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18 julho 2022

O BRASIL, O MUNDO E AS ANGÚSTIAS DA EUROPA



Como sempre acontece, a mídia, as classes culturais e os “progressistas” brasileiros engolem com casca e tudo seja lá o que vier de Nova York, de Londres ou de Paris

        A Índia tem 1,4 bilhão de habitantes, ou três vezes mais que a Europa; sozinha, tem mais gente que a Europa e os Estados Unidos juntos, e abriga um quinto de toda a população mundial. Por que raios, tendo as duras realidades que têm, seus habitantes deveriam sentir as mesmas angústias de europeus e americanos — essas que você vê todos os dias na mídia, maciçamente, e que são apresentadas como se fossem um problema de vida ou morte para todo ser humano vivo? Por que os seus atletas, por exemplo, deveriam se ajoelhar antes das competições para protestar contra o “racismo sistêmico”? Não passa pela cabeça de um indiano sair à rua para dizer que “vidas negras importam”, ou que a cor da pele seja um problema em seu país; por que, então, iriam ficar de joelhos para combater o racismo? Também não fazem parte do seu mundo e de sua vida as aflições com o “aquecimento global”, visto o calor que faz na Índia há 5.000 anos, nem que um cidadão esteja proibido de dizer que só mulheres podem ficar grávidas e parir um filho. O “indiano médio”, como diriam nossos institutos de pesquisa de opinião, acha que um homem é um homem e uma mulher é uma mulher — e, queiram ou não queiram, um em cada cinco habitantes atuais do planeta é um “indiano médio”. Não ocorreu ali a nenhum colégio de gente rica, ou a qualquer colégio, ensinar uma “linguagem neutra” a seus alunos; ficaria complicado, levando-se em conta que na Índia são falados 400 idiomas e dialetos diferentes, e que há 23 línguas oficiais. O nível do mar está subindo na Flórida? As pessoas são legalmente autorizadas a roubar até US$ 900 por dia, como acontece na Califórnia? A Holanda está proibindo os seus agricultores de produzirem comida? Nada disso faz parte das realidades do 1,4 bilhão de indianos, nem representa para eles a mais remota preocupação. Não fazem, aliás, nenhum nexo dentro do sistema de pensamento hoje em vigor na Índia.

Jogadores do Liverpool protestam contra o racismo | 
Foto: Twitter Liverpool/ Reprodução/CP

        As angústias dos países do Primeiro Mundo não querem dizer nada, também, para o 1,3 bilhão de habitantes da China. Por acaso há algum chinês achando que o Super-Homem é gay, ou que um “transgênero” de 2 metros de altura pode competir numa prova de natação para mulheres? E as atrizes que, 20 ou 30 anos atrás, tiveram um caso com o diretor para ganhar um papel no filme, e hoje são consideradas heroínas nacionais? Existe isso na China? Há por ali um “Ministério Público”, ou alguma ONG, ou entidade da “sociedade civil”, ou seja lá o que for, proibindo a construção de aeroportos, de pontes ou de estradas de ferro? Alguém fala em “dívida histórica” com os negros? Não há nenhum registro de estátuas postas abaixo na China, nem de planos para proibir a fabricação de automóveis, e nem de movimentos para diminuir as verbas da polícia. O chinês está pouco ligando, e não vai ligar nunca, para os direitos dos pedófilos, o respeito aos gordos e gordas ou a porcentagem exata de negros nos filmes, séries de televisão e comerciais de propaganda. Só aí, na Índia e na China, já são 2,7 bilhões de pessoas — e um PIB somado de mais de US$ 21 trilhões. Mas as mesmas coisas podem ser ditas, em geral, da África, do mundo islâmico e de todo o Oriente, mais a Rússia. Na verdade, a Europa e os Estados Unidos, juntos, somam cerca de 800 milhões de habitantes — ou só 10% da população mundial, nada mais que isso. Faz sentido, então, que as neuras, as prioridades e até mesmo os problemas objetivos de europeus e americanos tenham de preocupar os 90% restantes da humanidade?


John Kent, o novo Super-Homem, e seu namorado, Jay Nakamura| 
Foto: Reprodução/Redes sociais

