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21 janeiro 2025

Golfo da América

    Cumprindo uma das promessas de campanha, o presidente Donald Trump, assinou uma ordem executiva para rebatizar o Golfo do México para "Golfo da América". O decreto foi publicado pela Casa Branca na noite desta segunda-feira (20).

    O Golfo do México é o maior golfo do mundo, sendo cercado por terras da América do Norte e da América Central. A região tem uma superfície de aproximadamente 1,55 milhão km², e seu subsolo é rico em petróleo. Além dos EUA, o golfo banha o México e Cuba. 


O Decreto

[ ... ] (b) Como tal, dentro de 30 dias da data desta ordem, o Secretário do Interior deverá, consistente com 43 U.S.C. 364 a 364f, tomar todas as ações apropriadas para renomear como "Golfo da América" ​​a área da Plataforma Continental dos EUA delimitada a nordeste, norte e noroeste pelos Estados do Texas, Louisiana, Mississippi, Alabama e Flórida e se estendendo até a fronteira marítima com o México e Cuba na área anteriormente denominada Golfo do México. O Secretário deverá posteriormente atualizar o GNIS para refletir a renomeação do Golfo e remover todas as referências ao Golfo do México do GNIS, consistente com a lei aplicável. O Conselho deverá fornecer orientação para garantir que todas as referências federais ao Golfo da América, incluindo em mapas de agências, contratos e outros documentos e comunicações reflitam sua renomeação.

[ ... ] (b) As such, within 30 days of the date of this order, the Secretary of the Interior shall, consistent with 43 U.S.C. 364 through 364f, take all appropriate actions to rename as the "Gulf of America" the U.S. Continental Shelf area bounded on the northeast, north, and northwest by the States of Texas, Louisiana, Mississippi, Alabama and Florida and extending to the seaward boundary with Mexico and Cuba in the area formerly named as the Gulf of Mexico. The Secretary shall subsequently update the GNIS to reflect the renaming of the Gulf and remove all references to the Gulf of Mexico from the GNIS, consistent with applicable law. The Board shall provide guidance to ensure all federal references to the Gulf of America, including on agency maps, contracts, and other documents and communications shall reflect its renaming. 


    Na mesma ordem executiva, Trump renomeou o Monte Denali, no Alasca, para "Monte McKinley". A montanha é a mais alta da América do Norte. A medida faz uma homenagem ao presidente William McKinley, que governou os Estados Unidos entre 1897 e 1901. Na prática, a ordem de Tryno desfaz um decreto do ex-presidente Barack Obama, que havia determinado que o Monte McKinley se chamasse Denali. À época, o objetivo seria usar batizar a montanha com o nome usado por nativos. Segundo Trump, McKinley liderou os Estados Unidos na vitória da Guerra Hispano-Americana e "defendeu tarifas para proteger a manufatura dos EUA, impulsionar a produção doméstica e levar a industrialização dos EUA".

Sobre a designação de cartéis e outras outras organizações como organizações terroristas, a respectiva Ordem Executiva, em sua integralidade está acessível aqui.

20 janeiro 2025

MENSAGEM DE JAIR BOLSONARO PARA O PRESIDENTE DONALD TRUMP


Há poucos instantes o ex-presidente Jair Bolsonaro publicou a mensagem que enviou ao presidente Donald Trump.

*. *. *

Sr. Presidente Donald Trump,

    Nossos cumprimentos pela posse e impecável pronunciamento em defesa da liberdade individual e honra a Deus.     O uso da máquina estatal - lawfare - para perseguir adversários políticos, a partir de hoje, deixa de existir nos Estados Unidos.     Seu exemplo nos enche de esperanças. Que o Brasil entregue a escolha de seus líderes ao povo. A democracia agradece. Jair Bolsonaro.


    Parabéns e boa sorte.
    Deus salve a América.
    Deus abençoe o Brasil.

*. *. *

PS.:

    Ao se referir que o lawfare deixará de existir nos EUA, lembra o fato de que o mesmo está instalado no Brasil usando toda a máquina pública do Estado brasileiro. Há 6 anos o Brasil assiste diversas prisões e ordens judiciais questionáveis do ponto de vista jurídico, determinadas por um magistrado, posteriormente acusado, de utilizar a lei para supostas práticas ideológicas, ou fins diversos da sua justa aplicação. 

