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03 janeiro 2026

Casa Branca observa ao vivo a prisão de Maduro

 

Trump afirmou ainda que acompanhou a ação em tempo real. 

“Parecia um programa de TV, inacreditável”

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    As forças dos Estados Unidos levaram apenas 47 segundos para capturar o ditador na Venezuela, Nicolás Maduro, e sua mulher, Cilia Flores, em um complexo em Caracas. A ação recebeu o nome de Operação Determinação Absoluta. Segundo autoridades norte-americanas, o plano foi estruturado ao longo de meses, com mobilização militar no Caribe.


    Os detalhes foram apresentados pelo próprio presidente dos EUA, Donald Trump e pelo chefe do Estado-Maior Conjunto do país, general Dan Caine, durante coletiva de imprensa na tarde deste sábado, 3.


    Segundo Trump, não houve mortes na operação e poucos homens se feriram. “Foram necessários 47 segundos, mas foi muito difícil”, afirmou a jornalistas. “Ele chegou até a porta, mas não conseguiu fechá-la. Passamos pela oposição, por forças de retaliação. Havia muitos adversários.”


    Segundo os relatos, o ditador ainda tentou alcançar um quarto seguro com portas de aço, mas não conseguiu. Caine afirmou que “houve muito tiroteio”, mas que não há registro de feridos entre os militares norte-americanos.


    Segundo Caine, mais de 150 aeronaves participaram da operação de forma coordenada. “Todas as aeronaves indo juntas ao mesmo lugar para fazer efeitos de camadas têm um objetivo único: interditar as forças nos arredores de Caracas e, ao mesmo tempo, manter a surpresa tática”, afirmou.


    A ordem para o início da ofensiva ocorreu às 22h46 no horário da Flórida, 23h46 em Caracas e 0h46 em Brasília. Os militares aguardavam uma janela específica de condições climáticas. Às 2h01 no horário local, tropas entraram no bunker onde Maduro estava. Maduro e sua mulher foram levados de helicóptero até o USS Iwo Jima.




Milhares de venezuelanos em todo o mundo foram às ruas para comemorar a queda do regime narcoterrorista de Nicolás Maduro

 

Diversos países

Madrid

    Migrantes venezuelanos ao redor do mundo comemoraram neste sábado a deposição do presidente Nicolás Maduro, liderada pelos EUA, cujo governo provocou uma das maiores crises migratórias da história recente.

    "Estamos livres. Estamos todos felizes com a queda da ditadura e com a liberdade do nosso país", disse a Reuters Khaty Yanez, uma venezuelana que passou os últimos sete anos no Chile.

    "Minha alegria é imensa", disse seu compatriota José Gregorio. "Depois de tantos anos, depois de tantas lutas, depois de tanto trabalho, hoje é o dia. Hoje é o dia da liberdade."

    Desde 2014, cerca de 7,7 milhões de venezuelanos, ou 20% da população, deixaram o país por não conseguirem comprar comida ou em busca de melhores oportunidades no exterior, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU.

    A Colômbia, país vizinho, recebeu a maior parte da diáspora, cerca de 2,8 milhões, seguida pelo Peru, com 1,7 milhão, de acordo com a plataforma R4V, um grupo de ONGs regionais que auxilia migrantes e refugiados da Venezuela, criado pela agência de migração da ONU.

"A era da Ladroagem" - Para o ChatGPT é impossível responder sobre todos os casos de corrupção produzidos pelo PT

    Neste dezembro/2025, a Revista Oeste fez a pergunta ao ChatGPT: poderia relacionar todos os casos de corrupção produzidos pelo PT no primeiro quarto de século? Resposta: “Posso — mas ‘todos’ (no sentido literal) é praticamente impossível, porque há centenas de casos municipais/estaduais, representações eleitorais, inquéritos, ações de improbidade etc.”

    Muita gente imaginava que a inteligência artificial só não encontraria respostas para três perguntas: Quem somos? De onde viemos? Para onde vamos? Sabe-se agora que a IA ainda não consegue memorizar todas as roubalheiras consumadas pela seita que tem num ex-presidiário o seu único deus. 

    O PT não inventou a corrupção. Maracutaias de distintas dimensões ocorrem desde a chegada das caravelas de Cabral. Mas criou a figura do condenado à eterna impunidade e anexou o roubo que não dá cadeia aos usos e costumes nacionais.

    É o que nos revela o artigo "A era da Ladroagem", de Augusto Nunes deste fim de semana na Oeste. Augusto nos diz que os primeiros 25 anos do século, examinados de perto, resumem o programa da companheirada: todo militante leal aos chefes do partido merece ganhar muito dinheiro num cargo de confiança. De preferência, sem trabalhar demais. Sem extremista de direita por perto, o roubo é livre.

    Delinquente contumaz: “Desde que chegou ao poder pela primeira vez — e mesmo antes disso —, o PT construiu um nada invejável histórico de escândalos.” (Eliziário Goulart Rocha).

