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Mostrando postagens com marcador Israel. Mostrar todas as postagens
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23 junho 2025

Bombas de profundidade americanas jogadas por Trump debaixo das barbas do Aiatolá Khamenei


     Há os que temem a escalada da guerra no Oriente Médio. Não há o que temer. Israel já reduziu o poder bélico iraniano a quase zero com seu domínio completo dos ares sobre o Irã. O Exército de Israel realizou, durante a madrugada desta segunda-feira, 23, uma série de ataques aéreos contra o Irã. As operações atingiram aeroportos e instalações de armazenamento e lançamento de mísseis do regime islâmico. Segundo as Forças de Defesa de Israel (FDI), os alvos incluíram locais usados para lançar mísseis contra o território israelense. Mais de 15 jatos da Força Aérea israelense bombardearam Kermanshah, no oeste do Irã.

Putin critica EUA, mas frustra pedido de ajuda militar do Irã

    Dmitry Peskov, porta-voz de Putin, disse que a Rússia já ofereceu ao Irã um esforço de mediação e que já "declarou a sua posição" contra o ataque americano. Em outras palavras, Putin parece disposto a oferecer ao Irã um sonoro "se vira aí", tal como fez na Síria e Armênia. A Rússia não consegue dar conta de uma guerra nem no seu quintal. Putin com seu exército obsoleto e despreparado tem se mostrado um tigre de papel.

China


    Xi Jinping está focado no comércio internacional e no controle doméstico para não perder o poder no PCC. Os chineses sempre preferiram mais o comércio do que a guerra.

Paquistão


    O Paquistão, responsável maior pelo programa nuclear iraniano, desenvolvido com a ajuda inicial dos EUA na década de 50, depois da França, China e Rússia, tem um problema muito maior no leste para cuidar: a Índia, que também tem armas nucleares para usar.


O Mundo

    O mundo sempre esteve sentado sobre um barril de pólvora radioativa desde o sucesso do Projeto Manhattan que varreu Hiroshima e Nagasaki do mapa. Depois que o mundo viu o preço que o Japão pagou por seu fanatismo imperialista e belicista, ninguém tem dúvidas: o problema não é a bomba, é o fanatismo, exceto para Lula e sua "cumpanheirada". 

    A bomba do Trump jogada sobre Fordow, vai enterrar mais do que o programa nuclear dos aiatolás. Ela pode ser a semente para a mudança de regime e a instituição da paz para Israel para os próximos 50 anos.

18 junho 2025

O Irã já perdeu

Em 12 de junho, em revide as agressões sofridas, Israel desencadeou uma série de ataques que danificaram instalações nucleares e bases de mísseis iranianas, destruíram depósitos de gás e, principalmente, mataram dezenas de altos funcionários do regime. 

O Líder Supremo iraniano, Ali Khamenei, continua vivo. Mas seus representantes mais importantes — incluindo Mohammad Bagheri, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, e Hossein Salami, comandante-chefe da Guarda Revolucionária Islâmica — estão mortos.

Há alguns anos, o assassinato repentino e quase simultâneo de Bagheri, Salami e vários outros líderes importantes teria sido impensável. Ao longo de três décadas, os linha-dura que controlam o regime iraniano construíram o que parecia ser um formidável sistema de dissuasão. Eles estocaram mísseis balísticos. Desenvolveram e impulsionaram um programa de enriquecimento nuclear. Mais importante, eles estabeleceram uma rede de representantes estrangeiros que poderia assediar rotineiramente as forças israelenses e americanas.

Hoje, os alicerces do Irã ruíram. Seu regime dominante se tornou mais vulnerável e exposto do que em qualquer outro momento desde a Guerra Irã-Iraque da década de 1980. E Israel, que sonhava em atacar o Irã há décadas, teve uma oportunidade que decidiu que não poderia deixar passar.

Talvez o mais significativo seja o fato de o Irã ter perdido quase toda a sua capacidade de defender seus céus de adversários. Suas outrora aclamadas defesas aéreas foram destruídas ou estão inoperantes na maior parte do país. Seus estoques de mísseis já foram praticamente esgotados, muitos de seus lançadores móveis foram destruídos e as instalações que o país usava para fabricar mísseis e processar seu combustível estão, em sua maioria, em ruínas fumegantes. Por fim, grande parte do programa de enriquecimento nuclear do Irã foi danificado ou destruído. O Irã ainda pode possuir um estoque de urânio altamente enriquecido e algumas cascatas subterrâneas de centrífugas. Mas, a curto prazo, o enriquecimento nuclear não oferece mais perigo.


                                    Chamas e fumaça sobem do horizonte de Teerã 

                                                enquanto Israel bombardeia o Irã — 

                                            Foto: Reprodução/Reuters 

Fonte: Reuters





25 maio 2025

O que aconteceu na noite de quarta-feira em Washington é mais um terrível aviso

    O que aconteceu na noite de quarta-feira em Washington é um terrível aviso. Não só para os americanos. Como divulgado em todo o mundo, por volta das 21h, um atirador abriu fogo do lado de fora do Museu Judaico da Capital enquanto as pessoas saíam de um evento para jovens judeus que trabalham em política externa. Ele assassinou dois funcionários da embaixada israelense.

“Palestina Livre. Eu fiz isso por Gaza”, disse o suspeito, Elias Rodriguez, que sacou um kaffiyeh (lenço) vermelho, segundo uma testemunha.

