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Mostrando postagens com marcador Foro de São Paulo. Mostrar todas as postagens
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19 maio 2025

"Novo” mapa do IBGE tem um padrão que se repete — e tem nome: Foro de São Paulo

    Em mensagens expostas por Hélio Beltrão, comentarista CNN Brasil, durante a semana que se encerrou, mas precisamente no sábado, 17/05/2025, Beltrão lembrou que o “novo” mapa do IBGE, com o Sul no topo e o Brasil no centro, tem um padrão que se repete — e tem nome: Foro de São Paulo.



    Ele já foi utilizado como painel oficial em eventos do Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro em 1990 para articular partidos socialistas e comunistas da América Latina. Em 2005 no evento de 15 anos do Foro, Lula discursou com um mapa invertido da América Latina ao fundo, sob o lema “Por uma nova integração da América Latina”. O símbolo gráfico tem uma intenção clara: subverter a lógica tradicional ocidental.




    Trata-se de uma marca ideológica. Uma continuidade do projeto de hegemonia cultural da esquerda continental.


    Para isso, de 1985 para cá, a nossa Constituição tem sido ignorada pelos que tomaram todos os postos institucionais. A Nação parece amestrada e enjaulada pelo terrorismo mais escabroso, apadrinhado pelo Estado e defendido por uma doutrina "humanitária" às avessas. O socialismo-democrático (uma incongruência) utiliza a máscara demagógica do velho populismo, facilitando a marcha para o socialismo do século XXI. É o que afirmam os partidos integrantes do Foro de São Paulo, orientadores externos dos que governam quase toda a América do Sul.

    Todos eles contam com a rede internacional de engenharia social, mobilizando os militantes nas universidades, na mídia, ocupando todos os espaços e subornando as consciências disponíveis, alinhados ao globalismo econômico e à legislação da ONU, que destrói as culturas nacionais e acelera a construção da sociedade do Big Brother, do governo mundial. Neste sentido, como acaba de ser dito pelo ministro Barroso em palestra nos EUA, houve intensa interferência internacional nas eleições de 2022 no Brasil. Ela veio da esquerda organizada, da rede de ONGs financiadas por fundações estrangeiras, da militância judicializada e de setores da imprensa alinhados com um único desfecho: a vitória de Lula. O movimento promovido como “defesa da democracia” foi, na prática, uma tentativa coordenada de tutela externa do processo eleitoral.

    É o que se pode concluir, também, do que foi reportado pelo jornalista investigativo David Agape que assim publicou: 

    [...] "no dia 13 de maio de 2025, durante um evento internacional em Nova York, o ministro Luís Roberto Barroso, atual presidente do Supremo Tribunal Federal, admitiu sem rodeios: “Fui aos Estados Unidos pedir ajuda para conter a ‘onda autoritária’ no Brasil.” 

    [...] "A declaração foi feita sem constrangimento durante a Brazil Week, promovida pelo Grupo LIDE — fundado por João Doria — em Nova York, diante de empresários, diplomatas e lideranças políticas. Segundo Barroso, quando presidia o TSE, reuniu-se ao menos três vezes com o encarregado de negócios dos EUA no Brasil, solicitando declarações públicas do governo americano em apoio ao sistema eleitoral brasileiro. “Acho que isso teve algum papel, porque os militares brasileiros não gostam de se indispor com os EUA, porque é lá que obtêm seus cursos e equipamentos”, disse o ministro, em um raro momento de franqueza sobre a articulação internacional por trás da blindagem institucional das eleições."

    [...] "Este foi apenas mais um dos sincericídios de Barroso, que já havia exposto o viés político do Judiciário em outras ocasiões:

    • “Perdeu, mané, não amola” – dito a um manifestante bolsonarista em Nova York;
    • “Nós derrotamos o bolsonarismo” – declaração no Congresso da UNE, em julho de 2023, após a vitória de Lula;
    • “Eleição não se ganha, se toma” – frase dita por ele, depois atribuída a terceiros, sob a justificativa de que fora tirada de contexto", completou Agape.

23 abril 2025

Quem será o próximo papa? Cardeais devem soltar 'recados' nos próximos dias

  

    Logo após o falecimento do Papa Francisco foram iniciadas as especulações para se apontar o seu sucessor. E o assunto dominante está sendo qual o perfil que cada um dos cardeais que participarão do Conclave representa: conservador ou progressista. Sabe-se, há muito tempo, que o aparelhamento da Igreja Católica - pela extrema-esquerda - representa uma dupla vitória dos comunistas: ao mesmo tempo que faz avançar a causa marxista, promove a destruição da Igreja por dentro.

    Para a América Latina, e o Brasil em particular, até hoje o tema tem muito significado, especialmente no contexto político. Isto porque dentre as organizações socialistas, existiram aquelas conhecidas como organizações de fachada, como foi o caso da CPC - Conferência Cristã pela Paz, sediada em Praga e subordinada diretamente à KGB. Os recursos para o seu funcionamento procediam de Moscou e foi utilizada para manipulação de bispos sul-americanos que faziam parte da Conferência do Episcopado da América Latina em Medellin. Na literatura/Internet encontramos o seguinte depoimento do ex-general Ion Pacepa, do serviço de inteligência comunista romeno: ... "Eu dei uma olhada, ultimamente, no livro "A Theology of Liberation: History, Politics, Salvation", 1971, e tive a impressão de que foi escrito na Lubianka. O seu autor é inegavelmente considerado o pai da Teologia da Libertação."

