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08 novembro 2023

O vai e vem da CEITEC


A deputada Rosangela Moro protocolou hoje PDL para sustar o Decreto 11.768 de 6 de Novembro de 2023, que reverte o processo de dissolução da Ceitec.

Para quem não sabe, a Ceitec foi criada no Governo Lula em 2008, com o objetivo de desenvolver projetos e fabricar circuitos integrados.

A iniciativa foi um fracasso: além da baixa aderência e irrelevância para o setor no Brasil, a Ceitec gerou um prejuízo que supera, pelo menos, centenas de milhões de reais aos cofres públicos.

A Ceitec (Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada), é uma fábrica de semicondutores localizada em Porto Alegre que era chamada por seus críticos com um apelido jocoso: a fábrica do “chip do boi”. Nos seus 15 anos, a empresa recebeu cerca de R$ 790 milhões. Faturou R$ 64,2 milhões com a venda de semicondutores. O que entrou corresponde a 8% dos valores gastos.


Com o decreto, a empresa poderá voltar a operar, demandando novos investimentos do Tesouro Nacional. Fora isso, o dispositivo usurpa as competências no Congresso e contraria o interesse público. De imediato vão nomear cargos de direção ganhando R$ Nk por mês sem fazer nada.

Dentro das condições atuais das contas públicas do país, não há sentido desprender tempo, atenção e recursos em uma operação fadada ao fracasso desde que nasceu.

Não permitiremos retrocessos e atos que extrapolem competências entre poderes, afirmou a Deputada.

03 novembro 2023

A hora da verdade para os brasileiros

Na carta ao leitor da edição 189 da Oeste, deste fim de semana, BRANCA NUNES, diretora de redação da Revista, anuncia uma parte de seu conteúdo. Aqui destaco a que trata do ABUSO, matéria de capa.

Diz Branca: "Passadas mais de duas décadas, o ministro Alexandre de Moraes parece ter esquecido os próprios ensinamentos. Sua mais recente obsessão é um bate-boca de aeroporto ocorrido em Roma, e a multiplicação de abusos, descritos por Silvio Navarro na reportagem de capa desta edição".


A lista de abusos que Alexandre de Moraes vem colecionando há pelo menos cinco anos não para de crescer. 


“Ao insistir na ideia fixa de condenar o ‘golpista do Aeroporto de Roma’, sejam quais forem os fatos, o STF se afunda ainda mais no beco estreito no qual se enfiou desde que abriu o inquérito perpétuo e 100% ilegal contra ‘atos antidemocráticos'”, observa J.R. Guzzo. “Ou melhor: no beco em que escolheu se perder, ou do qual talvez não possa mais achar o caminho de volta.” 

 

[ ... ] Outro desses abusos diz respeito às condenações das centenas de brasileiros acusados de participar dos atos de vandalismo do 8 de janeiro. Mesmo sem uma única imagem que comprove a participação nas depredações, homens e mulheres de todas as idades vêm sendo castigados com sentenças que variam de 12 a 17 anos de prisão, além de multas escorchantes. O repórter Cristyan Costa conta como vivem algumas dessas famílias destroçadas pelas decisões avalizadas pela Suprema Corte. 

 

Tais fatos nos fazem recordar do reinado de terror (nazismo) de Hitler implantado na Alemanha contra os judeus. O estágio final desse processo é bem conhecido e registrado pela história. Não foi nenhum pesadelo.


Ficou-se sabendo das terríveis penas irrecorríveis adotadas pelos "Tribunais do Povo", cujos julgamentos eram secretos, mas que anunciavam suas punições à mídia mundial, como advertência para aqueles que o Reich considerava inimigos especiais.


Atualmente chegou a hora da verdade para os brasileiros, assim como ocorreu naquela época (1938) para o mundo, com "A noite do vidro quebrado" (Kristallnacht) e que levou o presidente Roosevelt a divulgar denuncia contundente, redigida por ele próprio: "Mal posso acreditar que tais coisas ainda ocorram numa civilização do Século XX".


Mutatis mutandis, no Brasil do Século XXI, parte de sua população está sendo tratada como os judeus os foram no século passado na Alemanha, revivendo-se, inclusive, o "Tribunal do Povo".




01 novembro 2023

Eleito por um sistema, desprezado por uma nação

 

Os meses vão se passando e a desconfiança dos brasileiros sobre os resultados eleitorais de outubro de 2022 só aumenta. A distância entre Lula e os brasileiros é cada vez maior sob qualquer ângulo que se queira observar, especialmente nas ruas. Já foi assim durante a campanha eleitoral em 2022 e permanece até hoje.

