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11 novembro 2022

Parte 3 - FFAA - Às Instituições e ao Povo Brasileiro

Nesta sexta-feira (11), os comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica divulgaram uma nota pública na qual defendem a garantia de manifestações pacíficas e condenam “restrições a direitos por parte de agentes públicos” e “excessos cometidos” em atos pelo País – “que possam restringir os direitos individuais e coletivos ou colocar em risco a segurança pública”. 

O documento, direcionado “às instituições e ao povo brasileiro”, é um claro recado ao Supremo Tribunal Federal e ao Tribunal Superior Eleitoral.

Sem citar nomes, a carta afirma que o papel das Forças Armadas é essencialmente assegurar o que a Constituição prevê, incluindo liberdade de pensamento, de reunião e o direito de ir e vir. 

Sobre o Legislativo, o texto diz que a Casa do Povo é o destinatário natural dos anseios e pleitos da população, “em nome da qual legisla e atua, sempre na busca de corrigir possíveis arbitrariedades ou descaminhos autocráticos que possam colocar em risco o bem maior de nossa sociedade, qual seja, a sua Liberdade”.

Obviamente, tal Nota é decorrente da crise atual por que passa o Brasil e que tem levado a população às suas ruas, conclamando a todos pelo retorno imediato ao fiel cumprimento de suas leis, especialmente pelo poder judiciário.

Em outras palavras, a Nota mandou avisos para os três principais agentes envolvidos na crise brasileira: autoridades, Congresso Nacional e os manifestantes .

  • As autoridades, no sentido de que aqueles que estão cometendo ilegalidades, é melhor pararem e voltarem a respeitar o estado democrático de direito;
  • Ao Congresso Nacional, alertando que os parlamentares precisam exercer o seu papel como representantes do povo; 
  • Aos manifestantes, reiterando para aqueles que estão pacíficamente exercendo os seus legítimos direitos através de manifestações públicas, que podem continuar a fazê-los.

Em seu penúltimo parágrafo, a Nota conclui com sabedoria:

"A construção da verdadeira Democracia pressupõe o culto à tolerância, à ordem e à paz social. As Forças Armadas permanecem vigilantes, atentas e focadas em seu papel constitucional na garantia de nossa Soberania, da Ordem e do Progresso, sempre em defesa de nosso Povo."

Em boa hora nos chegou esse conteúdo e que todos fiquem atentos e cumpram o que nele está expresso.


Confira a seguir a íntegra da nota


NOTA À IMPRENSA 

Às Instituições e ao Povo Brasileiro

 

Acerca das manifestações populares que vêm ocorrendo em inúmeros locais do País, a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira reafirmam seu compromisso irrestrito e inabalável com o Povo Brasileiro, com a democracia e com a harmonia política e social do Brasil, ratificado pelos valores e pelas tradições das Forças Armadas, sempre presentes e moderadoras nos mais importantes momentos de nossa história.


A Constituição Federal estabelece os deveres e os direitos a serem observados por todos os brasileiros e que devem ser assegurados pelas Instituições, especialmente no que tange à livre manifestação do pensamento; à liberdade de reunião, pacificamente; e à liberdade de locomoção no território nacional.


Nesse aspecto, ao regulamentar disposições do texto constitucional, por meio da Lei nº 14.197, de 1º de setembro de 2021, o Parlamento Brasileiro foi bastante claro ao estabelecer que: “Não constitui crime [...] a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais, por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais”.


Assim, são condenáveis tanto eventuais restrições a direitos, por parte de agentes públicos, quanto eventuais excessos cometidos em manifestações que possam restringir os direitos individuais e coletivos ou colocar em risco a segurança pública; bem como quaisquer ações, de indivíduos ou de entidades, públicas ou privadas, que alimentem a desarmonia na sociedade.


A solução a possíveis controvérsias no seio da sociedade deve valer-se dos instrumentos legais do estado democrático de direito. Como forma essencial para o restabelecimento e a manutenção da paz social, cabe às autoridades da República, instituídas pelo Povo, o exercício do poder que “Dele” emana, a imediata atenção a todas as demandas legais e legítimas da população, bem como a estrita observância das atribuições e dos limites de suas competências, nos termos da Constituição Federal e da legislação.


