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26 outubro 2022

RADIOLÃO - A RESPONSABILIDADE OBJETIVA É DO TSE

A corda sempre arrebenta para o lado mais fraco!!! A culpa é do funcionário? Cortina de fumaça para afastar os verdadeiros responsáveis??

Em meio à denúncia da campanha de Jair Bolsonaro sobre ter sido prejudicado em inserções nas rádios, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu exonerar o servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência. 

Machado exercia a função de Coordenador do Pool de Emissoras, sendo o responsável pelo recebimento dos arquivos com as peças publicitárias e sua disponibilização no sistema eletrônico do TSE, para que sejam baixadas pelas emissoras de rádio e TV. 

Na noite de ontem, a campanha bolsonarista entregou ao TSE petição em que detalha os documentos usados para sustentar a denúncia de que rádios, especialmente no Nordeste, deixaram de veicular mais de 150 mil inserções de propaganda eleitoral do presidente.

Os advogados anexaram o relatório de auditoria de mídia realizada pela empresa Audiency Brasil Tecnologia Ltda. Também fizeram um recorte amostral de oito rádios de municípios da Bahia e de Pernambuco, que deixaram de veicular 730 inserções da campanha de Bolsonaro — beneficiando indiretamente Lula.

Por enquanto, muito fraca a resposta do TSE. Não basta demitir o operador, pato pequeno. Algo tem que ser feito para restaurar o equilíbrio do pleito. A RESPONSABILIDADE OBJETIVA É DO TSE, cujo presidente tem que assumir.







22 outubro 2022

BOLSONARO RECOMENDOU E EU ENCONTREI ...

Durante a entrevista concedida ao SBT, nesta última sexta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro foi questionado sobre o funcionamento da Comissão da Verdade em seu governo e as revisões que foram efetuadas em vários processos, o que gerou cancelamento de algumas concessões que não preenchiam os requisitos exigidos na legislação e outros que foram sumariamente rejeitados pelos mesmo motivos. O presidente sugeriu aos seus entrevistadores e todos os ouvintes que "googasse" PNDH3 (Programa Nacional de Direitos Humanos, versão 3), que então obteriam bastante informações sobre o Programa.

Seguindo sua sugestão, numa rápida "googada", encontrei citações sobre controvérsias e pontos polêmicos do PNDH3, incluindo pronunciamentos, sobre o assunto, do então deputado Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Confira.

                                                      *  *  *

O PNDH3 foi instituído por Lula - através de decreto - em dezembro de 2009 - e nele se previa, entre outros pontos polêmicos, a legalização do aborto, a proibição de símbolos religiosos em locais públicos, a censura da imprensa e a necessidade de ouvir invasores de terras no cumprimento de decisões judiciais sobre conflitos agrários, como a reintegração de posse (o que poderia estimular invasões de terras).

Outro ponto polêmico foi sobre a Comissão da Verdade, prevista no Plano com o objetivo de apurar torturas e desaparecimentos durante a ditadura (1964-1985). Na época, a opinião do senador Arthur Virgílio (PSDB AM), foi a de que o texto do Plano era inconstitucional: "O texto colide com princípios constitucionais essenciais como a da livre iniciativa privada, o direito de propriedade e a liberdade dos meios de comunicação, contendo diretrizes político-ideológicas parciais e totalitárias que restringem os direitos e garantias individuais e fragilizam as instituições democráticas, instrumentos primordiais na manutenção do Estado de direito".

O PNDH3 sofreu enormes críticas da sociedade, forçando o governo a alterá-lo, o que ocorreu em 12 de maio de 2010. quando Lula afinal recuou e assinou decreto que alterou nove pontos do plano e atendeu as reivindicações de militares, religiosos,  ruralistas e as mudanças defendidas pelos meios de comunicação.

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Por problemas técnicos o pronunciamento do então deputado Jair Bolsonaro, na Câmara dos Deputados, está dividido em três partes.

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Por fim a opinião do cineasta, roteirista, diretor de cinema e TV, produtor cinematográfico, dramaturgo, crítico, jornalista e escritor brasileiro, Arnaldo Jabor.




21 outubro 2022

A RACHADINHA, OPS, A RACHADONA DO PT

O Mais Médicos, programa implantado no governo Dilma, ainda que tenha trazido suposto reforço às equipes de saúde, não resultou em melhoria da atenção primária à saúde.

Ora, a decisão do governo petista de trazer médicos cubanos ao Brasil, o programa Mais Médicos, foi uma das mais notáveis manobras do Foro de São Paulo para financiar a industria de "missões humanitárias" de Havana. 

Segundo dados levantados pelo jornalista Graça Salgueiro, mais de 20 países recebiam serviços médicos de Cuba. Os países-clientes pagavam pelo serviço ao governo cubano, que repassava apenas uma pequena parte do dinheiro aos médicos. 

Esses trabalhavam sob um regime análogo à escravidão. Raul Castro arrecadava nada menos que US$ 6 bilhões anuais com o envio de médicos ao exterior e o respectivo financiamento de uma ditadura comunista.

A qualidade dos médicos cubanos trazidos ao Brasil não podia sequer ser questionada, sob risco de o questionador ser acusado de preconceito. Mas os médicos brasileiros são quase unânimes em dizer que os colegas cubanos, se submetidos a provas de revalidação de diploma, não seriam aprovados para exercer a Medicina aqui.

A vinda de médicos cubanos para o Brasil não passou de mais uma estratégia petista para enviar dinheiro dos cofres públicos brasileiros para sustentar a ditadura cubana.

Muitos esquecem, envoltos em narrativas de campanha eleitoral, mas foi o próprio governo do ditador Miguel Díaz-Cañel que rompeu o contrato com o Brasil quando Haddad perdeu a eleição para Bolsonoro em 2018. Seria medo de que fossem descobertos mais detalhes do escoamento fácil de verbas públicas brasileiras para Cuba?

Nesta entrevista, o médico Diogo Sampaio, presidente da Sociedade Matogrossense de Anestesiologia, vice-presidente da Associação Médica Brasileira (AMB) na gestão passada, alerta para os riscos da volta dos mesmos projetos do PT para a área de saúde, conforme já foi dito em entrevistas pelo candidato Lula.



