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17 março 2024

Após quinze meses de irresponsabilidade com o País

Dois tópicos, dentre dezenas de outros, já são suficientes para se ter uma rápida fotografia do atual governo que acaba de completar apenas 15 meses de administração. Trata-se da transposição do rio São Francisco e da Petrobras dois assuntos muito caros aos brasileiros.

O Brasil, durante o período 2019-2022, apesar da pandemia Covid-19, ficou situado entre os países que melhor administraram seus governos nesse período. E no caso de nosso País, foram destacadas ações substantivas nas áreas diplomática, econômica, humana e social, rompendo com os paradigmas impostos pelos governos petistas, o maior dos quais a institucionalização da corrupção desenfreada, marca registrada do PT e partidos asseclas.

O governo Bolsonaro foi moldado em conceitos ilibados e determinação de trabalhar pela Nação e pelo seu povo, alcançando resultados que deixaram os brasileiros com a certeza de um futuro melhor.

Nesse contexto, com a execução de obras por todo o País, sobressaem-se aquelas nunca acabadas que só serviram para encher os bolsos da quadrilha de ladrões. Entre elas destaca-se a efetivação da transposição das águas do Rio São Francisco, interiorizando-o nos sertões nordestinos, facilitando sua produção agrícola, trazendo assim uma razoável melhora da qualidade de vida de sua população, que viveu, por décadas, enganada pela esquerda corrupta.

Infelizmente essa esquerda retornou ao poder através de um processo irregular que se iniciou quando se retirou da cadeia um condenado por unanimidade e o colocou na Presidência da República. O vídeo a seguir é suficiente para descrever a tristeza e o desânimo imposto aos cidadãos brasileiros.

O Globo
Sobre a Petrobras, as notícias dos últimos dias trouxeram ao conhecimento público a volta de acontecimentos lamentáveis ocorridos nas gestões anteriores dos petistas. São diversos exemplos, incluindo o retorno de empresas privadas brasileiras envolvidas no Petrolão, em contratos que somam aproximadamente mais de R$ 10 bilhões, para a construção do denominado  Trem 2, na refinaria Abreu e Lima em Pernambuco.

E não para por aí, pois o primeiro ano de gestão do ex-senador petista Jean Paul Prates à frente da Petrobras, confirmou as piores expectativas previamente anunciadas. Houve uma perda de R$ 55,3 bilhões em valor de mercado, queda de 33,8% no lucro, redução de 8,7% nas vendas e até mesmo redução de quase 10% no valor das ações da empresa. 

Por fim, para não se alongar, a imagem que mostra a redução de royalties e participações de petróleo: R$ 26,4 bi em 2023. Os repasses de royalties e das chamadas participações especiais referentes aos grandes campos produtores somaram R$ 91,6 bilhões. Trata-se de uma queda de 22% na comparação com 2022, quando foi atingido o recorde de R$ 117,9 bilhões. Ambas as receitas são pagas pelas petroleiras e distribuídas ao governo federal, aos Estados e aos municípios como forma de compensação pelas atividades.



Golpe do Estilingue

Em um dos parágrafos do artigo "De delírio em delírio", escrito por J. R. Guzzo, na Oeste deste final de semana, encontra-se o que ele passou a denominar "Golpe do Estilingue" como uma pista que pode ser útil para deduzir a que ponto está a obra geral de Alexandre de Moraes — a admissão, por parte dele próprio, de que manteve na prisão durante mais de 11 meses, pelo crime de “golpe de Estado”, um morador de rua de Brasília.

"Pense 30 segundos numa coisa destas: como é possível, em qualquer sistema minimamente racional de Justiça do planeta, acusar um sem- teto de “abolição violenta do Estado Democrático de Direito”? Nem nos tribunais de Idi Amin se tem notícia de algo parecido. É o fundo do poço, tanto para Moraes como para o STF, em matéria de humilhação. O que o mundo civilizado acharia se ficasse sabendo que o Brasil tem um magistrado e uma “suprema corte” que funcionam assim? Mas aí é que está o problema: o mais alto tribunal de Justiça da nação se condenou a operar num sistema movido por delírios contínuos e encadeados. Uma alucinação leva à outra."