    Foi nesse contexto que surgiu a denominada "Teologia da Libertação", usada para atividades de propaganda pela seção de desinformação do serviço de inteligência da KGB, entre os anos de 1958 e 1991, que motivava os pobres habitantes da América Latina: Cuba, Nicarágua, Venezuela e Brasil. Desse grupo surgiu o Foro de São Paulo.

    Frei Leonardo Boff, cujos trabalhos foram condenados pela Santa Sé na década de 1980 e Lula se tornaram "amigos de infância". Em conversa ao vivo, disponibilizada no Youtube, Lula afirmou que o Partido dos Trabalhadores não existiria se não fosse a Teologia da Libertação e o trabalho das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). Em 1962, Boff foi escolhido como dirigente nacional da Juventude Estudantil Católica (JEC), Dez anos depois já tinha se tornado amigo do falecido Papa Francisco.


    Boff afirmou que quando ainda era sacerdote (ele deixou o estado clerical na década de 1990, dizendo ter-se autopromovido ao estado laical), celebrava missas com a presença de Lula, mas em algumas ocasiões era Lula quem “fazia as homilias”.

    Lula, é fruto da “Teologia da Libertação”, publicou Carlos Vitor Santos Valiense, do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, em 2018. 

"Se contra fatos não há argumentos, não se pode tocar neste assunto sem enfatizar a frase que me inspirou a escrever este texto: “Eu era fruto da Teologia da Libertação”. Por incrível que pareça, essa frase não foi dita por Leonardo Boff ou Frei Beto. Sabem por quem? Por ninguém menos nem mais que Luiz Inácio Lula da Silva. Para compreender tal afirmação, basta ler o que diz a Sagrada Escritura no livro em que São Mateus (11: 33) fala sobre esse “fruto”: “Dizei que a árvore é boa e o seu fruto é também bom, ou dizei que a árvore é ruim e o seu fruto é também ruim, porque pelo fruto se conhece a árvore”.

[...] a “Teologia da Libertação” é um dos grandes males que devemos combater em nossos dias, pois ela fixa suas raízes nos princípios igualitários e libertários do marxismo. A TL visa transformar a Igreja em uma entidade igualitária e revolucionária, e nesse sentido atua como ponta-de-lança da Revolução universal, a qual busca destruir não somente o meio eclesial, mas também a ordem temporal.

Essa ação revolucionaria da TL na sociedade está intimamente ligada ao Comunismo, sendo essa a razão pela qual ela se camufla e muda de cor como um camaleão, até mesmo se travestindo de outras ideologias que perseguem o mesmo objetivo de destruir da sociedade. Seus agentes operam uma Revolução Cultural com diferentes facetas, como a revolução homossexual, a ideologia de gênero, o feminismo, o ecologismo (o comunismo verde tingido de clorofila).

 [...]  Como fruto da Pastoral Operária, que segue a TL, o Partido dos Trabalhadores não é um simples partido político, mas um ente revolucionário que tem por objetivo a destruição da sociedade e a implantação do Comunismo no Brasil, sendo mais destruidor do que o próprio Partido Comunista Brasileiro, pois foi mais além do que ele. Pode-se ainda dizer, reproduzindo as insuspeitas palavras de Palocci, que o PT é uma seita cujo guru é Lula".

    Neste corte a seguir, o PHVox mostra que o PT foi fundado pela Teologia da Libertação. O clerto esquerdista também fundou o Foro de São Paulo. 

    




16 dezembro 2024

O defeito de origem está no produto, não na IA que produziu o texto de sua entrevista



A IA escreveu o texto da entrevista de Lula ao Fantástico ontem à noite, 15/12/2024. A IA ainda precisa se desenvolver muito. Ela não conseguiu, ao transcrevê-la, corrigir os erros de português, as mentiras nem as mxxxxx que ele falou. Abaixo alguns trechos.

1) Lula disse ontem que "lutou a vida inteira pela democracia".
"E eu fiquei acompanhando a notícia política, com muita tristeza, saber que pessoas que passaram vida inteira recebendo dinheiro da União pra cuidar da soberania nacional estavam tramando um golpe nesse país. É muito triste.  É muito triste pra quem começou a brigar pela liberdade democrática ainda muito jovem, sabe? Quem participou da campanha das diretas muito jovem, que foi pra rua fazer as primeiras greves desse país muito jovem. É muito triste saber que pessoas que chegaram ao cargo de general de 4 estrelas montaram uma máquina de fazer maldade nesse país e queriam dar um golpe." 

Ora, foi Lula quem fundou com Fidel Castro o Foro de São Paulo em 1990 para "recuperar na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu"? Em outras palavras, instalar ditaduras socialistas no continente.

