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Mostrando postagens com marcador Impeachment. Mostrar todas as postagens
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09 julho 2025

A primeira tarifa já chegou e a segunda parece que se aproxima

    Trump impôs uma tarifa comercial de 50% ao Brasil, em parte devido à sua guerra ilegal e inconstitucional contra a liberdade de expressão. O próximo passo é Trump impor sanções de direitos humanos ao Ministro Moraes, com base na Lei Magnitsky. A liberdade e a democracia do Brasil dependem disso.

    É o que expôs a deputada Maria Elvira Salazar em suas redes sociais logo após a divulgação da carta de Trump para Lula.























    O Brasil poderia ter evitado essas sanções econômicas e as consequências que elas trarão para a nossa economia, mas o Senado assistiu calado enquanto Alexandre de Moraes promovia censura prévia, bania redes sociais em pleno período eleitoral, punia empresas americanas de forma arbitrária, invadia a jurisdição americana, prendia inocentes como Filipe Martins, e perseguia e massacrava a oposição brasileira e o seu principal líder, Jair Bolsonaro.

    Como as instituições brasileiras se omitiram e nada fizeram diante dessas violações que desrespeitam compromissos internacionais de proteção de liberdades e direitos humanos, as sanções da comunidade internacional eram inevitáveis.     Acharam que a maior democracia do mundo ia assistir a tudo isso inerte, calada, fazendo vista grossa?     Trump reagiu com sanção econômica e a culpa é do autoritarismo e daqueles que não apoiaram o impeachment que traria uma solução doméstica ao autoritarismo brasileiro. Infelizmente, isso não foi feito e agora a conta chegou. E não veio com HC, chegou com tarifa de 50%.



Chegou a conta. Impeachment Já



    Presidente Lula, o senhor está satisfeito agora após o recebimento da carta do presidente da maior nação do mundo? Já lhe antecipo que os brasileiros, em sua maioria, não estão. Aliás não estão desde que o tiraram da cadeia, de onde não deveria ter saído, por meio de manobras jurídicas vergonhosas para o Brasil e para o mundo.

    Após, indevidamente, subir a rampa do Planalto, o senhor preferiu colocar a ideologia acima do interesse do povo. Após apostar em ataques infantis contra um país muito mais poderoso e mais forte do que o Brasil, detentor da maior economia do planeta, a maior economia das Américas, a conta chegou.     E agora, será que o senhor vai tentar dizer que o seu fracasso é por causa do presidente Trump? Não, presidente Lula. O fracasso do seu governo é por causa das escolhas equivocadas e repetidas que vem fazendo, de uma visão de mundo ultrapassada e que agora coloca o Brasil pela primeira vez em toda história contra seu aliado estratégico mais tradicional, os Estados Unidos.     O povo brasileiro vai corrigir. O Brasil vai se livrar disso tudo. 

    Impeachment já.

25 janeiro 2025

APÓS DOIS ANOS

     Novamente o deputado Nikolas Ferreira saiu na frente apontando uma imediata solução para o momento atual vivido pelo Brasil, logo após o governo sugerir aos consumidores a troca de alimentos como instrumento para diminuição dos seus preços.

24 de janeiro de 2025

    Diante do que se pode observar na imagem abaixo não se trata mais de se falar em previsão e sim de um desastre comprovado em apenas dois anos de governo.


Fonte: Poder360

 

    E o que Lula faz? Ele próprio responde: "Já estamos em 2026", ao mesmo tempo em que põe o seu marketeiro na comunicação com o respectivo aumento de dinheiro em seu cofre. Claro, conta também com o contador dos votos e com os generais que descobriram uma paixão súbita segundo a qual decisão judicial "não se discute, se cumpre".

    Ora, os brasileiros sabem e mais recentemente o mundo também, que Lula vive sua decadência política interna e externa. No mundo, não tem mais nenhum palco relevante. Dentro do país, pesquisas de opinião, como a última do Instituto Paraná de Pesquisas, que mostraram sua popularidade ladeira abaixo só confirmam a mencionada decadência.