18 outubro 2022

PLANO DE GOVERNO E AMIGOS DO PEITO

Segundo informações hoje divulgadas, o ex-presidiário Lula não comparecerá ao debate do SBT previsto para a próxima sexta-feira (21). Certamente em decorrência do massacre que levou durante o debate da Band e não querer mais ouvir e ter que repetir que não tem um programa de governo nem comentar sobre o seu amigo Daniel Ortega, ditador da Noruega e outros similares.

Entretanto, uma das possíveis razões para isto, é que ambos (programa de governo e Ortega) estão presentes no âmbito do Foro de São Paulo, conforme descrito a seguir.

O Foro de São Paulo é uma organização que reúne de maneira promíscua partidos políticos, organizações terroristas e grupos narcotraficantes. Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, os seus integrantes prometiam/prometem reconquistar a América Latina o que se havia perdido no Leste Europeu. Seu objetivo era/é traçar estratégia comuns e lançar "novos esforços de intercambio e de unidade de ação como alicerces de uma América Latina livre, justa e soberana". A unidade estratégica dessas organizações visava/visa tomar o poder em todo o continente, criando uma frente de governos socialistas.

Em cada um dos seus encontros, o Foro aprova um Plan de Acción comum para todas as organizações-membros, que coordena a estratégia ampla de atuação no continente, cujas táticas se adaptam periodicamente a cada conjuntura específica.

Nos países em que o Foro de São Paulo já governa, a Nicarágua do ditador Daniel Ortega por exemplo, aplica a mesma agenda de aparelhamento do Estado:

  • infiltração no judiciário
  • limitação de liberdades civis
  • relaxamento no combate ao narcotráfico
  • perseguição da oposição e da imprensa livre

No Brasil, o leitor rapidamente identificará o governo e seu respectivo partido que seguiram, ao pé da letra, essas orientações, com efeitos duradouros como ainda acontece em nosso País.

Para ajudá-lo nessa identificação, relembramos a seguir alguns exemplos da política brasileira quando o PT estava no governo:

  • Em 2005, o representante das FARC no Brasil, Olivério Medina, foi preso numa ação conjunta entre a Polícia Federal e a Interpol. Medina era procurado na Colômbia por diversos crimes - homicídio, sequestro e contrabando de armas - e o governo colombiano pediu sua extradição. Lula não apenas negou o pedido como concedeu ao terrorista status de refugiado político. Logo depois, a esposa de Medina, Angela Maria Slongo, foi ocupar um cargo de confiança no Ministério da Pesca, a pedido de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.

  • Em maio de 2006, Evo Morales estatizou duas refinarias da Petrobras na Bolivia, depois de ocupadas e tomas pelo exército boliviano. O Brasil respondeu ao coraleiro com um afago e, dois anos depois, Lula anunciava um empréstimo de US$ 332 milhões a Morales para a construção de uma rodovia.

  • Em 2011, Dilma Rousseff anunciou mudanças no Tratado de Itaipu, atendendo um pedido de Fernando Lugo, então presidente do Paraguai e membro do Foro de São Paulo. A senadora Gleisi Hoffmann era a relatora da matéria no Senado e defendeu a aprovação das alterações, que fizeram triplicar a taxa anual paga pelo Brasil ao Paraguai pela energia não usada da usina de Itaipú, saltando de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões, irrigando assim com dinheiro brasileiro o caixa de um membro do Foro.

  • A decisão do governo petista de trazer médicos cubanos ao Brasil, o programa Mais Médicos, foi uma das mais notáveis manobras do Foro de São Paulo para financiar a industria de "missões humanitárias" de Havana. Segundo dados levantados pelo jornalista Graça Salgueiro, mais de 20 países recebiam serviços médicos de Cuba. Os países-clientes pagavam pelo serviço ao governo cubano, que repassava apenas uma pequena parte do dinheiro aos médicos. Estes trabalhavam sob um regime análogo à escravidão. Raul Castro arrecadava nada menos que US$ 6 bilhões anuais com o envio de médicos ao exterior e o respectivo financiamento de uma ditadura comunista.

Mas esses são apenas alguns exemplos daqueles relatados por Olavo de Carvalho, em seu livro "O Foro de São Paulo".





16 outubro 2022

DEBATE PRESIDENCIAL NA BANDEIRANTES. "JÁ ACABOU, JAIR?"

Durante o debate presidencial ocorrido agora há na TV Bandeirantes, se pode constatar a distância entre os dois candidatos, que foi considerável sob qualquer ângulo que se queira observar. Felizmente o brasileiro tem uma boa opção para governar o País pelos próximos quatro anos.

Aliás, um candidato, o ex-presidiário nem lá deveria estar disputando as eleições. Só o está porque o STF anulou as quatro ações penais contra Lula, inclusive sua condenação pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, sem qualquer razão séria; alegou erro de endereço no processo. Portanto, Lula é um candidato sem a absolvição de nenhum de seus crimes. 

O STF, em mais uma de suas trapaças, privou o brasileiro de ter mais um candidato de estatura qualitativa superior e de idoneidade indubitável disputando as eleições.

Sobre o debate propriamente dito, o cartunista Zappa o retratou muito bem. Foi um massacre proferido pelo Bolsonaro sobre o Lula.

Será assim também no próximo dia 30 de outubro.

A seguir, alguns dos temas abordados durante o debate.

Educação

Lula se fixou na criação de escolas superiores ao longo de seu governo. Nada falou sobre o ensino fundamental e médio nem na qualidade do ensino em todos os níveis. Bolsonaro dedicou suas palavras sobre esse dois níveis e citou um dos problemas de extrema seriedade deixado pela administração petista: os programas que promovem a erotização precoce e obscena das crianças e o proselitismo do bissexualismo nas escolas. Destacou também, que os estudantes, “por causa da metodologia Paulo Freire”, saíram analfabetos dos cursos. Chamou a atenção de que deu 33% de aumento para os professores, e que implantou um método de alfabetização, reduzindo o tempo de aprendizado de três anos para seis meses. Aproveitou ainda para criticar o oponente por ter dado crédito – e endividado os estudantes. Tanto que teve que perdoar as dívidas de mais de 90% dos inadimplentes.

