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24 junho 2026

O Brasil é um regime socialista de autoritarismo crescente

 

Gramsci deve estar sorrindo no inferno. O teórico comunista estava certo. A forma mais eficiente de impor o socialismo não é na ponta do fuzil, como fizeram os bolcheviques, mas pela conquista da cultura, em que as pessoas vão abandonando valores tradicionais e adotando o pensamento esquerdista sem nem perceber. Esse é o ponto que poucos entenderam. O socialismo do século XXI abandonou a estatização das fábricas e adotou a captura das instituições. Não precisa mais confiscar a propriedade quando consegue esvaziá-la por dentro. Na verdade, o confisco continua existindo, só que de forma implícita. Se um empresário não pode mais administrar a própria empresa como julga melhor, ele já não a possui de verdade. O título de propriedade permanece no papel. O conteúdo do direito é que foi expropriado. É o mesmo projeto de sempre, com outra roupagem. E é exatamente essa mutação que Gramsci anteviu. A estratégia foi amplamente adotada pela esquerda brasileira, pela ocupação de espaços no meio artístico, nas universidades, na imprensa, nas religiões organizadas e em outras instituições, dentro e fora do Estado, inclusive os próprios órgãos de Justiça. O resultado começa a aparecer como uma avalanche. Vai muito além da censura e da perseguição à direita dos últimos anos. Chega ao ponto de condenações que transformam a vida privada em campo de batalha ideológico. Algumas decisões judiciais recentes expõem o nível de arbitrariedade alcançado: 1. A Ortobom, fabricante de colchões, foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos porque todas as suas 24 chefias eram ocupadas por homens. Em nenhum momento o processo provou um único caso concreto de discriminação contra uma mulher. O TST entendeu que a ausência de mulheres, por si só, inverte o ônus da prova: cabia à empresa demonstrar que seus critérios de promoção eram neutros. Na prática, a estatística virou acusação. Vale lembrar que NÃO existe lei alguma que obrigue uma empresa a contratar mulheres, e que, pela Constituição, ninguém pode ser punido sem que a lei defina o crime. Mas, como a ideologia socialista EXIGE igualdade de resultados, e não igualdade de oportunidades, a empresa foi condenada. 2. Um casal do interior de São Paulo foi condenado por educar as filhas em casa, o chamado homeschooling, mesmo demonstrando que as meninas têm nível cultural muito superior à média brasileira. Detalhe que diz tudo: o próprio Ministério Público pediu a absolvição, e o juiz condenou assim mesmo, contrariando entendimentos do próprio Tribunal de Justiça de São Paulo, do STJ e do Supremo. O magistrado se incomodou até com o fato de uma das filhas não gostar de funk e sertanejo, o que ele leu como "discriminação e preconceito". Numa lógica que trata o Estado como dono das crianças, é primordial que elas sejam educadas pelo time de professores militantes, que transforma os inocentes em soldados da revolução. 3. Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, foi condenada por omissão diante das agressões que mataram o próprio filho. Depois de o júri desclassificar o homicídio para a forma culposa, a juíza concedeu o perdão judicial. O motivo: a sociedade teria agido de forma "misógina" e "patriarcal" ao cobrar dela, como mãe, a proteção da criança. Na prática, o gênero da ré valeu mais do que a vida de um menino de quatro anos. São três exemplos entre uma série crescente de decisões, todas movidas pelo mesmo princípio. A lei deixou de ser igual para todos e passou a depender do grupo a que pertence o réu. Empresa privada, pune-se. Pais cristãos que educam, pune-se. Mãe omissa diante da morte do filho, perdoa-se. É a revogação da Constituição e das leis em nome da ideologia. E nada disso acontece num vácuo. Esses casos se somam a um quadro de censura e perseguição política em que a própria oposição ao regime foi criminalizada. O principal líder da direita está preso e inelegível, condenado num verdadeiro show trial. Milhares de pessoas foram censuradas, e centenas, presas. Há brasileiros no exílio por razões políticas. Não está satisfeito com a corrupção endêmica, com o crime organizado tomando conta do país? Fique quieto, ou seja preso. Essa é a realidade desde 2019. Onde o adversário do regime perde a liberdade, não há oposição livre. E onde não há oposição livre, a eleição vira fachada, assim como a própria "democracia". A outra ferramenta de tomada do patrimônio é a tributação. Aqui o confisco é literal, e ganhou tração inédita no último governo. Em pouco mais de três anos, foram dezenas de aumentos de impostos, num ritmo que chegou a quase um novo tributo a cada 27 dias. A carga tributária bateu o recorde histórico, superando 32% do PIB, e a arrecadação federal alcançou R$ 2,9 trilhões em 2025, a maior da série. A partir de 2026, voltam a ser tributados os dividendos, rompendo uma isenção que vigorava desde 1995. E vêm aí os efeitos da reforma tributária, que elevarão sensivelmente a carga sobre o setor de serviços, justamente o grande motor da economia. E mesmo arrecadando como nunca, o governo gasta ainda mais. A conta não fecha pela receita, fecha pela dívida. O endividamento público explodiu: a dívida bruta saltou para perto de 79% do PIB, uma alta de quase sete pontos em três anos, e caminha para mais de 83% já em 2026. Só de juros, o Estado torrou cerca de R$ 1 trilhão num único ano, quase 8% de tudo o que o país produz. É esse rio de gasto público e crédito subsidiado que mantém a economia aparentemente aquecida. Na prática, o regime financia a própria popularidade no cartão de crédito, empurrando a fatura para frente. E essa fatura tem nome: inflação, que corrói silenciosamente o poder de compra do trabalhador, e juros nas alturas, que sufocam quem quer produzir. Sufoca-se a livre iniciativa por dentro, sangrando quem produz, enquanto o Estado se endivida para sustentar a ilusão de prosperidade. A marca central do socialismo é a negação dos direitos individuais fundamentais. A liberdade de expressão, de culto, o direito à propriedade, à livre iniciativa. É a guerra contra a livre iniciativa em todas as suas matizes, supostamente em favor do coletivo, mas, na prática, concentrando poder nas mãos daqueles que se apresentam como líderes das massas "oprimidas". E o socialismo não confisca apenas a liberdade econômica. Confisca também a liberdade política. Em qualquer sociedade minimamente saudável, cada um desses casos bastaria para provocar uma revolta de grandes proporções. Mas numa sociedade em que boa parte da população já foi inoculada com o vírus mental socialista, a oposição não é suficiente para mudar a trajetória rumo à consolidação de um autoritarismo sem precedentes.