    Desde o massacre de 7 de outubro no sul de Israel, no qual foram assassinadas 1195 pessoas, o grito de guerra tem ecoado nos campi universitários e em protestos várias partes do mundo: “Globalizem a Intifada”. O que aconteceu na noite de quarta-feira em Washington é mais um terrível aviso.

    O jornal do Partido para o Socialismo e a Libertação (PSL), nos EUA, identificou o suposto atirador como seu membro em 2017, embora agora o negue e diga que ele está fora de contato desde então. O PSL, um grupo comunista com ligações à China, tem sido um dos principais organizadores de manifestações anti-Israel, incluindo uma na Times Square em 8 de outubro de 2023, em solidariedade aos esquadrões da morte do Hamas. seguido pela organização estudantil Estudantes pela Justiça na Palestina (SJP) que na ocasião assim se expressou: "Hoje, testemunhamos uma vitória histórica para a resistência palestina", após ter fornecido material para um "Dia da Resistência" nas faculdades.

    A ascensão de grupos de banimento que atuam sob o modelo dos conhecidos regimes soviético, fascista, nazista e chinês, incluindo o entusiasmo pela eliminação total de seus opositores está reacendendo antigos perigos em todo o mundo e o Brasil não estará imune, após a consolidação definitiva do Regime PT-STF, uma ditadura pseudodemocrática de molde socialista e inspiração russo-chinesa com que a esquerda pretende continuar comandando — e saqueando — o Brasil nas próximas décadas.

27 outubro 2024

Como Israel realizou seu maior ataque ao Irã e o seu respectivo rescaldo oficial

"The attack in Iran was precise and powerful, and achieved all its objectives." Benjamin Netanyahu

O ataque se desenrolou em ondas e atingiu locais de fabricação de mísseis e defesa antimísseis terra-ar em todo o Irã. Foram utilizados cerca de 100 caças a jato, aviões espiões e aeronaves de reabastecimento em uma base militar israelense. Foi o maior ataque contra o Irã na história de Israel — e o mais politicamente perigoso. Eles chamaram a operação de "Dias de Arrependimento". O ataque deixou o Irã ainda mais exposto a novos ataques aéreos, com Israel destruindo várias baterias S-300 de fabricação russa do país, de acordo com uma autoridade israelense.

"A mensagem é que não queremos uma escalada, mas se o Irã decidir escalar e atacar Israel novamente, isso significa que aumentamos nossa amplitude de liberdade de movimento nos céus iranianos." 

O ataque evitou as instalações de petróleo e nucleares que o Irã havia alertado que provocariam uma retaliação, e pareceu atender à cautela solicitada por autoridades dos EUA.

O Irã "sabia que Israel estava chegando, e ainda assim não conseguiu evitar nada", disse Assaf Orion, um general de brigada israelense aposentado.

Pouco antes do nascer do sol, os militares de Israel disseram que seu ataque e retaliação estavam completos. Os aviões retornaram no final do ataque de quatro horas sem perdas.

Segundo matéria da Gazeta do Povo divulgada neste domingo, o líder supremo do Irã disse que autoridades decidirão como demonstrar o poder do Irã a Israel. 

O RESCALDO OFICIAL DO ATAQUE AO IRÃ

* Mais de 100 caças israelenses participaram do ataque.

* O 1० alvo destruído foram baterias antiaéreas que protegiam bens do sistema de infraestrutura no sudoeste do país.

* Todos os mísseis SAM russos S-300 e seus respectivos sistemas de radar foram destruídos.

* Outros sistemas menores também foram destruídos deixando livre o caminho para Teerã e o interior do país para futuros ataques.

* As fabricas de componentes dos mísseis de longo alcance atirados contra Israel nos últimos seis meses foram seriamente danificadas.

* O alvo mais distante estava 300 km a leste de Teerã, o que quer dizer que o ataque penetrou 2 mil km no território iraniano.

* Netanyahu e o gabinete de guerra acompanharam ao vivo os ataques.

* Na expectativa de um ataque de resposta do Irã “para não demonstrar fraqueza”, Israel prepara uma segunda onde de bombardeios, agora “visando instalações nucleares e de petróleo, alvos militares e símbolos do governo”.

25 outubro 2024

Israel ataca o Irã - Comunicado oficial



Em resposta a meses de ataques contínuos do regime do Irã contra o Estado de Israel, neste momento as Forças de Defesa de Israel estão conduzindo ataques precisos contra alvos militares no Irã. O regime do Irã e seus representantes na região têm atacado Israel implacavelmente desde 7 de outubro — em sete frentes — incluindo ataques diretos de solo iraniano. Como qualquer outro país soberano do mundo, o Estado de Israel tem o direito e o dever de responder. Nossas capacidades defensivas e ofensivas estão totalmente mobilizadas.  

Faremos tudo o que for necessário para defender o Estado de Israel e o povo de Israel.

Veja o respectivo vídeo.


 

In response to months of continuous attacks from the regime in Iran against the State of Israel—right now the Israel Defense Forces is conducting precise strikes on military targets in Iran.

The regime in Iran and its proxies in the region have been relentlessly attacking Israel since October 7th—on seven fronts—including direct attacks from Iranian soil. Like every other sovereign country in the world, the State of Israel has the right and the duty to respond. Our defensive and offensive capabilities are fully mobilized. We will do whatever necessary to defend the State of Israel and the people of Israel.