19 janeiro 2025

Posse de Trump: MOMENTO HISTÓRICO



    Trump recebeu o Village People e dançou YMCA com a banda ícone em seu comício de posse. "YMCA" é uma canção do grupo americano Village People lançada em 1978. A música foi escrita por Jacques Morali (também produtor do disco) e cantor Victor Willis.A música é um hit pop animado que incentiva jovens rapazes a frequentarem a Young Men's Christian Association (Associação Cristã de Jovens Rapazes), que surgiu no século 19 e reuniu milhões de associados desde a fundação.A canção atingiu o segundo lugar nas paradas musicais dos EUA no início de 1979 e chegou a Nº 1 no Reino Unido ao mesmo tempo, tornando-se o maior sucesso do grupo. É um dos trinta singles individuais a ter vendido 10 milhões (ou mais) de cópias pelo mundo.

    Durante sua campanha de reeleição em 2020, Donald Trump começou a usar a música (assim como outra música do Village People, "Macho Man") para encerrar seus discursos, assim como na de 2024, que selou sua volta à Casa Branca.



Letra/Tradução


A.C.J.R. (Associação Cristã de Jovens Rapazes)

Y.M.C.A.

Rapaz, não há nenhuma necessidade de sentir pra baixoYoung man, there's no need to feel down
Eu disse: Rapaz, se levanteI said: Young man, pick yourself off the ground
Eu disse: Rapaz, porque você está em uma nova cidadeI said: Young man, 'cause you're in a new town
Não há nenhuma necessidade de ser infelizThere's no need to be unhappy

Rapaz, há um lugar que você pode irYoung man, there's a place you can go
Eu disse: Rapaz, quando você estiver com a grana curtaI said: Young man, when you're short on your dough
Você pode ficar lá, e eu tenho certeza que você vai encontrarYou can stay there, and I'm sure you will find
Muitos jeitos de se divertirMany ways to have a good time

É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A
É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A

Eles têm tudoThey have everything
Para vocês homens aproveitaremFor you men to enjoy
Você pode dar um rolê com todos os garotosYou can hang out with all the boys

É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A
É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A

Você pode se renovarYou can get yourself cleaned
Você pode ter uma boa refeiçãoYou can have a good meal
Você pode fazer o que você sentir vontadeYou can do whatever you feel

Rapaz, você está me ouvindo?Young man, are you listening to me?
Eu disse: Rapaz, o que você quer ser?I said: Young man, what do you want to be?
Eu disse: Rapaz, você pode tornar seus sonhos realidadeI said: Young man, you can make real your dreams
Mas você tem que saber uma coisaBut you got to know this one thing

Nenhum homem chega lá sozinhoNo man does it all by himself
Eu disse: Rapaz, coloque o seu orgulho na prateleiraI said: Young man, put your pride on the shelf
E simplesmente vá lá, para o A-C-J-RAnd just go there, to the Y-M-C-A
Tenho certeza de que eles podem ajudá-lo hojeI'm sure they can help you today

É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A
É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A

Eles têm tudoThey have everything
Para vocês homens gostaremFor you men to enjoy
Você pode dar um rolé com todos os garotosYou can hang out with all the boys

É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A
É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A

Você pode se renovarYou can get yourself cleaned
Você pode ter uma boa refeiçãoYou can have a good meal
Você pode fazer o que você sentir vontadeYou can do whatever you feel

Rapaz, uma vez eu estive em seu lugarYoung man, I was once in your shoes
Eu disse: Eu estava para baixo e tristeI said: I was down and out with the blues
Eu senti que nenhum homem ligava se eu estava vivoI felt no man cared if I were alive
Eu senti que o mundo inteiro estava me apertandoI felt the whole world was so tight

Foi quando alguém veio até mimThat's when someone came up to me
E disse: Rapaz, vá descendo essa ruaAnd said: Young man, take a walk up the street
Há um lugar lá chamado A-C-J-RThere's a place there called the Y-M-C-A
Eles podem te colocar de volta em seu caminhoThey can start you back on your way

É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A
É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A

Eles têm tudoThey have everything
Para vocês homens gostaremFor you men to enjoy
Você pode dar um rolé com todos os garotosYou can hang out with all the boys

A-C-J-RY-M-C-A
É divertido ficar no A-C-J-RIt's fun to stay at the Y-M-C-A

Rapaz, rapazYoung man, young man
Não há nenhuma necessidade de sentir pra baixoThere's no need to feel down
Rapaz, rapazYoung man, young man
Levante-se do chãoGet yourself off the ground

A-C-J-RY-M-C-A
E basta ir ao A-C-J-RAnd just go to the Y-M-C-A

Rapaz, rapazYoung man, young man
Não há nenhuma necessidade de sentir pra baixoThere's no need to feel down
Rapaz, rapazYoung man, young man
Levante-se do chãoGet yourself off the ground








18 janeiro 2025

Sim! Estamos em guerra!