"Eu perdi 4 eleições. Cada vez que eu perdia uma eleição, eu ia pra casa chorar minhas mágoas, reclamar e me preparar. Então, é muito grave o que eles fizeram. Eu fiquei chocado. Fiquei chocado. Eu vou te dizer uma coisa. Eu defendo que eles tenham a presunção de inocência que eu não tive. Eu quero que eles tenham todo o direito de defesa. Mas se for verdade as acusações, essa gente tem que ser punida severamente pra que sirva de exemplo ao Brasil. "

2) [TV Globo] Presidente, se o senhor me permite, quando o senhor foi preso, condenado, o senhor passou por várias instâncias da justiça, né? O senhor considera que nesse processo todo da justiça, todas as instâncias, o senhor não teve um direito de defesa? 


"Veja, eu não tive direito de defesa. Eu não tive. Eu fui preso primeiro, mas depois eu me defendi."


[TV Globo interrompe a entrevista e explica]: “Quando o presidente Lula foi preso em 2018, no caso da cobertura no Guarujá, com participação da defesa dele em todas as etapas do julgamento. Na época, o entendimento do Supremo Tribunal Federal era de que condenados em 2ª instância poderiam ser presos. Esse entendimento mudou em 2019. A prisão voltou a ser apenas depois do processo transitado em julgado. E o presidente foi solto. Em março de 2021, o ministro Edson Fachin anulou a condenação do presidente Lula porque considerou que a Justiça de Curitiba não tinha competência pra julgar o caso. Três meses depois, em junho, o plenário do STF validou o julgamento da 2ª Turma, que considerou então o juiz Sergio Moro parcial na condenação.

3) O senhor acha que o pacote de cortes de gastos deixou alguma coisa de fora que pode ser incluída? Pode haver algum tipo de ajuste nesse pacote? 


"O pacote foi mandado pro Congresso Nacional, e o Congresso tem soberania pra mudar as coisas. Se votar alguma coisa, sabe, que eu possa mudar, eu posso mudar, mas eu não vou poder mudar. Então vamos parar com essa bobagem. Ninguém nesse país, ninguém, Sônia, ninguém, vou repetir, ninguém nesse país, do mercado, tem mais pontos de habilidade fiscal do que eu. ... E não é o mercado que tem que se preocupar com os gastos do governo. É o governo." 


"A única coisa errada nesse país é a taxa de juros estar acima de 12%. Essa é a coisa errada. Não há nenhuma explicação. A inflação está 4 e pouco. É uma inflação totalmente controlada. totalmente controlada. Totalmente controlada. A irresponsabilidade é de quem aumenta a taxa de juros todo dia. Não é do governo federal. Então, nós vamos cuidar disso também." 


TV Globo interrompe a entrevista e explica: “Nesta semana, o Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu aumentar os juros básicos da economia em um ponto percentual por unanimidade, com votos de todos os integrantes, incluindo os indicados por Lula, como o futuro presidente do BC, Gabriel Galípolo. O Banco Central explicou que a decisão foi necessária porque a inflação está fora da meta com sinais de elevação espalhados pela economia. A taxa de juros é a ferramenta que o Banco Central dispõe para manter a inflação sob controle. Depois de 20 minutos de entrevista, os médicos pediram para encerrar para não cansar o presidente, que havia acabado de receber alta.” 


4) Só encerrando, então, a gente está há 15 dias de completar a metade do seu mandato. O senhor pode dizer para a gente o que o senhor considera que o senhor gostaria que tivesse concluído já nesses e não está, e o que é prioridade para os próximos 2 anos. 


"Deixa eu te dizer uma coisa. Tudo que foi planejado a gente fazer até agora está cumprido. Tudo. Tudo. A gente, 1º, precisou criar novos ministérios, recolocar os ministérios que já existiam. A gente precisou repor muitos postos de trabalho que estavam defasados. Então, veja, nós fizemos o PAC. Nós lançamos todos os programas que tinham que ser lançados. E eu tenho dito para os meus ministros, nós já plantamos. Agora, 2025, é ano da colheita. Agora vamos começar a colher o que nós plantamos em 2025 e 2026. E as coisas vão acontecer nesse país. Eu estou olhando para o seu rosto, Sônia, e estou vendo o povo brasileiro. É um compromisso de honra meu. As coisas vão acontecer nesse país." 


5) Melhoras, presidente. Obrigado. Fique bem. 


"Obrigado."




20 outubro 2024

A DEMOCRACIA DO FORO DE SP


O Editorial do Estadão deste domingo reporta os laços do Brasil e do partido de Lula (PT) com o Foro de São Paulo. 

Há décadas, Lula e FHC demonstraram para a grande imprensa que eram adversários, adotando os ideais da política das tesouras, de Lênin, como única solução para implantar o socialismo-comunismo no Brasil. Forjaram uma falsa oposição para culminar com o grande projeto de instalação do socialismo em toda a América Latina. Desta forma, qualquer um dos dois que fosse eleito pelo voto democrático, estava comprometido com os ditames socialistas em toda a extensão da América Latina, objeto do Foro de São Paulo.

Em 2020, o reconhecido jornalista espanhol, Luis María Ansón, publicou no jornal El Mundo, um artigo, na íntegra acessível aqui, no qual o escritor chama a atenção para os planos do Foro de São Paulo, planejados para o período 2019-2023.