        O ministro do Exterior da Índia, recentemente, disse numa reunião internacional que os europeus fariam bem de ter em mente uma coisa muito simples: os problemas da Europa não são os problemas do mundo. Foram meia dúzia de palavras, em torno de uma ideia sem nenhuma complicação — mas, provavelmente, estão entre as afirmações mais relevantes, realistas e inteligentes feitas há muito tempo por um homem público na cena mundial. É um chamado exemplar à realidade: o mundo, muito simplesmente, não é como eles querem que seja. Vende-se na Europa, nos Estados Unidos e nas suas franjas a noção de que “o planeta” está morto de ansiedade com a proibição das sacolas de plástico, a multiplicação das ciclovias e a promoção das hortas orgânicas. É falso — apenas isso. Mais do que tudo, estão convencidos que as suas “agendas”, ou o que as elites apresentam como “agenda”, são a lista de deveres de casa que os 8 bilhões de habitantes do mundo têm de cumprir, obrigatoriamente. É o caso da “agenda 2030”, uma coleção de desejos montada por bilionários que vão à reunião anual de Davos, na Suíça, fundações que torram dinheiro grosso em favor da virtude e um punhado de governozinhos globaloides, controlados por uma casta de funcionários que não foram eleitos por ninguém e têm horror à ideia de que alguém, além deles, queira mais bem-estar nas suas vidas. Segundo eles todos, o mundo não pode mais progredir, nem dar oportunidades aos bilhões que têm pouco ou nada, em termos materiais. O capitalismo, ali, é um crime; só se aplica aos que já têm o capital hoje. Se o sujeito tem US$ 50 bilhões e faz uma doação de 1 bilhão, todos os seres humanos deveriam fazer a mesma coisa, não é? Para preservar o meio ambiente e “salvar o clima”, o mundo que está fora da Europa e dos Estados Unidos tem de voltar à Idade da Pedra. As minorias são mais importantes que as maiorias — e por aí vamos. É isso, a “agenda” dos ricos. Tudo bem. Querem ser roubados em US$ 900 por dia? Que sejam. Querem morrer de fome para preservar a natureza? À vontade. Mas a agenda da Europa não tem de ser a agenda do mundo, como disse o ministro do Exterior da Índia.

        Também não deve ser, obviamente, a agenda do Brasil. Mas nossas elites querem que seja, é claro — e acaba sendo, na vida pública, no mundo oficial e na “sociedade”. Como sempre acontece, e está acontecendo de novo agora, a mídia, as classes culturais e os “progressistas” brasileiros engolem com casca e tudo seja lá o que vier de Nova York, de Londres ou de Paris; são, possivelmente, os mais excitados importadores de más ideias do mundo. É bem sabido, desde que a Corte de Dom João VI desembarcou no Rio de Janeiro, em 1808, que o animal mais parecido com os habitantes da elite brasileira é o macaco — nada revela tão bem um brasileiro rico, “culto” ou “influente” quanto a sua ânsia permanente de copiar o que se faz na Europa e nos Estados Unidos. (Imaginam, ao fazer isso, que são avançados e estão a par dos últimos passos da civilização; não percebem o quanto são subdesenvolvidos típicos.) Continua assim, mais de 200 anos depois. O resultado é que o Brasil assume como sendo suas um monte de preocupações que têm pouco ou nada a ver com as realidades efetivas do país. Poderia ser apenas mais uma palhaçada, como a linguagem neutra ou as campanhas do Uber contra o “racismo”, a “fobia” anti-LGBT+ e tudo o que é visto como politicamente irregular. Mas acaba sendo mais que isso — passa a influir no debate político e nas decisões dos que mandam no país, e por esse motivo começa a afetar a legislação, os atos de governo e o comportamento das empresas.

O Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa

        É pior, na verdade: o Brasil não apenas imita os europeus e americanos em sua busca inesgotável por causas cretinas, ou que não têm nada a ver com as necessidades brasileiras, mas tornou-se, ele próprio, um dos maiores alvos da perseguição “globalista”. O Brasil é um horror, talvez o maior horror de hoje, para a “agenda 2030” — para os delicados burocratas que comandam os governos do Primeiro Mundo, para os bilionários socialistas de Davos, para os departamentos de marketing de multinacionais que se converteram à prática “do bem”. Sua ideia fixa, acima de qualquer outra, é a Amazônia e a sua floresta. O Brasil, segundo eles, não tem o direito de governar a Amazônia, que deveria ser declarada “área internacional”. De atores de Hollywood a reis da Escandinávia, de governos da Europa às universidades de primeira linha, mais a “comunidade científica” mundial, todos exigem que a vida humana cesse para a Amazônia e os 20 milhões de brasileiros que vivem ali; só devem existir árvores, bichos e peixes. Numa ação paralela, querem parar o agronegócio brasileiro — o Brasil está produzindo alimentos demais, e isso vai contra as noções de virtude das cabeças mais avançadas da Europa, como é o caso da Holanda, onde se acha uma boa ideia proibir as pessoas de cultivarem o solo.

        Toda essa gente tem aliados ativos na vida pública e privada do Brasil. Banqueiros de esquerda, por exemplo, escrevem manifestos anunciando “boicotes” fatais contra a economia brasileira por parte dos grandes fundos de investimento internacionais e das múltis mais globalizadas, para punir a nossa pouca atenção à “crise do clima”. Os boicotes nunca aparecem no mundo das realidades; a produção e as exportações do agro brasileiro batem novos recordes a cada ano. Mas fazem grande sucesso nos salões, na mídia e nos meios “bem informados”. Também há as ONGs, é claro — essas fazem dia e noite, e frequentemente com dinheiro público, um trabalho de agressão em tempo integral contra tudo o que o país tem de bom, ou tenta construir para se desenvolver. Há as classes intelectuais, a universidade pública e o universo artístico. Há as empresas socialistas. Há as agências de publicidade inclusivas. Há o Ministério Público, a justiça e as “agências reguladoras”. Há, em geral, tudo o que se descreve como “esquerda”. Querem, todos eles, um Brasil desenhado por funcionários das agências temáticas da Comunidade Europeia, ou por executivos da Disney, ou por professores de Harvard; acham que o que é virtude em Bruxelas tem de ser virtude em Piracicaba. Não imaginam, nunca, que o Brasil faça parte dos 90% do mundo que estão fora da Europa e dos Estados Unidos; acham que estamos nos 10%. São um atestado da falência de si próprios.