Por Leandro Ruschel - 24/06/2026.

14 janeiro 2026

No Brasil ... a casa de R$ 13 milhões. Na Rússia ...

    No fim de semana passado circularam notícias sobre o uso de recursos públicos que não chegam à população. No Brasil matérias como a divulgada a seguir são comuns diariamente sobre os já corriqueiros escândalos de corrupção. Contudo, o Brasil não é exceção. Circulou também um vídeo do que está ocorrendo na Rússia. Em comum aos dois casos: ambos os governos são regimes de esquerdaEsquerdismo não é um sentimento de amor à humanidade. Ser “de esquerda” significa abraçar uma ideologia específica - ser social-democrata, socialista ou comunista. Não há outra opção. Todas essas posições políticas são variações da mesma doutrina socialista.

    No capitalismo, o empresário cria, arrisca e gera empregos. A livre competição garante melhores produtos, melhores salários e oportunidades. Já nos regimes de esquerda, é o Estado quem controla tudo: distribui a miséria, elimina a concorrência e impõe a igualdade da pobreza controlada, a falta de competição que gera a miséria e a opressão compartilhadas.

No Brasil ... 

"Ministro do TCU e pai enviaram R$ 13 milhões para construir 300 casas, mas só uma foi erguida

 Emendas parlamentares indicadas pelo atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus e pelo pai dele, o senador Mecias de Jesus (Republicanos), previam a construção de 300 casas populares no município de Iracema, no interior de Roraima. Mais de um ano após o repasse dos recursos, apenas uma unidade foi construída — e permanece desocupada. As informações são do jornal o Estado de S. Paulo.

 


 Os recursos, que somam cerca de R$ 13 milhões, também tinham como finalidade obras de pavimentação e recuperação de estradas. No entanto, no terreno às margens da BR-174 onde o conjunto habitacional deveria estar em obras, não há fundações nem estrutura de canteiro. O local está tomado pelo mato, e a única casa erguida já apresenta sinais de abandono. 

A promessa era entregar o empreendimento até o fim de 2024. O projeto foi usado politicamente pelo então prefeito Jairo Ribeiro (Republicanos), aliado de Jhonatan e Mecias de Jesus."

*.   *.  *

 Na Rússia ...

"Como mais de 100 milhões de pessoas na Rússia poderiam viver se se revoltassem contra o regime de Moscou, que rouba a riqueza gerada pelos recursos naturais e a desvia para corrupção, guerras de agressão e armas de destruição em massa?"



04 março 2025

Zé Dirceu: PT terá três mandatos consecutivos na Presidência

    Sabe-se que nos bastidores petistas, sua principal liderança, Zé Dirceu, defende que o projeto do PT deve ser executado ao longo de três mandatos consecutivos na Presidência, com a reeleição de Lula em 2026.

    A bizarrice maior na fala de Zé Dirceu reside no fato de que o PT, seus membros e seu líder estão enlaçados em páginas e mais páginas de relações íntimas com comunistas pelo mundo. E é na direção do comunismo que os participantes do governo, muitos deles não mais escondem que são comunistas, estão agindo de forma deliberada, seguindo a cartilha das piores ditaduras já implantadas no mundo e contam, pra isto, com a colaboração irrestrita do ativismo judicial.