Da mesma forma, reiteramos a crença na importância da independência dos Poderes, em particular do Legislativo, Casa do Povo, destinatário natural dos anseios e pleitos da população, em nome da qual legisla e atua, sempre na busca de corrigir possíveis arbitrariedades ou descaminhos autocráticos que possam colocar em risco o bem maior de nossa sociedade, qual seja, a sua Liberdade.


A construção da verdadeira Democracia pressupõe o culto à tolerância, à ordem e à paz social. As Forças Armadas permanecem vigilantes, atentas e focadas em seu papel constitucional na garantia de nossa Soberania, da Ordem e do Progresso, sempre em defesa de nosso Povo.


Assim, temos primado pela Legalidade, Legitimidade e Estabilidade, transmitindo a nossos subordinados serenidade, confiança na cadeia de comando, coesão e patriotismo. O foco continuará a ser mantido no incansável cumprimento das nobres missões de Soldados Brasileiros, tendo como pilares de nossas convicções a Fé no Brasil e em seu pacífico e admirável Povo.


Brasília/DF, 11 de novembro de 2022.


Almirante de Esquadra ALMIR GARNIER SANTOS
Comandante da Marinha


General de Exército MARCO ANTÔNIO FREIRE GOMES
Comandante do Exército


Tenente-Brigadeiro do Ar CARLOS DE ALMEIDA BAPTISTA JUNIOR
Comandante da Aeronáutica

10 novembro 2022

Parte 2 - FFAA - Fiscalização do Sistema Eletrônico de Votação

Nesta quinta-feira (10), às 10h58, o Ministério da Defesa - a propósito das notícias que vêm circulando nas redes sociais e da própria Nota emitida pelo TSE, divulga ontem (09), após receber o Relatório das FFAA - emitiu a seguinte Nota, copiada abaixo, acessível também neste link


"Relatório das Forças Armadas não excluiu a possibilidade de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas".


Brasília (DF), 10/11/2022 - Com a finalidade de evitar distorções do conteúdo do relatório enviado, ontem (9.11), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa esclarece que o acurado trabalho da equipe de técnicos militares na fiscalização do sistema eletrônico de votação, embora não tenha apontado, também não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. Ademais, o relatório indicou importantes aspectos que demandam esclarecimentos. Entre eles:

- houve possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do TSE durante a compilação do código-fonte;

- os testes de funcionalidade das urnas (Teste de Integridade e Projeto-Piloto com Biometria), da forma como foram realizados, não foram suficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação; e

- houve restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros, inviabilizando o completo entendimento da execução do código, que abrange mais de 17 milhões de linhas de programação.

Em consequência dessas constatações e de outros óbices elencados no relatório, não é possível assegurar que os programas que foram executados nas urnas eletrônicas estão livres de inserções maliciosas que alterem o seu funcionamento.

Por isso, o Ministério da Defesa solicitou ao TSE, com urgência, a realização de uma investigação técnica sobre o ocorrido na compilação do código-fonte e de uma análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas, criando-se, para esses fins, uma comissão específica de técnicos renomados da sociedade e de técnicos representantes das entidades fiscalizadoras.

Por fim, o Ministério da Defesa reafirma o compromisso permanente da Pasta e das Forças Armadas com o Povo brasileiro, a democracia, a liberdade, a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem.
 

Ministério da Defesa 


PS.: Esta nota está plenamente de acordo com a primeira análise que fizemos sobre o citado Relatório.

De volta à cena do crime. Faz o L

1. "As pessoas não têm motivo para protestar." 

Declaração do ex-presidiário, condenado em três instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro, e que foi nomeado presidente, durante sua entrevista em Brasília, nesta quarta-feria, 09/11/2022.

2. A bomba fiscal que marca o momento da volta do descondenado à cena do crime já pressiona o câmbio e a bolsa de valores (10/11/2022).

Dólar sobe 2,43% no momento, para R$ 5,31 e o IBOV cai 2,22%. 