Revista Oeste, Edição 121 

17 julho 2022

A Argentina e Lula

Sonho de Lula: um país no qual o Estado é Deus, e o máximo de pessoas deve depender do governo

O Estado de S. Paulo, 17/7/2022 


 J. R. Guzzo

A Argentina acaba de ir a 65% de inflação anual. Um negócio desses não é para qualquer um – coisa pior só vai se encontrar na Venezuela, ou algo assim, já no clube das economias em situação de rua e sem diagnóstico de estabilização. Não há moeda nacional; o único dinheiro que vale é o dólar, e há muito pouco dólar disponível na praça. O risco da Argentina, nas avaliações que medem a estabilidade econômica dos países, é maior que o da Ucrânia, com guerra e tudo. A dívida externa passa dos US$ 350 bilhões; ninguém sabe como se poderia pagar isso, e o país vive a ladainha das “missões do FMI”, dos “acordos com o FMI” e do “fora FMI”, coisas das quais o Brasil não ouve falar há décadas. A maioria da população não trabalha – vive, e vive mal, das esmolas que o Estado argentino criou e que se tornaram o alicerce da sua “política econômica”.

Cada uma dessas desgraças é fruto direto do “peronismo” – um sistema político, econômico e social de enriquecimento constante do Estado e de empobrecimento também perene da população. O Estado, por este sistema, concentra o máximo da renda nacional e assume a função de distribuir para as pessoas a riqueza que arrecadou; chamam isso de “justiça social”. Obviamente, na hora de fazer a distribuição do que foi arrecadado, os privilegiados pelo partido político do governo se dão muito bem, e a maioria da população fica com alguma coisinha. Não apenas fica com pouco: o sistema se opõe brutalmente à ideia de que o trabalho deve ser a fonte de sustento e de eventual prosperidade para a população, e força o máximo possível de argentinos a viver na dependência do Estado. Não há economia que possa funcionar assim.

É extraordinário, à primeira vista e diante de um fracasso tão claro, que um candidato à Presidência da República do Brasil, o ex-presidente Lula, queira fazer uma Argentina por aqui, caso seja eleito. É o que ele prega em público, com cara feia e voz irada; e ainda podem dar graças a Deus, porque, se reclamarem, ele vem com os “modelos” de Venezuela e de Cuba, suas paixões mais urgentes. Mas, à segunda vista, não há surpresa nenhuma. É esse, exatamente, o sonho de Lula para o Brasil: um país no qual o Estado é Deus, e o máximo possível de pessoas deve depender do governo para sobreviver. Podem ser funcionários públicos, ou empregados de estatais, ou aposentados, ou pensionistas, ou receptores de bolsas-família e outros mecanismos de doação – o que importa é que obedeçam a quem os sustenta. Lula já disse que a covid, que matou 600 mil brasileiros, foi uma “bênção”, porque fez o povo precisar do Estado. É o que ele quer.

15 julho 2022

AGENDA 2030: VOCÊ NÃO VAI TER NADA E VAI SER FELIZ

A chamada Agenda 2030 do Fórum Econômico Mundial é uma representação vigorosa de dois valores marcantes do século XXI: empáfia e futilidade. Conseguir juntar empáfia e futilidade já é, por si, uma façanha -  e esta é a alquimia da modernidade 2030: potencializar a falta de potência, encher de presunção a mediocridade.

O lema de tal Agenda 2030 é: "Você não vai ter nada e vai ser feliz". É um apetitoso convite de mentira - como tudo na cosmética política correta - a um mundo de união, conectado pela inteligência e pela ética. Seria uma espécie de neoromantismo hippie, atualizado pela tecnologia, e que poderia soar até inspirador se não fosse falso. Mas a falsidade é apenas um detalhe.

O mundo do século XXI passou a assistir a um surto megalômano de nerds bilionários conectados a ditadores dissimulados e perfumados por animadores de auditório e subcelebridades em geral. Uma festa.

Capturaram com grande sensibilidade os anseios da burguesia narcísica e medíocre, que vende seu corpinho (e sua alminha) por qualquer maquiagem revolucionária. Você devia ter desconfiado na virada do século, quando começaram a vender desvairadamente a China como vanguarda do capitalismo. Um regime ditatorial , fechado, com a liberdade do cidadão na ponta da espada estatal ... Como você acreditou nisso como a locomotiva da modernidade?

Os androides do Fórum Econômico Mundial tratam a Covid-19 como oportunidade. São desumanos em pele de humanistas -  fantasia muito em voga no Réveillon 2030 (tão grandioso que começou dez anos antes). Nem é preciso entrar em grandes conjecturas geopolíticas para entender o pulo do gato, "Globalismo", "governo mundial" e outros conceitos barrocos que os amantes de palestras amam repetir dizem muito pouco. Ou melhor: quase enobrecem propósitos rasteiros e nada sofisticados.