Em seu primeiro parágrafo, Ansón aponta aqueles que lideraram a criação do Foro e suas motivações e objetivos. O primeiro deles, Fidel Castro e o segundo, Lula. Ambos deixaram uma biografia vergonhosa para os seus respectivos países

*. *. *

Editorial do Estadão de 20 de outubro de 2024

O PT de Lula, aquele que diz defender a democracia, assina nota que aplaude a ‘vitória’ de Maduro

Ninguém pode acusar a companheirada latino-americana de incoerência. Reunido na Cidade do México, um grupo de trabalho do Foro de São Paulo reconheceu a “vitória” do ditador Nicolás Maduro nas eleições presidenciais venezuelanas – que foram flagrantemente fraudadas pelo regime chavista, conforme atestaram as mais diversas e insuspeitas organizações internacionais. O PT, partido do presidente Lula da Silva, aquele que liderou uma autointitulada “frente ampla pela democracia” nas eleições presidenciais de 2022, subscreve o obsceno comunicado, que cospe na cara de todos e de cada um dos democratas que, arriscando a própria vida e a liberdade pessoal, enfrentam o déspota venezuelano.

Para o PT e seus associados, é um “imperativo” exigir que se “respeite a institucionalidade democrática da Venezuela e a autodeterminação do povo venezuelano com relação aos resultados eleitorais que deram a vitória ao presidente Maduro”. Do contrário, segue o raciocínio, triunfará a extrema direita, que, segundo esses valentes humanistas, está se organizando em todo o mundo para “influenciar a política e os destinos dos povos a partir do ponto de vista dos interesses do capital financeiro internacional e transnacional, ao custo da vida das pessoas, da humanidade e do planeta”. Ou seja, reconhecer a vitória de Maduro equivale a salvar o mundo.

Ao que tudo indica, pouco importa a fuga em massa dos venezuelanos desesperados em razão da deterioração econômica causada pela ditadura e também daqueles que buscam escapar das garras do regime, que prende e tortura seus adversários de maneira generalizada, conforme constataram investigadores da ONU.

O que interessa, segundo se lê no comunicado do Foro de São Paulo, é defender a “soberania” dos países latino-americanos contra o “imperialismo estadunidense”, cuja prioridade é “frear a influência de China e Rússia na América Latina e no Caribe, região por eles considerada seu ‘quintal’, em sua busca por fontes de recursos naturais e de mercados”. Se milhares morrerem ou perderem seus direitos políticos no caminho, esse é o preço a pagar para a realização da utopia marxista.

Pode-se dizer que nada disso surpreende, é claro. O Foro de São Paulo foi criado por iniciativa de Lula e de Fidel Castro, o que basta para conhecer sua índole. Nada do que ali seja produzido terá utilidade ou importância para o debate público. Mas é dever de uma democracia genuína, como a brasileira, reagir quando o partido do presidente da República esposa ideias tão antidemocráticas como as que o Foro expressa, sobretudo diante do sofrimento do povo venezuelano.

A julgar pelo contorcionismo retórico do chanceler de facto, Celso Amorim, para impedir o Brasil de se juntar aos países civilizados na condenação de Maduro, o governo Lula, no fundo, parece concordar com os companheiros do Foro de SP. E mesmo depois que foi seguidamente desrespeitado pelo governo de Maduro, sendo acusado inclusive de ter sido “recrutado pela CIA”, Lula continua obsequiosamente silente.

01 agosto 2024

Lula e o chavismo: registros de uma associação ao longo de décadas

Estamos reféns de uma organização criminosa prol Foro de São Paulo e seus narcoditadores, e pró terroristas do Hamas e Cia. As imagens não deixam dúvidas e registra uma associação ao longo de décadas.


"O chavismo passou a ter controle sobre os cidadãos não só pela violação do sigilo do voto, como também, pela fome e pela violência. Como consequência direta do suporte do governo ao narcotráfico, a Venezuela, que era um petroestado, passou a ser um narcoestado, para enfim evoluir para uma versão mais complexa de hibridação entre o poder político e o crime, cuja melhor definição seria de "estado-narco". O governo venezuelano deixou o status de parceiro no crime para o ator principal no tráfico de cocaína." É o que nos diz Leonardo Coutinho em seu livro "Hugo Chávez: o espectro", p. 177 (capa dura).

Foi por meio da Lava Jato que se pôde ver as bizarras relações que o Brasil estabeleceu com os governos bolivarianos. Emilio Odebrecht revelou os bastidores de como Chávez lhe encomendou a construção do porto de Mariel, em Cuba, para ajudar o regime dos irmãos Castro. Segundo Emílio, bastou uma ligação de Chávez para Lula.

Em fevereiro de 2011, um ano e nove meses antes das eleições que viriam a reeleger Hugo Chávez para seu terceiro mandato, Lula convocou o então embaixador da Venezuela no Brasil, Maximilien Arveláiz, para traçar uma estratégia com vistas a resolver um problema que vinha tirando-lhe o sono.

 – Eu durmo tranquilo porque sei que Chávez está ali [na presidência], mas também, às vezes, perco o sono pensando que Chávez poderia perder as eleições de dezembro de 2012.