    Para essa questão, a solução universal marxista é sempre “derrubar a classe dominante” e implantar uma certa “ditadura do proletariado”. É lógico que esse termo sempre causa estranheza. Afinal, ditadura é uma coisa ruim, certo? Nem sempre, apressam-se a explicar os teóricos marxistas (eles estão em todos os lugares). Na verdade, a tal “ditadura do proletariado” é o reino da “justiça social”, onde ninguém será mais dono de nada e todo mundo será feliz. 

Max

    Como se pode esperar que uma teoria de salvação do mundo pudesse ser criada por um homem (Max) incapaz, moral e fisicamente, de criar, nutrir e proteger a própria família? Como esperar uma teoria geral das relações econômicas vinda de uma pessoa incapaz de prover o seu próprio sustento e o de seus filhos Apesar disso, ainda encontramos muitos marxistas no mundo de hoje. Por quê? 

    Quem explica é A. C. Grayling, que diz que as ideias marxistas continuam a exercer influência na cultura e na filosofia: 

"Principalmente na análise e na crítica de tendências nas artes e na mídia, em certas escolas de pensamento sociológico, no pensamento feminista, e como uma posição conveniente para críticos de quase todos os assuntos. No confortável mundo dos professores universitários assalariados, a retórica marxista pode ser combinada com, digamos, ideias lacanianas — na verdade, com qualquer ideia — para produzir dissidência instantânea e sob medida."

    Como uma espécie em extinção, o marxismo encontrou no meio acadêmico seu último refúgio. O marxismo é muito útil para aqueles que precisam aparecer e chamar a atenção da mídia, mas não têm nada a dizer. É o que tem acontecido no Brasil.

06 janeiro 2025

O ELO ENTRE SOCIALISMO E INANIÇÃO

 “O histórico de desastres do socialismo é tão óbvio, que somente um intelectual poderia ignorá-lo”, disse Thomas Sowell

        
A história da fome na China sob a ditadura de Mao Tsé-Tung, em que famintos chineses tiveram de comer seus próprios filhos, é relativamente bem conhecida. Mas bem menos divulgada é a dantesca inanição que acometeu os ucranianos na década de 1930 sob a ditadura de Stálin, cujo Holodomor provocou 14,5 milhões de mortes. E ainda menos comentado é o extermínio de quase 40% da população do Camboja pelo Khmer Vermelho de Pol-Pot, que assassinava crianças com baionetas.

        O socialismo é, sempre e em todo lugar, um veneno econômico, independentemente de qual seja a forma de governo.  Não importa se o governo é uma ditadura ou se foi eleito democraticamente: socialismo é socialismo. A imposição de um "plano" social, ou de um conjunto de "planos sociais", para toda a sociedade — sendo essa a característica que define todas as variedades de socialismo — terá sempre os mesmos efeitos, não importa se forem instituídas por uma democracia ou por uma ditadura.  

       Toda a história comprova que os efeitos do socialismo são, sempre e em todo lugar, empobrecimento maciço, destruição das liberdades civis, governos tirânicos, população inteiramente dependente das migalhas do estado para a sobrevivência, e enriquecimento da classe governante.  Todos os indivíduos se tornam igualmente pobres, ao passo que a elite política segue vivendo nababescamente.  Foi assim na União Soviética, é assim no socialismo africano, no socialismo latino-americano, e em qualquer outro tipo de socialismo. O socialismo é, sempre e em todo lugar, um veneno econômico por causa de várias razões fundamentais.  

        Para começar, o socialismo destrói os incentivos para se trabalhar e prosperar. Adicionalmente, ele também se baseia na obtusa — e risível — ideia de que alguns poucos políticos são iluminados e oniscientes ao ponto de possuir exatamente todo o conhecimento que está disperso na sociedade entre milhões de consumidores, empreendedores, trabalhadores, administradores, gerentes, investidores e demais pessoas que participam da economia e que tomam decisões econômicas diariamente.  Para o socialismo, esta casta política onisciente não apenas detém todo este conhecimento disperso na sociedade, como também sabe perfeitamente como utilizá-lo de modo a satisfazer todas as demandas da sociedade. Para completar, o socialismo afirma que é perfeitamente possível tomar decisões econômicas racionais sem que haja propriedade privada dos meios de produção, preços livremente determinados pelo mercado (interação entre oferta e demanda), e um mecanismo de mercado que recompense com lucros aqueles que souberam servir aos consumidores e com prejuízos aqueles que falharam nesta empreitada.

    Ao ignorar essas três realidades básicas, o socialismo consegue gerar sofrimento humano em escala inimaginável. Na mais branda das hipóteses, o socialismo transforma as pessoas em crianças mimadas, as quais estão constantemente exigindo mais benesses gratuitas à custa ... delas próprias.  No entanto, na mais brutal — e mais realista — das hipóteses, o socialismo se torna um pesadelo totalitário em que todos os dissidentes são perseguidos e assassinados aos milhões, como ocorreu em todos os exemplos de socialismo implantado ao redor do mundo no século XX.