Transposição do Rio São Francisco 

Lula mentiu descaradamente sobre as obras executadas em seu governo. Falou que deixou 88% das obras concluídas. Mas mentir é o que Lula mais gosta de fazer. Esqueceu completamente o que disse Dilma Rousseff ao Jornal da Globo, em 2014: "Essa obra não está concluída, não tem nem mesmo um projeto prévio de engenharia. Nós, quando recebemos o governo, não tínhamos o projeto".

Amazônia

Lula tentou colocar no colo do Bolsonaro uma grande quantidade de desmatamento da Amazônia. E não foi feliz, pois Bolsonaro mostrou que no governo petista o desmatamento foi o dobro. E como o ex-presidente gosta de pedir provas dos números apresentados, o presidente tomou a iniciativa de incentivar os telespectadores a fazer busca no Google para confirmar o que estava dizendo. 

Corrupção

Bolsonaro apresentou números e nomes envolvidos com o petrolão e para os empréstimos do BNDES os nomes do países beneficiados, especialmente Venezuela, Cuba e países da África. Lula limitou-se a dizer que os condenados confessaram a corrupção e devolveram o dinheiro roubado e que ele nada teve com isso, para risada até do tradutor de libras.

Relacionamento com o Congresso

A uma pergunta direta e objetiva do jornalista Josias de Souza que queria saber como os candidatos pretendiam se relacionar com o Congresso. Se fariam como foi feito no Mensalão, ou, como agora, com o Orçamento Secreto. Bolsonaro respondeu rapidamente que o orçamento foi aprovado pelo Congresso. Afirmou que havia vetado, mas o veto foi derrubado. Lula, por sua vez, fugiu da questão. 

Harmonia entre os poderes

Lula reafirmou seu desejo de propor uma nova constituição. Lembro que foi por esse caminho que a Venezuela chegou ao estágio em que se encontra. Anteriormente Cuba fez o mesmo e mais recentemente o Chile. Este não obteve êxito e proposta da nova constituição elaborada pela esquerda, em plebiscito, foi arquivada.

Fakenews

De forma exemplar, por escrito, Bolsonaro apresentou a última fakenews divulgada neste fim de semana pela presidente do PT, Gleisi Hoffman e que foi removida pelas redes sociais por determinação da justiça.

Nicarágua

Lula disse para todo o Brasil que sente muito orgulho da Frente Sandinista de Libertação Nacional, partido socialista que persegue e aprisiona cristãos na Nicarágua, liderado pelo Daniel Ortega. Será que Lula quer replicar no Brasil o modelo de encarceramento de padres e pastores adotado na Nicarágua?

Na penúltima parte do debate, Bolsonaro pôs Lula em uma armadilha. Cutucou o opositor com alguns ataques rápidos e pontuais, obrigando-o a falar prolongadamente sobre assuntos irrelevantes, até esgotar o tempo. 

Dessa forma, conseguiu preciosos sete minutos para fazer, sozinho, um verdadeiro comício político para cerca de três milhões de telespectadores simultâneos. Tudo o que um candidato poderia sonhar em uma campanha. Uma ótima estratégia. 

Last but not least, Lula foi o que sempre foi em debates e nunca irá se corrigir. Se o confronto serviu para conquistar votos, Bolsonaro foi quem levou vantagem e foi o seu vencedor.

15 outubro 2022

ESTAMOS A UMA SEMANA PARA SALVAR O BRASIL!

Daqui a semana o povo brasileiro, de forma pacífica, poderá superar a maior trapaça ocorrida em nosso País. Refiro-me ao dia 30 de outubro, dia da realização do segundo turno das eleições 2022. Essa trapaça está representada pelo candidato do PT.


Estamos diante disso porque o STF anulou as quatro ações penais contra Lula, inclusive sua condenação pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, sem qualquer razão séria; alegou erro de endereço no processo, coisa que ninguém notou durante cinco anos e ao longo de três instâncias. Permitiu, com essa trapaça, que Lula fosse candidato nas atuais eleições sem a absolvição de nenhuma de suas culpas. 

Daí por diante, a relação das violações diretas da lei por parte de ministros do STF é pública e indiscutível. Já superam centenas o número de profissionais de formação jurídica, alguns deles catedráticos, que apontam o catastrófico momento atual da Corte Suprema e seus anexos na proliferação de decisões ilegais, como por exemplo: 

  • Eliminar de forma sistemática o direito de livre expressão dos brasileiros, não adeptos do ex-presidiário, nas redes sociais;
  • Bloquear contas bancárias, violar o sigilo de comunicações e “desmonetizar” comunicadores de “direita”;
  • Censurar a imprensa, em desrespeito direto à Constituição Federal;

  • Crime de conclusão, como apontou Ana Paula Henkel em seu último artigo "Lobos em pele de cordeiros", cujo respectivo trecho copio abaixo.

"Nas canetadas vermelhas do tribunal-jaboticaba, trechos da história de nossa política que são mostrados em documentários da Brasil Paralelo terão de ser excluídos. Segundo a corte, eles são verdadeiros, mas — PASMEM! — podem levar o telespectador a conclusões falsas! Não bastou o novo “crime de opinião”, criado recentemente por esses monstros jurídicos. Agora temos o “crime de conclusão”! Você vai ver fatos reais, ler notícias verdadeiras — mas não pode tirar suas próprias conclusões, apenas aquelas que os deuses do olimpo eleitoral permitirem!"

  • Enviar a polícia à residência de apoiadores do presidente da República que mantinham um grupo particular de conversas no WhatsApp, suspeitando que estivessem armando um golpe de Estado porque leu isso em um jornal; 
  • Mantém em prisão domiciliar um aliado político do presidente, sem culpa formada e sem data para julgamento.

  • ... a lista é quase interminável. E tal atitude teve início logo após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018. Entre 14 de março de 2019 e 16 de agosto de 2021, foram 124 manifestações hostis ao presidente. Uma a cada sete dias. Confira-as aqui.

ESTAMOS A UMA SEMANA PARA SALVAR O BRASIL.  A DECISÃO É SUA !

DIA DO PROFESSOR

Os meus cumprimentos a todos os que abraçaram essa profissão, responsável pela atividade humana mais importante de uma nação. A educação.