Foto


    Após a segunda guerra as armas utilizadas demonstraram ao mundo o seu alto grau de destruição da espécie humana. Passou-se, em seguida, ao que se chamou de “guerra fria”, travada entre as duas “sobreviventes potências”, os EUA e a URSS, cada qual com seus aliados, conquistados não somente pelo poderio bélico e ameaças, mas também com a propagação de ideologias, há muito escritas e propagadas.

    Outras “armas”, então, passaram a ser utilizadas por ambos os lados, sobretudo em locais sensíveis e de fácil adesão, considerada a fragilidade econômica, cultural e, até mesmo, intelectual de determinado povo ou nação. 

    Goebbels, a fim de tornar positiva aos concidadãos e ao mundo as incursões nazistas e as atrocidades do regime, identificou formas de manipulação de massa tornando o ser humano destinatário de seus atos, incapaz de seguir seus próprios pensamentos e vulnerável às informações criadas por ele (fake news).

    A cultura, como o cinema, o rádio, a televisão passaram a fazer parte das estratégias com a difusão das opiniões e ideias, em conformidade com os interesses dos supostos controladores e manipuladores, oriundos, supostamente, nos ensinamentos do ministro das comunicações da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels (leia os seus 11 mandamentos na nota ao final do artigo).

    A entrevista de Fernando Haddad ontem para a CNN foi um dos pontos mais baixos da história política brasileira. Nunca se viu um ministro da economia tão perdido, tão despreparado, tão politiqueiro, e tão incompetente para o cargo que ocupa. Foi assombroso.

    A maior de todas as mistificações, a que mais provocou vergonha alheia, foi a teoria de Haddad de que Bolsonaro estaria por trás do financiamento do vídeo do Nikolas. O motivo seria Bolsonaro não gostar da Receita Federal. Haddad usou a mesma arma (fake news) da Dilma quando, em 2015, culpou o FHC pelo escândalo do Petrolão, por não ter começado as investigações nos anos noventa. Dilma já estava em seu segundo governo, depois de dois do Lula, mas ainda teve a cara-de-pau de puxar a carta do "culpa do FHC". 

    Sim, esse é o limite moral dessa gente. Haddad tirar da manga o "culpa do Bozo" é mais do que esperado, eram favas contadas, faz parte da cultura interna do partido a arrogância de não reconhecer seus erros. Haddad é a prova de que o PT continua utilizando a arma nazista (fake news) sugerida por Goebbels, não mudou nada. Hilário mesmo é ver o jornalismo militante se fazer de surpreso com isso tudo. Mas ao menos a ficha está caindo para eles e para grande parte da população, graça as redes sociais.

Vídeo

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NOTA

“Na Alemanha, Goebbels mantinha o domínio das emoções do povo e o ministério que dirigia contava com vários departamentos que se ocupavam de cultura e publicidade, rádio, cinema, teatro, música e arte, política, lei e finanças, cerimonial, juventude, problemas raciais e viagens, e o mais curioso: o de proteção contra a contrapropaganda no país e no exterior.”

Goebbels, segundo estudos de seu método, tinha seus próprios 11 mandamentos e que muito bem serviram ao seu propósito:

1- Princípio da simplificação e o único inimigo: Adote uma única ideia, um único símbolo; individualizar o adversário em um único inimig70

2- Princípio do método de contágio: Reúna vários adversários em uma única categoria ou indivíduo; os adversários devem ser constituídos em soma individualizada.

3- Princípio da transposição: Cobrar do adversário os próprios erros ou defeitos, respondendo ao ataque com o ataque. "Se você não pode negar as más notícias, invente outras notícias para distraí-las."

4- Princípio do exagero e da desfiguração: Transforme qualquer anedota, por menor que seja, em uma séria ameaça.

5- Princípio da popularização: “Toda propaganda deve ser popular, adaptando seu nível ao menos inteligente dos indivíduos a quem se dirige. Quanto maior 69massa a ser convencida, menor o esforço mental a ser feito. A capacidade receptiva das massas é limitada e sua compreensão é escassa; além disso, têm uma grande facilidade de esquecimento”.