Av. Paulista / Pacaembu,
respectivamente
01/05/2022


Gazeta do Povo, 16/10/2023
De onde vieram os votos anunciados para Lula que o colocaram no Planalto após o malabarismo orquestrado pelo STF que o tirou da cadeia, fato este recentemente reconhecido pelo ministro Gilmar Mendes?

Há poucos dias, nova pesquisa sobre a guerra no Oriente Médio, os números mostram que enquanto Lula apoia o grupo terrorista Hamas, 80% do povo brasileiro é a favor de Israel. 78% CNN, 84% Estado de São Paulo e quase 90% dos entrevistados acham que Lula teria de condenar o Hamas como movimento terrorista.







29 outubro 2023

Que os ventos colombianos venham para o Brasil


Nas eleições deste domingo, 29 de outubro, a Colômbia viveu uma mudança significativa no seu cenário político. Os resultados revelaram uma forte rejeição ao presidente Gustavo Petro e aos candidatos filiados ao governo socialista nas principais cidades do país. Bogotá, em particular, viu um revés marcante para o presidente e para o seu candidato, Gustavo Bolívar, que terminou num decepcionante terceiro lugar.

Alem disso, Petro perdeu em Bucaramanga, Barranquilla, Cartagena, Cali, Medellín. Perdeu em todas as principais provincias da Colômbia, em grande parte com enormes diferenças. Hoje o Petro tem menos de 30% de aprovação. O pior presidente da história da Colômbia, que também chegou ao poder financiado arbitrariamente pelo tráfico de drogas. O índice de desaprovação do presidente colombiano continua subindo e chega a 63%, segundo pesquisa publicada no final de setembro.

Esse nível de desaprovação é o mais elevado que Petro enfrentou em pouco mais de um ano de governo, durante o qual foi fortemente criticado pela sua aparente falta de controlo sobre os grupos guerrilheiros, especialmente o Estado-Maior Central (EMC), os principais dissidentes das FARC. Ele também foi questionado sobre sua resposta às demandas das comunidades que bloquearam as principais rodovias e ao aumento dos preços da gasolina, entre outras questões.

Fonte: Informe Orwell

Jornal que fez o L diz que Lula está sabotando o próprio governo

O editorial publicado pela Folha de São Paulo neste sábado (28/10/2023) afirma que Lula sabota o País ao ignorar a necessidade de cortar gastos públicos e reduzir o déficit fiscal em 2024 e nos próximos anos.

[ ... ] "Trata-se de fantasia e desinformação deliberada ... Recusar mais déficit não é ganância; ganância com ganhos para os mais ricos haverá com crescimento do déficit. O governo federal terá de expandir a tomada de empréstimos a taxas elevadas - até mesmo por esse tipo de declaração do presidente".

[ ... ] Que fique claro: Lula não está propondo um programa econômico controverso, está sabotando o próprio governo. Além de danoso, é incompreensível", conclui o Jornal.

A íntegra do Editorial está na imagem abaixo. Boa leitura.

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28 outubro 2023

A representatividade de Lula não corrobora os resultados eleitorais de outubro de 2022. Por que será?

Os meses vão se passando mas a desconfiança dos brasileiros sobre os resultados eleitorais de outubro de 2022 só aumenta. É o que se constata diariamente após novas declarações de Lula. Foi assim durante sua última conversa com jornalistas da esquerda militante. A distância entre o presidente e os brasileiros é, explicitamente, cada vez mais longa. Lula obteve mesmo os votos anunciados?

Desta vez o tema da pauta foi a guerra no Oriente Médio. Enquanto Lula apoia o grupo terrorista Hamas, 80% do povo brasileiro é a favor de Israel. 78% CNN, 84% Estado de São Paulo e quase 90% dos entrevistados acham que Lula teria de condenar o Hamas como movimento terrorista.

O mundo inteiro conhece o programa-objetivo-desejo do Hamas: "que 2 milhões de palestinos que vivem em Gaza invadam o território israelita e fisicamente o destruam. O Hamas não aceita - em nenhuma hipótese - a convivência em paz com Israel e os seus respectivos benefícios.

Lula e o seu governo estão, mais uma vez, em pleno surto de negacionismo. Para eles, houve apenas atos de terrorismo, sem autores. Com eles, a presidente do PT e lideranças de outros partidos de esquerda que os acompanham, Israel está praticando genocídio contra a população palestina.