3.  A quadrilha do Mensalão e da Lava Jato, cujos membros já foram citados como componentes da equipe de transição de governo e/ou de prováveis futuros ministros.

4. Guerrilheiros - que escaparam de 1964 - estão novamente nas entranhas da nação.




PS.: 

Ao final do dia, a Bolsa brasileira perdeu quase R$100 bilhões de valor só hoje…. E a nossa moeda? Teve de longe a pior performance do mundo, em um dia de queda histórica no dólar.



09 novembro 2022

Parte 1 - FFAA - Fiscalização do Sistema Eletrônico de Votação

Após a divulgação do relatório produzido pelas FFAA, divulgado hoje, 09/11/2022, comecei a sua leitura. Só conseguir chegar apenas ao item II - Acesso ao código-fonte, p. 2-4, imagens abaixo, e tomei um grande susto. Após o texto, emiti minhas primeiras observações.











Nese item consta, portanto, que as FFAA sofreram limites de acesso ao sistema, ao seu código-fonte.

Tradução imediata 

O código-fonte (o código que é criado pelo programador) não foi testado em operação (execução). Permitiu-se apenas a sua leitura, em tela. Material impresso também foi proibido. Ingressar na sala somente com lápis e caneta. 

Código-fonte é o conjunto de palavras ou símbolos escritos de forma ordenada, contendo instruções em uma linguagem de programação, de maneira lógica, para execução de uma determinada tarefa.

Esse procedimento (acesso ao código-fonte), da forma como foi realizado, não serviu absolutamente para nada. Não se precisava nem mais analisar as demais etapas. Já deveria se ter colocado a "boca no trombone" a partir deste fato (2-19/ago/2022) e suspender o uso imediato das urnas eletrônicas nessas eleições.

O lado positivo do relatório, é que desde o seu início, já demonstra a fragilidade do TSE na condução do processo eleitoral e do sistema utilizado pelas urnas eletrônicas.

Por enquanto paro por aqui. Eventualmente, irei ler os demais itens contidos no relatório e, se assim o for, me pronunciarei posteriormente.

06 novembro 2022

PARTE 2 - ZERO VOTOS? O BRASIL QUER SABER

Hoje, domingo (06/07), o jornalista argentino Fernando Cerimedo, fez sua segunda live, na qual mostrou, por meio dos dados do próprio TSE, que a fraude maior se encontra especificamente nas urnas do Nordeste. Desejando ler o post sobre a primeira live, clique aqui.

Nos modelos de urnas 2020, as mais atuais e que são auditáveis, o comportamento apresenta uma dispersão normal de votos entre os candidatos.

Já nas urnas anteriores a 2020, não são auditáveis, seus comportamentos apresentam anomalias e as discrepância de votos entre os candidatos são maiores.

Os dados mostram, também, que mesmo Lula vencendo no Nordeste, a quantidade de votos tirados de Bolsonaro em favor do petista, já seria suficiente para que Bolsonaro fosse vitorioso.

Além disso, entre as informações chocantes da live, está o fato de que o TSE tem contrato com a empresa Smartmatic, ou seja, existe acesso externo aos nossos dados eleitorais.

Nas eleições de 2012 e 2014, no Brasil, tomou-se conhecimento das impressões digitais deixadas pela empresa Smartmatic. A Smartmatic foi contratada pelo TSE para cuidar da atualização do software utilizado nas urnas eletrônicas e prover tecnologia para transferência de dados. A Smartmatic é umbilicalmente ligada ao chavismo. Sua criação contou com o financiamento secreto do governo chavista e é a responsável pelas eleições venezuelanas.


Continuamos, de boa fé, caso seja descoberto alguma falha no sistema, não queremos admitir que o TSE seja cúmplice. Contudo, o será se não investigar os fatos divulgados - com o maior rigor e transparência - e esclarecer tudo de forma convincente à sociedade brasileira.