6- Princípio de orquestração: “A propaga68a deve limitar-se a um pequeno número de ideias e repeti-las incansavelmente, apresentadas continuamente sob diferentes perspectivas, mas sempre convergindo para o mesmo conceito. Sem fissuras nem dúvidas”. É também daí que vem a famosa frase: "Se uma mentira é repetida o suficiente, acaba virando verdade".

7- Princípio de renovação: Novas informaç67s e argumentos devem ser emitidos constantemente em um ritmo tal que, quando o adversário responder, o público já esteja interessado em outra coisa. As respostas do adversário nunca devem ser capazes de neutralizar o nível crescente de acusações.

8- Princípio da probabilidade: Construir argumentos de várias fontes, através dos chamados balões de ensaio ou informações fragmentadas.

9- Princípio do silenciamento: Silenciar questões sobre as quais não há argumentos e ocultar notícias que favoreçam o adversário, também contra programando com a ajuda de mídias afins.

10- Princípio da transfusão: Via de regra, a propaganda sempre opera a partir de um substrato preexistente, seja uma mitologia nacional ou um complexo de ódios e preconceitos tradicionais; trata-se de disseminar argumentos que podem se enraizar em atitudes primitivas.

11- Princípio da unanimidade: Conseguir convencer muita gente que se acha “como todo mundo”, criando uma impressão de unanimidade.

A América realmente tem sorte



    Estamos a dois dias da posse de Donal Trump em seu novo mandato como presidente dos EUA. Vamos relembrar algumas das medidas que ele disse que tomaria no seu primeiro dia de governo - a ambiciosa agenda de "primeiro dia" envolvendo uma série de mudanças políticas e de pessoal, como deportações em massa e a demissão de generais.

Imigração

    Trump prometeu implementar "o maior programa de deportação da história americana" assim que assumir o cargo e girará em torno de seus esforços para reverter muitas das políticas de imigração da era Biden e aprovar algumas das suas próprias para reafirmar suas políticas de tolerância zero. Trump disse que reimplementaria no primeiro dia sua política "Permanecer no México", que exige que os requerentes de asilo permaneçam no México até que seus casos sejam processados ​​pelos tribunais de imigração dos EUA. Ele também disse que retomaria a construção do muro ao longo da fronteira EUA-México — algo que ele criticou repetidamente o governo Biden por não continuar. Trump também disse que usaria uma ação executiva em seu primeiro dia no cargo para impedir a concessão de cidadania por direito de nascença a crianças nascidas de qualquer pessoa que tenha entrado ilegalmente nos EUA.

Ditador no "primeiro dia"

    Trump fez a declaração ousada, mas vaga, de que seria um ditador apenas no "primeiro dia" de sua presidência. Ele explicou a Sean Hannity da Fox News que "quero fechar a fronteira e quero perfurar, perfurar, perfurar".

Demitir Jack Smith e perdoar os infratores de 6 de janeiro

    Trump disse que planeja demitir rapidamente o conselheiro especial Jack Smith, que está supervisionando o caso federal contra Trump em Washington, D.C., por seus esforços para subverter a eleição de 2020 e permanecer no poder. Trump também prometeu perdoar muitas das 1.000 pessoas acusadas em conexão com a insurreição de 6 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA. Ele chamou as pessoas que enfrentam acusações de reféns e prisioneiros políticos.

Clima

    Trump disse que assinará uma ordem executiva mais uma vez retirando os EUA do Acordo Climático de Paris, o tratado internacional que implementa os objetivos da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. O presidente Biden, em seu primeiro dia no cargo, trouxe os EUA de volta ao acordo da era Obama depois que Trump o retirou em 2019.

Política externa

    Trump prometeu tomar várias medidas destinadas a colocar o que ele vê como os interesses da América em primeiro lugar e prometeu acabar com os conflitos ao redor do mundo, incluindo o da Ucrânia e do Oriente Médio. Ele disse que daria prioridade à segurança nacional americana e aos interesses econômicos em casa em vez de pagar bilhões para apoiar aliados no exterior, e imporia tarifas altas sobre importações para estimular a criação de empregos domésticos. Trump também disse que exigiria a renúncia de qualquer general envolvido na retirada dos EUA do Afeganistão até "meio-dia do Dia da Posse".