    Todos aqueles ouvidos na pesquisa e outros mais, certamente, irão concordar com a proposta do Nikolas. Em português claro, impeachment já.





09 setembro 2024

PEDIDO DE IMPEACHMENT PROTOCOLADO!


HOJE - 09/09/2024 - foi protocolado o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes no Senado.

153 deputados e 32 senadores já mostraram que estão do lado certo da história! Agora é a vez do senador Rodrigo Pacheco colocar esse pedido em pauta! Ele é o único que pode travar ou fazer o processo avançar. O Brasil não pode mais assistir passivamente ao desequilíbrio absurdo existente atualmente entre os três Poderes e o STF governando o país como se estivesse acima da lei.



18 abril 2024

Impeachment de ministros do Supremo vai se tornar um tema das eleições de 2026

É o que já se comenta nos bastidores do Senado mas a noticia já circula nas redes sociais. Nas contas do senador Alcolumbre, os bolsonaristas poderiam chegar a 54 vagas no Senado nas próximas eleições, alcançando maioria, pois eles (os bolsonaristas) têm chances de eleger pelo menos um senador em cada estado nas próximas eleições.

Trata-se de uma maioria confortável para provocar impeachment de ministros do STF, obstruir os trabalhos, derrubar Propostas de Emenda à Constituição (PEC).

A principal delas é a PEC que cria idade mínima para os ministros do STF e estabelece um tempo de mandato, que se encontra sob relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Também já não é mais segredo que Alcolumbre tem se aproximado da direita e aliados dizem que seu projeto é ficar quatro anos no comando da casa, com eleição em fevereiro do ano que vem e reeleição.

Contudo, pelo andamento político e administrativo que vem ocorrendo no Brasil, há quem diga que esse prazo é muito longo e não será surpresa se antes das eleições em 2026 o Senado não só votar o impeachment de um ministro do Supremo mas, também, o do atual presidente da República.

21 agosto 2021

58 MILHÕES DE BRASILEIROS PEDIRAM O IMPEACHMENT DE MINISTRO DO STF

Respaldado por, pelo menos, 58 milhões de brasileiros, o presidente Jair Bolsonaro protocolou, nesta sexta-feira (20),  no Senado Federal a solicitação de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Não se precisa entrar em detalhes sobre o conteúdo do documento protocolado. A Nação brasileira conhece bem os motivos apresentados pelo Presidente, todos eles consistentes com o que prever a nossa Constituição Federal.

Se sabe também, que de uns tempos para cá, ou melhor, desde o julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, é desrespeitoso, sistemático e crescente a violação de membros do STF aos mandamentos da lei, o que tem transformado o País, encaminhando-o aceleradamente para que sua sociedade passe a viver num estado de exceção. O Brasil talvez seja um raro exemplo de país em que a ditadura é feita pelos que não ganharam a eleição”.

Rompimento do Estado Democrático de Direito

Em publicação recente, leia-a aqui, o advogado Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa, disse não ser necessário explanar, o que vem se passando no Brasil, em termos de desrespeito à ordem constitucional de parte do STF, como também quanto à orquestração associada entre mídia engajada, Congresso Nacional e STF, visando solapar o máximo possível o governo de Bolsonaro.

Para Ana Paula Henkel, comentarista do programaOs Pingos Nos Is“, da Jovem Pan, o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes é necessário e constitucional. “Esse pedido do presidente é necessário e, nós, brasileiros precisamos ir às ruas no dia 7 e demandar essa pauta. É uma pauta legítima, constitucional. Do jeito que está, não tem como. O STF se distancia cada vez mais da realidade do Brasil”, afirmou. “Eu acho que o povo está cansado desse STF. As redes sociais estão explodindo com essa hashtag “STF e ruptura da democracia” porque não tem outra palavra. Eles romperam com o Estado Democrático de Direito e está mais do que óbvio isso”, completou. 