20 outubro 2024

No Brasil, com a participação de uma professora da UnB, comemorou-se a morte de 1.200 pessoas, a maioria delas civis, e o rapto de 251 ocorrida em Israel

Reproduzo abaixo um texto publicado, há uma semana, pela Gazeta do Povo no qual relata a comemoração da morte de 1.200 pessoas, a maioria delas civis, e o rapto de 251 ocorrida em Israel em 7 de outubro último.

Chama também a atenção o fato de que o evento foi liderado por Marcos Tenório, um pernambucano que se converteu ao Islamismo, além da participação de uma professora da UnB (Universidade de Brasília) e de um editor do site de extrema-esquerda Brasil 247. Mais detalhes sobre esses participantes estão no texto da Gazeta.

Sobre o pronunciamento da professora da UnB, ela tem razão ao afirmar que há um processo de palestinização no mundo, a partir, por exemplo, da "nova identidade européia". Eis a nova Secretária de Estado da Justiça do Reino Unido. A advogada muçulmana devota SHABANA MAHMOOD, que está no cargo desde 5 de julho de 2024, graças ao povo do Reino Unido, que colocou o Partido Trabalhista no poder.

No Brasil, Lula é incapaz de condenar o Hamas como um grupo terrorista, mas equipara o governo de Israel ao nazismo. Confira aqui o que ele disse na ONU. E esse envolvimento e com o apoio do Brasil, o Irã passou a fazer parte do BRICS neste ano. Além disso, o vice-presidente Geraldo Alckmin viajou a Teerã para participar da posse do novo presidente iraniano. Ele se sentou na primeira fileira, a duas cadeiras de distância do representante do Hezbollah e a três do chefe do Hamas.


As opções do atual regime brasileiro, que já deixou de ser uma democracia, estão cada vez mais claras. Se ficarmos de braços cruzados, depois não reclamem!

*. *. *

“Israel é um câncer”: embaixador do Irã no Brasil e esquerda radical celebram atos do Hamas

No dia 7 de outubro de 2024, enquanto eventos ao redor do mundo relembravam as vítimas dos ataques terroristas em Israel um ano antes, o embaixador do Irã no Brasil sentou-se diante do computador para participar de um evento virtual que comemorou a morte de 1.200 pessoas, a maioria delas civis, e o rapto de 251.

Adbollah Nekounam Ghadirli, o mais alto diplomata iraniano em solo brasileiro, foi a atração principal de um convescote, transmitido ao vivo, para celebrar a “Dilúvio de Al-Aqsa” — nome dado pelo grupo terrorista Hamas ao morticínio.

O evento foi liderado Marcos Tenório, um pernambucano que se converteu ao Islamismo e agora usa o nome social de Sayid Tenório. Ele é vice-presidente do Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal), que tem um longo histórico de defesa de grupos terroristas.

Além de Tenório e do embaixador, a celebração também teve a participação de uma professora da UnB (Universidade de Brasília) e de um editor do site de extrema-esquerda Brasil 247.

O evento foi transmitido por um conjunto de nove canais de extrema-esquerda. No canal do Ibraspal no YouTube, o vídeo teve apenas 32 visualizações em seis dias. Mas o total desinteresse do público pelos apologistas do terrorismo não diminui a gravidade da situação.

“Ações heroicas” do Hamas

Já nos primeiros segundos de sua fala,Tenório destruiu qualquer esperança de que o evento apresentasse uma análise crítica do 7 de outubro. Era, simplesmente, uma celebração de ataques terroristas que resultaram na morte de centenas de pessoas a sangue frio.

“A data de hoje, ela é uma data muito especial, não somente para o povo palestino mas para todo o Oriente Médio e para todo o mundo livre. Há exatamente um ano, teve início a heroica operação Dilúvio de Al-Aqsa", comemorou.

Segundo ele, o ataque foi uma ação "legítima do ponto de vista do direito internacional".

Tenório é o homem que, depois de se reunir com figuras do primeiro escalão do governo e de garantir um emprego em um gabinete do PCdoB na Câmara dos Deputados, foi rejeitado até mesmo pela esquerda radical brasileira. Ele acabou escanteado quando publicou comentários em que debochava das vítimas dos ataques de 7 de outubro.

No evento de 7 de outubro de 2024, as únicas palavras de condenação à violência a saírem da boca de Tenório foram as dirigidas a Israel por ter agido de forma “sorrateira” e “covarde” no ataque que matou o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah. 

Embaixador: Israel é um "câncer"

O representante do governo iraniano no Brasil disse exatamente o que se espera do representante de um regime teocrático que financia grupos terroristas Oriente Médio afora.

Para o embaixador, Israel é um “câncer”. Uma “glândula cancerosa”. Os grupos terroristas são “a resistência”. O funcionário encarregado de traduzir as falas do diplomata aparentava ter gagueira, o que tornou a transmissão ainda mais torturante.

“Essa resistência do povo palestino que todos que buscam a liberdade contra o regime sionista tem que ser mostrada para o mundo todo”, disse Ghadirli.

Ele também firmou que o Irã disparou mísseis contra Israel “no âmbito da legítima defesa”, apesar de o Irã não ter sido atacado por Israel.

Na versão dos fatos apresentada por Ghadirli, o “regime sionista” está em uma situação delicada e Nasrallah era um “grande líder da resistência”, que o tradutor gaguejante insiste em mencionar como “residência”.