Para os mais conectados com a história brasileira, tais posicionamentos não trazem novidades. São apenas a continuidade da formação política da esquerda brasileira, há mais de cem anos, sempre apoiando regimes ditatoriais de esquerda pelo mundo afora, incluindo o uso do terrorismo, lá fora e aqui, como mecanismo para a tomada do poder.

Deputado não tem medo de recorrer à sua fé para orientação

 


Após 22 dias, chegou ao fim a mais longa disputa pela presidência na Câmara dos Deputados dos EUA nos tempos modernos. E terminou da forma como às vezes acontece nas guerras: com ambos os lados perdendo a disposição para continuar a lutar.

Johnson disse ao apresentador da Fox News, Sean Hannity, nesta última quinta-feira, que a totalidade de sua visão de mundo poderia ser encontrada se alguém simplesmente "pegasse uma Bíblia na prateleira e a lesse".

"Alguém me perguntou hoje na mídia, eles disseram, 'É curioso, as pessoas estão curiosas. O que Mike Johnson pensa sobre qualquer assunto sob o sol? Eu disse, 'Bem, pegue uma Bíblia na sua prateleira e leia-a - essa é a minha visão de mundo.' É nisso que eu acredito e, portanto, não peço desculpas por isso".

Johnson levou sua Bíblia consigo para fazer seu primeiro discurso como Presidente da Câmara — onde ele disse a todos os outros membros do Congresso que acreditava que todos foram chamados por Deus para usar seus dons da melhor maneira possível para servir ao povo americano.

"Mike Johnson é um conservador forte, mas acima de tudo, ele é um cristão forte. Ele não tem medo de recorrer à sua fé para orientação. A América precisa disso mais do que nunca na Câmara dos EUA", afirmou o republicano Greg Steube (R-FL) que postou uma foto do momento logo antes do voto de quarta-feira garantir o martelo para Johnson, escrevendo:

"Em janeiro, Mike Johnson se juntou a mim no plenário da Câmara enquanto estávamos em um impasse sobre quem seria nosso próximo Presidente. Levantamos a corrida do Speaker ao Senhor e pedimos sua orientação divina. Imediatamente após a oração, 14 membros mudaram seus votos, levando ao final o Speaker McCarthy a garantir o martelo até o final do dia."

Agora foi a vez de McCarthy se pronunciar no X: 

@RepMikeJohnson is a friend, fighter, and principled conservative who can get the job done. He has my full support as Speaker. We’ll keep working together to put our country first and fulfill our Commitment to America.530,8 mil  visualizações

Spoofing - Fique ligado!

É a denominação que está sendo usada para a técnica e/ou tática que os golpistas passaram a utilizar e pela qual se fazem passar pelo atendimento oficial de um determinado banco. Os celulares das vítimas passam a mostrar o número das instituições bancárias.

Neste caso, o criminoso "camufla" seu número real e o número oficial do banco aparece no celular do cliente.

O golpista de número camuflado liga para o celular da vítima falando sobre uma compra suspeita e a pede para apertar um determinado dígito caso não a reconheça. Quando o número for clicado, o telefone cai em um atendente, que tenta entender o que aconteceu e que vai ajudar o cliente. Muitas vezes, também, esse pedido de transferência é solicitado antes mesmo de que seja solicitado a digitação de qualquer dígito.


Os bancos têm alertado sobre esta tática e diversas outras (leia aqui), e recomenda que caso algum cliente seja vítima de golpe em decorrência dessa ou de qualquer outra abordagem, o primeiro passo a ser tomado é entrar em contato em seus canais de atendimento de sua respectiva instituição bancária.

PS.: Tenho recebido semanalmente cerca de seis ligações dessas natureza além de SMSs com links golpistas.

26 outubro 2023

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Uma discussão recorrente é quando o computador vai superar o cérebro humano, capacidade esta denominada de singularidade tecnológica, terminologia utilizada pela primeira vez por Von Neumann. Previsões apontam para o período 2025-2030.


Em 1950, Turing, no artigo Computing Machinery and Intelligence, propôs o teste de Turing para estabelecer quando uma máquina poderia ser considerada inteligente. Até o momento nenhuma das máquinas existentes passou no teste.