"O delírio do “morador de rua golpista” é apenas o resultado direto e inevitável do delírio do “Golpe do Estilingue”, que vem do delírio dos “atos antidemocráticos”, que vem do delírio do tribunal que deu a si próprio a autorização de desrespeitar qualquer lei em vigor no Brasil — e assim sucessivamente, de delírio em delírio. Os militantes de esquerda, os intelectuais e as outras classes desligadas do sistema de produção vêm construindo há anos a ficção de que este laboratório do Dr. Frankenstein fabrica democracia. É óbvio que só consegue fabricar as aberrações em série que estão aí. Alexandre de Moraes não é apenas o causador disso, em companhia da maioria dos colegas de STF — em benefício de Lula e com a sua cumplicidade integral. É também o resultado. Chegou a um ponto, agora, em que só consegue agir da maneira como está agindo. Vai ter de engatar o erro de hoje num erro maior amanhã, e em outro maior ainda em seguida — até onde der.

 Nesta mesma edição da Oeste, Augusto Nunes e Cristyan Costa, dizem em seu artigo "A inocência assassinada", que a absolvição desse morador de rua foi o mais desmoralizante abuso judicial do STF. Leia alguns trechos desse artigo:

"O ministro Alexandre de Moraes foi invariavelmente o sujeito da frase que, com maldisfarçado entusiasmo, festejava a grande novidade: no peito de um carcereiro vocacional também bate um coração. Faltou espaço para informar já no título que o absolvido se chama Geraldo Filipe da Silva, que tem 27 anos e que era morador de rua quando Moraes o instalou na cadeia em que ficaria enjaulado por 11 meses."

[ ... ] "Na sessão virtual do Supremo Tribunal Federal em que tentou justificar seu voto, o condutor do inquérito que investiga um golpe de Estado de araque caprichou no juridiquês. Alegou que, no caso, há ausência de “elemento probatório” capaz de “comprovar seu elemento subjetivo do tipo dolo”. Se quisesse ser compreendido, constatou o jornalista J. R. Guzzo, Moraes poderia ter reduzido o falatório a uma única frase: “O homem não fez nada”.

[ ... ] "O parecer de Moraes, favorável à soltura de um brasileiro que não deveria ter sido preso sequer por um minuto, já foi endossado por mais cinco ministros, o que garante a soltura. Mas só depois de encerrada a votação poderá ser consumada a real libertação do réu. Até agora, apenas quatro dos mais de 1,3 mil presos do 8 de janeiro se livraram do cruel castigo adicional: alforriados pela morte, foram enterrados sem a marca do rancor. O pernambucano que há dois anos apareceu em Brasília será o primeiro a ver arrancada — em vida — a tornozeleira eletrônica. Mas aquele Geraldo Filipe da Silva não existe mais."

 

O dia em que Geraldo Filipe da Silva deixou a prisão,
em nov/2023 - Foto reprodução redes sociais - 

16 março 2024

A fraude da minuta de golpe se revela a cada fato

        A propósito do levantamento do sigilo dos depoimentos prestados à Policia Federal sobre a "minuta de golpe", Antonio Fernando Pinheiro Pedro,  jornalista e advogado publicou um artigo em seu Blog, sob o título "A fraude da minuta de golpe se revela a cada fato", no qual afirma que "quanto mais investigam, mais evidente se torna a postura legalista de Bolsonaro". E segue ... 

"As ações do governo esquerdista e seus apoiadores, estão reforçando a popularidade de Bolsonaro e evidenciando sua conduta legalista, para muito além da verborragia que caracterizava o líder. Uma dimensão muito maior que a demonstrada no exercício cotidiano do governo bolsonarista.

Esse fenômeno aumenta a legitimidade de Bolsonaro e da direita brasileira, na mesma proporção em que diminui e deslegitima as ações erraticas e progressivamente autoritárias do regime esquerdista hoje em vigor - pleno de escandalos de corrupção,  alinhado com posicionamentos antisemitas, narcoterroristas, bolivarianos, globalistas e identitários." ... e levado a cabo pelos atores do processo de bolivarianização que se pretende impor à Nação.

As investigações escalafobéticas da Polícia Federal, com todo o respeito, simulam hoje uma Gestapo tupiniquim buscando culpados de um "golpe" a mando de um juiz "Freisler" de plantão. 

Essas investigações, no entanto, atingiram um paradoxo. Ao se aprofundarem na tentativa de incriminar Bolsonaro,  implicando-o numa pretensa ação "golpista", os inquisidores estão a revelar, justamente, o que o establishment não quer, ou seja:  a legitimidade dos atos de Bolsonaro, a conduta legalista e a realidade do temor que ele tinha, de estarmos agora a caminho de uma ditadura bolivariana. Revelam, também,   a tibieza  dos chefes militares. 