05 novembro 2022

ZERO VOTOS? O BRASIL QUER SABER

Já se passaram mais de 24 horas da divulgação de informações que levantaram legítimas dúvidas sobre os resultados eleitorais brasileiros. Entretanto, até o momento, sobre elas, não foi prestada nenhuma explicação pelas autoridades competentes.

https://goo.gl/maps/x3sQhZSmpi8qmyj17
Por exemplo, para explicar porque o presidente Jair Bolsonaro obteve zero votos em centenas de urnas. Isto ocorreu nos estados de São Paulo (Franca, Osasco, Guarulhos) e de Roraima. Há outras centenas, senão milhares de urnas com votações igualmente improváveis em todo o Brasil. Veja o mapa interativo com as urnas. Com um zoom, pode se ver os tipos de cidades, e ainda inclui os links diretos para o site do TSE de cada seção com zero votos para Jair Bolsonaro. PS.: No momento em que estou escrevendo este texto, o site do TSE não está permitindo o acesso aos dados de urna. Por que será?

Curiosamente não há uma única urna - em todo o país - onde o Bolsonaro tenha tido 100% dos votos. E se há suspeita de fraude em uma única urna, elas recaem sobre todo o sistema.

Qualquer cidadão, como eu, tem o dever de exigir esclarecimentos das autoridades competentes para preservar a democracia e a legitimidade de nossas instituições.

De boa fé, caso seja descoberto alguma falha no sistema, não queremos admitir que o TSE seja cúmplice. Contudo, o será se não investigar os fatos divulgados - com o maior rigor e transparência - e esclarecer tudo de forma convincente à sociedade brasileira.

É o que deseja todo o Brasil e até mesmo a maioria das nações estrangeiras em todo o mundo.

04 novembro 2022

MAIS DO QUE REIS

        Durante os últimos tempos, especialmente a partir de meados da década passada, o ativismo judicial no Brasil, através do STF, tem, cada vez mais, invadido espaços que não lhe cabe  em uma democracia. Seus ministros, inclusive, têm frequentemente ocupado os TTs das redes sociais.

        Fazer leis (Poder Legislativo) e administrar (Poder Executivo) são funções de autoridades eleitas pelo povo. Este escolhe os seus representantes e se não ficar satisfeito com os resultados, ele próprio os destitui na eleição seguinte.

        Juízes não são eleitos - e são vitalícios. Quando eles usurpam as funções das autoridades eleitas, estão na verdade fraudando a democracia representativa e o voto popular.

        Mas os juízes e tribunais ativistas não estão nem aí para o voto da maioria da população; aliás, eles gostam de ser "contramajoritários".

        O tribunal ativista não quer aplicar a lei, e sim impor sua visão de mundo, suas convicções ideológicas - sobre aborto, drogas, segurança pública, algemas e até sobre urnas eletrônicas; se a lei não coincide com essas convicções, pior para a lei.

        Até crime os ativistas do STF já "criaram", embora a Constituição diga expressamente que não há crime sem lei anterior que o defina.

        Ao público, em maior escala, esse ativismo judicial foi se tornando mais visível a partir do impeachment de Dilma Rousseff, ocasião em que nossa Constituição foi desrespeitada pelo então presidente do STF.

        Posteriormente, esse ativismo ganhou mais notoriedade após a vitória de Jair Bolsonaro para o exercício do poder executivo e que, no cumprimento de suas funções tem recebido medidas hostis do STF, numa média de uma a cada sete dias.

         O ativismo judicial do STF tem sido contínuo, ao ponto de "parir" um "malabarismo judicial" para tirar da cadeia e torná-lo elegível um presidiário condenado, em três instâncias, a mais de 24 anos de prisão.

        Concomitante com o ativismo judicial, sem exceção, instalou-se um ambiente totalitário, como demonstrado na condução das eleições deste ano (2022), utilizando, inclusive, o ambiente iniciado com a instauração do Inquérito ilegal 4.781 - definido pelo ministro Marco Aurélio de Mello como o "O Inquérito do Fim do Mundo" - que descambou para uma sequência de ataques flagrantes às normas constitucionais e legais e aos princípios básicos do direito.

        Inclusive, é nesse contexto de crimes sem lei, de processos sem crime, de condenações sem provas e de penas sem sentença que os brasileiros já se comunicam por sussurros, amedrontados e coagidos pelo estado policialesco instalado no país.