Contudo, é sempre bom estar lembrado de que um computador não compreende aquilo que é feito, apenas executa algoritmos para extrair conhecimentos a partir de um conjunto de dados. Esse campo da pesquisa é denominado de Inteligência Artificial o qual permite desenvolver sistemas inteligentes - software - capazes de enxergar relacionamentos complexos e sofisticados a partir de um conjunto de dados.


No início deste mês, Rajat Taneja, presidente global da Visa Tecnologia, publicou o artigo que está transcrito logo a seguir, trazendo a importância da IA e a sua respectiva dimensão dentro do Grupo. Talvez a maior surpresa - para muitos - seja o longo período já percorrido pela Visa utilizando essa tecnologia. E a Visa não está sozinha nessa caminhada.


Boa leitura.


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Trinta anos de IA e isso é só o começo

Por Rajat Taneja*

A Visa processa centenas de milhões de transações a cada dia. Não importa se você está comprando um café na rua, fazendo compras online ou pagando o metrô – nosso sistema está a postos para processar e encaminhar essas informações de pagamento às partes apropriadas, autorizar as transações e gerenciar o risco em um piscar de olhos. 

São até 76.000 transações por segundo, partindo de mais de 200 países e territórios, em uma plataforma construída sobre mais de 300 milhões de linhas de código customizado e quase 40 milhões de quilômetros de rede privada. Nos últimos 12 meses, essa plataforma processou um volume total de pagamentos de US$ 14,5 trilhões. A inteligência artificial é um elemento fundamental dessa operação há mais de 30 anos. 

De 1993 até agora: a IA é usada para combater fraudes e melhorar os pagamentos

Em 1993, a Visa tornou-se a primeira rede a adotar tecnologias baseadas em IA para gerenciar riscos e prevenir fraudes, inovando no uso de modelos de IA em pagamentos. Nos últimos 10 anos, a Visa investiu mais de US$ 3 bilhões em IA e infraestrutura de dados a fim de tornar a movimentação de fundos mais segura e inteligente e identificar e prevenir fraudes de forma proativa.

Hoje, nossa plataforma de tecnologia é um dos exemplos mais importantes dos benefícios tangíveis proporcionados pela IA. Com centenas de modelos de IA em produção, usados em mais de 100 produtos, nossas capacidades de IA e aprendizado profundo ajudam a resolver desafios e dores que, há anos, incomodam compradores, vendedores e instituições financeiras.

Por exemplo, produtos como Cybersource Decision Manager, ferramenta da Visa para avaliação de risco e fraude, aplicam aprendizado automático avançado a dados transacionais históricos para identificar padrões. Em nossos Centros de Operação de Risco, funcionalidades baseadas em IA e especialistas sempre atentos protegem o ecossistema da Visa detectando proativamente e barrando tentativas de fraude que gerariam a perda de bilhões de dólares.

O modelo de aprendizado profundo em tempo real da Visa, Smarter Stand-In Processing (STIP), ajuda a melhorar as experiências de pagamento em momentos de queda do sistema, refletindo as aprovações do emissor com até 95% de precisão. Só em 2022, Visa Advanced Authorization (VAA), solução de monitoramento de fraude de pagamento em tempo real, ajudou a coibir um total estimado de US$ 27 bilhões em fraudes.

Os dados, o poder computacional e os sofisticados LLMs (grandes modelos de linguagem, na sigla em inglês) disponíveis hoje nos deixam muito próximos de uma nova era de inteligência artificial. A IA generativa pode vir a transformar nossa forma de trabalhar, desenvolver e construir novos produtos e serviços e servir os clientes. Pessoalmente, acredito que essa será uma das tecnologias mais transformadoras do nosso tempo e só posso ficar empolgado com tudo o que isso significa para os próximos 30 anos de inovação em pagamentos. 

Uma nova era: a IA generativa é usada em conteúdos, códigos e para atender melhor os clientes

Desde o início, alocamos equipes multifuncionais para examinar a melhor forma de implementar a IA generativa a fim de tornar a engenharia mais eficiente, aumentar a produtividade dos nossos funcionários, desenvolver novos produtos e serviços e, o mais importante, servir melhor nossos clientes. Minha meta é ter 100% dos funcionários da Visa trabalhando com alguma forma de IA generativa até o final do ano.

Para tornar a engenharia mais eficiente, estamos explorando e realizando grandes pilotos, aplicando capacidades de IA generativa na codificação e em testes de rotina dos nossos softwares. Isso permitirá que nossos desenvolvedores utilizem técnicas sofisticadas de programação em par baseada em IA, em grande escala.