Você acha que o ditador da China trabalharia para criar um "governo global"? Claro que não. Ele trabalha para expandir seu poder absoluto, do jeito que der. Se conseguir enfiar o mundo todo dentro de sua ditadura, ótimo.

Aí a Covid-19 realmente se tornou uma oportunidade - como dizem os burgueses fúteis do Fórum Econômico Mundial. E que "oportunidade" foi essa? Basicamente, a de sujeitar os indivíduos e as sociedades a um punhado de regras autoritárias fantasiadas de segurança sanitária, sem lastro científico algum - e encabeçar de poder e grana. Claro, com a propaganda hedionda de boa parte da grande imprensa sobre a suposta efetividade dessas regras.

Você não estranhou a união de grandes veículos de comunicação, historicamente concorrentes, numa coisa que eles próprios passaram a chamar de 'consórcio"? Consórcio de quê? De manchetes iguais? O que houve com a concorrência? Foi vítima de uma epidemia de notícias siamesas?

Essa imprensa trasnformista alegou que o "consórcio" era uma união para garantir informação confiável contra a propagação de "fake news". Ou seja: um conluio de boa aparência.

Esse conluio entre "concorrentes" saiu por aí disparando suas manchetes iguais para construir verdades de proveta. Transformou, por exemplo, a ideia de "distanciamento social" - uma mistificação grosseira que nunca protegeu os vulneráveis e fingiu não ver as aglomerações nos transportes públicos - numa promessa de salvação. "Lockdown" nunca passou de um slogan estúpido, sem um único estudo sério atestando sua eficácia - e mesmo assim as milícias checadoras do consórcio agiram furiosamente para perseguir quem não tratasse esse slogan estúpido como ciência.

Entendeu o esquema? Ciência se faz com propaganda. Ou no grito mesmo. Quem não obedecer, apanha. Não só do Estado. A patrulha violenta vem também do semelhante, do próprio cidadão. A propensão humana para o controle da vida alheia virou praticamente um videogame nesses tempos neurastênicos.

Todos os sócios da empatia de mentirinha - das mídias aos governos, da academia às corporações - passaram a visar uma coisa só: a construção de um clube de elite fundado em falsas éticas. Não é que esse clube seja uma unidade, uma entidade definida, global, ou coisa assim. É apenas uma forma malandra de poder, totalmente legalizada pelos inocentes úteis.

Não é um golpe da ONU, da OMS  e afins. Essas entidades internacionais caindo aos pedaços se tornaram a massa de manobra burocrática para ajudar a legalizar o clube. Os conceitos de democracia e liberdade passaram a ser de fachada para os pregadores de uma cartilha idiota sujeitarem qualquer lei às suas vontades particulares (fantasiadas de ética e empatia). O clube é um entroncamento de poder, cinismo e grana - fantasiado de bondade. Se colar, colou.

                                                              *  *  *

O texto acima se encontra entre as páginas 23-26 do livro "Passaporte 2030: o sequestro silencioso da liberdade", escrito por Guilherme Fiuza, que acabou de ser publicado pela Faro Editorial. Nele, o Fiuza mostra que o mundo está mergulhando num totalitarismo disfarçado de proteção à vida humana.

Corroboram com as idéias do Fiuza, outros posts deste blog publicados anteriormente, que podem ser lidos clicando-se nos seguintes títulos para leitura dos textos completos:

AMAZON SE JUNTOU A BRAÇO DE PROPAGANDA DA CHINA PARA PROMOVER A AGENDA DO PARTIDO COMUNISTA CHINÊS

[...] Quando falamos da cooperação entre capitalistas e socialistas, e mencionamos, na condição de financiadores da agenda revolucionária da esquerda global, o nome de bilionários como David Rockefeller ou George Soros, somos impreterivelmente fulminados com a seguinte objeção: “Então você está dizendo que Rockefeller e Soros são comunistas?”

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 1/3)

[...] Em 1973 George Soros criou a Soros Fund, renomeada em 1979 como Quantum Fund. Seu valor cresceu para US$ 381 milhões em 1980, e em mais de US$ 1 bilhão em 1985. Em 1987 deu início aos investimentos em suas preocupações sociais, US$ 3 milhões, saltando para US$ 300 milhões em 1992. Em 1993, Soros estabeleceu o carro-chefe de sua rede de fundações - o Open Society Institute (OSI), com sede em Nova York.

[...] A partir de então, tem apoiado grupos e bandeiras extremistas, desde a legalização de drogas, passando pelo incentivo da abertura de fronteiras e indo até a criação de um judiciário de esquerda. A sua agenda ideológica pessoal, tem como objetivos centrais a diminuição da influência americana no cenário internacional, o enfraquecimento da soberania do país em favor de um governo mundial, o fim do livre mercado e da liberdade de expressão.

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 2/3)

[...] Nos anos subsequentes, Soros doaria US$ 12,6 milhões para essa causa e estimulou outras instituições filantrópicas a fazerem o mesmo. Tudo isso foi recompensado em 2002 com a aprovação da Lei McCain-Feingold que definiu os tipos e quantias de doação que os candidatos poderiam receber.