01 julho 2021

O "SUPERIMPEACHMENT" PARIU UM RATO


Ativismo e torcida não convertem alegações em provas e pedido juvenil de afastamento de Bolsonaro não deve ser levado a sério (*)

Foi mini o ato em defesa do “super”, fragilizando-o ainda mais. Virou um comício de ex-bolsonaristas magoados e ativistas em busca de holofotes.

O “super impeachment”, afinal, pariu um rato. Na tentativa de encorpar o pedido, que consolida uma centena de outros requerimentos, seus autores acabaram por fragilizar a iniciativa ao citar como “provas” apenas denúncias ou suspeitas.

Ativismo e torcida não convertem alegações em provas. Por isso, esse pedido juvenil de afastamento de Bolsonaro não deve ser levado a sério na Câmara. 

Políticos de oposição de fato importantes ignoraram o comício em defesa do “super impeachment”, em Brasília. O “movimento” já nasceu dividido.


(*) Com informações do Diário do Poder

14 fevereiro 2021

IMPEACHMENT DE TRUMP - ESSA HISTÓRIA ESTÁ APENAS COMEÇANDO

O Senado americano absolveu o presidente Trump do processo de impeachment iniciado na Câmara dos Representantes, promovido pelo partido Democrata sob a liderança de sua presidente Nancy Pelosi e forte engajamento da imprensa local. Todos saíram derrotados, mais uma vez. Trump pode, portanto, voltar a se candidatar em 2024, se assim quiser.

Em 2019 a imprensa dos EUA, de maioria democrata, de forte influência sobre a brasileira, arrastou as correntes do impeachment de Trump antes do início da campanha eleitoral, até que em 18 dezembro de 2019 o Senado fez o que estava previsto, mas escondido no noticiário: sepultou o impeachment.

Já nessa primeira tentativa, ficou claro que o objetivo do noticiário espalhafatoso sobre o “impeachment iminente” era produto do engajamento eleitoral dos jornalistas no esforço para desgastar a candidatura de Trump, que era favorita nas pesquisas realizadas na era pré-pandemia. 

Agora, novamente, todos mentiram com força para a opinião pública, inclusive para a brasileira, acompanhando cada lance do novo processo de impeachment instaurado pela Câmara como se fosse cada vez mais concreta a possibilidade de condenação do líder republicano. Toda essa concepção foi construída para impedir uma eventual candidatura do republicano em 2024. Perderam novamente. 

Neste sábado (13), como naquele 18 de dezembro de 2019, cumpriu-se o que todos sabiam, sobretudo jornalistas de lá e de cá: sem chances de avançar, o processo morreu no Senado.

Daqui por diante, os mesmos parceiros vão ter que lidar, novamente, com um Trump fortalecido por essa vitória. No grupo estão incluídas as redes sociais que encerraram definitivamente as suas contas. Entretanto, para todos será uma tarefa difícil. Senão vejamos.

O New York Times em enquete com dezenas de líderes estaduais e municipais do Partido Republicano, sua base de apoio, ficou sabendo que o trumpismo impera. Tudo indica que o peso dos 74.222.958 votos concedidos a Trump nas últimas eleições (nov/2020) é superior aos 81.282.098 (?) votos dados para Biden.

No âmbito das redes sociais, Jason Miller, conselheiro de Trump, em entrevista no programa Breibart News, revelou que o ex-presidente americano está considerando lançar sua própria plataforma de mídia social em um futuro não muito distante.

“Eu esperaria ver o presidente ressurgir nas redes sociais”, disse Miller quando questionado sobre o que Trump planeja fazer a seguir. “Seja ingressando em uma plataforma existente ou criando sua nova plataforma, há uma série de opções diferentes e uma série de reuniões diferentes que eles têm tido nessa frente”.

“Todas as opções estão sobre a mesa”, disse Miller. “Várias coisas estão sendo discutidas. Fique ligado porque você sabe que ele estará de volta nas redes sociais”. 