O relato da conversa está em um telegrama diplomático enviado por Arveláiz a seu chefe, o então chanceler Nicolás Maduro.

Em junho de 2015, Diosdado Cabelloentão presidente da Assembleia Nacional da Venezuela e hoje compondo a alta hierarquia de Maduro, visitou o Brasil e foi recebido duas vezes por Lula na sede do instituto que leva seu nome, em São Paulo.

Também em 2015, o guarda-costas, Leamsy Salazar, um capitão de corveta da Marinha venezuelana, recém-exilado nos Estados Unidos, declarou às autoridades americanas ter presenciado, em 2013, Diosdado Cabello, despachar quatro lanchas de cocaína a partir de uma praia localizada na Península Paraguana, porção do território venezuelano que avança pelo Mar do Caribe.

Embora Cabello não tivesse comunicado sua presença no Brasil ao Itamaraty ou sequer marcado previamente, Diosdado conseguiu “furar” a agenda das principais autoridades da política nacional e foi recebido pela ex-presidente Dilma Rousseff, pelo vice-presidente Michel Temer, e pelo presidente do Congresso, o senador Renan Calheiros. 

Desde o início, o Foro de São Paulo contou com a participação de grupos narcoterroristas do continente, numa aliança criminosa com vistas à criação da chamada “Pátria Grande” socialista. Em 2019, o Foro de São Paulo deu origem a uma nova entidade, o Grupo de Puebla, composto basicamente pelos mesmos chefões da esquerda latino-americana.

Para fazer frente ao Foro de São Paulo, a Fundação Disenso e o partido espanhol Vox criaram no ano passado, o Foro Madrid, que tem por principal objetivo "deter a expansão do comunismo nos países ibero-americanos. Dentre suas ações já realizadas, foi produzido o documentário "Desenmascarando al Foro de São Paulo" .

 O documentário pode ser visto clicando aqui










26 junho 2023

Foro de São Paulo elogia ditaduras e diz que China é fator de equilíbrio

Terá início, em Brasília, o 26° Encontro do Foro de São Paulo, que reúne partidos, governos e organizações de esquerda da América Latina. Como é praxe, a entidade, formada por partidos latino-americanos de esquerda, é crítica no texto aos EUA, a quem se refere como "império".

O seu “documento base” oficial, com 99 parágrafos, está à disposição para leitura no site do próprio Foro de São Paulo. Há uma semana, precisamente em 18/06, teci comentários iniciais a esse documento, especialmente sobre o conteúdo dos itens I.1 - I.3, disponíveis aqui.

Sobre os demais itens, trata-se, em sua maioria, de textos lamentáveis que lembram aqueles que foram escritos por partidos comunistas em meados do século passado. De novidade apenas o surgimento da palavra progressista em substituição a até então utilizada: comunista.

De resto, continua sendo o discurso do atraso: o de louvor as ditaduras e aos respectivos ditadores e a conclamação da união de todos contra o imperialismo americano, o inimigo número 1 da humanidade, além de muitas mentiras e desinformação, ambas de uso acentuado desde os tempos de Lenin. 

O documento elogia os regimes ditatoriais de Cuba, Venezuela e Nicarágua, mas não há nenhuma referência às violações de direitos humanos e repressão a opositores nos países. Tanto o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) quando a Frente Sandinista nicaraguense são membros do Foro.

O documento também elogia a China e a caracteriza como um "fator de estabilidade e equilíbrio" para a América Latina, tida como um contraponto ao "imperialismo" americano. Alguns trechos a seguir:

“(...) O objetivo principal, expresso descaradamente pelos representantes dos Estados Unidos, é manter o controle de nossos recursos naturais, retomando a Doutrina Monroe, 200 anos depois de sua proclamação, como a principal estratégia contra a soberania e autodeterminação das nações latino-americanas e caribenhas”;

“(...) Estamos vivendo um momento crucial de resistência e luta continental. À firmeza e avanços de Cuba, Venezuela e Nicarágua, somam-se vitórias eleitorais que, tendo como premissa a unidade programática, frearam o desenvolvimento do neofascismo na região“;

“(...) devemos lembrar a morte do comandante Hugo Chávez há 10 anos, depois de chegar ao poder democraticamente, sofrer um golpe e retornar à presidência. Chávez iniciou um novo capítulo na Venezuela e em todo o continente, ao se tornar um exemplo de luta contra o neoliberalismo e o imperialismo, iniciando o enfrentamento concreto das heranças das ditaduras militares na América Latina e Caribe". 

Neste caso, é recomendável recordar que em 2011, Chávez foi denunciado ao Tribunal de Haia por crimes contra a humanidade, incluindo deslocamentos forçados, assassinatos e torturas. A corrupção explodiu em seus governos e nos governos de seu sucessor, Nicolás Maduro. 

Papel aceita qualquer coisa. 

18 junho 2023

Alô, alô Foro de São Paulo. O Brasil também é um daqueles carvalhos que não podem ser derrubados


O XXVI Encontro do Foro de São Paulo (FSP) ocorrerá em Brasilia entre os dias  29/06 e 02/07/2023. 