[...] Soros viu imediatamente que o principal efeito da nova lei seria duplo: restringiria o uso do tipo de propaganda na TV que havia aniquilado o HillaryCare; e, finalmente, limitaria a influência dos dois partidos políticos, que dependiam de contribuições indiretas como sua fonte principal de financiamento. Isto permitiu a Soros assumir o controle das campanhas políticas dos democratas, anteriormente sob o controle do Partido Democrata, que deixou de ter dinheiro para custeá-las.

DO PARTIDO DAS SOMBRAS AO GOVERNO CLANDESTINO (PARTE 3/3)

[...] O Partido das Sombras conseguiu realizar o sonho de Soros de colocar seu homem na Casa Branca. Com a posse de Obama, membros da coalizão de Soros começaram a assumir cargos de alto escalão na nova administração. Quase todos os lugares em que se olhasse para a nova administração, os membros do circulo interno de Soros proliferaram.

[...] Com membros do Partido das Sombras desempenhando papéis centrais, a Casa Branca de Obama começou a implementar uma agenda ideológica logo após a posse, que envolveu muitas pautas com a cara de George Soros.

PLANEJAMENTO APÓS A QUEDA DO MURO DE BERLIM

[...] O FDR continua certo. Os acontecimentos globais que estão moldando o nosso destino estão ocorrendo porque algum grupo e/ou nação assim os planejou. Não estamos diante de coincidências nem de estupidez, mas de planejamento.

[...] É o que indicam os fatos que passaram a acontecer após a queda do muro de Berlim em 1989 e a dissolução da URSS em 1991. De lá para cá, a disputa pelo poder de controlar e dominar o mundo permanece. 

[...] E nesse ambiente, cada vez mais a liberdade e a escolha do individuo passaram a ficar dentro de alternativas bastante restritas, visto que ele passou a ser numerado e monitorado. É o que tem imposto os governos atuais carregando suas heranças e/ou admirações ditatoriais. 

WASHINGTON BRAZIL OFFICE - O PARTIDO DAS SOMBRAS NO BRASIL

[...] A Time e Leonardo DiCaprio não são os únicos se intrometendo na política doméstica brasileira. Há gente muito mais perigosa do que o ator e seus colegas hollywoodianos envolvida nessa tentativa de manipular os brasileiros e afetar o desfecho da disputa eleitoral deste ano.

[...] Uma dessas pessoas é George Soros, que através da Open Society (rede de fundações e organizações globalistas) criou mais um instrumento para interferir no Brasil, desestabilizar nossa sociedade e promover grupos e indivíduos vinculados à esquerda a posições de destaque.

MITOS DA LIBERDADE

[...] Como os barões saqueadores do século anterior (Cornelius Vanderbilt, J. P. Morgan, J. D. Rockfeller, Jay Gould, ... ) os titãs da tecnologia se consideram pioneiros de uma nova economia, neste caso uma economia da informação com maior flexibilidade e escolha para a população, supostamente.

[...] Em 2012, quando abriu o capital do Facebook, Zuckerberg tentou explicar ao público o que estava diante deles nessa alvorada da Era Tecnológica e nelas afirmou: 

"A tecnologia anterior levou a uma transformação completa de muitas partes importantes da sociedade ... O Facebook não foi originalmente criado para ser uma empresa. Na verdade, foi originalmente construído para realizar uma missão social ... As tecnologias passadas e seus inventores alteraram como a sociedade era organizada .... agora o Facebook fará o mesmo ... " 

“GERM GAMES” - Bill Gates é indubitavelmente um craque. Let’s play!

[...] Bill Gates, "outrora vendedor de vacinas digitais (os antivírus da Microsoft), e hoje vendedor de vacinas analógicas", além de ter se tornado profeta.

[...] Já para os incorrigíveis, segundo os quais toda essa corrida sanitária talvez não passe de um pretexto para o controle político totalitário, estão abertas novas vagas em maravilhosos centros de reeducação para a cidadania global. Os jogadores estão prontos. O tabuleiro, montado. E as peças, cá estamos. Let’s play! 

A imaginação malthusiana de Bill e Melinda Gates

[...] Em 1999, Bill e Melinda Gates fundaram o Instituto de População e Saúde Reprodutiva, sediado na Escola Bloomberg de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins. Embora, a certa altura, tenha adotado esse nome eufemístico (sendo “saúde reprodutiva” um conhecido eufemismo para a promoção do aborto), o instituto já chegou a se chamar “Instituto para o Controle Populacional”, uma forma bem mais honesta de descrever a sua atuação.

[...] “Com sua incrível riqueza” – escreveu Ekeocha –, “Melinda quer substituir o legado de uma mulher africana (que são os seus filhos) pelo legado do ‘sexo livre’”. E disse mais: “Vejo esses US$ 5 bilhões nos trazendo miséria. Vejo-os trazendo-nos maridos infiéis. Vejo-os trazendo-nos ruas vazias e carentes do inocente tagarelar das crianças. Vejo-os trazendo-nos doença e, por fim, a morte. Vejo-os nos dando uma aposentadoria privada do amor terno e do cuidado dos nossos filhos”.


 

12 julho 2022

COMENTÁRIOS SOBRE AS IMAGENS OBTIDAS PELO TELESCÓPIO JAMES WEBB

A Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) apresentou as primeiras imagens obtidas pelo Telescópio Espacial James Webb. De acordo com o órgão, tais imagens revelarão “visões sem precedentes”, ricas em detalhes do Universo.