O que não constava da agenda ambiciosa mas já aconteceu

    Trump anunciou na última 5 feira (16.jan.2025) que os atores Mel Gibson, Sylvester Stallone e Jon Voight serão embaixadores especiais em Hollywood. Segundo o político, o objetivo é trazer de volta a “Era de Ouro” da industria cinematográfica dos EUA.  Bela cartada do Trump. Fosse um presidente dos democratas, talvez viesse com Viola Davis, Elliot Page, e Arnold Schwarzenegger, e arrebentaria a indústria americana de vez.

    "É uma honra anunciar Jon Voight, Mel Gibson e Sylvester Stallone como embaixadores especiais em um lugar excelente, mas muito problemático, Hollywood, Califórnia. Eles servirão como enviados especiais para mim com o propósito de trazer Hollywood, que perdeu muitos negócios nos últimos 4 anos para países estrangeiros, DE VOLTA –MAIOR, MELHOR E MAIS FORTE DO QUE NUNCA ANTES! Essas 3 pessoas muito talentosas serão meus olhos e ouvidos, e farei o que elas sugerirem. Será novamente, como os próprios Estados Unidos da América, a Era de Ouro de Hollywood”

    Os EUA realmente têm sorte. Por aqui, na América do Sul, num país chamado Brasil, estamos vivendo o inverso, tendo a justiça mais desmoralizada do mundo, um ex-presidiário na Presidência da República, milhares de criminosos perdoados e livres e uma perseguição implacável contra quem denuncia esta situação. A nossa falência civilizacional é imbatível.

17 janeiro 2025

Lawfare no Brasil tem de acabar

    Alexandre de Moraes, o Xandão como outro dia disse Lula, intensificou a guerra diplomática com os EUA ao negar a devolução de passaporte de Bolsonaro, impedindo-o de viajar para posse de Trump. É nítido o caráter político e vingativo da decisão. Ele sabe que o resultado da eleição americana repercutirá na eleição do Brasil em 2026. Por outro lado, o mundo inteiro tomou conhecimento que não há razão para impedir a ida de Bolsonaro à posse de Trump. Em resumo, além da politicagem barata, o que existe é o medo de Bolsonaro demonstrar, mais uma vez, sua força perante os líderes mundiais, como aconteceu na posse de Milei.

    O fato é, portanto, mais uma demonstração do lawfare instalado no Brasil usando toda a máquina pública do Estado, que é de todos, para perseguir quem faz oposição ao governo.

    Há 6 anos o Brasil assiste diversas prisões e ordens judiciais questionáveis do ponto de vista jurídico, determinadas por um magistrado, posteriormente acusado, de utilizar a lei para supostas práticas ideológicas, ou fins diversos da sua justa aplicação. 

    Há, de fato, um estado de guerra, com a escolha do território brasileiro como campo de batalha, com graves consequências na ordem interna, e que tem o próprio povo como soldado, separado em dois lados, supostamente antagônicos, “dois exércitos”.

    Sem armas, mas com praticamente o mesmo grau de destruição, essa guerra afeta o psicológico de cada indivíduo, destruindo a nação aos poucos, fazendo com que os cidadãos percam a sensibilidade, a capacidade de raciocínio autônomo, a fraternidade, os valores básicos e princípios de ordem natural, tornando-os reféns de pensamentos formulados e manipulados por terceiros. 

    O momento atual impõe imensa reflexão e sabedoria para que essa guerra não se alongue e leve o país ao caos sem possibilidade de retorno. Ainda há tempo para o “cessar fogo” que somente irá ocorrer com a pacificação social efetivada por verdadeiros líderes e com a participação de todos, independente de suposta ideologia, interesse partidário ou político, e outros que não tenham a nação brasileira como fim. 