Portanto, essa história está apenas começando, segundo as próprias palavras do Trump, que assim se pronunciou após a divulgação do resultado:

"Nenhum presidente jamais passou por algo semelhante, e continua porque nossos oponentes não conseguem esquecer os quase 75 milhões de pessoas, o maior número de todos os tempos para um presidente em exercício, que votou em nós há poucos meses”. 

“Nosso movimento histórico, patriótico e belo para Make America Great Again está apenas começando. Nos próximos meses, tenho muito a compartilhar com vocês e estou ansioso para continuar nossa incrível jornada juntos para alcançar a grandeza americana para todo o nosso povo”.



20 setembro 2016

O CRETINISMO PARLAMENTAR

    Após a divulgação de um projeto, forjado na calada da noite, para anistiar os políticos envolvidos com o crime do caixa 2 nas campanhas eleitorais e em seguida abortado, o Senador Aloysio Nunes, do PSDB-SP, publicou em sua conta no Twitter: "A Câmara quase sucumbiu à doença identificada por Marx no livro sobre Napoleão III: o cretinismo parlamentar".

    O fato mostra que os parlamentares brasileiros não se vacinaram contra essa doença. Muito ao contrário, ela tem se manifestado com frequencia. Os que dela padecem são muitos e estão presentes em praticamente todos os partidos.

    Entretanto, o Senador Aloysio Nunes se esqueceu, ou não quis citar, que o Senado não está imune à doença.

    Não faz muito tempo, há apenas quinze dias, por ocasião da votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o Brasil e o mundo foram surpreendidos por uma maracutaia, promovida nos bastidores, tendo como líder o presidente do Senado e a aquiescência do presidente do Supremo Tribunal Federal, resultando na não aplicação da pena prevista na Constituição Federal para presidentes que são condenados por crime de responsabilidade.

    De novo, conforme noticiou a Folha de São Paulo, nessa nova maracutaia houve também a participação do presidente do Senado, segundo relato de alguns deputados e senadores, mas negado por ele.


    A pergunta que não quer calar é quando os hospedeiros das epidemias políticas brasileiras, do cretinismo parlamentar, deixarão a vida pública e passarão a ver o sol nascendo quadrado ?

01 setembro 2016

PÁGINA - QUASE - VIRADA

    Após nove meses de tramitação no Congresso chegou-se ao final do processo de impeachment da Presidente da República iniciado em dezembro de 2015.

    Durante todo esse período, o País pode saborear o gosto da democracia ao assistir o cumprimento do estabelecido em sua Carta Magna de 1988, a Constituição Cidadã, e respectiva legislação infraconstitucional, especialmente no que refere ao direito de defesa da acusada por crimes de responsabilidade.

    Por 61 votos a 20, o Senado condenou a presidente Dilma Roussef pelos crimes de responsabilidade cometidos em 2015, tendo como consequência imediata a perda de seu mandato. Essa cassação interrompe o ciclo de 13 anos do PT no poder, com suas principais lideranças abaladas e envolvidas em crimes das mais variadas naturezas, especialmente no âmbito da Operação Lava Jato.

    Entretanto, as comemorações desse resultado ocorreu sem brilho, pois, na sessão final de votação do impeachment, o Brasil foi surpreendido por uma maracutaia promovida nos bastidores tendo como líder o presidente do Senado e a aquiescência do presidente do Supremo Tribunal Federal. Canalhas, para usar o mesmo termo de como se dirigiu Tancredo Neves ao presidente do Senado Federal, quando o senador Auro Moura Andrade declarou vaga a Presidência da República enquanto Jango ainda se encontrava em território nacional.

    Tal manobra (conluio de pilantras) afrontou à Constituição, deixando os brasileiros inseguros no que tange ao cumprimento das leis. Tal tramóia retirou a pena prevista na CF para a presidente impedida de continuar exercendo o cargo maior do executivo federal e, dessa forma, a página virada, aguardada pela maioria dos brasileiros, não aconteceu em sua plenitude.