Lamentavelmente, uma parte considerável dos que dela participam, a tem usado para doutrinação ideológica que está, ostensiva ou subliminarmente presente, em todas as atividades educacionais públicas no país, especialmente nos últimos quarenta anos. Com ela a deterioração do ensino fundamental, incluindo a desonestidade dos governantes de plantão, que falseavam seus resultados para aparecer bem em estatísticas internacionais, em particular o IDH.

 

Um problema da mais extrema seriedade que também reside no ensino fundamental, está por trás de programas que promovem a erotização precoce e obscena de nossas crianças e o proselitismo do bissexualismo nas escolas. Sugiro enfaticamente que o leitor, independentemente de orientação religiosa, tome conhecimento disso através deste site


O fruto desse processo é um jovem com um diploma de ensino fundamental nas mãos, mas com dificuldades de raciocínio para resolver a mais elementar das operações aritméticas e sem quase nada entender daquilo que, a duras penas, consegue ler gaguejando. 


A falta de atitudes proativas durante os governos passados, malgrado os discursos recorrentes em contrário, perenizou nossas revoltantes condições de analfabetismo e sub-alfabetização. E, na outra ponta, conduz à deterioração paulatina e contínua da qualidade de nosso ensino universitário. Isso é uma vergonha para nosso país e um adeus a nossas possibilidades de verdadeiro desenvolvimento.


A necessária e urgente reversão do estágio atual da educação brasileira


Não é uma missão fácil reverter o quadro atual da educação brasileira. É uma tarefa que requer longa duração, obrigatoriamente perene, envolvendo gerações. Ainda mais quando hoje se formam professores para os próximos trinta anos, qualitativamente piores do que aqueles que foram graduados há mais de três décadas, disse-nos, às lágrimas, uma professora da faculdade de educação de uma universidade pública.


Portanto, o foco dessa revolução deve se concentrar na boa formação profissional do futuro professor, proporcionando-lhe o devido e permanente reconhecimento, como fez a Coréia do Sul na virada dos anos 50 para os 60.


Nesse sentido, um passo importante foi dado no início deste ano. Um aumento histórico de 33,24% no salário para os professores da educação básica. Adicionalmente, a criação do Programa de Escolas Cívico-Militares, ajudando escolas em situação de vulnerabilidade social e facilitando a atuação de professores e, obviamente, a expansão do programa de formação de professores conduzido pela CAPES. É um bom começo.

14 outubro 2022

TUDO POR UM BRASIL PIOR

É fundamental para Lula, e para essa gente toda, que a população brasileira permaneça enterrada na ignorância em que está — quanto mais ignorante, melhor para eles

J. R. Guzzo

14 OUT 2022 - 10:44

É a mesma farsa, em dois atos executados ao mesmo tempo e com dose dupla de veneno. Num ato, o Supremo, o ex-presidente Lula e a paçoca que hoje mistura classes intelectuais, empresários de esquerda e ladrões do erário público gritam que “a democracia está ameaçada” — e, por conta disso, passam a usar a máquina judiciária do Estado para impor ao Brasil, dia após dia, uma ditadura pretensiosa, “progressista” e metida à besta; finge que é iluminada, mas é apenas uma ditadura a mais. Em outro ato, prometem mudanças prodigiosas para a “sociedade”, quando a última das coisas que querem é mudar alguma coisa — sua luta de vida ou morte, ao contrário, é deixar tudo como está. Os dois movimentos se juntam. A ditadura está sendo construída em público, já há quatro anos, pela associação do STF com a elite mais subdesenvolvida do Brasil. Não se trata de ponto de vista, mas sim da mera observação das decisões tomadas pela “suprema corte” para sabotar o governo, perseguir os seus aliados políticos e interferir grosseiramente no processo eleitoral em favor de Lula. O congelamento do país em tudo o que significa atraso, produção continuada de miséria e privatização do Estado em favor de interesses particulares é o único projeto real que a esquerda tem para o Brasil, caso seja declarada pelo TSE como vencedora das eleições de 2022.

A ditadura está sendo imposta pelo STF com polícia, censura à imprensa e gente trancada na cadeia como preso político; pode ter tortura a qualquer momento, pois se o ministro Alexandre Moraes, por exemplo, mandar a PF abrir a sua caixa de ferramentas nos interrogatórios de pessoas suspeitas de praticar “atos antidemocráticos”, ninguém, absolutamente ninguém, vai dizer que não pode. Ele toma decisões puramente ilegais há quatro anos e ninguém diz nada; não existe nenhum motivo para não continuar fazendo o que faz hoje. Moraes já prendeu um deputado federal durante nove meses. Mantém aberto um inquérito criminal perpétuo contra os inimigos políticos da esquerda, algo que é rigorosamente proibido por lei. A cada vez que vencem os prazos da sua investigação ilegal, sem que se tenha descoberto nada contra as vítimas, ele prorroga esses prazos e mantém ativa a perseguição. Acaba de censurar de novo a imprensa, com a brutalidade de sempre: a Gazeta do Povo, mais uma vez, e a produtora Brasil Paralelo, agora por publicarem notícias verdadeiras, mas que Lula não quer que sejam publicadas. Ele já fez de tudo. Não há nenhum sinal de que vá parar. Uma autoridade que usa o seu cargo para desrespeitar de forma permanente a Constituição, e não está sob controle de nada e de ninguém, é coisa que só existe em ditadura. Ou alguém sabe de alguma democracia genuína, em qualquer lugar do planeta, onde haja um Alexandre Moraes e um STF como esse aí?