A primeira imagem, do aglomerado de galáxias conhecido como SMACS 0723, está localizado há 4,6 bilhões de anos luz.

Localizado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, no chamado ponto L2,, o James Webb Space Telescope (JWST) é fruto de uma parceria entre as agências espaciais norte-americana (Nasa) e europeia (ESA). Ele tem como principal característica a captação de radiação infravermelha.

Se tudo der certo, o equipamento permitirá aos pesquisadores observar a formação das primeiras galáxias e estrelas. Além de estudar a evolução das galáxias, eles poderão ainda observar a produção de elementos pelas estrelas e os processos de formação de estrelas e planetas.

O nome escolhido para o novo telescópio espacial é uma homenagem a um antigo administrador da Nasa, James Edwin Webb. Ele liderou o programa Apollo, além de uma série de outras importantes missões espaciais. 

Sobre as fotos propriamente ditas, uma ótima explicação foi exposta nas redes sociais pela jovem pesquisadora Roberta Duarte. Veja a seguir o texto e as fotos por ela divulgadas.

                                                           *  *  *

Agora que apreciamos a beleza da foto, vamos falar um pouco do que vemos na foto acima e porquê ela é importante!

Vou tentar explicar cada parte da foto! Essa é a imagem mais detalhada que temos do Universo até agora! Vamos falar da Ciência da foto?
O nome oficial da foto é Webb’s First Deep Field porque é uma deep-field. Deep Field são imagens feitas por telescópios após eles observarem uma mesma região por um longo tempo. No caso dessa, foram 12.5 horas de observação.

A região escolhida foi a região do aglomerado de galáxias SMACS 0723 na constelação de Volans. O aglomerado em si está a cerca de 4.6 bilhões de anos-luz de nós. Mas o interessante é que ele nos ajuda a observar ainda mais longe.

O aglomerado funciona como uma espécie de lupa que "aumenta" a imagem de galáxias que estão bem atrás e mais distante. O nome desse efeito é lente gravitacional que distorce a trajetória da luz devido a matéria do aglomerado (escura e bariônica). Algumas lentes são esses arcos.

Ou seja, é a matéria distorcendo a trajetória da luz porque distorce o espaço-tempo daquela região. Graças a esse efeito e a capacidade do JWST, é a primeira vez que vemos algumas galáxias extremamente distantes. Como vocês podem ver aqui:
Sim, a imagem é colorida artificialmente mas sempre respeitando os comprimentos de onda. Eles consideram a distância e o redshift (distância) para colorir a imagem de forma correta. Galáxias mais avermelhadas são mais distantes e as galáxias azuis/brancas são mais próximas.



Agora a pergunta que eu mais vi: o que são esses negócios pontudos nas fotos? São apenas estrelas, da própria Via Láctea, que ficaram na linha de visão quando o Jaiminho - vulgo James Webb - tava observando.


E por que a gente fala que estamos vendo o passado? Porque a luz que chegou até o JWST foi emitida quando o Universo era jovem, com algumas centenas de milhões de anos. Os fótons viajaram bilhões de anos até chegar no espelho do telescópio!

E lembre-se: o Universo está em expansão então os fótons viajaram nesse espaço-tempo que tá se esticando. A expansão faz o comprimento de onda se "esticar", fazendo a luz ser jogada para comprimentos maiores, ou seja, infravermelho.

Qual é o interesse dessa foto? Nela poderemos estudar a morfologia das galáxias quando elas acabaram de nascer, assim como entender a dinâmica delas e as propriedades - ou seja, que tipo de estrelas elas tem, se possuem buracos negros, etc.

E ai uma comparação entre a mesma região tirada pelo Hubble e pelo JWST! Olha quantas galáxias novas podemos ver com o JWST!




Gente, aaaa a thread hitou! Obrigada mesmo e fico feliz que todo mundo tá animado com a Deep Field do James Webb.


 
Roberta Duarte
Física. Doutoranda em Astrofísica no 
(PhD Student) Trabalhando e divulgando black holes e IA (na #AstroThreadBR) Roteiros no Ciência Todo Dia.






11 julho 2022

PARA DESESPERO DA ESQUERDA O MERCADO FINANCEIRO REDUZIU A EXPECTATIVA DE INFLAÇÃO PARA 2022

Previsões põem o Brasil entre as nações com melhores desempenhos econômicos após a pandemia CV19

De acordo com o Boletim Focus, divulgado hoje (11) pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano deverá ficar em 7,67%. Há uma semana, esse percentual estava em 7,96%; e há quatro semanas, em 8,5%.

Para 2023, a expectativa de inflação é de5,09%. Já para 2024, 3,3% e para 2025, a projeção inflacionária se mantém estável há 52 semanas, em 3%.

PIB

Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, o Boletim Focus desta semana aumentou de 1,51% (projeção divulgada na semana passada) para 1,59% a previsão de crescimento. Há quatro semanas, o cálculo estava em 1,42%. O PIB estimado para 2023 é de 0,5%. Para 2024, a estimativa apresentada hoje é de 1,8% e  para 2025, a previsão é de 2% há 35.