    A relação, ano a ano, começa em 2001com Toninho do PT: Antônio da Costa Santos, prefeito de Campinas, que foi assassinado a tiros depois de sair de um shopping. O crime permanece sem solução definitiva.

    Assim como o ChatGPT, Augusto, em seu artigo, obviamente não tinha espaço para citar todos os casos de corrupção do PT. Escolheu apenas um por ano, concluindo com o caso do INSS em 2025. Já é um resumo de bom tamanho.




A revolução tecnológica do início deste século

    O tamanho da mudança provocada pela inteligência artificial pode ser medido pela icônica capa anual da revista Time com a “pessoa do ano”. Em 2025, as pessoas escolhidas são os “arquitetos da IA” — os técnicos e empreendedores que fizeram o parto da nova tecnologia e a espalharam pelo mundo.

    A matéria da Time calcula que as cinco principais empresas de tecnologia dos EUA (Meta, Oracle, Google, Microsoft e Amazon) estão gastando US$ 427 bilhões em tecnologia, especialmente na área de IA. 

    A mesma edição mostra outra forma de medir o tamanho da prioridade que se dá hoje à inteligência artificial. O projeto Manhattan, que criou a bomba atômica em 1944, gastou 0,4% do PIB americano. O projeto Apollo, que levou os primeiros humanos à Lua, gastou 0,8%. O atual esforço americano em permanecer à frente nessa nova tecnologia está consumindo 1,3% do PIB americano. 

    A inteligência artificial é a personagem mais marcante dessa era de grandes revoluções tecnológicas. Outras mudanças se integraram em nossas vidas de uma maneira que nem nos lembramos mais como tudo era antes. 

    Os Estados Unidos detêm uma vantagem considerável, mas a China está trabalhando para mudar o jogo com uma iniciativa abrangente em todo o país. Especialistas do setor, evocando a corrida espacial da Guerra Fria, frequentemente descrevem o lançamento do ChatGPT como um "momento Sputnik" para a China em sua crescente competição com os EUA.

    Em maio de 1997, o “supercomputador” Deep Blue, da IBM, derrotou em Nova York o campeão de xadrez Garry Kasparov num torneio de seis jogos. Foi considerada a primeira vitória de uma “máquina” sobre um humano. O curioso é que o “super” Deep Blue, um enorme conjunto de máquinas interconectadas, seria derrotado hoje por qualquer celular.

    A IA é antiga mas como a conhecemos hoje é filha do século 21. Ela só se tornou possível com algumas condições técnicas. Uma delas foi o radical aumento da capacidade de computação. Outra foi a explosão de dados na internet. É a era do Big Data. Os computadores aprendem a aprender através do conceito de redes neurais.

    Nesses 25 anos, essas possibilidades técnicas foram rapidamente modificando nossas vidas. Desde 2006, nos tornamos todos poliglotas por meio de programas como o Google Translate. A barreira das línguas, simbolizada na Bíblia pela Torre de Babel, desabou. 

    Hoje, graças à IA, todos podemos entender e escrever em mais de 250 línguas. As câmeras dos smartphones passam a usar a IA para definir foco e detecção facial. E esse foi só o começo. Os celulares se tornaram poderosos computadores em miniatura, capazes de nos acompanhar e nos auxiliar em praticamente qualquer necessidade de nossas vidas.

03 janeiro 2024

"Nós derrotamos o Bolsonarismo"

Nesses últimos dias começaram a ser desvendados os instrumentos para que isso ocorresse. Estão surgindo o QUEM e o COMO dessa operação.

Unindo as pontas:

De fato o TSE contratou artistas e celebridades para uma campanha para incentivar jovens de 16 a 18 anos (facilmente influenciáveis pelos seus ‘ídolos’) para tirar seus títulos de eleitores.

- quem foram os artistas contratados? TODOS artistas que depois declaram o voto no Lula, portanto TODOS de esquerda.

- quem gerenciava uma parte significativa desses artistas? A MYND8!

- qual página fazia campanha aberta para o Lula? A CHOQUEI!

A revista Veja, antes das eleições escreveu o seguinte sobre esse momento:

“O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) comemorou, nesta quinta-feira, 5, os números recordes de novos eleitores jovens, de 16 a 18 anos, que se cadastraram para poder votar nas eleições de outubro. Foram 2.042.817 novos eleitores nessa faixa etária entre janeiro e abril deste ano, um aumento de 47,2% na comparação com os que tiraram o título no mesmo período de 2018.”

A matéria continua: “Agradeço a cada um, influenciador ou não, famoso ou não, brasileiro ou não, jovem ou não, que criou conteúdos nas redes sociais para chamar a atenção de todos para a regularização do título”, disse Fachin, acrescentando que o trabalho da imprensa tem sido fundamental para o combate à desinformação.”

2.128.348 votos foi a diferença o resultado no segundo turno entre Lula e Bolsonaro.

O algoritmo do TSE é fantástico ainda mais quando 'lubrificado" com recursos dos pagadores de impostos.

Há um suposto abuso de poder econômico inclusive para "disparos em massa" nas redes sociais.