A relação das violações diretas da lei por parte do ministro e dos seus colegas é pública e indiscutível. O STF anulou as quatro ações penais contra Lula, inclusive sua condenação pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, sem qualquer razão séria; alegou erro de endereço no processo, coisa que ninguém notou durante cinco anos e ao longo de três instâncias. Permitiu, com essa trapaça, que Lula fosse candidato nas atuais eleições sem a absolvição de nenhuma de suas culpas. Elimina de forma sistemática o direito de livre expressão nas redes sociais. Bloqueia contas bancárias, viola o sigilo de comunicações e “desmonetiza” comunicadores de “direita”. Censura a imprensa, em desrespeito direto à Constituição Federal. Solta a polícia em cima de apoiadores do presidente da República que mantinham um grupo particular de conversas no WhatsApp; suspeita que estejam armando um golpe de Estado porque leu isso no jornal. Mantém em prisão domiciliar um aliado político do presidente, sem culpa formada e sem data para julgamento. Há mais coisa, ainda — mas será que é preciso continuar falando? Isso tudo está sendo feito, segundo o STF, para “defender a democracia”. Violam a lei, suprimem diretos individuais e liquidam as liberdades públicas, mas dizem que fazem essas coisas para salvar o Brasil do “autoritarismo”. Recebem o apoio excitado de quase toda a mídia, dos advogados de políticos corruptos e de toda essa gente civilizada que assinou a “Carta às Brasileiras e Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito”. É um fenômeno nunca antes visto no Brasil ou no mundo: uma carta em favor da democracia que é um manifesto em favor da ditadura.

Este Brasil do atraso, da esmola e da escassez não existe por acaso. Existe porque atende os interesses da pasta geral formada em torno de Lula

Tão hipócrita quanto a ditadura em condomínio do STF e do PT é o conto do vigário segundo o qual Lula tem de voltar à presidência da República para solucionar “os problemas sociais do Brasil” — depois de ter passado quase catorze anos no governo sem resolver problema nenhum, social ou de qualquer outro tipo, e deixado como única obra verdadeira o período de corrupção mais espetacular dos 522 anos de história do Brasil, além da pior recessão econômica que este país já viu. Lula veio, 40 anos atrás, para deixar tudo igual na política e na sociedade brasileiras; continua hoje, às vésperas de mais uma eleição para presidente, igualzinho ao que sempre foi. Ele finge, desde então, que está ajudando “os pobres” — ultimamente enfiou nesse mesmo saco as “mulheres”, os “negros”, os “gays”, os “índios”, o Complexo do Alemão e tudo que acha capaz de lhe render algum proveito. No mundo das realidades, este é o melhor jeito de deixar os pobres exatamente como estão, com uns trocados aqui e ali por conta das “políticas sociais”. É o ideal, ao mesmo tempo, para manter intactos os privilégios dos parasitas que querem continuar vivendo do “Estado”. São as castas mais altas do funcionalismo público, a começar pelo Poder Judiciário, os empresários que grudam no aparelho estatal e a companheirada do PT. Este é, basicamente, o mundo de Lula — o mundo que se opõe ao trabalho, à ascensão social através do esforço individual e ao progresso do Brasil pela combinação de mérito pessoal, talento e aquisição de conhecimento. É o mundo que não quer mudança. Quer “políticas sociais” — a maneira mais eficaz que se encontrou até hoje para santificar o “gasto público”, essa queima de dinheiro que é feita em nome dos “pobres” e funciona como o maior concentrador de renda do Brasil, ao acabar sempre no bucho dos amigos, e dos amigos dos amigos.

Este Brasil do atraso, da esmola e da escassez não existe por acaso. Existe porque atende os interesses da pasta geral formada em torno de Lula. Sabe-se perfeitamente bem quem compõe essa mistura grossa. São os empreiteiros de obras públicas, os banqueiros e os senadores do Norte-Nordeste que se elegem com meia dúzia de votos, enquanto em São Paulo só se chega ao Senado com o voto de mais de 10 milhões de eleitores. São os chefes políticos que fazem de tudo para manter o Nordeste debaixo de sua sola — a começar pelos novos coronéis do PT e da “esquerda”, que usam a sua influência na máquina estatal e o dinheiro público de aberrações como o “Fundo Partidário-Eleitoral” para comprar mandatos e posições de mando. São os advogados criminalistas que ganham milhões defendendo corruptos. São os juízes, procuradores, ouvidores, auditores, corregedores, desembargadores etc. que vira e mexe são flagrados ganhando salários mensais de R$ 100.000, ou mais, e sempre têm uma licença legal para fazer isso. São os empresários do tipo Eike Batista — ou da empresa que vendia sondas à Petrobras, recebeu em moeda corrente e foi à falência sem entregar sonda nenhuma. São os sindicalistas que querem extorquir dos trabalhadores, outra vez, o imposto sindical. São os professores, funcionários e alunos de universidades federais de “ciências humanas” onde todo mundo é pago para ficar em greve, não aprender nada de útil para a sociedade e pichar muros escrevendo “Fora Bolsonaro”. São os donos das faculdades particulares — para cujos bolsos vão as bolsas dos estudantes pobres, pagas com dinheiro público. São todos os ladrões, a começar pelos da Lava Jato — que delataram a si próprios, devolveram bilhões em dinheiro roubado e confessaram livremente a sua culpa.

É fundamental para Lula, e para essa gente toda, que a população brasileira permaneça enterrada na ignorância em que está — quanto mais ignorante, melhor para eles. É exatamente por isso que Lula e o PT falam tanto em “investir na educação”. De fato, querem socar aí o máximo que puderem arrancar do pagador de impostos. Mas não é para ensinar nada a ninguém — é apenas para engordar o aparelho da educação, lotar as salas de aula com professores que são militantes políticos e garantir com eles, justamente ao contrário do que dizem, que não haja nenhum risco de alguém aprender alguma coisa no sistema de ensino público. Escola que fala de Che Guevara não ensina a fazer conta — um método 100% seguro para impedir que as pessoas adquiram qualquer conhecimento útil na sala de aula. Isso seria uma calamidade. Faria os jovens ganharem condições de melhorar de vida por conta própria, por saberem fazer algo, e não por receberem uma miséria qualquer dos “programas sociais”. Nem Lula e nem a esquerda podem admitir nada parecido, é claro: precisam manter o maior número possível de brasileiros na dependência eterna do Estado.