Segundo consta no Documento Base para esse encontro, (item I.1), há uma mudança favorável na correlação de forças da América Latina e Caribe. Fruto dessa mudança, amplas frentes democráticas e progressistas se reagrupam e novas forças surgem em cena, baseadas nas ideias coincidentes que o FSP propõe e defende.

Falar em "amplas frentes democráticas e progressistas se reagrupam" é um deboche, um acinte  aos que conhecem a origem do Foro ou pelo menos examinam a lista de sues participantes. Logo identificarão a presença de ditadores e neoditadores, habitantes de países da Região, incluindo o Brasil, claro. Todos sabem que frentes democráticas e progressistas é a nova denominação para aquilo que anteriormente se denominava de comunismo e/ou socialismo, cujo expoente da época se chamava União Soviética (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas - URSS).

Neste fim de semana, J.R.Guzzo, em sua coluna na Revista Oeste, acertadamente afirmou que :

"O Brasil, dia após dia, está se transformando num país soviético. Com o consórcio formado pelo Supremo Tribunal Federal e as facções que dão suporte ao presidente da República, o Brasil, cada vez mais, só tem governo — não tem população. Como na Rússia comunista, e em todos os regimes que surgiram à sua semelhança, de Cuba à China, o país está a caminho de ficar sem instituições; elas não foram eliminadas oficialmente, mas cada vez valem menos.

[...] A República Soviética do Brasil não acabou com a propriedade privada ... apesar da paixão de Lula pelo movimento semiterrorista que invade propriedades rurais, destrói bens e pratica violência armada, sem que um único de seus agentes seja jamais incomodado pelo sistema judicial. 

[...] Mas já organiza e hospeda, em Brasília, reuniões do seu próprio Comintern, a que hoje se dá o nome de “Foro de São Paulo” e que cobra inscrições em dólar. 

[...] Está montando uma máquina estatal de estilo soviético, que só serve ao partido e está mais distante do povo brasileiro do que a Terra da Lua. 

[...] O Ministério da Justiça, logo esse, já é comandado por um comunista de carne e osso; ele mesmo, aliás, já disse que é comunista “graças a Deus”. É para aí que vai a procissão.

[...] A maior parte da imprensa se dedica à adoração de Lula, do seu governo e do ministro Alexandre de Moraes. Funciona, na vida real, como um grande Pravda, escrito e falado em português — e muitas vezes em mau português." 

Retornando ao Documento Base e permanecendo apenas em sua primeira página, itens I.1-I.3, destaco mais algumas desinformações. Aliás, desinformação foi a estratégia utilizada por Lenin enquanto esteve comandando a URSS (1917-1924). Nos itens I.2 e I.3 encontramos:

"Em cada fase da história recente surgem programas e propostas políticas que [...]  têm processos de distribuição progressiva de renda e mobilização das forças produtivas na luta pela erradicação da pobreza, equidade social e defesa dos direitos legítimos dos povos, cujas propostas fundamentais incluem a integração econômica, social e política na América Latina e Caribe."

"Desde o XXV Encontro em Caracas, em 2019, até 2023, as forças organizadas, sociais e políticas que se reúnem neste espaço da esquerda continental protagonizaram uma intensa luta pela defesa dos direitos políticos, econômicos e sociais dos povos e a soberania nacional."

Novamente, e será sempre assim, se encontram nos dois itens mais desinformação. Todo mundo sabe como passou a viver a população de Cuba, Venezuela e Nicarágua, para ficar apenas nesses três exemplos, após a implantação de suas respectivas ditaduras. Em todos eles, assassinatos para os que discordam do regime, fome, miséria, sem liberdade (imprensa e partido únicos) e instituições que dão suporte ao regime. Poder, riqueza e bonança para as suas lideranças.

Neste domingo, 18 de junho, parece ser apropriado se recordar de uma voz que lembrou ao povo ferido que a França é um daqueles carvalhos que não podem ser derrubados. Mais do que nunca, o apelo do General de Gaulle tocou/toca os corações dos franceses amantes da liberdade.

Da mesma forma, no momento atual, toca também os corações dos brasileiros amantes da liberdade.

12 junho 2023

Globalismo não é globalização e suas repercussões no Brasil

Globalização trata de relações comerciais entre as nações e sempre existiu. Globalismo é um conjunto de iniciativas e fenômenos que visam criar um ambiente de governança global, que tende a se sobrepor às soberanias nacionais e aos direitos naturais dos indivíduos, e de uma maneira geral à livre determinação dos povos ou seja, o buraco é mais embaixo. 

Globalismo é o modelo preferido pelos tiranos que desejam ter sob seu  comando uma sociedade  subserviente. Nela, cidadãos rebeldes e independentes devem ser processados, desempregados e falecerem de fome ou morrerem nos guetos e nas prisões. 

Em pleno século XX a humanidade conviveu com três regimes adeptos a essa opção, implantados por lideranças que quiseram impô-los ao resto do mundo: o comunismo, o nazismo e o fascismo. Os dois últimos foram derrotados durante a II Guerra Mundial, mas o primeiro sobreviveu e não desistiu de seus objetivos: uma troupe rica e poderosa que governa e o restante da população vivendo em condições miseráveis, totalmente dependente do ditador de plantão.