16 janeiro 2025

Declaração do Gabinete do Presidente Jair Bolsonaro


- A decisão de hoje de Alexandre de Moraes de negar o pedido do Presidente Jair Bolsonaro para comparecer à histórica posse do Presidente é uma grave decepção — não apenas para o Presidente Bolsonaro, mas para os milhões de brasileiros que ele representa e para a duradoura amizade entre o Brasil e os Estados Unidos. - O convite do Presidente Trump a Bolsonaro simboliza os profundos laços entre duas das maiores democracias das Américas. A decisão de impedir Bolsonaro de participar deste evento tão importante diminui a posição do Brasil no cenário global e envia uma mensagem preocupante sobre o estado da democracia e da justiça em nosso país. - Essa decisão é mais um exemplo do contínuo uso de "lawfare" (ativismo judicial) contra Bolsonaro — o uso sistemático da justiça para neutralizá-lo como adversário político nos tribunais, para não enfrentá-lo nas urnas. Essas ações não têm a ver com justiça ou com a prevenção de risco de fuga. Elas têm a ver com medo: medo da popularidade de Bolsonaro, que lidera as pesquisas para as eleições de 2026; medo de seu amplo apoio entre brasileiros de todas as classes sociais e regiões do país; e medo do que ele representa. - As justificativas apresentadas para esta decisão carecem de qualquer fundamento legal ou lógico. Bolsonaro cumpriu todas as ordens judiciais desde que seu passaporte foi confiscado há quase um ano. Ele compareceu à posse do Presidente Javier Milei na Argentina em dezembro de 2023 com permissão de Alexandre de Moraes e retornou ao Brasil como prometido, provando mais uma vez que não representa risco de fuga. Apesar disso, continua-se a esticar os limites da lógica jurídica para restringir seus direitos, negando a milhões de brasileiros a chance de ver seu principal candidato à presidência representado internacionalmente. - O governo Lula claramente aprendeu com os erros nos Estados Unidos, onde o sistema de justiça foi instrumentalizado para ganhos políticos: mas lá eles não agiram rápido o suficiente para destruir seu oponente político, Donald Trump, e ele superou esse ativismo judicial. Eu também superarei. - Esta decisão também representa uma oportunidade perdida de fortalecer a relação entre os Estados Unidos e o Brasil em um momento crítico. O Presidente Trump enfatizou a unidade global contra o "lawfare" e governos instrumentalizados para atacar opositores políticos, convidando líderes de todo o mundo para sua posse. Impedir Bolsonaro de comparecer enfraquece os laços diplomáticos e econômicos entre nossos países e afasta ainda mais o Brasil de um alinhamento com o mundo livre. - Isso não é sobre um homem ou uma decisão; não é sobre direita ou esquerda, é sobre o futuro da democracia no Brasil. Se o sistema de justiça pode tirar os direitos de um ex-presidente que representa milhões de brasileiros, ele pode fazer o mesmo com qualquer um. O povo brasileiro merece algo melhor do que decisões que minam os próprios princípios de justiça e democracia que se pretende defender. - A luta pela democracia, liberdade e pelo direito do povo brasileiro de escolher seus líderes continuará. "Lawfare" não prevalecerá.

15 janeiro 2025

Senado confirmou Marco Rubio cmo Secretário de Estado dos EUA



    O Senado dos Estados Unidos confirmou Marco Rubio como Secretário de Estado dos EUA. Veja algumas de suas afirmações durante a sua sabatina realizada nesta quarta-feira (15).

"Sob o comando do presidente Trump, a principal prioridade do Departamento de Estado dos Estados Unidos serão os Estados Unidos."

  • "Isso tornará a América mais segura"
  • "Isso tornará a América mais forte"
  • "Isso tornará a América mais próspera".

    Rubio reafirmou a importância da OTAN e a necessidade dos aliados europeus investirem mais em termos de defesa para fortalecer a aliança. “A aliança da OTAN é uma aliança muito importante.”

Sobre a China:

"Nós acolhemos o Partido Comunista Chinês na ordem global, e eles tiraram vantagem de todos os seus benefícios, e ignoraram todas as suas obrigações e responsabilidades. Agindo na contramão, eles reprimiram, mentiram, trapacearam, hackearam e roubaram durante o seu caminho para o status de superpotência global, e eles fizeram isso às nossas custas e às custas do povo de seu próprio país e em nosso próprio hemisfério."

Senador Pete Ricketts: Você concorda que a China é a maior ameaça à segurança nacional dos EUA?

Marco Rubio: Sim. E eu quero dizer isso. Os chineses acreditam que os EUA estão em declínio inevitável, e eles estão em ascensão. E por causa de nossas próprias ações, um desequilíbrio perigoso surgiu. Nós permitimos que eles trapaceassem por anos. Acabaremos com nossa dependência da China.

"Se continuarmos no caminho em que estamos agora, em menos de 10 anos, praticamente tudo o que importa para nós na vida dependerá da China nos permitir ou não."