Lula não está minimamente interessado em dar terra a ninguém. O que quer é acampamento de “sem-terra”, onde quem vai mandar é o MST

É a mesma coisa com o processamento que fazem dos pobres. Lula e a esquerda querem exatamente o contrário do que anunciam: sua meta estratégica, acima de todas, é manter e se possível aumentar o número de pobres — é daí que vem a maioria dos votos que os mantém vivos. Quanto menos pobres houver no Brasil, menor será a sua força política. Ficou provado, mais uma vez, pelos números da eleição. Lula perdeu no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás — e, no Estado de Minas Gerais, em Belo Horizonte, Triângulo Mineiro e Sul de Minas. Ou seja: perdeu, sem nenhuma exceção, no Brasil onde há mais progresso, mais iniciativa privada e melhor distribuição de renda. Ganhou onde há mais atraso, mais “Estado”, mais miseráveis e mais miséria. Por que diabo, então, ele iria querer diminuir o número de pobres? Para perder eleição? Da mesma forma, Lula quer o exato oposto do que prega quando fala de “distribuição de terra”. Vive ameaçando fazer uma “revolução no campo”, com o “exército do MST” — a quem, aliás, promete dar cargos “importantes” no seu governo. Mas não quer dar terra para ninguém — tanto não quer que ficou abertamente contra a distribuição de mais de 400.000 títulos de propriedade rural feita ao longo do governo Bolsonaro. Não há nenhum precedente na história — um defensor da reforma agrária que não admite a entrega de terras para o cidadão que quer trabalhar no campo. O que Lula quer é invasão de terra, destruição de propriedade privada e violência — coisas que não resolvem nada, mas garantem o controle do PT sobre os bandos de miseráveis que giram pelo interior do país. Ele não está minimamente interessado em dar terra a ninguém. O que quer é acampamento de “sem-terra”, onde quem vai mandar é o MST.


Entrou nesse embuste gigante, nos últimos tempos, um novo espécime biológico — o empresário socialista, ou com preocupações sociais, ou aflito com o futuro da democracia. É um farsante, mais um, mesmo quando se leva a sério e acredita que está fazendo o “bem”. O empresário de esquerda quer ter a sua consciência tranquila, ou menos pesada, e continuar ganhando dinheiro — e hoje ninguém oferece essa combinação melhor do que Lula. Ele apoia o PT, diz que está preocupado com a desigualdade e acha que Bolsonaro ameaça a democracia. Em troca ganha de Lula um certificado de boa conduta e se protege de qualquer alteração no seu patrimônio e no seu bem-estar. É um arranjo que atende perfeitamente os interesses dos dois lados. Lula pode dizer que a devoção dos milionários é uma garantia de que ele é um tipo “moderado”, que não vai fazer mal a ninguém. Do seu lado, os milionários garantem que o socialismo petista não vai mexer nos seus bolsos — não para valer. Funciona, também, como uma espécie de calmante contra a ansiedade social. Os empresários de esquerda dizem a si próprios que o seu apoio a Lua vai fazer desaparecerem das esquinas, por onde passam em seus SUVs blindados, os mendigos com um cartaz de papelão pedindo ajuda — uma coisa tão incômoda, não é mesmo? Culpa “do Bolsonaro”, é óbvio, mas com Lula todos eles vão viajar de avião etc. etc. etc. Ao mesmo tempo, esse milagre vai acontecer sem custo real nenhum para o seu bolso. Os pobres somem, e somem de graça — o que pode haver de melhor? O maior horror, para todos eles, é o povo brasileiro, que polui a sua paisagem, ou pede esmola na rua, ou vai ao culto evangélico, ou não tem gosto”, ou vota em gente de “direita”, e mais do mesmo. É onde veio dar o Brasil “progressista”. Seus donos querem mandar para sempre. É o que está realmente em jogo neste segundo turno das eleições de 2022.


09 outubro 2022

O BRASIL SOB O CONTROLE DE UMA DITADURA

A partir da eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, aqueles que não aceitaram a sua vitória se uniram para derrubar o seu governo e/ou não deixá-lo governar. Essa situação se tornou mais crítica com o envolvimento direto e explícito de membros dos poderes constituídos, especialmente do STF. Sim, ele mesmo, o guardião constitucional.

“Lula, o STF e quem mais está do seu lado se convenceram, da maneira mais conveniente para eles todos, que para salvar a democracia é preciso destruir a democracia todos os dias”, escreveu J. R. Guzzo, em seu artigo na Revista Oeste (133), deste final de semana, "Ditadura em construção", explicitando que "O último surto de violência do STF-TSE foi rasgar da forma mais primitiva que se possa imaginar a Constituição: censuraram, sem o mínimo apoio em qualquer tipo de lei, o diário Gazeta do Povo".

[... ] "O Brasil caminha para o segundo turno das eleições, aquele que vai decidir quem será o presidente do país nos próximos quatro anos, sob o controle de uma ditadura. É algo inédito na história nacional — uma ditadura exercida não por um ditador com o apoio do Exército, mas pelo Supremo Tribunal Federal, o TSE, sua principal ferramenta nesta eleição, e os fungos que se espalham à sua volta nos palácios de paxá onde se hospedam os “tribunais superiores” de Brasília. O fato de não ter existido uma coisa dessas até agora, naturalmente, não muda em nada sua essência de tumor maligno; é ditadura nova, mas destrói a democracia como qualquer ditadura velha. STF e TSE fazem hoje o que bem entendem com o cidadão brasileiro, sem controle de ninguém — e isso inclui acima de tudo, neste momento, colocar Lula de novo na presidência da República. Está valendo qualquer coisa, aí. Os atuais proprietários da cúpula do Poder Judiciário decidiram que Lula tem de ser declarado vencedor da eleição do dia 30 de outubro, de qualquer jeito. É a única conclusão que aceitam para as atividades de militância política que têm exercido nos últimos anos. Os ministros e as forças que giram em volta deles, na verdade, vêm dando o seu golpe de estado desde 2018 — quando decidiram não aceitar a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais e passaram a destruir as leis para expulsar o seu inimigo da política brasileira. Chegaram, agora, ao momento decisivo do seu projeto."

