cometer mais erros. Já os cometeu aos montes, ao mesmo tempo em que abusou demais das mentiras para se reeleger em sua campanha eleitoral.
O País já não acredita que a Presidente tem credibilidade e competência para consertar os problemas que foram criados por ela própria em seu primeiro mandato.
Não há mais possiblidade para a travessia a que se propõe. Nem confissão e nem pedido de perdão dos pecados cometidos ocorreram. Não há pontes para 2018 e nem as águas se abrirão. Milagres não irão acontecer.
Keywords:
Desgoverno,
Dilma
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15 setembro 2015
FALTA DE CREDIBILIDADE E DE COMPETÊNCIA
Nesta 2a. feira (14), o governo
anunciou um novo pacote econômico. Desta feita, certamente para tentar
sensibilizar a população, usou a previdência social para justificar a recriação
da CPMF.
De novo o governo apresentou as
medidas através de seus ministros, da fazenda e do planejamento, apresentação
esta que mais se pareceu com uma conversa de bêbados.
O auge se deu quando o ministro Levy,
com uma imagem que já se tornou o seu padrão, a de irônico e de trapaceiro,
querendo abusar da inteligência dos que lhe ouviam, afirmou que a CPMF terá uma
duração de 4 a 5 anos para poder se pagar as pensões dos velhinhos. Ora, dados da ANFIP, reproduzidos em plenário do Senado pelo senador Paulo Paim, demonstram que a previdência tem superavit, em 2014 foi de R$ 50 bi.
Seguindo a apresentação, o que se
ouviu de diversos analistas do setor econômico: as medidas não mudarão o quadro
geral do País. Revelam mais a impotência do governo do que qualquer outra
coisa.
Entretanto, os brasileiros já estão
como "gatos escaldados". Recentemente, aprenderam muito com o
estelionato eleitoral cometido pela presidente Dilma Roussef, cuja
credibilidade chegou ao fundo do poço. Nas redes sociais e nas conversas
de um modo geral a reação foi imediata. O governo não terá o apoio da maioria
da população.
Nesse contexto, de falta de
credibilidade e de competência, será muito difícil que o pacote seja aprovado
no Congresso. Pois, o Congresso, como se sabe, reage conforme os sentimentos das ruas e não a um
governo barata tonta, sem unidade e sem rumo.
Torna-se cada vez mais evidente que a
única alternativa para se exterminar a crise vivida pelo País,
é a saída imediata da presidente, após o que se discutirá um novo
Brasil, seguindo-se uma trajetória parecida com o que ocorreu em 1992, tão logo
o Collor foi apeado do governo. Felizmente, conversas nesse sentido estão
avançando. Que ganhem velocidade para que se possa virar o ano sem esse clima
de pessimismo que permeia o País inteiro.
Keywords:
Desgoverno,
Dilma
Has worked as a lecturer, researcher and policymaker designing projects. In particular, he has exercised activities related to the design, negotiation and execution of projects in the areas of ST&I, interacting with customers and partners in Brazil and abroad.
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