"Tudo, desde remédios para pressão arterial até quais filmes podemos assistir. Eles dominam a indústria mineral crítica. Mesmo aqueles que querem mais EVs - essas baterias dependem da China."

"Se não mudarmos de rumo, viveremos em um mundo em que muito do que importa no dia a dia, da nossa segurança à nossa saúde, dependerá dos chineses nos permitirem ou não." 

Sobre a Ucrânia


"A guerra na Ucrânia tem que acabar. Deveria ser a política oficial dos EUA que ela tem que acabar. Isso não será fácil, e vai exigir uma diplomacia ousada. Pode começar com um cessar-fogo. Precisamos definir e atingir objetivos, concessões precisarão ser feitas. Então, podemos trabalhar em direção a um acordo de paz, acrescentando que "não há como a Rússia tomar toda a Ucrânia", embora também seja "irrealista" que a Ucrânia empurre a Rússia de volta para onde ela começou no início do conflito.

Sobre a Venezuela

Marco Rubio disse que vai enfrentar o ditador Maduro que enche os Estados Unidos de fentanil e organizações criminosas. “A Venezuela não é governada por um governo, mas por uma organização de tráfico de drogas que se fortaleceu como Estado nacional.” Rubio disse que o governo do presidente Biden foi "manipulado" pelo venezuelano Nicolás Maduro, cuja posse a Casa Branca chamou de ilegítima.

Sobre Cuba

Disse que Cuba é "sem dúvida" patrocinadora estatal do terrorismo Rubio rejeitou a decisão de última hora do presidente Biden de remover Cuba da lista de patrocinadores estatais do terrorismo, o que ocorreu quase quatro anos exatamente depois que Trump, em seu primeiro mandato, impôs a designação ao país.

Rubio, filho de imigrantes cubanos nos EUA, disse que Cuba "sem dúvida" merecia a designação em resposta a uma pergunta do senador Ted Cruz (R-Texas), que também é filho de imigrantes cubanos. "Espero que naquele primeiro dia você reverta essa determinação", disse Cruz. Rubio disse que tal decisão cabe a Trump, mas acrescentou que nada que Biden fez é "irreversível ou vinculativo para a nova administração. O presidente define nossa política externa, e meu trabalho é executá-la”, disse ele.

Sobre Terrorismo e narcoterrorismo


"O Hamas enviou um bando de selvagens para Israel com o propósito expresso e explícito de atacar civis...

Como pode qualquer estado-nação no planeta coexistir lado a lado com um grupo de selvagens como o Hamas?" 

“Em nosso próprio hemisfério há narcoterrorismo, ditadores e déspotas que aproveitam as fronteiras abertas para promover a migração em massa”.

Sobre o Canadá, a Groenlândia e o Panamá

    Rubio respondeu a perguntas sobre duas regiões que estão nas manchetes enquanto o presidente eleito Trump fala sobre a potencial expansão territorial em seu segundo mandato. Trump dobrou a aposta nas últimas semanas em sugestões de que os EUA deveriam adquirir a Groenlândia, o território autônomo do Ártico sob o controle da Dinamarca, e o Canal do Panamá, uma importante hidrovia que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico.

“Somos uma potência do Ártico. Os russos são uma potência do Ártico. Os chineses não são”, disse Rubio quando questionado por Shaheen sobre qual deveria ser a postura dos EUA na região.

“Deixando de lado todas as coisas que estão acontecendo na mídia, acho que precisamos entender que a Groenlândia tem sido estrategicamente importante para os Estados Unidos e para o Ocidente por muito tempo”, disse Rubio.

    Seus comentários vêm depois que Trump se recusou a descartar o uso de ação militar para adquirir a Groenlândia ou o Canal do Panamá na semana passada.

    Rubio também disse que há uma “questão muito legítima” com o Canal do Panamá e levantou preocupações sobre a influência estrangeira na rota comercial, ecoando os avisos de Trump de que a China está controlando-o — embora a Autoridade do Canal do Panamá tenha rejeitado essas alegações.

“Embora, tecnicamente, a soberania sobre o canal não tenha sido entregue a uma potência estrangeira, na realidade, uma potência estrangeira hoje possui, por meio de suas empresas — que sabemos que não são independentes — a capacidade de transformar o canal em um ponto de estrangulamento em um momento de conflito, e isso é uma ameaça direta ao interesse nacional e à segurança dos Estados Unidos”, disse Rubio.