O regime representado pelo embaixador é um aliado do atual governo do Brasil. Com apoio do Brasil, o Irã passou a fazer parte do BRICs neste ano. Além disso, o vice-presidente Geraldo Alckmin viajou a Teerã para participar da posse do novo presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, em julho. Ele se sentou na primeira fileira, ao duas cadeiras de distância do representante do Hezbollah e a três do chefe do Hamas, Ismail Haniyeh. Haniyeh foi assassinado horas depois, em um ataque atribuído a Israel.

Professora da UnB: Israel não quer libertar os reféns

Depois do embaixador, Tenório passou a palavra a Berenice Bento, professora do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília.

Usando um linguajar típico da academia, ela afirmou haver um certo “processo de palestinização do mundo”. 

Segundo Berenice, Israel parece estar blindado de críticas. “É o único estado que está acima da crítica. É quase com se fosse Deus, Alá encarnado encarnado em forma de uma entidade política chamada de Estado”, afirmou.

Ao mesmo tempo, e de forma contraditória, a professora afirmou que o conflito atual trouxe a “derrota moral de Israel”, que perdeu apoio nas Nações Unidas e tampouco é bem visto pela “consciência coletiva global”. 

Berenice também assegurou que o governo israelense não atua para derrotar o Hamas ou resgatar os reféns, mas para anexar a Faixa de Gaza. “Eles sabem onde estão esses reféns e não querem recuperar esses reféns”, disse ela, que precisou sair mais cedo do evento porque tinha uma sala de aula à sua espera.

Loas ao Hamas e ao Hezbollah

O último a falar foi José Reinaldo Carvalho, militante comunista e editor do site Brasil 247. Ele também estava feliz com o aniversário dos atentados: "Estamos hoje celebrando um ano da realização dos atos de 7 de outubro”, celebrou.

Segundo ele, a data deve ser lembrada como um símbolo da luta dos povos do Oriente Médio contra as potências imperialistas ávidas por petróleo.

“O que a população palestina e, no caso a força da resistência, fizeram no 7 de outubro do ano passado foi exatamente reagir de maneira legítima a esse genocídio continuado e histórico”, disse.

José Reinaldo não queria deixar outros grupos terroristas de fora da lista de congratulações, entretanto.

“Nós não podemos deixar de mencionar prioritariamente o Hamas, a Jihad Islâmica, as demais forças palestinas que tiveram a ousadia e a coragem de pegar em armas para enfrentar a ocupação israelense. E obviamente não podemos deixar de saudar o papel da resistência, designadamente o papel do Hezbollah”, argumentou.

Neste ano, de acordo com o Portal da Transparência, o Brasil 247 já recebeu R$ 148,6 mil reais em anúncios do governo federal.

Embaixada se pronuncia

Os participantes do evento foram procurados pela reportagem da Gazeta do Povo. Somente a Embaixada do Irã se pronunciou: a assessoria do embaixador se limitou a enviar um comunicado divulgado pela missão do Irã na ONU. O texto diz que "arrastar o Irã ou o Hezbollah para a operação de 7 de outubro representa uma conclusão fabricada e uma tentativa cínica de enganar a opinião pública — tudo com o objetivo de acobertar a grande falha de inteligência do regime de Israel em relação ao Hamas". A nota também afirma que o Irã não teve qualquer envolvimento no planejamento ou na execução do ataque de 7 de outubro.


03 outubro 2024

Israel’s Iron Prime Minister


Por Niall Ferguson e Jay Mens. A ser publicado em 05 de outubro de 2024 

Em casa, a esquerda o vê como cínico, conivente e corrupto; enquanto a direita o vê como cansado, fraco e pouco ambicioso. No exterior, ele é quase universalmente odiado e desconfiado. E ainda assim ninguém pode negar seu domínio maquiavélico do jogo sujo da política, doméstica e internacional.

A história moderna produziu apenas duas figuras que se encaixam nessa descrição. O primeiro é o Chanceler da Alemanha, Otto von Bismarck. O segundo é o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Para Bibi — seu apelido e o título de sua autobiografia recente — leia Bibismarck.

Netanyahu foi Primeiro-Ministro por quase 14 dos últimos 15 anos, não exatamente os 19 anos em que Bismarck serviu como chanceler alemão. Por quase uma década, se Bibi deveria ficar ou sair foi a questão central da política israelense. Entre 2018 e 2022, Israel realizou cinco eleições nas quais um dos gritos de guerra da oposição foi "Só não Bibi". Em agosto do ano passado, Israel foi abalado por protestos anti-Netanyahu que levaram centenas de milhares às ruas, incluindo quase todos os membros da elite cultural e até militar do país. O ataque surpresa de 7 de outubro foi aparentemente o último prego no caixão político de Netanyahu.

Como Bismarck, Bibi combinou política externa tortuosa com política interna tortuosa

Ainda assim, Bibi ainda está sentado em seu escritório em Jerusalém: ainda primeiro-ministro. À medida que o aniversário de 7 de outubro se aproxima, ele está novamente à frente nas pesquisas.

E não é de se admirar. O Hamas foi amplamente derrotado em Gaza, seus combatentes restantes confinados em túneis sob uma pilha de escombros. Mais impressionante, Israel conduziu indiscutivelmente a operação clandestina mais bem-sucedida do século 21, mutilando cerca de 3.000 agentes do Hezbollah com pagers explosivos. E está travando uma guerra em tudo, menos no nome, no Líbano, atacando mais de 5.000 alvos no mês passado e eliminando 16 dos agentes mais graduados do Hezbollah.