28 junho 2024

Menos Marx, Mais Mises

Um crescente número de brasileiros começou a despertar para a importância das ideias de determinados autores falecidos, mas que ainda governam os rumos de nossa vida. Esta impressionante tomada de consciência pode ser exemplificada, dentre outros fatores, por intermédio da popularização do bordão "Menos Marx, Mais Mises", estampado em adesivos, camisetas, balões e cartazes que se tornaram populares nas diversas manifestações contra a desastrosa administração do governo federal exercido pelo PT.

Portanto, é muito oportuna, chegou em boa hora, a republicação de um dos livros da coleção de Ludwig von Mises (1881-1973), nascido na região da Galícia, no Império Autro-húngaro. Durante o nazismo foi obrigado e fugiu (emigrou) para os EUA, onde continuou desenvolvendo toda a sua obra no âmbito das ciências econômicas. 

Nesse livro se aprende com Ludwig von Mises que a única política econômica viável para a raça humana seria um política de laissez-faire (*) irrestrito, de livre mercado e de respeito total aos direitos de propriedade privada, com o governo estritamente limitado a defender a pessoa e a propriedade dentro de sua área territorial.

Nele se ler que Ludwig von Mises foi capaz de demonstrar que:

(1) a expansão do livre mercado, a divisão do trabalho e o investimento de capital privado são o único caminho possível para a prosperidade e o sucesso contínuo da raça humana; 

(2) o socialismo seria desastroso para a economia moderna, porque a ausência de propriedade privada da terra e de ens de capital impediria qualquer tipo de apreçamento racional, ou de estimativa de custos; e 

(3) a intervenção governamental, além de obstruir e arruinar o mercado, seria contraprodutiva e acumulativa, levando inevitavelmente ao socialismo, a não ser que todo o tecido intervencionista fosse repelido. 

Mantendo essas visões, e se apegando bravamente à verdade em um século cada vez mais devotado ao estatismo e ao coletivismo, Mises se tornou famoso por sua intransigência em insistir em um padrão-ouro não inflacionário e o laissez-faire.

(*) Laissez-faire é expressão escrita em francês que simboliza o liberalismo econômico, na versão mais pura de capitalismo de que o mercado deve funcionar livremente, sem interferência, taxas nem subsídios, apenas com regulamentos suficientes para proteger os direitos de propriedade. Wikipédia

26 abril 2024

Herança socialista: a diminuição de brasileiros interessados em trabalhar

O presidente norte-americano Ronald Reagan avisou há muitos anos que o melhor programa social era a criação de empregos. Lula prefere transformar o Brasil numa gigantesca Mairi. É o que mostra a reportagem de capa da revista Oeste deste final de semana. 

A quantidade de beneficiários não para de crescer. O número registrado em 2024 é o mais elevado nos 21 anos de vida do programa. Quando o Bolsa Família nasceu, contemplava pouco mais de 1 milhão de famílias. Hoje, são 21 milhões. 

O Comunidade Solidária, programa social criado por Ruth Cardoso durante o governo de FHC, media o sucesso do projeto com base no volume de dependentes. Se o número aumentava depois de um ano, o programa fracassara. Se caía, fora bem-sucedido. No Brasil de hoje, o governo festeja o aumento da vastidão de beneficiados. 

Em Mairi, no interior da Bahia, cidade com 18 mil habitantes, menos de mil moradores (5%) têm um emprego. E 10 mil pessoas (56% da população) precisam do Bolsa Família.

De acordo com a Oeste, a reportagem confirma a frase do ex-governador pernambucano Jarbas Vasconcelos: “O Bolsa Família é o maior programa oficial de compra de votos do mundo”. Todos os mapas eleitorais mostram que o PT teve maioria em todos os Estados mais beneficiados pelo programa. 

 

“O desenho do Bolsa Família permite que um núcleo familiar composto de pai, mãe e um filho maior de idade obtenha até três benefícios, caso cada um dos integrantes se apresente como ‘família unipessoal. Dessa forma, o total recebido do governo poderá chegar a quase R$ 2 mil”.  

 


 

25 fevereiro 2024

O esquerdismo é a ideologia do suicídio ocidental

A amarga profecia de James Burnham

Diante do inegável e acelerado declínio cultural da civilização ocidental nas últimas gerações, faz-se inevitável a pergunta: como chegamos a esse ponto? Como passamos do amplo horizonte vital das antigas civilizações a essa espécie de sentimentalismo mesquinho e narcisista?  

Em busca das raízes da nossa crise atual, James Burnham analisou as definições antiga e moderna da ideologia progressista, mostra suas características, crenças e mazelas, e conclui que as tendências suicidas ocidentais residem não tanto na falta de recursos ou poderes militares, mas na erosão dos fatores intelectuais, morais e espirituais da sociedade ocidental.  

A análise que o autor faz das deformações atuais de ordem moral, existencial e política se prova quase profética, pois não se limita a atacar o comunismo, mas aponta muitas faces do totalitarismo e critica a possível  "revolução administrativa", que tem por objetivo banir a liberdade em nome da eficiência e do controle burocráticos.