Para aumentar a produtividade, implementamos recentemente uma instância segura do GPT-4 para nossos funcionários, observadas as salvaguardas de uso responsável de IA. O ChatGPT oferece muitos benefícios, podendo ajudar com a síntese, pesquisa e análise de conteúdo, permitindo que tenhamos mais tempo para dedicar às atividades estratégicas e de alto valor que impulsionam o crescimento empresarial da Visa e de nossos clientes.

Para desenvolver novos produtos e serviços, dobramos o uso de IA e temos milhares de colegas trabalhando em novas plataformas de dados e IA, ajudando a habilitar modelos ainda mais sofisticados em nossos produtos. 

Por fim, é possível que a aplicação mais interessante para a IA generativa seja criar inovações para nossos clientes e o ecossistema de pagamentos em geral. Já estamos trabalhando em várias frentes, colaborando para aprimorar e melhorar o comércio usando IA generativa em todas as etapas da jornada de compra do consumidor.

A confiança continua no cerne 

Todo nosso trabalho bem como base um compromisso com os mais altos padrões de governança de dados e o uso responsável de IA.  Um ponto vital é estabelecermos a confiança do consumidor em torno da IA, de novas tecnologias e de dados. O compromisso da Visa com a inovação sustentável a partir da criação de uma estrutura de governança que priorize a gestão responsável dos dados – um elemento essencial da IA responsável – já dura três décadas. 

Qualquer que seja a área de inovação, a Visa trabalha para garantir que todas as implementações ou usos de dados ocorram de forma responsável, segura, confiável e segundo as normas. Isso faz parte do nosso DNA e é a base de nossa reputação e marca de classe mundial.

A confiança está no cerne de tudo o que fazemos e preservá-la é um dever que levamos muito a sério. Estamos muito animados para mergulhar no trabalho que temos pela frente e desempenhar o papel central que a Visa e nossos parceiros podem ter na inovação do futuro do dinheiro. Entenda melhor como a Visa usa IA nos pagamentos acessando VisaNet+AI.

(*) Rajat Taneja é Presidente Global de Tecnologia da Visa

A doença de nossas universidades – e a cura

Neste artigo, Victor Davis Hanson analisa - uma análise brilhante - o que está por trás das universidades completamente tomadas pela esquerda a ponto de apoiarem o Hamas. No artigo "Universidade nota zero",  está inclusa a situação na universidade brasileira. Há muita similaridade entre os dois ambientes.

Boa leitura.

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A loucura absoluta que tomou conta de muitas universidades de elite desde 7 de Outubro e o massacre, a violação, a tortura e a mutilação de cerca de 1.000 civis israelitas por assassinos do Hamas chocaram o público em geral.

A loucura do campus não é, obviamente, novidade. Mas bastante novidade para os campi foi o abandono repentino das pretensões anteriores dos campi. As universidades abandonaram descaradamente a sua cuidadosa ginástica de duas caras para revelar finalmente – sem remorso, orgulho e desafio – a decadência moral que agora caracteriza o ensino superior americano.

Notícias recentes expuseram esta podridão ao mundo e terão graves repercussões para o ensino superior nos próximos anos. 

Os nazistas certa vez profanaram as lápides dos judeus mortos. Nossos campi atualizaram esse ódio. Os estudantes agora rasgam fotos de judeus cativos sequestrados ou assassinados pelo Hamas. Os presidentes das universidades não condenam as manifestações cheias de ódio de apoio ao assassinato de judeus em Israel, embora, de acordo com a sua própria ideologia de segurança em primeiro lugar e proclamações anteriores sobre o ódio sistêmico, estas manifestações instilem um “clima de medo” em alguns estudantes.

Um instrutor em Stanford separou os estudantes judeus dos seus pertences, ordenou-lhes que ficassem num canto, vangloriou-se de negar o Holocausto e destacou-os para discursos descontrolados. Gritantes activistas e professores universitários apoiam abertamente o Hamas, mesmo depois do brutal assassinato de centenas de mulheres, crianças e bebés israelitas. O facto de, durante mais de duas semanas, milhares de foguetes – barragens inicialmente concebidas para reforçar o surpreendente assassinato em massa de 7 de Outubro – continuarem a cair diariamente sobre cidades israelitas não é motivo de preocupação para os ruidosos activistas universitários.