Taxa de juros

O mercado financeiro manteve estável em 13,75% ao ano a estimativa para a taxa básica de juros, a Selic, de 2022. Em 2023, 10,5% ao ano. Em 2024 previsão de 8% e de 7,5% em 2025.

Dólar

A estimativa para a cotação do dólar ao final do ano é de R$ 5,13. Em 2023 cotado a R$ 5,10, 2024, R$ 5,06 e para 2025, R$ 5,15.

Fonte - Agência Brasil 


09 julho 2022

POSSÍVEIS CAMINHOS PARA SE COMBATER A PRESENÇA DE PERSONALIDADES PONEROGÊNICAS NO PODER

Recupero, em boa parte, o artigo de Rafael Hollanda, (Instituto Liberal), que nos indicou, em 2016, os possíveis caminhos de como combater a presença de personalidades ponerogênicas no poder, citando países que foram — ou são — governados por pessoas que possuem um certo distúrbio de personalidade. Suas sugestões se baseiam nos estudos do psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski, de um grupo caracterizado por sua personalidade tipicamente ponerogênica e que precisamos enfrentá-los.

Personalidades ponerogênicas são aquelas que se enquadram na ciência que atende pelo nome de Ponerologia. “Poneros” quer dizer, no idioma grego, “mau” e ponerologia, por sua vez, é o estudo dos mecanismos da gênese do mal. Andrew descobriu que todos os membros do Politburo dos governos da Polônia, Alemanha Oriental e União Soviética eram clinicamente psicopatas, isto é, indivíduos que não têm consciência das consequências morais e emocionais dos seus atos e possuem uma habilidade sublime de manipular mentes e usar pessoas como meras peças de xadrez sem culpa ou amargura de realizar tais atos. 

O Dr. Lobaczewski observa que, em uma nação sob o controle de mentes ponerogênicas, as relações humanas tem a tendência de se degenerarem por completo e serem rebaixadas ao nível da obscenidade. Universalizando condutas como a vulgaridade estética, a traição e a delação. As leis, obviamente, acompanham o todo da degradação nacional, servindo cada vez mais á interesses escusos, utilizadas para facilitar negociatas e para a corrupção. É como se as características psicológicas dos Homens de Estado fossem transmitidas para toda a sociedade, ou para grande parte dela, a corrompendo e prejudicando fortemente. Exatamente como que notávamos no Brasil socialista de 2016 e também em outras sociedades atuais ou históricas.

Os ponerogênicos enxergam as leis sob dois prismas: no primeiro prisma, a lei é a expressão de uma classe dominante ou de um grupo não-ponerogênico. Para reverter este quadro os governantes não hesitam em burlá-las em plena luz do dia ou perverter seu significado de maneira lenta e gradual, adequando-as aos seus fins maléficos. Sob a ótica do segundo prisma, a lei dos “antigos” deve ser derrubada a qualquer custo e substituída, rapidamente, pela dos novos governantes de modo autoritário e irrevogável. Normalmente, as leis revogadoras já são pervertidas na sua gênese e expressam a vontade dos governantes ponerogênicos. Corrompidas por completo, levam o país a um caos generalizado ou a uma guerra civil em poucos anos. Um exemplo recente desse caso, é a Venezuela chavista.

Diante deste quadro calamitoso, fica a pergunta: como, com base na nossa experiência atual, proteger a lei e defender o organismo jurídico da Nação de tais indivíduos?

"Inicialmente, há de se afirmar que o PT e seus associados mais íntimos, como o PCdoB, são organizações ponerogênicas nocivas ao comportamento natural do ser humano e devem ser extintos. Seus membros devem ser afastados dos meios político-culturais, visando salvaguardar a sociedade do contato com indivíduos de tal naipe psicológico. Seja nas escolas, nas universidades, nos canais informacionais ou nas urnas".

[...] Em segundo lugar, todos os canais de expressão cultural devem observar muito cuidadosamente as características dos indivíduos que conclamam ideias fortemente coletivistas. Pois há algum caráter ponerogênico a ser constatado neste tipo de ideário. Vale ressaltar, que nem todo coletivismo é ponerogênico, mas todo o pensamento ponerogênico é coletivista", disse Rafael Hollanda.

Naturalmente, há uma parcela considerável da sociedade que não foi atingida pela onda ponerogênica. O Dr. Lobaczewski os denomina como “designers” de um organismo social e legal saudável. Organismo, este, que deve ter uma forte tendência a assegurar a liberdade e a mínima intervenção do Estado. Pois a ideia de liberdade individual lastreada pela lei e incentivada pelo Estado pode, perfeitamente, cobrir com os dados e características técnicas apropriadas toda uma legislação nacional. Com isso, aumenta-se grandiosamente o fator de segurança humana tão necessária para o progresso da civilização.

Foi o que ocorreu no Brasil com a vitória do presidente Jair Bolsonaro, cuja mudança está em curso por meio de uma organização sempre atenta às distinções apropriadas e realistas dos conceitos jurídicos, sociais e econômicos. Um novo sistema social concebido tendo como base a natureza humana e a realidade, englobando a formação de uma família, a busca pela felicidade e o trabalho. Outros pontos importantes estão sendo assegurados na nova legislação, como o princípio da autodefesa para os cidadãos e a certeza da punibilidade para o criminoso. 