A imagem é capa do seu livro, escrito há 60 anos. Nele relatou as origens e características da dinâmica desse suicídio em que procurou, em tempos de guerra fria, apontar o declínio cultural e acelerado da civilização ocidental, especialmente a partir da década de 1930, e propor respostas para a importante pergunta: como o Ocidente chegou a esse ponto?

Neste final de semana (23/02/2024), Ubiratan Jorge Iorio nos brindou com um magnífico artigo que nos traz respostas para tais profecias e perguntas. Recomendo fortemente a sua leitura. Começa dizendo que: 

"Qualquer análise factual simples é suficiente para identificar com clareza os ataques sistemáticos que o Ocidente está sofrendo, com investidas incessantes — ora dissimuladas, ora abertas, mas cada vez mais ostensivas —, com vistas a destruir todas as suas instituições. As agressões começam com a distorção da própria concepção filosófica da natureza humana e chegam à política, à economia, à religião, à cultura, às artes e à maioria dos costumes, enfim, a tudo o que possa lembrar a nossa tradição. Nada escapa aos detratores em sua ânsia destruidora dos princípios, valores e instituições forjados ao longo de séculos de aprendizado e aperfeiçoamento, que estabeleceram a civilização e aboliram a barbárie." [ ... ] "a profecia de Burnham está prestes a se consumar. Seis décadas depois, o Ocidente subiu ao terraço do arranha-céu e ameaça se atirar lá de cima, aos gritos dos progressistas e globalistas de “Pula! Pula!”. 

Ubiratan também nos faz um alerta importante no sentido de não nos deixarmos se  iludir pelo “plim plim” do noticiário convencional, pois é provável que passemos a acreditar que, de fato, o Ocidente é o grande responsável pelo que existe de pior no mundo e aponta seus dois maiores inimigos atuais: o progressismo e o globalismo.

E por se falar em globalismo e "plim plim", não há como deixar de se recordar desta imagem de 19/04/1994, reunindo, respectivamente, as suas lideranças.


Segue o artigo do Ubiratan: [ ... ] "A guerra contra a cultura ocidental está em todos os lugares, o tempo inteiro: nos jornais impressos e eletrônicos, nas estações de TVs e rádios, nas escolas e universidades, do maternal ao pós-doutorado, nos estádios e quadras, nos palcos e telas de cinema, em casa, nas ruas, nos escritórios, em muitas igrejas e ONGs, em cima e embaixo, na cidade, na praia, no campo, na chuva e no sol. Todas as instituições culturais do Ocidente, em especial o seu principal fundamento, que é a tradição judaico-cristã, enfrentam enormes pressões para se afastarem de seu passado e, muitas vezes, para simplesmente abandoná-lo".

Não é mais novidade que o mundo do século XXI passou a assistir a um surto megalômano de nerds bilionários conectados a ditadores dissimulados e perfumados por animadores de auditório e subcelebridades em geral, cuja agenda é: "Você não vai ter nada e vai ser feliz". 

É um apetitoso convite de mentira - como tudo na cosmética política correta - a um mundo de união, conectado pela inteligência e pela ética. Seria uma espécie de neoromantismo hippie, atualizado pela tecnologia, e que poderia soar até inspirador se não fosse falso. Mas a falsidade é apenas um detalhe.

16 dezembro 2023

Se de fato as palavras representarem uma intenção, é preciso despertar o país, porque o Brasil não merece passar pela tragédia comunista

 

“O histórico de desastres do socialismo é tão óbvio, que somente um intelectual poderia ignorá-lo”, disse Thomas Sowell.
A história da fome na China sob a ditadura de Mao Tsé-Tung, em que famintos chineses tiveram de comer seus próprios filhos, é relativamente bem conhecida.
Mas bem menos divulgada é a dantesca inanição que acometeu os ucranianos na década de 1930 sob a ditadura de Stálin, cujo Holodomor provocou 14,5 milhões de mortes.
E ainda menos comentado é o extermínio de quase 40% da população do Camboja pelo Khmer Vermelho de Pol-Pot, que assassinava crianças com baionetas.
No entanto, todos esses exemplos ainda são mais conhecidos e relembrados do que a tragédia de proporções bíblicas geradas pelo socialismo africano.
Quem ainda se lembra, no início da década de 1980, das imagens (fortíssimas) de crianças famintas na Etiópia? Crianças totalmente desnutridas, mas com as barrigas inchadas pela Kwashiorkor, e olhos cobertos de moscas.
Elas eram as vítimas inocentes das políticas econômicas do Derg - um grupo de militantes marxistas que havia assumido o controle do país e implantado um programa de estatização de empresas e propriedades, de controle de preços, de proibição do comércio de cereais.

O socialismo é, sempre e em todo lugar, um veneno econômico, independentemente de qual seja a forma de governo.  Não importa se o governo é uma ditadura ou se foi eleito democraticamente: socialismo é socialismo.