Na semana passada, Bibi estava na Assembleia Geral da ONU, citando desafiadoramente o profeta Samuel: "A eternidade de Israel não vacilará". Meia hora depois de descer do pódio, de seu hotel no Upper East Side de Manhattan, ele ordenou a morte de Hassan Nasrallah, o aparentemente invencível secretário-geral do Hezbollah. Na segunda-feira, Netanyahu foi ainda mais longe. Em um vídeo se dirigindo ao povo iraniano, ele deu a entender que o Irã "será livre mais cedo do que as pessoas pensam".

No momento em que este artigo foi escrito, o Irã lançou mais de 180 mísseis balísticos contra Israel. A julgar por seu desempenho recente, Netanyahu pode aproveitar a oportunidade para bater na cabeça do "polvo" iraniano, buscando derrubar a teocracia em Teerã, ou pelo menos dar um golpe contra seu programa de armas nucleares.

Quando nos encontramos com Netanyahu em Jerusalém em fevereiro, ficamos impressionados com seu comportamento bismarckiano. Durante toda a nossa conversa, ele continuou olhando de soslaio para um mapa do Oriente Médio pendurado na parede de seu escritório, como se para se lembrar da situação difícil de seu país. Bismarck disse que seu mapa da África era um mapa da Europa. O mapa do mundo de Bibi é um mapa de Israel, minúsculo e cercado por inimigos.

Questionado sobre o que um futuro historiador em 20 ou 30 anos pensaria sobre ele, ele respondeu: "Os Estados Unidos estavam em declínio. Mas Israel foi capaz de resistir às ambições regionais do Irã derrotando ou contendo os tentáculos do polvo. Ele acrescentou que, ao perseguir esse objetivo, sempre tomou cuidado para evitar antagonizar "superpotências", ou seja, Rússia e China. O futuro historiador pode acrescentar que, ao focar implacavelmente na ameaça iraniana, Netanyahu teve sucesso em construir pontes para os estados árabes, incluindo aqueles no Golfo, enquanto ao mesmo tempo marginalizava os palestinos. Os Acordos de Abraham foram o resultado não de idealismo, mas de Realpolitik vintage. Em busca de seus objetivos, Netanyahu trabalhou com a Rússia na Síria, desabilitou o Hamas em Gaza e desafiou primeiro Barack Obama e depois Joe Biden em Washington.

Além disso, como Bismarck, Bibi combinou política externa tortuosa com política interna tortuosa. Ele tomou o esquerdista moderado Yair Lapid como seu ministro das finanças, o direitista radical Itamar Ben-Gvir como seu ministro da segurança nacional e reuniu as massas conservadoras contra a burguesia liberal com o para-raios da reforma judicial, dividindo repetidamente a nação para garantir sua própria posição política.

Bismarck instrumentalizou a unificação alemã para defender a monarquia e a aristocracia prussianas contra a ameaça representada a elas pelo liberalismo burguês. Ele construiu o Reich alemão com uma série de guerras curtas e agudas: contra a Dinamarca, contra a Áustria e contra a França. Tendo fundado o Reich, ele nunca perdeu de vista a posição vulnerável da Alemanha entre a França e a Rússia. Ele concebeu o intrincado instrumento diplomático do Tratado Secreto de Resseguro para evitar ser arrastado para uma luta com a Rússia em nome da Áustria-Hungria. Tudo isso poderia ser sustentado internamente apenas com uma série de medidas engenhosas para dividir os liberais, explorando seu anticatolicismo e antissocialismo, assim como a suscetibilidade dos industriais à tentação de tarifas.

No entanto, apesar de todas as semelhanças, Netanyahu parece estar revivendo a carreira de Bismarck ao contrário. Em 1874, 16 anos antes de ser forçado a deixar o cargo, Bismarck reclamou: "Estou entediado. As grandes coisas são feitas". Depois de quase o mesmo tempo no cargo, Netanyahu nunca esteve menos entediado, pois agora ele tem a chance de fazer as grandes coisas. A decapitação do Hezbollah pode ser seu Königgrätz, a batalha em 1866 que confirmou a primazia prussiana sobre a Áustria. Destruir o programa nuclear iraniano — ou o próprio regime — seria seu Sedan, a batalha que condenou o Segundo Império Francês de Napoleão III.

No Krav Maga, a arte marcial nacional de Israel, sair de uma chave de braço exige golpear o oponente na cabeça com a mão livre, desorientando-o e partindo para a ofensiva. Esta metáfora descreve muitos episódios na história militar israelense. Em 1955, a Operação Elkayam matou 72 soldados egípcios em retaliação à insurgência Fedayeen, humilhando o Egito a um cessar-fogo. Em 1967, Israel lançou a Guerra dos Seis Dias como resposta ao fechamento do Estreito de Tiran pelo Egito. Em 1978, Israel lançou a Operação Litani para acabar com os ataques da OLP no norte de Israel. A chave de braço de Israel, antes e depois de 7 de outubro, era óbvia. Representantes iranianos — Hamas, Hezbollah, os Houthis, a Jihad Islâmica Palestina — ameaçaram-no de vários lados. Agora temos uma noção de como Netanyahu busca emergir dela.