        Antonin Scalia, um dos maiores juízes que a Suprema Corte dos EUA já teve, disse uma vez que, "se fosse rei", faria uma lei mandando para a prisão quem queimasse a bandeira americana em manifestações contra o governo, mas como sabia que não era rei, e sim juiz, tinha que aplicar a Constituição de seu país, que garante o direito à livre manifestação; por isso, mandou soltar o réu (contra suas convicções pessoais de patriota e conservador).

        Aqui, contudo, diante do histórico crepúsculo do Direito brasileiro, os ativistas do STF não acham que são reis; eles têm certeza de que são deuses.

        Suprema desordem.


ACORDA BRASIL! O PT JÁ ESTÁ FAZENDO

A JovemPan tem se destacado dos demais veículos de comunicação do Brasil, por sempre ter exercido o jornalismo de forma independente: de governos, de partidos, de grupos empresariais etc, o que não acontece com os seus concorrentes.

Essa independência tem lhe proporcionado elevados níveis de audiência junto ao público brasileiro, no Brasil e no exterior, em todos os seus canais: rádio, TV ou Internet. Este sucesso tem provocado inveja nos demais grupos de comunicação, ao ponto de ser atacada diretamente pela Folha de São Paulo (Folha e UOL). Confira no vídeo o Editorial resposta a esse ataque.



Um de seus programas de maior sucesso é OsPingosNosIs, levado ao ar de segunda a sexta-feira, das 18 às 20 horas. A edição de hoje (03/11) trouxe dois momentos de alta importância para o Brasil, ao mostrar o contexto planejado pelo PT para o País e que não foi implantado durante os governos passados de Lula e Dilma. Após declarada a vitória do ex-presidiário, suas lideranças ja demonstraram que agora a coisa vai, e pra isto, desta vez, contam com um poderoso aliado, o STF.

O primeiro desses momentos: uma entrevista com a deputada Carla Zambelli que viajou aos EUA para cumprir agenda pessoal: “Eu não tenho motivo nenhum para fugir [...] Não há especulação de que eu vá ser presa”, disse a deputada se posicionando sobre o boato, propagado pela esquerda, de que tinha fugido para não ser presa.

Mas esse não foi o principal esclarecimento. O mais importante da entrevista esteve nos temas que corroboram o cenário que já está no ar, antes mesmo da posse do ex-presidiário: um novo modelo de nação a ser implantado no Brasil, seguindo as orientações do Foro de São Paulo, no qual estão presentes:

  • restrições de liberdades individuais contidas nos artigos 5o. e 220 da Constituição Federal (CF);

  • censura;

  • restrições impostas pelo STF e pelos proprietários das redes sociais aos seus usuários;

  • interferência do pode judiciário no processo político a favor de uma corrente ideológica e de um candidato;

  • exercício pleno e abundante da juristocracia no País;

  • aplicação de um processo de caça as bruxas (adversários do sistema).

O segundo momento do programa, foi a análise da proposta do PT de mudança das diretrizes das Forças Armadas (FFAA), segundo o ex-deputado José Genoíno, ex-guerrilheiro, condenado e preso pelo mensalão, entre as quais:
  • eliminação do art. 142 da CF que trata da ordem das FFAA na ordem constitucional do País;

  • reforma dos currículos militares;

  • reorganização do exército que ficaria sob comando político;

  • mudança nos critérios de promoção dos oficiais;

  • integração militar dos países sul americanos para fazer frente aos EUA;

  • quarentena aos oficiais que venham a ocupar cargos públicos; e a

  • diminuição da participação de militares em funções políticas;

  • criação de uma guarda nacional e despolitização das FFAA.

Tal proposta é similar a implementada na Venezuela que tirou do exército o dever de atuar em crises relacionadas com a segurança pública. 



O Genoíno foi doutrinado com essas idéias desde os tempos de sua participação como guerrilheiro do Araguaia e que continuam presentes na cartilha do Foro de São Paulo.

Acorda Brasil! Provavelmente, a maioria dos que votaram no ex-condenado, preocupados com as miudezas de seus afazeres diários, não fazem a menor idéia do que está por trás dos discursos públicos do PT. 