Um membro ainda mais ousado do corpo docente de história de Cornell gabou-se de estar “eufórico” com a notícia de que judeus foram massacrados em 7 de Outubro. Um professor da UC Davis ameaçou perseguir os filhos de “jornalistas sionistas”. “Selvagens”, “excrementos” e “porcos” são os adjetivos e substantivos que um professor do Instituto de Arte de Chicago postou para descrever os israelenses.

Em comícios e protestos, centenas de pessoas gritam sobre a eliminação total de Israel; estudantes, professores e multidões em geral ocasionalmente usam máscaras ou envolvem seus rostos em keffiyehs, como se admitissem que a maioria consideraria desprezível qualquer pessoa identificável que pronunciasse tal defesa. 

Em certo sentido, esses odiadores dos campi tornaram-se o equivalente aos membros anti-semitas da Klan que usam lençóis. Havia muitas evidências anteriores para prever a reação preconceituosa e cheia de ódio dos campi ao assassinato em massa de centenas de judeus dentro de Israel. A ideologia da “descolonização” que hoje condena Israel, e o Ocidente em geral, teve muitos antecessores igualmente rançosos.

Habitações segregadas racialmente reapareceram anos atrás como “casas temáticas”. As áreas efetivamente segregadas e proibidas são eufemisticamente conhecidas como “salas multiculturais”. Quaisquer críticos que se opuseram a esse racismo institucionalizado, à moda orwelliana, foram considerados racistas.

Eventos que estão fora dos limites de determinadas corridas nos campi – como cerimônias de formatura ou atividades nos campi separadas, mas iguais – são anunciados como “celebrando a diversidade”.

Os “juramentos de lealdade” da era Joseph-McCarthy retornaram aos campi sob o verniz de “Declarações de Diversidade, Equidade e Inclusão”. Recuse-se a emitir um manifesto tão pessoal – e sofrerá consequências profissionais.

O questionamento impopular ou indesejável da ortodoxia universitária de esquerda é caluniado como “discurso de ódio”. As opiniões divergentes são oficialmente censuradas, caluniadas e reprimidas como “misinformation” e “disinformation”. 

Enfrente alegações não comprovadas de “comportamento inapropriado” e pode-se esperar perder os direitos da 4ª, 5ª e 6ª Emenda em qualquer inquérito "star-chamberuniversitário.

As admissões nas universidades, juntamente com a contratação, retenção e estabilidade do corpo docente, baseiam-se nas preferências raciais e nas cotas de fato.

Mesmo antes de o Supremo Tribunal anular a ação afirmativa, as universidades já se tinham mobilizado para implementar formas de ignorar a sua decisão antecipada – no bom estilo de anulação confederada.

A velha noção de “impacto díspar” e “representação proporcional” que estabelece quotas de contratação e admissão com base na demografia racial deu lugar a uma espécie de admissões “reparatórias” – em que os brancos, independentemente das notas e resultados dos testes, são coletivamente admitidos e contratados em números muito menores do que os encontrados na população em geral, e certos grupos não-brancos, especialmente os asiáticos do Leste e do Sul, são ativamente discriminados.

A velha noção iluminista de não estereotipar grupos inteiros como um colectivo sem rosto e, em vez disso, ver as pessoas como indivíduos diversos e únicos, deu lugar a slogans desleixados como “privilégio branco”, “supremacia branca” e “raiva branca”. Os campi aparentemente acreditam que um mecânico da classe trabalhadora no condado de Fresno ou um motorista de trator com salário mínimo em Dayton, Ohio, gozam de mais poder e privilégios do que Oprah Winfrey ou Ibrahim Kendi.

Nas últimas décadas, o público tem estado disposto a suportar toda esta loucura no ensino superior – mesmo quando o politicamente correcto esmagou a liberdade de expressão nos campi e a ação afirmativa se transformou num essencialismo racial desperto.

Por que? 

Primeiro: as universidades garantiram à América que os seus proeminentes departamentos de matemática, ciências, tecnologia e engenharia – juntamente com as suas escolas profissionais de medicina e administração – permaneceriam em grande parte apolíticas, orientadas para a investigação e meritocráticas.

Esses compromissos departamentais com a excelência sem interferência política sempre garantiram no passado o domínio americano na investigação e desenvolvimento globais.

Segundo: o diploma de bacharel já foi reconhecido como prova sólida de educação geral.

A graduação na faculdade certa vez certificava que um cidadão ingressava no mercado de trabalho com conhecimento histórico, bem como enriquecido por filosofia, literatura e arte.