    Em seu lugar uma página negra foi escrita, pasmem, pelos chefes dos poderes legislativo e judiciário de nosso País. Uma grande mancha para a democracia brasileira.

09 junho 2016

FRAUDE DEMOCRÁTICA

    O procurador do Ministério Público junto ao TCU, Júlio Marcelo de Oliveira, ouvido ontem na comissão especial do impeachment no Senado como uma das testemunhas indicadas pela acusação, afirmou que Dilma cometeu uma “fraude democrática” ao estabelecer e permitir medidas econômicas que embaçavam a realidade das contas públicas do País.

    “Tudo isso leva a uma dúvida sobre o compromisso do governo em ter uma postura coerente e correta para sustentação da dívida, porque se ela perde o controle os agentes econômicos serão penalizados, sofrerão em algum momento um prejuízo seja por uma reestruturação da dívida, seja por uma inflação fora de controle, algum ajuste acaba sendo feito, então o artifício das pedaladas que levou a uma expansão insustentável do gasto público está na raiz da profunda crise”, declarou.

    O procurador disse ainda  “não ter dúvidas” de que há uma relação direta entre a maquiagem nas contas públicas e a crise econômica no país. A realização de tais feitos provocou “danos aos alicerces da economia brasileira que podem levar anos para serem recuperados”.

    Tais afirmações ocorreram no mesmo dia em que o novo ministro da fazenda, Henrique Meirelles, declarava que o Brasil enfrenta a pior crise de sua história. “Estamos vivendo a crise mais intensa da história do Brasil. Vamos aguardar, mas não será surpresa se a contração deste ano for a mais intensa desde que PIB começou a ser medido no início do século 20, até maior do que nos anos 30".


    Não é difícil se concluir, portanto, que para o Pais retornar a superfície do poço em que se encontra, levará, se não ocorrerem atropelos na subida, pelo menos uns dez anos. Os mais antigos sabem bem o que significa “uma década perdida” e os mais novos poderão entendê-la ao se debruçarem, ao vivo, sobre o que foram os treze anos de governo do PT, recém-findos, graças a Deus.

07 maio 2016

IMPEACHMENT - O QUE DISSE M. V. LLOSA

    A caminho do Brasil, aos 80 anos e prestes a lançar o seu mais recente livro, 'Cinco Esquinas', o Nobel peruano Mario Vargas Llosa, falou ao Estadão como vê o processo de impeachment da presidente Dilma.  Eis o que disse.

    "Com otimismo. No Brasil, há uma espécie de catarse da qual participa uma imensa quantidade de brasileiros que querem uma democracia decente e honrada, e não uma democracia de políticos que aproveitam o poder para enriquecer. 

    O Brasil está dando um exemplo pela maneira radical com que está combatendo e querendo castigar os culpados pela corrupção. Que nas próximas eleições os brasileiros sejam mais lúcidos e não votem novamente em ladrões e escolham políticos honrados".

26 abril 2016

DAY AFTER

Estamos a poucos dias de uma oportunidade para se virar a página do Brasil. Isto ocorrerá através da posse de um novo governo. 

A sociedade brasileira sabe que a crise atual não é superável com o governo que atualmente ocupa o Palácio do Planalto.

Como em 1992, essa mudança virá observando-se estritamente os ritos amparados constitucionalmente. 

Não está em curso um golpe. Não se terá noticias de decretação de estado de sítio nem de convocação das Forças Armadas para garantir a ordem social. Muito menos de golpistas presos.

A nova equipe, segundo o que já se divulga, toda ela conhece as causas que empurraram o País para o abismo. Não é demais repetí-las: a falta de governabilidade, considerada como o principal problema do Brasil, seguida da crise política e da corrupção.