Após atropelar a jurisdição militar, rasgar a constituição e cercear da defesa de ex-auxiliares do governo Bolsonaro, o inquérito "contra os atos golpistas" instalado no STF, trouxe à luz, por meio de "delações sobre nada", o que já se sabia: em face à enorme crise gerada por um processo eleitoral  absolutamente mal conduzido e  totalmente judicializado, o governo Bolsonaro analisou, consultou e fez tramitar minutas de medidas constitucionalmente previstas, visando  constatar a notória  ilegitimidade da chapa "eleita" e prevenir a supressão do Estado Democrático de Direito por esta pretendida - algo que a Nação, agora, de fato, experimenta."

Antônio Pinheiro, ao longo do artigo, explica também o que são atos preparatórios, demonstra a inexistência de crime e conclui afirmando:

"1 - o temor do Governo Bolsonaro, externado no final do ano de 2022 - era real e procedente;

- a chefia do estamento militar, independente de qualquer coisa, revelou-se pusilânime e, agora, neste processo de "delações"... patética; e

- a busca sistemática por incriminar Bolsonaro, revela medo, de um esquema de Poder... que sem base popular, vige pendurado num Tribunal igualmente impopular... e dependente dos arranjos de emendas obtidos num parlamento mal conduzido.

O resto... é tramóia."

O presidente não para de falar – e a cada vez que fala, a reserva nacional de estupidez aumenta

Bem tardiamente leio o ótimo artigo de J. R. Guzzo, publicado na Gazeta do Povo. Na íntegra copiado mais adiante.

Como disse Guzzo, "O presidente não para de falar – e a cada vez que fala, a reserva nacional de estupidez aumenta", embora, esteja sempre sob os aplausos encantados da primeira-dama e mais uma plateia, aparentemente sempre convencida de que está ouvindo coisas brilhantes, arremata Guzzo.

Desta vez o tema tratado foi IA mas, como sempre, para qualquer assunto abordado o resultado é sempre o mesmo, no Brasil e no exterior, como já se registrou em outras ocasiões. Nelas se mostrou como a imagem brasileira, perante diversos países, caminha para uma profunda e lamentável decadência.

Vamos ler o Guzzo. Boa leitura.

*. *. *

“Ministério das Declarações Cretinas” é o mais produtivo do governo Lula

Por J.R. Guzzo 11/03/2024 14:26

O presidente Lula.| Foto: EFE/André Coelho

De todas as criações do governo Lula nestes seus primeiros catorze meses, provavelmente nenhuma pode se comparar, em termos de produção líquida, com o "Ministério das Declarações Cretinas". Oficialmente, o ministério não existe, mas funciona mais que todos os outros; é natural, quando se leva em conta que o cargo de ministro é acumulado pelo próprio presidente da República.

Os 37, 38 ou 39 ministérios de Lula se dedicam com muita aplicação a governar o Brasil da pior forma possível, mas em geral não funcionam à noite, nos fins de semana e nos feriados – e por isso acabam rendendo menos do que podem. Já o "Ministério das Declarações Cretinas" opera em tempo integral. O presidente não para de falar – e a cada vez que fala, a reserva nacional de estupidez aumenta.

Sua última realização na área foi sem dúvida uma das mais notáveis desde que assumiu a Presidência. Depois de dizer que está cansado de tratar com a questão da inteligência artificial, porque acha o assunto muito complicado, fez a proposta mais idiota do seu mandato até agora: determinou a criação de uma “inteligência artificial em português brasileiro”.

Essa coisa deve ser construída por cientistas do Brasil, com conteúdo “nacional”, para nos livrar da dependência das “economias dos países ricos”. Mais: Lula deu aos “cientistas brasileiros” um prazo de três meses para a ciência local descobrir uma inteligência artificial apropriada para o Brasil – e ao que se supõe, compreensível para ele. A IA “100% brasileira”, segundo o presidente, tem de estar pronta até “julho” ou “junho”.