Lançar uma nova guerra no Líbano deu a Israel três opções. A primeira era desencadear uma resposta iraniana, o que daria uma oportunidade de atacar o programa nuclear iraniano ou a estabilidade do próprio regime. A segunda, se isso não tivesse se materializado, era atingir o Hezbollah com tanta força que o Irã interferisse para tentar empurrar o Hamas para um cessar-fogo nos termos de Israel. A terceira era impedir uma reação dura de um Hezbollah enfraquecido, o que daria a Israel a oportunidade de efetuar uma mudança estratégica duradoura ao norte de sua fronteira.

Como em todos os estratagemas bismarckianos, havia muitos riscos envolvidos. Parece improvável que o chefe do Hamas, Yahya Sinwar, se ainda estiver vivo, esteja mais propenso a concordar com um cessar-fogo agora, já que o Hamas não depende de suprimentos iranianos, e uma guerra maior pode até salvá-lo da perdição. E uma Guerra do Líbano total absorveria as capacidades de Israel, dando ao Irã uma janela para correr para uma bomba.

Bismarck viu cinco frentes em suas famosas "combinações" (Áustria, Grã-Bretanha, França, Rússia, Itália). Netanyahu tem que pensar em mais de sete (Gaza, Cisjordânia, Síria, Líbano, Iraque, Iêmen e Irã – para não falar da Turquia, Egito e os estados do Golfo). Os próximos dias, mais do que qualquer outro período em sua carreira, determinarão o lugar de Netanyahu na história. Como filho de um historiador – seu pai Ben-Zion escreveu As Origens da Inquisição na Espanha do Século XV – Bibi sem dúvida está ciente disso.

Talvez a semelhança mais profunda entre o Chanceler de Ferro e o Primeiro-Ministro de Ferro seja a maneira como eles olham para a história. A sobrevivência é mais importante do que a ideologia, um princípio que se estende tanto à carreira política quanto à vida do estado. Bismarck nasceu em 1815. Sua carreira política acompanha a ascensão e queda do Sistema do Congresso das grandes potências. Netanyahu nasceu em 1949. Sua carreira política acompanha a ascensão e queda da Pax Americana.

Depois de viver as revoluções de 1848, Bismarck concluiu que o avanço da modernidade era imparável. O pai de Netanyahu lhe ensinou que a história judaica é uma "história de Holocaustos". O conservadorismo dos dois homens talvez esteja enraizado nesse pessimismo essencial. Netanyahu, ao contrário de seus aliados colonos, pode facilmente imaginar um mundo no qual Israel não exista mais. Ao contrário de seus oponentes de esquerda, ele não consegue imaginar um fim utópico da história. Assim como a de Bismarck, então, sua visão é de luta perpétua.

A questão-chave para Israel é o que vem depois de Netanyahu. A crítica de Henry Kissinger a Bismarck era que é impossível institucionalizar um tour de force de vários anos. O mesmo pode ser dito de Bibi. Ele não tem um sucessor óbvio, e isso é intencional. O cenário político israelense está cheio de protegidos que se tornaram inimigos: o ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, o ex-ministro da defesa Avigdor Lieberman, o ex-ministro da defesa Moshe Yaalon e o ex-ministro da justiça Gideon Sa'ar (embora Netanyahu tenha conseguido convencê-lo a voltar ao gabinete na semana passada).

A visão de Netanyahu de que não há ninguém à altura da tarefa pode ser verdadeira. Mas depois de Bismarck veio Caprivi. E finalmente veio Bethmann-Hollweg, o chanceler cujos erros de cálculo mergulharam a Europa na guerra em 1914. Os sucessores mais prováveis ​​de Netanyahu no partido Likud são populistas declarados sem sua sensibilidade histórica ou facilidade com a língua inglesa. Ele, portanto, legou ao seu país um futuro tão incerto quanto Bismarck deixou para o seu. Bismarck unificou a Alemanha, mas falhou em unir os alemães. Seus sucessores embarcaram em uma estrada que levou à guerra e à dissolução do Reich.

Ser o Bismarck israelense não é tarefa fácil. Mas pode haver uma picada na história de Bibi.

29 maio 2024

Grécia deportará ativistas europeus atuantes na Universidade de Atenas

Finalmente

Até que enfim algumas universidades começam a tomar decisões sábias e exemplares para estudantes que querem um futuro desastroso para eles e para os seus países.

A Grécia acabou de anunciar que começará a deportar todos os estudantes estrangeiros que frequentam suas universidades para se manifestarem a favor do grupo terrorista Hamas.

Foram expulsos um espanhol, três francesas, duas alemãs, duas italianas e uma britânica que estavam detidas desde 14 de maio, depois de terem sido presas nos protestos civis na universidade da capital grega, nos quais se manifestaram contra Israel.

Parece que o mundo está acordando, exceto algumas "lideranças" de países ocidentais, no caminho da autodestruição. Nesse último contexto se encontra o Brasil, que emitiu congratulações ao Hamas e cujo embaixador brasileiro em Israel, teve hoje sua transferência determinada - publicada no Diário Oficial - por Lula.






17 maio 2024

O Corredor Netzarim

As imagens disponibilizadas pela empresa Planet Labs com sede em São Francisco, Califórnia, são impressionantes. Não apenas pela precisão mas, substantivamente, pelo que revela ao mundo.