A conquista dessa governabilidade passa necessariamente por dois aspectos: o primeiro, com a criação de um ambiente de credibilidade, com regras definidas e transparentes, que possa atrair investimentos privados que movimentem a economia, incluindo a rápida geração de empregos. 

O segundo, com a correção imediata dos padrões atuais da administração do setor público, que hoje se encontra aparelhado, loteado e saqueado numa verdadeira orgia de corrupção.

Ao mesmo tempo, faz-se necessária a eliminação da gastança irresponsável, da distribuição de benefícios mal concebidos e dos incentivos ao consumo sem estímulo à produção.

Por último, deve se iniciar, com a brevidade possível, as reformas estruturantes. Aquelas cujos efeitos se darão no médio e longo prazo. Nelas se incluem: a política, a tributária, a trabalhista, e a da previdência social.


18 abril 2016

DILMA PERDEU O JOGO

Com 72% dos votos favoráveis à autorização do impeachment, a presidente Dilma Rousseff sofreu uma derrota acachapante na Câmara dos Deputados. Foram 367 Sim, 137 Não, 7 Abstenções e 2 Ausentes.

Em dois estados da Federação, Amazonas e Rondônia, a presidente não obteve nenhum voto a seu favor. Coube a Roraima relembrar o placar da Copa ao apresentar o resultado de 7 x 1. A tabela abaixo mostra os números dos votos em todos os estados.

Com esse resultado, a presidente caminha para o seu julgamento por crime de responsabilidade pelo Senado Federal. Prever-se que em meados de maio se dará o seu afastamento inicial do cargo por 180 dias. Retornará ao cargo apenas se for absolvida.

Em seu lugar, assume, provisoriamente, o vice-presidente da República, Michel Temer, do PMDB.


DILMA RETORNOU À TV

Em pronunciamento à jornalistas, agora há pouco, a presidente Dilma Rousseff disse que se encontra muito indignada e injustiçada com a derrota arrasadora (72% dos votos pelo impeachment) sofrida  ontem na Câmara dos Deputados.

Será que a presidente sabe mesmo o que é injustiça ? Ou continua achando que mentir aos brasileiros é de plena justiça.

A presidente continua praticando os mesmos erros já bastantes conhecidos pelos brasileiros: mentiu pra ganhar eleição, mentiu no governo, mentiu na coletiva.

Em um dos momentos surgiu também um comportamento não recomendável. A presidente se furtou a assumir suas responsabilidades.

Nesse sentido, declarou que quando assinou os atos que estão sendo questionados no processo de impeachment, os fez após recebê-los com o devido aval de seus auxiliares técnicos e jurídicos.

Aliás, esse discurso é uma das narrativas usada pelos parlamentares do PT para dizer que a presidente não cometeu crime de responsabilidade.


30 março 2016

AUDITÓRIO DO CHACRINHA

Há duas semanas, depois que foi flagrada cometendo mal feitos, a presidente Dilma Roussef deixou de cumprir a liturgia do cargo de presidente da República ao se pronunciar em espaços abertos.

Hoje (30), em mais um ato nas dependências do Palácio do Planalto, a presidente voltou a desrespeitar  às instituições da República, neste caso, a sede do poder executivo, transformando-o em um espaço semelhante aos de programas de auditório exibidos, principalmente, nos canais de TV abertos.

Nada contra esses programas, mas cada um no seu devido lugar. Ao Palácio do Planalto, entretanto, não lhe cabe essa destinação.


A transmissão do lançamento da 3a. fase do MCMV, realizada em rede pela NBR, nos fez lembrar os programas do Chacrinha que, em certos momentos, abriam seus espaços para atores desqualificados.

O ato de hoje no Planalto não foi diferente. Em todo o seu transcorrer se viu no palco protagonistas com essa característica.

Os discursos proferidos foram inapropriados, no gesto, no tom e no conteúdo e, principalmente, para quem exerce o cargo de chefe de governo e de estado de uma nação democrática.