Como em geral acontece nesses casos, segue-se uma reação em cadeia. Os núcleos de estupidez se reproduzem e o sujeito acaba dizendo coisas cada vez mais boçais. “Por que não utilizamos a inteligência humana que já temos aqui?”, perguntou, sob os aplausos encantados da primeira-dama e mais uma plateia de mulheres, aparentemente convencidas de que estavam ouvindo uma coisa brilhante. “Um país que tem tanta gente inteligente, por que é que precisa de inteligência artificial?”, completou – antes de lançar o seu “desafio” para que os cientistas brasileiros desenvolvam uma IA nacional até o mês de junho.

O presidente poderia decidir também que seu governo vai criar a Regra de Três 100% nacional – ou baixar uma medida provisória que ensine aos brasileiros, sobretudo os pobres, como resolver problemas de trigonometria. É esse, no fundo, o nível do seu respeito pela população do país: como demonstra o tempo todo um rancor sem limites às pessoas que aprenderam alguma coisa, porque ele mesmo nunca teve coragem de aprender, trata a todos como ignorantes, e a ignorância como uma virtude. Vai ficar cada vez mais agressivo.

15 março 2024

Vale Tudo


    Nascia em 28 de setembro de 1942, no Rio de Janeiro, Sebastião Rodrigues Maia, o eterno Tim Maia.  Em 15 de março de 1998, às 13:03 h, falecia o cantor, músico, compositor, produtor musical e empresário fluminense. Ele tinha, portanto, apenas 55 anos.

    Contudo, seu grito de guerra ainda ecoa nas festas brasileiras de todas as gerações e classes sociais, onde sua música se tornou sinônimo de alegria e romance.

"Mais grave! Mais agudo! Mais eco!, Mais retorno! Mais tudo! "

    Tim nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, durante a juventude, conviveu com Jorge Ben e Erasmo Carlos. Em 1957, fundou o grupo The Sputniks, no qual cantou junto a Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve seus primeiros contatos com o soul, vindo a ser preso e deportado por roubo e porte de drogas. Em 1970, gravou seu primeiro álbum, intitulado Tim Maia, que, rapidamente, tornou-se um sucesso com músicas como "Vale Tudo", "Descobridores dos Sete Mares", "Do Leme ao Pontal", Azul Da Cor Do Mar", "Primavera", ...


    Tim Maia foi responsável pela introdução dos gêneros soul e funk na música popular brasileira e reconhecido como um dos maiores ícones da música no Brasil. Suas músicas eram marcadas pela rouquidão de sua voz, sempre grave e carregada, conquistando grande vendagem e consagrando muitos sucessos. 

    A revista Rolling Stone Brasil classificou Tim Maia como o maior cantor brasileiro de todos os tempos, e também como o 9º maior artista da música brasileira.


10 março 2024

Lula quer gastar mais mas não se compromete em gastar bem

Fiel ao receituário petista, Lula quer gastar mais mas não se compromete em gastar bem. O ex-presidiário quer nova licença para gastar. 

“A arrecadação está aumentando além daquilo que muita gente esperava”, disse Lula no lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Seleções. “Lógico que nós temos um limite de gastos, que, quando a gente tiver mais dinheiro, a gente vai ter que discutir com a Câmara e o Senado esse limite de gastos.”

Embora em janeiro a arrecadação tenha chegado a R$ 280,3 bilhões, o déficit primário também bateu seus recordes, e no ano passado chegou a R$ 230 bilhões, o equivalente a 2,1% do PIB. 

É a velha receita petista. O importante é gastar para estimular a economia. Conforme essa fantasia, as pessoas compram mais, as empresas investem mais e um tanto de déficit fiscal não faz mal a ninguém. Afinal,  “gasto é vida”, segundo Dilma Rousseff.

Lula não parece nem um pouco preocupado em dar sinais positivos ao mercado. Por exemplo, já esteve em Pernambuco para anunciar investimentos de R$ 8 bilhões para expandir a capacidade da refinaria Abreu e Lima, um monumento à corrupção e ao desperdício público que marcou as anteriores administrações petistas. Orçada em US$ 2 bilhões, num projeto em parceria com a ditadura chavista, a refinaria acabou custando US$ 18,4 bilhões, para alcançar apenas 50% da capacidade projetada. 

Em 2015, a Polícia Federal estimou que o prejuízo da Petrobras com a corrupção foi de R$ 42 bilhões, sem contar as multas pagas nos EUA.

Mas segundo o descondenado Lula, nada disso aconteceu. Foi tudo uma conspiração para prejudicá-lo ... 