Segundo divulgação do ex-presidente Bolsonaro, em seu Twitter (X) e matéria produzida pelo site da Oeste, a Mynd8 recebeu mais de R$ 1 milhão em contratos com o governo federal.

Desde esta terça-feira (02/01/2024), o site da Mind8 está fora do ar. Segundo a matéria, a queda do site coincide com o lançamento do documentário CHOQUEI - Lacrando Vidas, do empresário Daniel Penin, feito um dia antes, que apurou a relação do caso de difamação do perfil de fofocas Con Jéssica Canedo e os influenciadores da esquerda que apoiaram Lula antes, durante e depois das eleições de 2022.



03 janeiro 2023

A TRAIÇÃO DAS FFAA

Com a subida da rampa do Palácio do Planalto pelo ex-presidiário, ouviu-se muitos choros e desabafos, tendas e barracas em frentes aos quartéis sendo desmontadas e o esvaziamento das manifestações que estavam ocorrendo em favor do pleno restabelecimento da democracia no País. Tudo verdade inclusive a de se acusar - nas FFAA - a ocorrência de traições, e destas, principalmente, as de seus dirigentes máximos, incluindo o vice-presidente da República.

Gente, no âmbito interno, no interior das FFAA, nunca houve um ambiente de unicidade. Os discursos de união que fazem ao público nem sempre refletem a verdade. Sempre foi assim ao longa de nossa história.

As FFAA não são diferentes de outros segmentos da sociedade. Os componentes de todos eles se chama gente. E diariamente já dizemos, "nesse mundo tem gente pra tudo".

"Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros."  George Orwell

As FFAA não são excessão. Nelas, aqui no Brasil e, também, no resto do mundo, já existiram, existem e irão existir crises internas e traidores. Temos muitos exemplos ao longo de toda história do mundo, desde os tempos a.C.

Tiradentes (pintura)
No Brasil, em particular, lembro-me das ocorridas e registradas em livros de história, desde o seu descobrimento, a começar pela que resultou no enforcamento de Tiradentes, o mártir da Inconfidência Mineira.

Pouca gente sabe, mas a independência do Brasil não foi uma iniciativa de D. Pedro I. A decisão que tomou no 7 de setembro de 1822, veio ordenada de fora, de outros países que já disputavam territórios e riquezas na Europa, Ásia, África, Oriente Médio, enfim, em todos os continentes. De novo, os livros de história registram traições e, novamente, tanto no meio civil como nos quartéis.

Outro caso importante, foi a crise que derrubou o Império e a respectiva implantação do Regime Republicano no Brasil, e que foi decorrente das diferenças existentes no meio civil e no interior dos quartéis, incluindo a constatação de quantidade significativa de traições. Ah, quase na véspera (9/11) da monarquia ser derrubada, um registro histórico. Toda a elite, incluindo conspiradores, se confraternizou no famoso  "Baile da Ilha Fiscal".

De lá para cá, muitas outras crises ocorreram envolvendo militares e civis (não necessariamente entre militares e civis). Mais de uma dezena. Lembro-me, de algumas delas onde as traições entre os camaradas, incluindo civis, sempre se fizeram presentes. 

Por exemplo, Deodoro x Floriano¹, que derrubou o primeiro, depois 1922, 1930, 1932, 1935, 1937, 1945/46, 1954, 1955/56, 1961, 1964, 1968, 1975/76, 1984/85, 1992, ... 

Agora não foi diferente. As razões para essas ocorrências sempre foram dinheiro e poder. Mudaram apenas os formatos, os meios utilizados, os discursos ...

Portanto, iremos sempre conviver com traições. Devemos sempre contar com elas e estarmos preparados para refutá-las e repudiá-las  mas, principalmente, para continuarmos perseguindo e conquistando o nosso objetivo maior: liberdade e democracia.

Não será uma luta fácil. No mundo atual, teremos que enfrentar a solidez do grupo denominado de progressista, denominação esta adotada em substituição a outras mais antigas, cujo objetivo é o da implantação de uma Nova Ordem Mundial (NOM)², suportada por megacapitalistas e narcotraficantes, com operadores atuantes em todos os continentes, através de grandes empresas, de organizações, como ONGs, de governos e de partidos políticos ou não. 

Por razões estratégicas, o Brasil é um dos países mais cobiçados dessa turma. Não foi à toa que há praticamente um ano (31/01/2022) fundou-se nos EUA a ONG  "Washington Brazil Office e, anteriormente, o Foro de São Paulo.


(1) Deodoro da Fonseca não tinha uma base sólida para sua sustentação no cargo. Foi quando decidiu fechar o Congresso, em 3 de novembro de 1891. Vinte dias depois, pressionado pela Revolta da Armada, Deodoro  renunciou, assumindo, em seu lugar, Floriano Peixoto.

(2) NOM - "Nova Ordem Mundial é um conjunto de iniciativas que visa a criação de uma nova sociedade planejada para permitir e sustentar um governo mundial totalitário, com ramificações de maneira a controlar todos os aspectos relevantes do cotidiano, acimadas instituições e dos políticos tradicionais.