Historicamente a idéia de governo mundial sempre existiu na cabeça de imperadores e de tiranos, mas a impossibilidade tecnológica e as limitações de recursos e da logística mantinham a idéia no mundo da imaginação.

Esse cenário foi se alterando em favor do globalismo e a partir do século XVIII, diversas organizações foram criadas, com destaques para a Maçonaria em 1717 e a Illuminati (Ordem dos iluminados da Baviera) em 1776. 

No século XIX surgiram a Sociedade dos Justos, posteriormente denominada Liga dos Comunistas, a Fabian Society, a Burschenshenschaft Paulista - Bucha ... Esta teve forte influência na derrubada do Imperador D. Pedro II e na criação da república no Brasil.

No século seguinte (XX), começaram a surgir as fundações. Foram criadas, inicialmente, para "aliviar" a imagem do "Barão-Ladrão", atribuída aos magnatas do aço, do petróleo, das ferrovias e do sistema financeiro. Entre elas as que foram criadas por Andrew Carnegie (1905) e J. D. Rockefeller (1913). 

Também em 1913 foi criado o FED (Federal Reserve) que não é federal e não é uma reserva, mas funciona como uma espécie de banco central americano, de caráter privado, mas com aparente autoridade estatal, controlado por alguns poucos banqueiros. Ainda no segmento financeiro, em 1930 surge o BIS - Banco de Compensações Internacionais, o banco dos bancos centrais.

Também aderentes ao globalismo, ainda no início do século XX, foram criados think thanks, dentre eles o Chatam House, na Inglaterra e o Council on Foreign Relations (CFR), este mais uma iniciativa da família Rockefeller. Após o final da I Guerra Mundial, em 1919, foi instalada, em Paris, a Liga das Nações que precedeu a ONU.

Na sequência, após uma pausa provocada pela Grande Depressão e pela II Guerra Mundial, o surgimento de novas organizações se expandiu: ONU (1945), FMI, Banco Mundial e BIRD (1945), Tribunal Internacional de Justiça de Haia (1945), UNESCO e UNICEF (1946), OEA (1948), OTAN (1949), Clube de Bilderberg (1954), Clube de Roma (1968), WEF (1971), Comissão Trilateral (1973), Diálogo Interamericano (1982) e Foro de São Paulo (1990). E tantas outras organizações muito influentes continuam surgindo, como a Open Society (1993) e a Fundação Bill e Melinda Gates (2000), ... 

Todas elas, de uma forma ou de outra, estão relacionadas a idéia e ao desejo de se estabelecer um ambiente de governança global que, por sua vez, será o substrato para a construção de uma nova civilização, já denominada de Nova Ordem Mundial, cujo conceito mais amplo, envolve o globalismo e dá sustentação as iniciativas de incentivar e de promover modificações profundas na essência da sociedade.

Repercussões no Brasil

Os continentes americanos - e o Brasil em particular - sempre estiveram na mira das lideranças do globalismo. Com esse propósito especifico, a organização "Dialogo Interamericano" (iniciativa dos Rockefeller), tinha como um de seus objetivos incentivar a criação de um bloco latino-americano.

Foi por isso, nesse contexto, que a "Dialogo Interamericano" passou a financiar o Foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro, através do que ficou conhecido como Pacto de Princeton. Relembrando: a cor do globalismo, desde o seu início, foi mais vermelha do que se imagina e financiou os três regimes totalitários: comunismo, nazismo e fascismo.

O Pacto de Princeton foi um combinado de uma falsa oposição e da aplicação dos métodos de doutrinação de Gramsci, feito por Lula e FHC, ocorrido em janeiro de 1993 na cidade de Princeton, EUA. No Pacto, Lula representando o Foro de São Paulo que fomenta o socialismo comunista na América Latina e FHC representando a Diálogo Interamericano ligada ao Partido Democrata americano com pele socialista-fabiano.

No Pacto, os dois comunistas - Lula e FHC- demonstraram para a grande imprensa que eram adversários, adotando os ideais da política das tesouras, de Lênin, como única solução para implantar o socialismo-comunismo no Brasil. Forjaram uma falsa oposição para culminar com o grande projeto de instalação do socialismo em toda a América Latina. Desta forma, qualquer um dos dois que fosse eleito pelo voto democrático, estava comprometido com os ditames socialistas em toda a extensão da América Latina, objeto do Foro de São Paulo.

Além de forjar uma falsa oposição, o Pacto tinha como objetivo (do globalismo): a participação de revolucionários comunistas de 1964 nas eleições, bem como o controle populacional através do estímulo de uniões homossexuais, legalização do aborto, enfraquecimento da Igreja Católica para se prevenir de reações contrárias aos projetos estabelecidos, e também o enfraquecimento das Forças Armadas.

No ano de 1995, FHC ganhou a eleição presidencial no Brasil e começou a por em prática os métodos de desconstrução dos valores estabelecidos na sociedade brasileira e a fomentar o crescimento socialista no País.