A mensagem passada é que as estatais voltarão a operar como caixa forte para políticos, além de instrumentos de populismo econômico. E dado o desmonte da Lava Jato, ninguém espera que haverá algum tipo de incômodo para eles.

Quando o vento mudar, o estrago será grande, exatamente como aconteceu na última onda intervencionista, de 2009 até 2015, promovendo a maior recessão da história do país. 

Alguém acredita numa simples coincidência? Pois bem, os números abaixo, divulgados agora em 2024 pela Petrobras são bem parecidos com os de 2014.

A resposta do mercado foi imediata. tais números acabaram confirmando as piores expectativas. Houve queda de 33,8% no lucro, redução de 8,7% nas vendas e até mesmo redução de quase 10% no valor das ações da empresa apenas nos últimos dias. 

A inteligência e a experiência humana são insubstituíveis

Embora as ferramentas da IA generativa possam produzir resultados extraordinários, elas não podem substituir a inteligência e a experiência humana. Isto se aplica(rá), sem exceção, em todas as áreas que já utilizam ou que irão utilizar tais ferramentas.

Como um exemplo, pode ser citada a indústria que passou a conviver com o design assistido por computador (CAD) e avanços posteriores, como a impressão 3-D e a realidade aumentada e virtual. Embora os métodos para projetar produtos físicos tenham mudado, continuam sendo necessários especialistas em design para garantir o uso significativo da tecnologia e entrega de valor comercial.

E assim a vida continuará. Continuando com o exemplo do design industrial, o especialista que realiza pesquisas de consumo muitas vezes descobre insights importantes que inspiram escolhas cruciais de design. A sua habilidade em identificar os melhores conceitos a partir de dezenas de imagens geradas por IA – avaliando os resultados com foco na estética e na capacidade de fabricação e manipulando imagens com base na pesquisa do usuário e em seu senso de design – continuará sendo crucial para fornecer um design final que irá repercutir nos usuários.

Como em todas as revoluções promovidas pelo desenvolvimento tecnológico e implantadas ao longo da história, o impacto significativo da utilização da IA está no ganho de produtividade.

Quando tais ferramentas são usadas ​​corretamente durante todo o ciclo de vida de desenvolvimento do produto, se estima uma redução de mais de 70% nos tempos do ciclo de desenvolvimento do produto, proporcionando às equipes a oportunidade de passar mais tempo conduzindo testes de consumo, refinando projetos, avaliando fornecedores e otimizando projetos para capacidade de fabricação e sustentabilidade. 

Portanto, essas ferramentas e processos são, em última análise, um veículo para o crescimento e a inovação, permitindo um desenvolvimento mais rápido de produtos muito melhores.

Com elas também se inaugura uma nova era de criatividade e produtividade em todo o ciclo de vida do design do produto. Contudo, isso não dispensa que os líderes de P&D de produtos terão que estar preparados para as limitações da tecnologia.

Pois, embora os resultados da tecnologia possam ser deslumbrantes, a sua capacidade de criar valor empresarial só se tornará possível quando combinada com mãos qualificadas e olhos perspicazes de especialistas em design.

É assim para o design e é também para todas as demais áreas, sem exceção.

09 março 2024

Registros históricos sobre a Contrarrevolução que resgatou o Brasil das garras do comunismo

Neste 31 de março será comemorado, por BRASILEIROS, mais um aniversário da Contrarrevolução que resgatou o Brasil das garras do comunismo. Aqui, neste post, se reproduz diversas matérias publicadas, naquela época, em sua maioria pelo Jornal do Brasil (JB). Ao final, títulos de outras publicações acessíveis através de seus respectivos links.

   

Infelizmente, a maior parte da população que não viveu aqueles conturbados dias, não sabe a tragédia que se avizinhava de nossa Pátria e que levou o povo brasileiro, representado pela mídia da época, a clamar pela intervenção de agentes políticos que, por intermédio do presidente da Câmara dos Deputados, resultou na declaração de vacância da presidência da República e na eleição do Marechal Humberto de Alencar Castello Branco, herói da campanha da FEB na Segunda Guerra Mundial.

JB, 02.03.1964

JB, 03.03.1964


Em 4 de março de 1964, a confusão que tomava conta da Bahia e Pernambuco se alastrava para Minas Gerais. Leonel Brizola, líder revolucionário e cunhado do presidente, tratava de agitar os camponeses, do tipo MST da época, para a luta contra o agricultores.