O Dr. Lobaczewski diz que a solução reside no que ele chama de “raciocínio criativo”, uma vez que ele determina os dados reais e encontra soluções originais para a vida nacional. O raciocínio criativo reside no fato de que os governantes devem criar situações que criem uma forte noção de estabilidade e firmeza no ambiente nacional, seja através de símbolos ou de leis e com capacidade aplicativa de excluir quaisquer pretensões de indivíduos autoritários e ponerogênicos que quiserem se aventurar na política de um país.

Mais uma vez, alerto os brasileiros para o momento atual, para lembrá-los da necessidade de sua atenção para o jogo sujo que está sendo jogado no Brasil, pelos admiradores de psicopatas que desejam retomar o poder de nossa Nação.

"As sociedades têm o direito de se defender contra qualquer mal que as esteja rondando e amedrontando. Os governos nacionais são obrigados a utilizar os meios eficientes para esse propósito, da forma mais competente possível", escreveu Andrew Lobaczewski. (A menos, é claro, que o governo seja ele mesmo o mal que ameaça e assedia as pessoas).


07 julho 2022

ALGUMAS REALIZAÇÕES DO GOVERNO FEDERAL NOS ÚLTIMOS ANOS



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01) Redução recorde de homicídios e crimes violentos; 02) Apreensão recorde de drogas; 03) Maior programa de privatização da história (R$402 bi em privatizações, concessões e desestatizações);

04) Extinção de 27 mil cargos públicos; 05) Redução do desemprego de 14% p/ 9%; 06) Lei da Liberdade Econômica; 07) Criação do PIX; 08) Reforma da Previdência; 09) Marco do Saneamento Básico; 10) Marco das Ferrovias; 11) Marco do Gás; 12) Marco das Startups;

13) Sistema Balcão Único (abertura de empresas em poucas horas); 14) Nova Lei de Falências; 15) Melhora de 124ª para 65ª no Ranking Doing Business do Banco Mundial; 16) Digitalização de Serviços (redução de burocracia e mais celeridade no atendimento à população);

17) Digitalização dos cartórios; 18) Revogação de 23 mil atos normativos (corte de burocracia e gastos); 19) Venda de Imóveis da União (arrecadação de mais de 100 bilhões); 20) Lei de Combate à fraude Previdenciária;

21) Lei das Assinaturas Eletrônicas (reconhecimento de assinaturas eletrônicas em documentos, contratos, etc.); 22) Venda/Transferência de Veículos por meio Digital; 23) Nova Lei de Licitações;

24) Adesão do Brasil ao Acordo de Contratações Governamentais (GPA), que permitirá a participação de empresas estrangeiras em licitações no Brasil e de empresas brasileiras em licitações no exterior; 25) Início do ingresso do Brasil na OCDE;

26) Eleição do Brasil para o Conselho de Segurança da ONU; 27) Abertura do 1º Escritório Regional da Organização Mundial do Turismo nas Américas; 28) Extinção da Unasul e criação do Prosul; 29) Conclusão das negociações dos acordos comerciais com a União Européia e com o EFTA;

30) Maior fluxo de comércio da história; 31) Maior superavit comercial da história; 32) Brasil como um dos 5 principais destinos de investimentos externos (2019-2021); 33) Acordo de Salvaguardas Tecnológicas que irá fazer de Alcântara um dos centros da indústria aero-espacial;

34) Conclusão de mais de 5 mil obras de infraestrutura; 35) Mais de 1 mil obras para melhorar a infraestrutura turística do país; 36) Entrega Transposição do Rio São Francisco e de centenas de outras obras que garantem o acesso da população nordestina a recursos hídricos;

37) Reabilitação do modal ferroviário com o Marco das Ferrovias e Programa Pró-Trilhos; 38) 30 contratos para a construção de novas ferrovias (investimentos de 133 bilhões); 39) 10 mil KM de malha ferroviária em construção; 40) 11 mil KM de malha ferroviária em reabilitação;

41) Auxílio-Emergencial (R$ 600,00); 42) Auxílio Brasil (R$ 400,00 e agora R$600); 43) +250 mil Títulos de propriedades rurais, com redução recorde de invasão e conflitos no campo; 44) Manutenção do endivamento público no patamar pré-pandemia;

45) Criação da Secretaria Nacional de Alfabetização e de programas de alfabetização baseado em evidências; 46) Aumento de 33,24% no salário dos professores da Educação Básica, o maior reajuste salarial para professores da história; 47) Criação de 130 Escolas Cívico-Militares;

48) Reforma e ampliação de 2500 escolas no país; 49) Renegociação de dívidas para os beneficiários do FIES; 50) Lei do Superendividamento (recuperação de indivíduos com endividamento excessivo); 51) Programa Wi-Fi Brasil (15 mil pontos);

52) Redução de tarifas e tributos de centenas de produtos, incluindo alimentos, medicamentos e insumos médicos; 53) Fixação de teto para impostos estaduais; 54) Redução de 25% do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) 55) Redução gradual do IOF até chegar a 0% em 2029.