Em 2003 foi a vez de Lula ganhar a eleição presidencial, ficando até final de 2010 no poder, período esse onde aparelhou todas as instituições, investiu bilhões em nações socialistas e forjou pesado na implantação das disciplinas que compõem o marxismo cultural, colocando classes contra classes e pulverizando a discórdia entre pobre e rico, negro e branco, sulista e nortista, homossexual e heterossexual, filho e pai, sociedade civil e polícia. Apoiou a ideologia de gênero, incentivou a corrente feminista, buscou meios para legalizar o aborto, incentivou à promiscuidade e a impunidade, desarmou a população contra resposta do referendo de 2005, sucateou as Forças Armadas, investiu em ONGs trapaceiras que defendem os ideais do globalismo-comunismo e nos artistas consagrados através da Lei Rouanet para se aproveitar do público seguidor dos mesmos no sentido que eles ajudassem falar bem do sistema. 

Enfim, nos mais de vinte anos que os esquerdistas estiveram na condução de governos para mudar a cor de nossa bandeira para o vermelho, as universidades públicas foram as que mais se esmeraram em entregar títulos, incluindo o de Doctor Honoris Causa, bem como todos os tipos de bolsas e incentivos para quem fosse convincente aos ideais marxistas e gramsciano no sentido de fomentar, cada vez mais a luta de classes, tendo no MST e em tantos outros organismos a bandeira de luta para destruir o capitalismo e implantar o decadente sistema socialista no Brasil.

Brasil 2023

Em 2023 Lula retornou ao Palácio do Planalto e com ele sua troupe viciada nos costumes comunistas, incluindo o globalismo. Lula já abriu mão da Amazônia brasileira ... e o Brasil vai ter de escolher entre o dinheiro e a dignidade, senão corre o risco de perder os dois ... https://bit.ly/3oVnZ90.

Neste momento, as redes sociais começaram a divulgar que delegações de 23 países confirmaram participação na reunião do Foro de São Paulo que irá ocorrer em Brasília entre os dias 29/06 e 02/07/2023.

Tal reunião, suponho, servirá para atualizar os planos do Foro, cujos teores para os períodos 2019-2020, 2021-2022 e 2022-2023, foram revelados pelo jornalista espanhol, Luis María Ansón, e publicados no jornal El Mundo, disponível neste link.

Mais informações sobre o Foro de São Paulo estão também disponíveis neste ótimo documentário lançado em Madrid. Um filme para denunciar a aliança entre as narcoditaduras latino-americanas e o partido espanhol Podemos, por meio do chamado Grupo de Puebla, herdeiro do Foro de São Paulo.

23 abril 2023

A ESQUERDA DE VESTIDO NOVO

De 7 a 9 no abril, em Santiago, no Chile, parlamentares e líderes políticos progressistas (neomarxistas) de nove países da América Latina se reuniram para criar uma espécie de Foro de São Paulo alternativo.

“El objetivo del Encuentro Construir Futuro es discutir sobre las posibilidades de integración regional y justicia social en este nuevo ciclo de gobiernos de izquierda. Sin intenciones de inventar la rueda es relevante pensar el futuro entre personas que de un tiempo a esta parte han ido ocupando espacios en la sociedad civil y el poder político”, señala Tomás Leighton sobre los invitados e invitadas. Leighton asumió la dirección de la fundación Rumbo Colectivo y es militante de Revolución Democrática.

Do Brasil, participaram o presidente do PSOL, Juliano Medeiros, e o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP). Eles se juntaram a representantes de países do Chile, Bolívia, Colômbia e Uruguai. Medeiros fará parte da coordenação executiva da organização.

A chamada Rede Futuro, “um espaço de coordenação política para o avanço da justiça social na América do Sul”, seria uma resposta à “necessidade de modernização do discurso das esquerdas”, já que a organização criada em 1990 por Lula e Fidel Castro tornou-se ultrapassada.

A Rede Futuro quer traçar diretrizes comuns para enfrentar os novos desafios apresentados ao continente. Contudo, apesar da tentativa de parecer moderno, o Foro ‘light’ na prática professa as mesmas velhas ideias do Foro original.

A síntese dos pontos discutidos no encontro não foi divulgada, apenas uma declaração final, intitulada “Carta ao Futuro”. O documento explica que o objetivo da Rede Futuro é fortalecer o discurso e a unidade da esquerda sul-americana, “combater o neoliberalismo e a extrema-direita em todas as suas manifestações” e contribuir "para fortalecer o sonho de uma pátria grande, livre, justa e soberana".



Foro de São Paulo (relembrando)

O Foro de São Paulo é uma organização que reúne de maneira promíscua partidos políticos, organizações terroristas e grupos narcotraficantes. Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, os seus integrantes prometiam/prometem reconquistar na América Latina o que se havia perdido no Leste Europeu. 

Seu objetivo era/é traçar estratégia comuns e lançar "novos esforços de intercambio e de unidade de ação como alicerces de uma América Latina livre, justa e soberana". A unidade estratégica dessas organizações visava/visa tomar o poder em todo o continente, criando uma frente de governos socialistas.

Em cada um dos seus encontros, o Foro aprova um Plan de Acción comum para todas as organizações-membros, que coordena a estratégia ampla de atuação no continente, cujas táticas se adaptam periodicamente a cada conjuntura específica. Foi sempre assim em todos os países comunistas já estabelecidos em qualquer continente.