Os graduados também supostamente compreenderam nossa Constituição e vida cívica. Supunha-se que eles tivessem habilidades computacionais básicas, além de serem versados em raciocínio indutivo e em capacidade analítica de leitura, escrita e fala. 

Os médicos das escolas médicas foram demonizados se argumentassem que havia apoio científico para aumentar o tratamento da COVID-19 com produtos farmacêuticos baratos e off-label existentes, e até mesmo regimes de vitaminas e suplementos. Os autores de argumentos com base científica de que as origens do vírus COVID-19 poderiam ser encontradas no laboratório de virologia de Wuhan, na China, foram demonizados e as suas conclusões foram difamadas em vez de refutadas.

Além disso, qualquer diálogo científico relacionado com a universidade sobre o grau e a solução para as alterações climáticas provocadas pelo homem e induzidas pelos combustíveis fósseis deve aderir a ortodoxias estritas. Qualquer apóstata correrá o risco de ter a sua carreira restringida e colocada em perigo.

Também é perigoso para investigadores, médicos e especialistas em saúde pública nos campi questionarem o recente dogma de que o sexo é inteiramente construído socialmente e não determinado biologicamente.

As mentes informáticas com formação universitária que alimentam a indústria de alta tecnologia do Silicon Valley transformaram os seus resultados de pesquisa na Internet em armas para dar prioridade a ligações consideradas social e politicamente preferíveis. Os graduados universitários também são mestres em banimento de sombra na Internet, doxxing, lista negra e cancelamento de qualquer pessoa, instituição ou ideia que seja considerada prejudicial ou em desacordo com a agenda progressista..

Quanto às escolas de administração, direito e medicina – elas agora transferem muitos dos seus recursos finitos do aperfeiçoamento de competências profissionais para a doutrinação ideológica na suposta diversidade, equidade e inclusão.

Como resultado, as universidades perderam a sua credibilidade secular como guardiãs da investigação científica livre e aberta. Qualquer cientista universitário contemporâneo que seguisse uma devoção renegada à ciência desinteressada – tal como encarnada por Demócrito, Galileu ou Copérnico – encontraria o mesmo assassinato de carácter pré-moderno, oposição de pensamento de grupo e esforços para destruir a sua carreira.

Em suma, se o ensino superior a preços exorbitantes já não consegue produzir nem uma classe de cidadãos com formação ampla, nem uma classe científica, profissional e tecnológica de elite, com formação empírica e de elite, então porque é que os americanos continuariam a tolerar a doutrinação sem remorso das universidades? algum tipo de interferência na missão da universidade que lembra tanto o desastroso sistema de comissários russos que quase destruiu o Exército Vermelho no início da Segunda Guerra Mundial?

A reforma só acontecerá através da redução das doações governamentais que alimentam as doações multibilionárias das universidades. Esta riqueza sem precedentes garante orçamentos pródigos nos campus que, por sua vez, subsidiam políticas e instituições racistas, anti-semitas e macarthistas.

Basta tributar o rendimento dos cerca de 1 bilião de dólares de dotações universitárias isentas de impostos da América e talvez não houvesse dinheiro suficiente para cursos sobre desenhos animados, travestis e BLM, muito menos para milhares de comissários e censores da DEI.

Impedir os fundos federais para qualquer universidade que se recuse a garantir as proteções da Declaração de Direitos para seus alunos.

Se o SAT e o ACT forem cada vez mais abandonados para admissões em universidades, então uma versão de saída deles deveria ser exigida para garantir que todos os diplomas de bacharelado e bacharelado certifiquem pelo menos uma competência mínima em matemática, ciências e conhecimentos gerais.

Tire o governo do negócio de empréstimos estudantis de 1,8 bilhão de dólares – e talvez os campi compreendam o conceito de risco moral. Só então monitorizariam cuidadosamente as despesas externas e começariam a formar estudantes dentro de quatro anos – com as competências de que os empregadores tão desesperadamente necessitam e o conhecimento de que depende uma democracia.

Se milhares de grandes doadores que doam bilhões de dólares para a Ivy League e outras universidades importantes “simplesmente dissessem não”, então talvez reitores, reitores e presidentes gananciosos começassem a se perguntar se poderiam financiar mais paredes de escalada, bares com café com leite , czares da DEI, shows de drag – e cursos e organizações estudantis que odeiam Israel.