[...] "A ditadura pode não estar completa, mas já tem o seu currículo de obras. Fazem censura, como no caso da Gazeta do Povo. Pressionam, exatamente pelos mesmos motivos, o programa Os Pingos nos Is, da Rádio Jovem Pan. Mandam a polícia às 6 horas da manhã invadir residências e escritórios de cidadãos cujo delito foi conversar entre si num grupo particular de WhatsApp. “Desmonetizam” quem apoia o governo nas redes sociais, ou fala mal do complexo Lula-PT. Prendem pessoas que não têm ninguém a quem recorrer — só ao próprio STF, o que transforma os seus direitos numa piada. Bloqueiam contas no banco para punir gente de “direita” — ser de “direita” passou, na prática do STF, a configurar infração penal. Prendeu durante nove meses um deputado federal em pleno exercício do mandato — por delito de opinião, o que é proibido de forma absoluta na lei, sem que ele tivesse cometido crime inafiançável e sem que fosse preso em flagrante na prática deste crime. Foi um triplo zero em matéria de legalidade. A ditadura do judiciário, a propósito, ignora até hoje o perdão legal que o deputado recebeu do presidente da República — proibiu a sua candidatura nessas eleições, é claro, e o impede de exercer os seus direitos de cidadão. Por que não poderia acontecer de novo, no minuto que Alexandre Moraes ou outro resolva? Ele tem a polícia debaixo das suas ordens diretas; num país em que as forças armadas têm armas, mas não têm autoridade para fazer nada, é mais do que suficiente para qualquer violência', escreveu J. R. Guzzo. 

Trecho do artigo da Gazeta do Povo, "Relacionamento entre
Lula e ditador da Nicarágua está bem documentado",
de 06/10/2022, após a censura.
Atendendo a pedido da Coligação Brasil da Esperança, que faz a campanha de Lula para o segundo turno, o juiz Paulo Sanseverino, do TSE, assinou decisão, em 04/10/2022, para censurar 29 tweets e um vídeo no Facebook. Parte do conteúdo censurado trata da relação entre Lula e Daniel Ortega, ditador da Nicarágua. Entre os alvos de censura estão apoiadores do presidente Bolsonaro, seu filho e coordenador de campanha Flávio Bolsonaro, e a Gazeta do Povo. Um tweet da conta oficial do jornal, contendo notícia da remoção do sinal da CNN em espanhol pelo regime, com destaque ao relacionamento Lula-Ortega, encontra-se suprimido em todo o Brasil.

O problema para o TSE foi o contexto. Sendo aquele mais um ato ditatorial do presidente Daniel Ortega, e sendo o ditador da Nicarágua aliado e amigo de Lula, o TSE achou que a notícia queimava o filme do ex-presidiário.

Branca Dias, Diretora de Redação da Revista Oeste, nos lembra que tais episódios evocam a advertência famosa do teólogo alemão Martin Niemöller: 

“Primeiro, os nazistas vieram buscar os comunistas, mas, como eu não era comunista, eu me calei. Depois, vieram buscar os judeus, mas, como eu não era judeu, eu não protestei. Então, vieram buscar os sindicalistas, mas, como eu não era sindicalista, eu me calei. Então, eles vieram buscar os católicos e, como eu era protestante, eu me calei. Então, quando vieram me buscar, já não restava ninguém para protestar”.

 
Fontes: Revista Oeste e Gazeta do Povo

08 outubro 2022

É NO PRÓXIMO DIA 30. REFLEXÃO, A DECISÃO É SUA

Se permitirmos que o PT volte ao poder, estaremos implodindo toda uma geração futura com valores e atitudes inaceitáveis para quem deseja um Brasil e uma vida digna, próspera e com liberdade

Estamos bem próximos do dia 30 de outubro. Dia da realização do segundo turno da eleição para a escolha do próximo presidente do Brasil, que o governará no período 2023-2026. É uma eleição bem diferente. Nela não se tratará apenas da escolha de nomes da preferência do eleitor para governar nosso país durante esse período.

Estaremos diante de uma escolha bem mais complexa, pois na  disputa estão candidatos com perfis bem diferentes, que representam modelos de governo também muito distintos. É, portanto, um marco decisório de para onde queremos ir como país nos próximos anos e décadas.

Somado a questão acima, um dos envolvidos na disputa nem nela deveria estar. Estamos diante de um candidato cleptocrata que foi condenado, por unanimidade, em três instâncias jurídicas, e apenas disputa a eleição graças a anulação de sua condenação por grotesco malabarismo judicial, e que, claramente, não foi absolvido de seus crimes.

Infelizmente, essa foi a opção que a Suprema Corte do país, em uma explícita sinalização de que estava deixando de cumprir a Constituição Federal, seu obrigatório dever constitucional, para nos impor o seu candidato. A isto, foi adicionado um ativismo judicial permanente e sem precedentes, destruindo a harmonia entre os três poderes da República.

“Como ex-juiz, não poderia jamais votar em alguém que foi presidente durante oito anos, deu as cartas durante seis anos no governo Dilma e que foi condenado em quatro processos por delito contra a administração pública“, disse o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, em entrevista a Claudio Dantas, na estreia do podcast CD Talks (assista à íntegra da entrevista), ao explicar por que votará em Jair Bolsonaro no segundo turno.

Durante a conversa, o ex-ministro destaca que Lula não foi absolvido pelo Supremo: “Os processos foram anulados, a partir, a meu ver, de uma visão equivocada: incompetência territorial”. Para Mello, “o Supremo resolveu ressuscitar politicamente o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

Pois bem, é esse descondenado que lidera, no Brasil, um modelo político, antigamente denominado de comunista e/ou socialista, hoje chamado de progressista (neomarxista), mas rezando pela mesma cartilha escrita por seus idealizadores no século passado, cuja expressão maior, à época, foi materializada pela implantação da União Soviética. Destruída essa União, lá no outro continente, decidiram refazê-la na América Latina (AL), pensaram os idealizadores do Foro de São Paulo, Lula e Fidel Castro, em 1990.

Contaram para isto com a participação (grana) de grupos narcoterroristas da AL, numa aliança criminosa com vistas à criação da chamada "Pátria Grande" socialista. Em 2019, o Foro de São Paulo deu origem a uma nova entidade, o Grupo de Puebla, composta basicamente pelos mesmo chefões da esquerda latino-americana.

De lá para cá caminharam bem. Desestabilizaram democracias e implementaram governos ditatoriais/comunistas/socialistas/progressistas em quase todos os países da AL, restando como seu maior desafio fazer o mesmo no Brasil.

Vejam quais são os países marcados em vermelho nesta imagem divulgada pelo PT no Instagram. A esperança para Lula é estar na mesma situação que Cuba, Nicarágua e Venezuela, países nos quais o povo passa fome, é massacrado pelo governo e não tem liberdade nem para usar a internet.