Em especial quando se observa o tamanho da área em disputa - Gaza - e na dimensão do Corredor Netzarim, de apenas 6 km de extensão. Extensão esta que praticamente todos os brasileiros a superam no seu dia a dia, a pé ou por meio de veículos. É claro que a destruição de toda a região não pode ser menosprezada, fato ocorrido depois que o Hamas atacou Israel no último 7 de outubro.



No momento atual, as tropas israelenses estão fortificando esse corredor estratégico que divide Gaza em duas, construindo bases, assumindo estruturas civis e destruindo casas. É o que revelam as imagens e vídeos produzidos pela Planet.


Detalhes

Como se pode ver na primeira imagem, o Corredor Netzarim é uma estrada logo ao sul da Cidade de Gaza que vai de leste a oeste, estendendo-se desde o Mar Mediterrâneo até a fronteira israelita, que analistas militares e especialistas israelenses dizem ser parte de um projeto de grande escala para remodelar a Faixa e consolidar a presença militar israelense ali, embora Israel insista em dizer que não pretende reocupar permanentemente Gaza, que as suas tropas controlaram durante 38 anos até à retirada em 2005.

O Corredor Netzarim tem o nome de um assentamento israelita que ficava na rota costeira, até 2005, – o segundo “dedo” da estratégia de “cinco dedos” do então primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, que previa dividir Gaza em segmentos, todos sob o controle de segurança israelita.

31 março 2024

Crianças com idade de 15 a 16 anos indo pra guerra

 




 

Fatos dessa natureza nos faz lembrar dos anos 60 em que se viveu a guerra do Vietnã. Naquela época, a União Soviética estava em ascensão e a Guerra do Vietnã dilacerava a política e a economia americana, motivos dos vários protestos estudantis de 1968, no mundo inteiro, que questionavam a diplomacia de várias nações. 

Continuou assim até que se estabelecesse  o primeiro Tratado de Limitação de Armas Estratégicas e o Tratado de Mísseis Antibalísticos entre os EUA e a União Soviética, reduzindo significativamente a corrida armamentista entre Washington e Moscou. 

Na sequência, os EUA ratificaram o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP), em 1970 e em 27 de janeiro de 1973 foram concluídas as negociações dos Acordos de Paz de Paris, que puseram fim a guerra entre os países envolvidos. Ainda como decorrência dessa guerra,  em 1975 foi aprovada a Convenção Internacional que proíbe o uso de armas biológicas. 

O mundo de hoje

Na última quinta-feira (28), a Rússia usou o poder de veto no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para acabar com um painel de especialistas que tem monitorado os esforços da Coreia do Norte para escapar de sanções sobre o seu programa nuclear. A aliança contraria um interesse histórico que unia o país europeu aos Estados Unidos ao longo de décadas. Antes, as críticas sobradas da Rússia ao programa nuclear do país asiático, chegaram a nomeá-lo de "ameaça à segurança global". 

Agora, entretanto, de acordo com a análise feita pelo jornal americano "The New York Times", a mudança comportamental evidencia como a Rússia está fornecendo combustível e outros bens à Coreia do Norte, provavelmente, segundo a análise, em troca dos projéteis de artilharia e mísseis que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, está enviando para a Rússia usar contra a Ucrânia. Segundo a análise, a Rússia ajuda a Coreia do Norte a fugir das sanções e não se preocupa em pressionar o Irã a desacelerar sua acumulação de urânio enriquecido, o passo crítico necessário se o país algum dia decidir construir armas nucleares.

Também lembra os conflitos asiáticos a última decisão do presidente americano. Embora a manchete de ajuda humanitária possa ser acolhida com aplausos, a sua implementação segue um caminho similar ao envolvimento dos EUA na guerra do Vietnã.

Trata-se da decisão do presidente Biden de instalar um cais flutuante ao largo da costa de Gaza como parte de uma ampla iniciativa internacional para alimentar os palestinos famintos, mas colocando em perigo os militares dos EUA que devem construir, operar e defender a estrutura de ataques. Segundo dizem especialistas militares, um risco com enorme consequências para os EUA e o resto do mundo.

A proximidade constante dos americanos com os combates e a intensa raiva dos Estados Unidos pelo seu apoio a Israel tornarão o cais um alvo atraente para o Hamas ou outro grupo militante da região - muitos dos quais recebem armas e orientação militar do Irã. Os céticos da operação alertam: disparos de foguetes, drones de ataque e mergulhadores ou lanchas transportando explosivos representarão uma ameaça.

Embora seja considerado um “objetivo digno” para os EUA reduzir o sofrimento civil em Gaza,  questiona-se também se os militares americanos são a "entidade" adequada para estar envolvida.

“Se uma bomba explodir naquele cais, o público americano, em primeiro lugar, perguntará: ‘O que diabos eles estavam fazendo lá? ”

“Sabemos que tais missões nunca são isentas de riscos. Isso é particularmente verdade numa zona de guerra como Gaza mas sabemos que os nossos líderes militares farão todos os esforços para garantir a sua segurança enquanto constroem e operam este cais”, disse porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca.

Aqueles que defenderam o plano disseram que o risco é real, mas administrável, e que os Estados Unidos estão a demonstrar liderança ao procurar novas formas de alimentar os palestinianos encurralados pelos combates.

Vários, no entanto, citaram os mortíferos atentados terroristas em Beirute em 1983 que deixou 241 militares mortos, e durante a evacuação do Afeganistão pelos EUA, em 2021, que matou 13 soldados norte-americanos ao lado de cerca de 170 afegãos, como exemplos da imensa dificuldade em proteger os militares dos EUA durante estadias prolongadas em condições vulneráveis.