Toda a história comprova que os efeitos do socialismo são, sempre e em todo lugar, empobrecimento maciço, destruição das liberdades civis, governos tirânicos, população inteiramente dependente das migalhas do estado para a sobrevivência, e enriquecimento da classe governante.  Todos os indivíduos se tornam igualmente pobres, ao passo que a elite política segue vivendo nababescamente.  Foi assim na União Soviética, é assim no socialismo africano, no socialismo latino-americano, e em qualquer outro tipo de socialismo. O socialismo se torna um pesadelo totalitário em que todos os dissidentes são perseguidos e assassinados aos milhões, como ocorreu em todos os exemplos de socialismo implantado ao redor do mundo no século XX.

Conclusão

Aquelas pessoas, normalmente adolescentes ricos, artistas e intelectuais acadêmicos, que professam idéias socialistas aparentemente não se lembram de como realmente era o mundo quando o socialismo era realmente aplicado.  É fácil defender idéias socialistas quando se vive em um mundo opulento em que a comida é farta e barata.  É fácil defender o regime venezuelano morando-se em um país rico.

O fato é que, onde quer que tenha sido tentado, desde a União Soviética em 1917 até a Venezuela dos dias atuais, o socialismo foi um desastre.  Socialistas sempre prometeram uma utopia marcada por igualdade e abundância.  Em vez disso, sempre entregaram tirania e inanição. 

Mas como disse Thomas Sowell, "O histórico de desastres do socialismo é tão óbvio, que somente um intelectual poderia ignorá-lo".





 


06 julho 2023

O socialismo petista

Depois de engolir e absorver o Estado, fazendo dele um órgão e extensão de si próprio, o PT coloca o Brasil em marcha acelerada rumo ao comunismo, rumo a democracia relativa.

Extinguir o capitalismo, instaurar em lugar dele uma democracia relativa, popular socialista, eis o que diz Lula, após assumir, pela 3a. vez, o Palácio do Planalto quando, finalmente, às escâncaras, resolveu dizer o que já dizia o PT há muitos anos, como neste vídeo:

No vídeo também se ver que o PT assumiu diante do público as glórias de fundador do "espaço de articulação estratégica continental " (sic), o Foro de São Paulo.

Contudo, esse upgrade petista não será fácil, como vimos na reunião do Mercosul, desta semana, na qual o presidente do Uruguai falou como verdadeiro líder do Mercosul e calou a narrativa do presidente brasileiro quanto a “democracia relativa”.

Os discursos de Lula, incluindo os mais antigos👇, são confissões explicitas de uma conspiração contra a soberania nacional, crime infinitamente mais grave do que todos os delitos de corrupção praticados e acobertados pelo establishment (esquerda chique). Crime que, por si, justificaria não só o impeachment como a prisão de seu autor.

Trechos do discurso de Lula no ato político de celebração
 aos 15 anos do Foro de São Paulo. 
São Paulo-SP, 02 de julho de 2005

Nesse sentido, diversos pedidos de impeachment de Lula estão sendo apresentados. A oposição citou falas do petista no Foro de São Paulo, que aconteceu na quinta-feira 29/06/2023, onde o presidente relativizou a falta de democracia no regime de Nicolás Maduro na Venezuela. Para parlamentares que apoiam o pedido de impeachment, a posição do presidente configura crime de responsabilidade.

O último pedido foi apresentado pelo deputado federal Evair de Melo (Progressista-ES) nesta terça-feira, 4. “O fato novo que vai ser apensado nos próximos passos foi a fala de Lula na reunião agora do Mercosul”, disse o deputado.

15 novembro 2022

História, quem precisa de história?

O número de mortos do socialismo é o dobro do número de mortos combinados da Primeira e da Segunda Guerra Mundial.

E, para não esquecer, a maioria absoluta destas mortes não foi causada na guerra, mas pelos próprios governos com o seu modelo econômico falido forçando sociedades inteiras a uma escravidão implacável.

Não tenha dúvidas, o socialismo é a ideologia mais covarde da história humana. Basta olhar os números.

Desde os tempos em que os humanos mantiveram registros, em 4000 aC, até o final do século XIX, cerca de 133 milhões de pessoas foram mortas em todo o mundo.

Mas em um século, o século XX sozinho, 207,5 milhões de pessoas foram mortas, bem além de todas as pessoas mortas em todos os séculos anteriores juntos.

Mas o número realmente impressionante é este: 169 milhões de pessoas foram mortas por seus próprios governos.

Essas pessoas que morreram eram cidadãos comuns, não soldados combatendo outros soldados em guerras.

Foram 169 milhões de vítimas de regimes totalitários que mataram sistematicamente seu próprio povo.

De 1949 a 1976, o regime comunista de Mao Tse Tung na China foi responsável pela morte de 78 milhões de seus próprios cidadãos.

Na União Soviética o socialismo dizimou 62 milhões de vidas. E segue uma lista macabra de vidas perdidas nas mãos de regimes totalitários.

Ronald Reagan dizia que o problema do socialismo é “educação, educação, educação”. 