A boa notícia é que, concomitantemente com o que lá acontecia, não faltou, também, o som da buzina do Velho Guerreiro, hoje materializada pelo grito de FORA DILMA que se ouve nas ruas.

A má notícia é que faltou o bacalhau, ops apenas pra turma da claque. Pra outros, tem sido o prato principal em jantares, onde se comemoram e/ou se discutem tenebrosas transações, conforme pode se verificar nessas duas matérias. A primeira, em 2012, neste link. A segunda, em 2015, neste aqui.



25 março 2016

A ÓRBITA PENAL DA PRESIDENTE

Há duas semanas, depois que foi flagrada com a boca na botija, a presidente Dilma Roussef deixou de cumprir a liturgia do cargo de presidente da República ao se pronunciar em espaços abertos.

Os discursos proferidos e as entrevistas concedidas foram inapropriadas, no gesto, no tom e no conteúdo, para quem exerce o cargo de chefe de governo e de estado de uma nação democrática.

Em completo desrespeito às instituições da República, em especial ao Congresso, a presidente insiste em dizer que está em curso um golpe contra o seu mandato.

Em tom agressivo, a presidente insiste em dizer que não cometeu nenhum crime.

Em boa hora, a reportagem publicada pela revista IstoÉ, nesta data (24/03), desmistifica a série de supostos crimes cometidos pela presidente.

O detalhamento e respectivo enquadramento legal, de cada um deles, encontra-se na seção da matéria denominada "A órbita penal da presidente".

Segundo a revista, há fortes indícios de que a presidente tenha cometido sete crimes, só neste mandato: de responsabilidade, improbidade administrativa, extorsão, falsidade ideológica, desobediência, e o de responsabilidade fiscal e eleitoral.

Se a presidente, de fato, acredita em sua inocência, temos um judiciário a quem deve recorrer. Não lhe será negado o devido processo legal para que possa apresentar a sua defesa.

À um governante cumpre zelar pelo máximo de serenidade e de respeito às instituições republicanas e ao povo brasileiro.

Querer agitar as ruas brasileiras e expor sua indignação ao mundo, com palavras de ordem e agressivas, como vem fazendo nos últimos dias, é um achincalhe à nação brasileira.

É cometer mais um crime e reforçar o desejo dos brasileiros pela sua imediata saída do Palácio do Planalto.

24 março 2016

PRESIDENTE DILMA ROUSSEF CONTINUA AFRONTANDO O PAÍS


Em mais um provável ato de desrespeito a liturgia do cargo que exerce, à Constituição, ao Congresso Nacional e aos brasileiros, a presidente Dilma Rousseff joga mais lenha na fogueira, quer incendiar o País.



Seu campo de batalha é no Congresso Nacional e nunca em nenhum outro espaço. Pior ainda, extrapolar as fronteiras do País como parece ser seu desejo, de acordo com as noticias divulgadas na imprensa e nas redes sociais.

À presidente cumpre zelar pelo máximo de serenidade e de respeito às instituições da República: o Congresso Nacional e o SFT, e à opinião dos brasileiros, qualquer que seja o ambiente político.



Não há golpe em curso. A presidente irá responder por crimes de responsabilidade previstos na Constituição, sob rito respaldado pelo Supremo Tribunal Federal, o qual lhe oferece todo espaço para a sua defesa.



Além disso, a população também deseja a sua saída por outros motivos não menos importantes, embora não estejam incluídos no processo de impeachment que se encontra em análise no Congresso Nacional.

Como mostrou o Datafolha, 68% da população defende o impeachment, enquanto apenas 27% são contra.


21 março 2016

TCHAU, QUERIDA !

Em Brasília, e no restante do país, o número de participantes na manifestação, em 18/03, a favor do governo, foi frustrante para o PT, pois compareceram menos de 1/10 do esperado. Nem discursos nem shows foram capazes de atrair a militância de outrora.