Como sugestão prática, procure saber um pouco sobre o que foi/é a Venezuela antes/depois do Hugo Chavez assumir o governo e implementar o que ditava o Foro de São Paulo.

Na foto, em uma das reuniões do Foro de São Paulo, Hugo Chavez (Venezuela), Evo Morales (Bolivia), Lula e Rafael Correa (Equador).






02 novembro 2022

A DEBACLE DA JUSTIÇA BRASILEIRA


Infelizmente alguns fatos surgem na sociedade e não se tornam mais surpresas entre o anoitecer e o amanhecer de um novo dia. 

É o caso, por exemplo, - da debacle da justiça brasileira - capitaneado por seu representante máximo, o Supremo Tribunal Federal (STF), que cuida com uma avassaladora epidemia de violação de direitos fundamentais e liberdades talvez jamais vista em terras brasileiras.

Cumpre-nos, até por obrigação indesejada, a amarga tarefa de expor a atuação de uma elite tecnocrática instalada nos mais variados órgãos de justiça que nos levaram ao estado atual de um governo (ditadura?) paralelo e policialesco.

Nesse contexto, enumeramos, de forma reduzida, quatro exemplos da atualidade, sem entrar em seus conteúdos específicos com os respectivos fatos, mas, para todos eles, o leitor poderá facilmente encontrá-los na Internet e até mesmo em artigos e livros recentemente publicados. Vamos aos exemplos:

1. O inquérito 4.781, - O Inquérito do Fim do Mundo - notoriamente recheado de ilegalidades e inconstitucionalidades, presidido por um ministro do STF com a unânime anuência de seus pares.

2. Um conjunto de decisões sobre variadas áreas que demonstram cabalmente o ativismo judicial do STF que conduziu a República a um regime juristocrático.

3. As constantes violações das liberdades, tais como a violação direta à liberdade de expressão, de opinião, de pensamento, de reunião, de ir e vir, de decidir sobre seu próprio tratamento médico, de trabalhar, de estar representado politicamente por seus eleitos.

4. O desmonte do sistema judiciário para que Lula pudesse concorrer à presidência. Os processos, julgamentos e decisões de um sem-número de juízes foram simplesmente rasgados. 

Como podemos esperar doravante uma sociedade onde todos são iguais perante a lei?

Bom, o ex-presidiário Lula não acredita no império da lei, nunca foi um conceito que lhe agradasse, afinal é um ególatra que espera que a lei se molde à sua conveniência. Agora, powered by STF, Lula é a lei, e assim será.

Para nosso assombro, uma massa enorme de indivíduos supostamente educados, forjados nesse ambiente de impostura intelectual, aplaude as mais graves e nítidas violações de direitos como se estivesse num jogo de futebol, torcendo pelo seu time, tal como membros do imbecil coletivo, arrebatada por modas e paixões que a impedem de enxergar coisas óbvias.

Last but not least, o agigantamento de atribuições em torno de um único poder pode resultar em um governo autocrático e solapador da democracia. 


01 novembro 2022

PRONUNCIAMENTO DO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO


Nesta tarde, (01/011/2022), o presidente Jair Bolsonaro fez o seu primeiro pronunciamento após a divulgação dos realizados neste último domingo (3/10).

Foi um discurso curto, menos de três minutos, no qual o presidente agradeceu aos 58 milhões de eleitores que votaram nele os votos recebidos.

O presidente da República afirmou que os protestos devem ser pacíficos, sem destruição de patrimônio nem invasão de propriedades, como faz a esquerda e exortou a população a não interferir no direito das pessoas de ir e vir.

Em resumo disse:

  • Que a direita surgiu de verdade, com grande representação no Congresso Nacional
  • Lembrou o lema Deus, pátria, família e liberdade
  • Lembrou que várias lideranças foram formadas em todo o país
  • Lembrou que superamos a pandemia e a guerra

  • Disse que os movimentos de protesto são fruto de indignação e do sentimento de injustiça quanto ao processo eleitoral, mas os métodos não podem ser os métodos da esquerda

  • E que continuará cumprindo todos os mandamentos da Constituição Federal

Observou-se que o Presidente não contestou nem também reconheceu os resultados divulgados pelo TSE que apontaram a vitória de seu adversário.