Para fazer frente ao Foro de São Paulo, a Fundação Disenso e o partido espanhol Vox criaram no ano passado, o Foro Madrid, que tem por principal objetivo "deter a expansão do comunismo nos países ibero-americanos. Com esse objetivo, foi produzido um filme para denunciar a aliança entre as narcoditaduras latino-americanas. Veja-o abaixo.


Sobre o outro candidato, o atual Presidente da República, seu discurso e sua prática, têm sido em favor de um regime democrático pleno, respeitando a harmonia entre os poderes da República, tendo como lema "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos - Deus, Pátria, Família e Liberdade".

Nesse contexto, o governo não perdoa corrupção, desenvolve uma nação livre, soberana, com liberdade e que incentiva seus cidadãos a progredirem, sem o nós contra eles, e que não aceita, como normal, o que é inaceitável moralmente.

Trata-se, portanto, de candidatos diametralmente opostos. De uma disputa complexa como dito inicialmente, sobre o que estaremos deixando como legado e o que vamos transmitir aos nossos filhos e netos.

Por isso, pense bem, avalie se caminhar para o que a esquerda - cleptocrata e comunista -  deseja implementar no nosso país é exatamente o futuro que você quer. E se a outra opção, a de dar continuidade ao atual governo que, claramente, em menos de quatro anos, entregou muito mais resultados do que os governos anteriores do PT, além de ter extinto a corrupção.

Se permitirmos que o PT volte ao poder, estaremos implodindo toda uma geração futura com valores e atitudes inaceitáveis para quem deseja um país e uma vida digna, próspera e com liberdade.

05 outubro 2022

ECONTRADAS INCONSISTÊNCIAS DE DADOS EM BOLETINS DE URNAS

Está circulando nas redes sociais notícias sobre a inconsistência de dados encontrados em Boletins de Urna. Fomos checar, no site do TSE, dois casos e encontramos os seguintes resultados que confirmaram as inconsistências.

O primeiro caso em Macapá/Amapá, na Seção 824 da Zona 02, encontramos a primeira tela que mostra uma descrição sumária da seção, com os seguintes dados:

Eleitores aptos: 125  Comparecimento: 116

Na última tela, já com os votos de cada candidato:

Eleitores aptos: 458  Comparecimento: 414

   
 

Em Cotia/SP

Na Seção 481 da Zona Eleitoral 227

Encontramos a primeira tela que mostra uma descrição sumária da seção, com os seguintes dados:

Eleitores aptos: 397  Comparecimento: 320

Na última tela, já com os votos de cada candidato:

Eleitores aptos: 398  Comparecimento: 321


  

Uberaba/MG

Aqui, neste link, você poderá ver um caso similar ao ocorrido em Macapá que também está circulando nas redes sociais. Não deixe de vê-lo.

                                               *   *   *

Bom, inconsistência de dados em boletins de urnas anula o atestado de segurança de nossas urnas eletrônicas? 

Com a palavra os especialistas e o responsável pelo processo/sistema eleitoral brasileiro.

A população brasileira quer uma resposta clara, objetiva, sincera e verdadeira.

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(06/10/2022 - 15:07) Primeira explicação para esses "dados inconsistentes"

A variação é decorrente do voto em trânsito. Segundo informações divulgadas aqui, o TSE registrou mais de 332 mil solicitações para o primeiro turno, e quase 315 mil referentes ao segundo turno das Eleições 2022.

Caso fosse divulgado um mapa completo sobre a votação em trânsito em todo o Brasil, para esclarecimento da população, talvez esses questionamentos não fossem levantados e, evidentemente, o principal beneficiado seria o próprio TSE.

Instrumentos de auditoria, por exemplo, poderiam comprovar a integridade das listas dos eleitores que votaram em trânsito, comparada com as listas das respectivas seções de origem, bem como, a comparação dos resultados dos votos dos eleitores que votaram em trânsito com os resultados dos votos dos eleitores que votaram na sua seção de origem.


Dessa forma, para comprovar a integridade dos resultados, seria necessária uma análise estatística com inteligência de dados, para comparar:


1. Em cada local de votação, os resultados dos votos dos eleitores locais com os resultados dos votos dos eleitores em trânsito.


2. Listas dos eleitores que votam em trânsito com listas dos eleitores que compareceram nas seções eleitorais originais.


SEGUNDO TURNO: DECLARAÇÕES DE APOIO EXPÕEM OS PERFIS DOS CANDIDATOS

    Neste primeiro dia após as eleições, os dois candidatos que disputam a presidência da República, receberam declarações de apoio de diversas lideranças, na caminhada para a disputa do segundo turno em 30 de outubro. Entre elas, foi notória a grande diferença qualitativa.

    Três dessas lideranças declararam seu apoio ao presidente Bolsonaro pessoalmente e publicamente. Foram eles: os governadores de Minas, Romeu Zema (Novo) , Rio, Carlos Castro (PL) e São Paulo Rodrigo Garcia (PSDB).  Em seus pronunciamentos a coragem e a determinação de continuarem trabalhando por um Brasil melhor e mais desenvolvido.

    Também se pronunciaram a favor de Bolsonaro, os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), do Mato Grosso, Mauro Mendes (UB), de Roraima, Antonio Denarium (PP), do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e do Acre, Gladson Cameli (PP).

   


    Já para o ex-presidiário Lula, as declarações de apoio vieram apenas de partidos da esquerda, PDT e Cidadania. Do PDT - desconfortavelmente - se pronunciou Ciro Gomes que evitou falar até o nome do ex-presidiário. Do Cidadania, Roberto Freire, o da longa história comunista brasileira.

    Ainda para o ex-presidiário, foram divulgadas manifestações de ditadores, cubano e nicaraguense, e de lideranças de governos de esquerda falidos, Argentina, Chile e Colômbia,  todos empenhados em miserabilizar toda a América Latina, a fim de entregá-la, desgraçada, para a sanha do grande Capital, oculto e pérfido, que pretende colocar as suas mãos imundas nas riquezas brasileiras, George Soros, amigão, financiador e parceiro de Lula, do PT e dos partidos de esquerda. Veja também o "Partido das Sombras" no Brasil.