A operação no cais liderada pelo Exército envolverá cerca de 1.000 soldados dos EUA e quatro navios do Exército que partiram do sudeste da Virgínia em 12 de março. 

Após um trânsito estimado de 30 dias, os navios deverão atracar no mar, onde os soldados construirão o cais flutuante e uma ponte de duas pistas de 550 m que se estenderá desde a borda do Mar Mediterrâneo até a cabeça de praia.

Todas as entregas serão preparadas e inspecionadas em Chipre antes de serem embarcadas nos navios que as transportam até o cais. O pessoal dos EUA transportará suprimentos para a ponte, mas não sairá dela, disseram autoridades de defesa. O Ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, expressou apoio ao plano marítimo, dizendo que as forças israelenses garantirão que a ajuda chegue a quem deveria.

Entretanto, não custa lembrar também que, há poucos dias, Israel acusou a agência das Nações Unidas responsável pela distribuição da maior parte da ajuda dentro do enclave de desviar suprimentos para o Hamas.

Tornou-se urgente, já passou da hora de se negociar um cessar fogo entre a Rússia e a Ucrânia. Os exemplos citados, o vídeo acima e as imagens que se seguem mostram que o caminho a ser percorrido é bastante extenso e demorado mas vale a pena.



24 fevereiro 2024

"O problema de Lula não é com Israel. É com os judeus"



 

O artigo de J. R. Guzzo, publicado na edição 205 da Oeste deste final de semana, traz a mais completa definição dada ao Brasil no momento atual, após decorrido apenas um ano do governo Lula.

Ora, como ja dissemos aqui, essa atração pelo lado errado marcou os seus dois primeiros mandatos na Presidência da República e tem se acentuado neste terceiro. Só em 2023, o ex-metalúrgico se encontrou com chefes de Estado de 13 países com regimes questionáveis do ponto de vista da democracia ocidental. É da sua natureza, tal qual responde o escorpião ao sapo quando questionado: “Não vê que vais morrer também... Por que me picaste?” ao que o escorpião responde “Não pude evitar, esta é a minha natureza”.

"Lula deixou claro que nada do que disse é sobre política; é sobre identidade racial. Seu problema não é com Israel. É com os judeus. [ ... ] O que estava dentro veio enfim para fora, como teria de vir — não dá para ser antissemita, ignorante e sem escrúpulos, tudo ao mesmo tempo, e esconder rancores raciais pelo resto da vida." [ ... ] O antissemita é ele. Os brasileiros não são", afirmou Guzzo em seu artigo.

Não é de hoje. Nos anos 80, Lech Walessa, então presidente do sindicato Solidariedade, na Polônia, não aceitou ser comparado ao ex-presidiário Lula. A mídia quis saber porque ele também não recebia Lula, ao que respondeu:

"Lula representa tudo aquilo que combatemos. Nós poloneses passamos o inferno nas mãos de Stálin e sonhamos com a liberdade. Lula vive em um país democrático e sonha em escravizar-los. Não estou aqui para agradar seguidores de Lula e sim para mostrar a diferença entre um sindicalista que luta por liberdade e outro ávido pelo poder."

É preciso que a população brasileira se conscientize daquilo que Lula cada vez mais vem representando, inclusive tendo como uma das organizações que o acolhe o Foro de São Paulo, instrumento de atuação de várias nações/sistemas socialistas/comunistas mundo afora, que nunca deram certo em nenhum país do mundo e que destroem, em primeiro lugar, a liberdade de seus habitantes e, portanto, se opõem fortemente ao que a escultura abaixo representa.

"Tendiendo Puentes" - Lorenzo Quinn

Cada uma das mãos simboliza diferentes valores humanos, representa a união em tempos convulsos, seis braços estendidos com mãos entrelaçadas representam os seis valores humanos essenciais e universais:

AMIZADE, SABEDORIA, SOLIDARIEDADE, FÉ, ESPERANÇA e AMOR. 

18 fevereiro 2024

Israel convoca embaixador brasileiro para uma dura conversa de repreensão


Benjamin Netanyahu, Primeiro-ministro de Israel, decidiu convocar imediatamente o embaixador brasileiro naquela país, após Lula ter afirmado neste domingo (18) que as ações militares de Israel na Faixa de Gaza configuram um genocídio e ainda fez um paralelo com o extermínio de judeus promovido por Adolf Hitler. A comparação feita por Lula entre os atos de Israel em Gaza e a Alemanha nazista abriu uma crise diplomática o deixou, mais uma vez, como um anão diplomático perante o mundo.


Não foi só o primeiro-ministro israelense que se manifestou sobre a diarreia verbal de Lula. O ministro da Defesa também se pronunciou:

“Acusar Israel de perpetrar um Holocausto é ultrajante e abominável. O Brasil está ao lado de Israel há anos. O Presidente Lula apoia uma organização terrorista genocida – o Hamas, e ao fazê-lo traz grande vergonha ao seu povo e viola os valores do mundo livre”, afirmou Yoav Galland. 

Em todo o Brasil também estão ocorrendo manifestações de apoio ao povo de Israel e de condenação das declarações de Lula.

Na manhã desta segunda-feira (19),  o chanceler israelense, Israel Katz, também se pronunciou sobre o assunto para declarar a Lula que ele é persona non grata em Israel.