Por ultimo, relembramos que um dos discursos mais memoráveis da História - Sangue, Suor e Lágrimas - de Winston Churchill, durou apenas 5 minutos. Ele elevou os ânimos dos britânicos para combater e vencer a Alemanha na Segunda Guerra Mundial.

Que os brasileiros continuem com ânimo semelhante ao dos ingleses daquela época no caminho da vitória.

Quanto ao Bolsonaro, este levou menos tempo que o Churchill para ser considerado um líder de sua Nação.

* * *

A íntegra do discurso:

Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral.


As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedades, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir.


A direita surgiu de verdade em nosso país. Nossa robusta representação no Congresso mostra a força dos nossos valores: Deus, pátria, família e liberdade.


Formamos diversas lideranças pelo Brasil. Nossos sonhos seguem mais vivos do que nunca. Somos pela ordem e pelo progresso. Mesmo enfrentando todo o sistema, superamos uma pandemia e as consequências de uma guerra.


Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais.


Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição.


É uma honra ser o líder de milhões de brasileiros que, como eu, defendem a liberdade econômica, a liberdade religiosa, a liberdade de opinião, a honestidade e as cores verde-amarela da nossa bandeira.


Muito obrigado.

CAPITULAR OU COMBATER ?

Não demorou nem 24 h após o anúncio do resultado da eleição, para que milhares de pessoas saíssem às ruas de todo o País para contestá-lo. E não estão apenas se referindo a problemas sobre o processamento e contagem dos votos.

O buraco é mais embaixo. Trata-se de expor que o ex-presidiário não poderia ser candidato e, portanto, participar da eleição. Esse "buraco" está detalhado no artigo do J. R. Guzzo, publicado na revista Oeste, desta segunda-feira (17), e parcialmente copiado abaixo.

[...] 

"Lula foi levado à presidência pelo colapso geral da Constituição e das leis brasileiras ao longo do processo eleitoral — resultado de uma inédita intromissão do alto Poder Judiciário, abertamente ilegal, em cada um dos passos da eleição. 

O fato objetivo é que a dupla STF-TSE, com o ministro Alexandre Moraes dando as ordens e Lula no papel de beneficiário único, fez tudo o que seria preciso para um observador neutro definir a disputa como uma eleição roubada — pode não ter sido, na contagem aritmética dos votos, mas com certeza fizeram o possível para dar a impressão de que foi.

Basicamente, os ministros do Supremo Tribunal Federal e seu braço eleitoral, o TSE, montaram peça por peça um mecanismo desenhado para favorecer em tudo o candidato do PT. 

O primeiro passo foi a decisão de anular a lei, aprovada pelo Congresso Nacional, que permitia a prisão dos réus condenados em duas instâncias — como efeito imediato e direto dessa virada de mesa, Lula foi solto do xadrez de Curitiba onde cumpria há 20 meses a pena pelos crimes a que foi condenado na justiça. 

Em seguida veio o que deverá ficar na história como a sentença mais abjeta jamais dada nos 131 anos de existência do STF, do ponto de vista da moralidade comum e pelo princípio elementar que manda a justiça separar o certo do errado.

Os ministros, simplesmente, anularam as quatro ações penais que havia contra Lula, incluindo as suas condenações — e, com isso, fizeram a mágica de desmanchar a ficha suja que impedia o ex-presidente de ser candidato. 

Não deram motivo nenhum para isso, não fizeram um novo julgamento em que ficasse provada a sua inocência, e nem o absolveram de coisa nenhuma — disseram apenas que o endereço do processo estava errado e, portanto, ficava tudo zerado. 

A partir daí, e até desfecho no dia 30 de outubro, o sistema STF-TSE passou a trabalhar sem qualquer disfarce para favorecer Lula e prejudicar o único adversário real de sua candidatura — o presidente Jair Bolsonaro."