E leia-se bem, compareceram militantes convocados, sob pressão como a registrada aqui, e não pessoas de forma espontânea como aquelas que estiveram nas ruas no domingo passado (13/03).‬

A semana foi encerrada com a concessão de liminar do STF, a ser posteriormente analisada pelo seu plenário, cancelando a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil e determinando o retorno do processo de investigação correspondente à República de Curitiba, sob os cuidados do juiz Sérgio Moro.

Concomitantemente, realizou-se também na sexta-feira (18/03), na Câmara dos Deputados, a primeira sessão, de uma série de dez, a ser contabilizada como prazo para a presidente Dilma Rousseff apresentar sua defesa à comissão que se pronunciará sobre o pedido de seu impeachment e que deverá ser votado em abril, segundo afirmou o presidente dessa comissão ao jornal Correio Braziliense.



A expectativa, portanto, é que em menos de 90 dias Lula e Dilma perderão o foro privilegiado. Temendo nova investida de Moro, a AGU pediu novamente ao STF liminar para nomeação de Lula.

Aliados do governo até já admitem que não conseguem mais proteger Lula. Preocupação agora é com a prisão de Dilma, segundo matéria divulgada nas redes sociais, ilustrada pela imagem abaixo e acessível neste link.


No meio dessa turbulência, a semana se inicia com a divulgação dos dados mais recentes da pesquisa Datafolha, onde se ver que a presidente tem seus indicies de aprovação em forte declínio.



19 março 2016

A CADEIRA ESTÁ VAZIA

A semana se encerra com os brasileiros, e boa parte do resto do mundo, estarrecidos com a situação dramática em que se encontra o Brasil, notadamente pela inexistência de um chefe de governo. A CADEIRA do Palácio do Planalto está vazia.

A cada hora que se passa, e não mais se contabiliza em dias, ou em semanas, os acontecimentos surgidos crescem em quantidade e gravidade.

Desses acontecimentos, dois deles ganharam maior destaque: a nomeação do ex-presidente Lula para a chefia da Casa Civil e o outro, a revelação do conteúdo das escutas autorizadas pela justiça, o qual revelou diversas negociações não republicanas entre personalidades do governo e outros agentes que lhe dão sustentação.

O primeiro, a nomeação do ex-presidente Lula, a qual foi realizada por duas vezes, uma secreta e outra pública, como já relatamos aqui. As consequências previstas para esse ato se confirmaram e, felizmente, sua nomeação foi suspensa pelo STF no inicio da noite desta sexta-feira (18).

Sobre os desdobramentos do segundo, o conteúdo das escutas autorizadas pela justiça, a maior reação veio da presidente da República.

Os diálogos, entre a presidente e Lula, além de revelarem a fraude que estava sendo cometida para livrar o ex-presidente das garras da justiça de primeira instancia, em Curitiba, expuseram afirmações de que órgãos do judiciário são acovardados. Também estão presentes criticas aos presidentes das duas Casas do Congresso Nacional.

Sentido-se atingida, a presidente passou a ter um comportamento bem distante daquele que se espera de um chefe de governo e de estado.

Em apenas 24 horas, por duas ocasiões, uma delas no próprio Palácio do Planalto. A outra, em discurso na Bahia. Em ambas, a presidente atacou o juiz Sergio Moro, que divulgou o grampo telefônico dela com Lula.

Os dois discursos foram inapropriados, no tom e no conteúdo, para quem, supunha-se, exerce, com a liturgia devida, o cargo de chefe de governo e de estado de uma nação democrática.

Esse fatos, levaram as instituições atingidas, a reagiram com dureza, como foi o caso do Supremo Tribunal Federal.

Mas nem tudo o que ocorreu durante a semana foi lamentável. É que, no meio disso tudo, eis que surgiu uma boa notícia para se ocupar a cadeira que está vazia.

Foi iniciado o processo de impeachment da presidente, na Câmara dos Deputados, começando a correr o prazo previsto no rito processual para a sua análise e consequentes decisões.

NÃO DÁ MAIS PARA ESPERAR. IMPEACHMENT JÁ !