Em suma, as faculdades são hoje um mau negócio – demasiadas dispendiosas, demasiadas políticas e demasiadas incompetentes no cumprimento da sua missão para o país. Eles já não conseguem cumprir aquilo para que foram criadas e simplesmente não param de alimentar coisas que não são apenas desnecessárias, mas também totalmente prejudiciais para o país, assustadoras e destrutivas.

Quem deseja continuar com tudo isso? 


(*) Sobre Victor Davis Hanson

Victor Davis Hanson é um ilustre membro do Center for American Greatness e Martin and Illie Anderson Senior Fellow da Hoover Institution da Universidade de Stanford. Ele é um historiador militar americano, colunista, ex-professor de clássicos e estudioso da guerra antiga. Ele é professor visitante no Hillsdale College desde 2004. Hanson recebeu a Medalha Nacional de Humanidades em 2007 pelo presidente George W. Bush. Hanson também é agricultor (cultiva uvas passas em uma fazenda familiar em Selma, Califórnia) e crítico das tendências sociais relacionadas à agricultura e ao agrarismo. Ele é o autor mais recente de As Segundas Guerras Mundiais: Como o Primeiro Conflito Global foi Lutado e Vencido, O Caso de Trump e o recentemente lançado The Dying Citizen.

22 outubro 2023

Que Deus proteja o Brasil, as brasileiras e os brasileiros!

Por Paulo Guedes
22/10/2023


O PIB recuou O, 77%, só em agosto. Eis a história resumida: Lula deixou uma herança maldita para Dilma que, junto com o incapaz Guido Mantega, gerou exatos 30 meses de recessão. O Presidente Temer e o Ministro Henrique Meirelles, pegaram PIB negativo em 3,7% e passaram 1,3% positivos para a equipe econômica do Presidente Jair Bolsonaro, que organizaram a questão fiscal e prepararam a economia para crescer, inclusive com um notável Presidente do Banco Central, Campos Neto, que Lula/Haddad detestam. Passamos para Lula um país superavitário no cálculo do primário, que Lula/Haddad, em menos de 6 meses tornaram deficitário outra vez. Hoje, estão usando o dinheiro do investimento para pagar dívidas. Estão quebrando o país. A inflação anualizada já ultrapassou o teto da meta, que era 4,77%, passando para 5,19%, com viés de alta. A situação tende a piorar, porque a herança que receberam de Bolsonaro e Guedes já acabou. Agora, terão de agir por conta própria e não são capazes de lidar com os verdadeiros problemas deste país. 

Que Deus proteja o Brasil, as brasileiras e os brasileiros!

21 outubro 2023

O Brasil passou a servir “causas”

O vídeo e as imagens mostram o antes e o depois da destruição do Kibbutz Be'eri provocada pelos terroristas do Hamas. Os mesmos que autoridades brasileiras do Planalto, do Itamaraty e do STF se recusam a chamá-los pela sua real e verdadeira denominação utilizada por todas as democracias no mundo: TERRORISTAS.





 

Como se tem visto por aqui e pelo mundo afora, as autoridades brasileiras optaram por seguir os ditadores de países como o Irã, Cuba, Venezuela, Noruega, Angola, China, Russia etc. 

Contudo, não foi surpresa. Desde os governos anteriores do PT, do inesquecível top-top Garcia, o Brasil já tinha o apelido de “anão diplomático”. Neste momento, sob a orientação de Celso Amorim. por causa da sua hostilidade mal disfarçada contra Israel, a diplomacia brasileira só ficou menor, com a dimensão de uma bactéria.

Ambos, Garcia e Amorim, com devaneios de tentar tornar o Brasil uma liderança para o Terceiro Mundo, o “Sul Global” e outras miragens, com a pretensão juvenil de estar sempre contra os Estados Unidos e as democracias bem-sucedidas no mundo. Não conseguiu, até hoje, liderar nem a Guiné Equatorial.

Agora, depois do massacre dos milhares de civis israelenses nos ataques terroristas do Hamas, e fiel à ideia fixa e impossível de ter uma posição “neutra” no conflito, baixou mais um degrau na sua estatura diplomática.

O Itamaraty deixou de ser um órgão de Estado, encarregado legalmente de representar o país e defender os seus interesses fora das fronteiras nacionais. Deixou, também, de ser uma organização técnica, profissional e com uma longa reputação de competência diplomática. Hoje, no governo Lula, é uma facção política que promove os interesses ideológicos individuais dos grupos de esquerda mais radicais que controlam a máquina pública. Não é mais uma instituição nacional. Foi transformada em partido – deixou de servir o Brasil e passou a servir “causas”.