 A sociedade de hoje simplesmente não é ensinada dos letais perigos e danos do socialismo. Assista o vídeo e aprenda mais sobre isso:



25 setembro 2022

GOVERNOS SOCIALISTAS E SUA EQUAÇÃO MACABRA

Uma das características dos governos populistas de esquerda, que propõem modelos econômicos socialistas, é que são previsíveis. Por isso, é possível enxergar o resultado das desastrosas políticas na área social, econômica, educativa e de saúde. 

Um dos indicadores mais importantes para um país está identificado por três letras: PIB — ou Produto Interno Bruto — representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um determinado período. 

O socialismo mudou o significado para Pobres, Inflacionados e Burros

Existe uma fábula liberal que explica que o socialismo gosta tanto dos pobres que os multiplica. Mas na realidade a pobreza faz parte da estratégia de chantagem eleitoral, em que o governo socialista gera pobreza para ajudar a quem ele mesmo não permite evoluir economicamente (mantendo sempre viva a esperança do pobre de um futuro melhor).

A inflação é fundamental para a proposta socialista de esquerda, porque ela permite esconder as ineficiências na administração do recurso público. Especificamente porque a inflação é o pior tributo para justamente a parte mais débil da pirâmide econômica e social. É funcional ao socialismo, porque colabora de forma eficaz para a geração de pobres.

Finalmente, o socialismo propõe uma sociedade com a menor cultura possível, precisamente para que no futuro não haja possibilidade de se desenvolver acima do restante dos compatriotas (pobres e sem educação). Dessa forma, todos continuam a depender da ajuda do Estado.

Uma equação macabra

O projeto socialista é absurdamente previsível e perversamente difícil de resolver. A classe média e a alta da pirâmide econômica têm, em geral, tantos filhos quanto podem educar, dar saúde e manter (em geral, dois filhos por família) e começa a ter filhos, em média, a partir dos 24 anos de idade.

A classe baixa da pirâmide começa a ter filhos aos 16 anos e tem, em média, quatro filhos (que mal alimentados não conseguem desenvolvimento cognitivo e ficam reféns da ajuda do Estado). Sendo assim, a cada 48 anos, serão quatro filhos de duas gerações de classe média, contra 12 filhos em três gerações de classe baixa. Todos eles são eleitores.

Esta é a estratégia que o populismo de esquerda está usando para se perpetuar no poder. Gerar pobreza com pessoas mal alimentadas, mal-educadas e com uma economia com alta inflação.

Nas próximas eleições presidenciais brasileiras, uma má escolha política pode fazer com que o Brasil seja… Argentina, Venezuela e Cuba… amanhã.

Em ótimo artigo publicado na Revista Oeste, Gustavo Segré nos revelou também o antes e o depois da implantação dos regimes socialistas nos países citados acima. Clique abaixo, no nome de cada um desses países e conheça, resumidamente, a história de cada um deles.

ArgentinaVenezuela e Cuba.


27 julho 2021

JONATHAN NUNCA VIU O SOCIALISMO DAR CERTO

A verdade inelutável, e que nunca será apresentada pela mídia mainstream, é que as manifestações que estão ocorrendo em Cuba clamam por liberdade, saúde e alimentos. 

Se você vir alguém ostentando uma bandeira pró comunismo e, aos berros, tachando de genocida quem não ousou fechar a porta de um empreendimento privado que busca apenas o lucro que paga salários, tenha certeza, você estará diante do verdadeiro genocida.

Jonathan é o mais antigo animal terrestre vivo já conhecido no mundo! Ele nasceu em 1832 e atualmente tem 189 anos. Ele passou pelas duas Guerras Mundiais, por sete monarcas no trono britânico e por mais de 40 presidentes dos EUA. Ele só não viu o socialismo dar certo.


                                


12 julho 2021

EU AVISEI

A esquerda NUNCA vai lutar por LIBERDADE. A esquerda é um mal a ser combatido com todas as nossas forças

Neste fim de semana foram publicadas reportagens sobre a miséria e a pobreza na América Latina, entre elas as da Argentina e da Venezuela, países estes que já frequentaram a lista das melhores economias do mundo no século passado.

No final da tarde e durante a noite do domingo (11), as redes sociais foram invadidas com notícias sobre as extensas manifestações que ocorreram em Cuba, durante o decorrer do dia, que obrigaram o ditador cubano a fazer um pronunciamento em cadeia nacional convocando os revolucionários comunistas para defenderem sua ditadura.

Encontramos, em comum - em todos esses países - a implementação da cartilha esquerdista/comunista/populista. Também comum nos comentários da escória esquerdista de que toda essa situação degradante neles encontradas,  é decorrente do imperialismo americano na Região, como afirmou, recentemente, o ex-presidiário Lula, durante sua entrevista à emissora chinesa Guancha nesta quinta-feira (8)  “Os americanos não aceitam em hipótese alguma que na América do Sul algum país tenha protagonismo” e os EUA “têm medo de perder a primazia de xerife do mundo”.