Cabe, portanto, a essa parcela indignada da população brasileira expor, enfaticamente e de forma pacífica, que não concorda com os procedimentos citados acima, e exigir que se implementem, urgentemente, as correções necessárias para que o País retorne aos princípios, deveres e obrigações previstas em sua Constituição Federal e demais legislações infraconstitucionais, todas elas frequentemente desrespeitadas pelo sistema STF-TSE.

Não faço juízo de valor do que é o melhor a se fazer, ou quem deva tomar medidas.

Contudo, o futuro da Nação exige uma correção desse mal e de todas as suas instâncias de poderes apodrecidas. 

E para que isto ocorra, não podemos sair em retiradas, rendidos e capitulados. Bem ao contrário, temos que permanecer no combate até que a vitória seja alcançada.


31 outubro 2022

#EÇENÃO

O futuro da Nação exige uma correção desse mal e de todas as suas instâncias de poderes apodrecidas

O segundo turno das eleições 2022 foi encerrado mas não podemos aceitar que, por malabarismo judicial, o Brasil tenha como seu presidente um corrupto, chefe de quadrilha, já condenado e nunca absolvido. 

Condenado a mais de 24 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro em três instâncias da Justiça, o ex-presidiário só disputou as eleições porque teve as suas condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Uma imensa fraude jurídica e política imposta ao povo brasileiro.

Além disso, durante a disputa, o ex-presidiário foi beneficiado com decisões judiciais em seu favor. Por exemplo, em diversos momentos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu a campanha de Bolsonaro de falar sobre envolvimento do PT com organizações criminosas e de expor casos de corrupção.

O que podemos esperar de um governo de oposição

O general Villas Bôas listou o que podemos esperar de um governo de oposição esquerdista, como o do ex-presidiário. São itens assustadores. Os copio a seguir:

  • Desmontagem das estruturas produtivas que tão arduamente foram recuperadas, criando uma base capaz de sustentar-se sem depender de governos;

  • A volta do aumento do desemprego, compensado por programas sociais demagógicos;

  • A submissão ao globalismo com a consequente perda da identidade nacional;
  • A destruição do civismo;
  • A ridicularização do patriotismo e dos símbolos nacionais;
  • A contaminação ideológica do ensino, impondo a aceitação de verdadeiras perversões às crianças;
  • O retorno do estelionato profissional, que os jovens dar-se-ão conta ao enfrentar o mercado de trabalho;
  • A perda do valor da palavra e da vida;
  • A substituição da verdade pelas narrativas;
  • A perda dos pruridos pelo uso da mentira;
  • A disfunção das instituições;
  • O desrespeito à Constituição;
  • A relativização da soberania da Amazônia;
  • A natureza acima das pessoas;
  • Dos índios como ferramentas de ONGs e Organismos Internacionais;
  • A política externa orientada por simpatias ideológicas;
  • Apoio a ditaduras;
  • O desaparecimento do culto à honra, à pátria e à liberdade;
  • A desesperança das pessoas que vestem o verde-amarelo.

Foro de São Paulo

O Foro de São Paulo é uma organização que reúne de maneira promíscua partidos políticos, organizações terroristas e grupos narcotraficantes. Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, os seus integrantes prometiam/prometem reconquistar a América Latina o que se havia perdido no Leste Europeu. Seu objetivo era/é traçar estratégia comuns e lançar "novos esforços de intercambio e de unidade de ação como alicerces de uma América Latina livre, justa e soberana". A unidade estratégica dessas organizações visava/visa tomar o poder em todo o continente, criando uma frente de governos socialistas.

Em cada um dos seus encontros, o Foro aprova um Plan de Acción comum para todas as organizações-membros, que coordena a estratégia ampla de atuação no continente, cujas táticas se adaptam periodicamente a cada conjuntura específica.

Nos países em que o Foro de São Paulo já governa e que nesse conjunto o Brasil se incorporará, todos aplicam a mesma agenda de aparelhamento do Estado:

  • infiltração no judiciário
  • limitação de liberdades civis
  • relaxamento no combate ao narcotráfico
  • perseguição da oposição e da imprensa livre

O futuro da Nação exige uma correção desse mal e de todas as suas instâncias de poderes apodrecidas.