Infelizmente, a população de todos esses países estão pagando pelo que acreditaram num discurso mentiroso de justiça social sob a denominação de "revolução do proletariado", mas todos nós já conhecemos o seu resultado: Justiça social pra mim, fome e miséria para o povo.

Aqui no Brasil estivemos muito próximo da implementação da dita "revolução do proletariado". Em 1964, os nossos militares nos salvaram na undécima hora, mas, posteriormente, cometeram um grande erro: terem deixado a semente maligna viva. Ela renasceu e hoje domina os meios de comunicação, as escolas, as universidades e até o STF. Cabe a nós, de forma urgente, neste momento, corrigir definitivamente esse erro. "A esquerda NUNCA vai lutar por LIBERDADE. A esquerda é um mal a ser combatido com todas as nossas forças ", autor desconhecido.

Mundo afora há lições nesse sentido. Vamos relembrar duas delas.

Nos anos 80, Lech Walessa, então presidente do sindicato Solidariedade, na Polônia, não aceitou ser comparado ao ex-presidiário Lula. A mídia quis saber porque ele também não recebia Lula, ao que respondeu:

“Lula representa tudo aquilo que combatemos. Nós poloneses passamos o inferno na mão de Stálin e sonhamos com a liberdade.

Lula vive em um país democrático e sonha em escravizá-lo. Não estou aqui para agradar os seguidores de Lula e sim para mostrar a diferença entre um sindicalista que luta por liberdade e outro ávido pelo poder!"

Os brasileiros não aprenderam essa lição. Ou até aprenderam por um certo tempo, por três eleições seguidas, 1989, 1994 e 1998, perdidas por Lula. Em 2002 se esqueceram do que disse Walessa. Ou já foram as nossas urnas eletrônicas que o elegeu?

A segunda lição também tem origem nos países que faziam parte da URSS. Em 23 de agosto de 1989, cerca de 2 milhões de pessoas da Letônia, da Estônia e da Lituânia formaram uma corrente humana - 600 km - que juntou os 3 países para mostrar ao mundo seu desejo de se livrar da União Soviética e do comunismo que só trazia, como já dissemos acima, miséria e pobreza.

EU AVISEI!


04 julho 2021

CONVERSE COM SEUS FILHOS SOBRE POLÍTICA ANTES QUE UM SOCIALISTA O FAÇA POR VOCÊ

    A expressão capitalismo selvagem é um termo criado originalmente para se referir à fase do capitalismo na época da Primeira Revolução Industrial (cerca de fins do século XVIII). Naquela época, especialmente na Grã-Bretanha, camponeses empobrecidos vindo de um meio rural superpovoado e estagnado, não tinham outra alternativa senão trabalhar nas nascentes indústrias da época, criadas a partir das inovações tecnológicas que pipocavam a todo momento, em especial o tear mecânico e o motor a vapor.

    Hoje emprega-se a locução "capitalismo selvagem" para indicar um capitalismo de grande concorrência entre as multinacionais.

Regimes de esquerda

    Comunismo e socialismo são doutrinas opostas ao capitalismo e buscam eliminar todos os tipos de desigualdade social, acabar com a exploração dos trabalhadores e, com isso, pôr fim à divisão de classes. Por esses motivos, tanto o comunismo quanto o socialismo são classificados no espectro político como regimes de esquerdaO comunismo foi concebido por Karl Marx e Friedrich Engels em 1848 através do Manifesto Comunista

Salário médio mensal e o percentual de pobres em alguns países nos respectivos regimes

    No manifesto comunista, Karl Marx e Engels descreveram o comunismo como um regime no qual toda a produção pertence à classe trabalhadora e é distribuída de acordo com a necessidade de cada um. Dessa forma, no comunismo não existem ricos e pobres. 

CONFIRA SUAS IMPLEMENTAÇÕES NO MUNDO REAL


    No momento atual brasileiro estão surgindo manifestações de rua da esquerda. Lembre-se, as manifestações da esquerda nunca foram por saúde ou democracia, sempre foram pelo poder!

    No Brasil a esquerda nunca triunfou ao ponto de implantar o socialismo. Caso isto tivesse ocorrido, a adoção do vermelho como a cor nacional e as restrições da liberdade que normalmente acompanha esse tipo de regime teria ocorrido e, pra ela, passaríamos a ter a seguinte denominação "República Socialista do Brasil". A denominação atual "República Federativa do Brasil" deixaria de existir para refletir a centralização no poder supremo do Estado.

    Frank Dikötter, historiador de Hong Kong, que estudou a história rural chinesa de 1958 a 1962, concluiu que pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de fome ou foram espancadas até a morte na China nesses quatro anos. É TUDO O QUE NÃO DEVEMOS SER. Leia aqui bit.ly/2N64nsx

    Mais recentemente este aqui, CHINA MANTÉM SUA TRADIÇÃO - https://bit.ly/3h9fuiJ que testemunha o quadro vigente ainda hoje na China.