Também no dia 4 de março de 1964, o JB  noticiava que o deputado comunista Pereira Nunes se apressava a apresentar um projeto de anistia para a revolta promovida pela esquerda em Brasília, dias antes. Desde aquela época, a esquerda já era muito mais articulada e perita em defender arruaceiros. Peracchi Barcelos foi o único que se pronunciou contra.


JB, 04.03.1964


Outras matérias do Jornal do Brasil noticiavam que a crise institucional dos últimos momentos do governo Goulart chegava com violência ao campo, ameaçando como sempre o Agronegócio brasileiro. Brizola era o agitador que insuflava o MST da época às invasões de terra.



Com o aumento da tensão no cenário nacional, João Goulart, sem prestígio, sem apoio e sendo pressionado pelas investidas do cunhado invasor de terra, titubeava sobre a assinatura de desapropriações, mas seu comício, mortal para as suas pretensões, não foi cancelado. Ocorreu, conforme marcado, na sexta-feira, 13!



O Congresso se articulava para barrar os desmandos de Goulart, totalmente desmoralizado pela falta de apoio e pela violência no campo gerada pelas movimentações de seu cunhado, Leonel Brizola. Mesmo assim, Goulart conseguiu eleger o deputado Ranieri Mazzilli presidente da Câmara. 


Os aliados comunistas do agitador Leonel Brizola acusavam a direita de discurso de ódio e intolerância enquanto levavam o terror ao campo ameaçando o direito de propriedade e promovendo ocupações. Só faltou chamar o Bilac Pinto de fascista!



O que publicaram alguns jornais logo após o 31 de março de 1964? 

Praticamente toda a imprensa se posicionou a favor da deposição de João Goulart do cargo de Presidente da República. Seguem abaixo algumas manchetes e editoriais daquela semana:

O Globo Editorial, 02/02/1964

“Ressurge a Democracia”

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.

As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.”

No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei.

Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo.

A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor".

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“Desde ontem se instalou no País a verdadeira legalidade ... Legalidade que o caudilho não quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a disciplina e a hierarquia militares.

A legalidade está conosco e não com o caudilho aliado dos comunistas” (Editorial do Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 1o de Abril de 1964)

“Golpe? É crime só punível pela deposição pura e simples do Presidente. Atentar contra a Federação é crime de lesa-pátria. Aqui acusamos o Sr. João Goulart de crime de lesa-pátria. Jogou- nos na luta fratricida, desordem social e corrupção generalizada”. (Jornal do Brasil, edição de 01 de abril de 1964.)

“Milhares de pessoas compareceram, ontem, às solenidades que marcaram a posse do marechal Humberto Castelo Branco na Presidência da República ...O ato de posse do presidente Castelo Branco revestiu-se do mais alto sentido democrático, tal o apoio que obteve” (Correio Braziliense – Brasília – 16 de Abril de 1964)

“A paz alcançada. A vitória da causa democrática abre o País a perspectiva de trabalhar em paz e de vencer as graves dificuldades atuais. Não se pode, evidentemente, aceitar que essa perspectiva seja toldada, que os ânimos sejam postos a fogo. Assim o querem as Forças Armadas, assim o quer o povo brasileiro e assim deverá ser, pelo bem do Brasil” (Editorial de O Povo – Fortaleza – 3 de Abril de 1964)

“Escorraçado, amordaçado e acovardado, deixou o poder como imperativo de legítima vontade popular o Sr João Belchior Marques Goulart, infame líder dos comuno-carreiristas-negocistas- sindicalistas. Um dos maiores gatunos que a história brasileira já registrou., o Sr João Goulart passa outra vez à história, agora também como um dos grandes covardes que ela já conheceu.” (Tribuna da Imprensa – Rio de Janeiro – 2 de Abril de 1964)

“Multidões em júbilo na Praça da Liberdade. Ovacionados o governador do estado e chefes militares. O ponto culminante das comemorações que ontem fizeram em Belo Horizonte, pela vitória do movimento pela paz e pela democracia foi, sem dúvida, a concentração popular defronte ao Palácio da Liberdade. Toda área localizada em frente à sede do governo mineiro foi totalmente tomada por enorme multidão, que ali acorreu para festejar o êxito da campanha deflagrada em Minas (...), formando uma das maiores massas humanas já vistas na cidade” (O Estado de Minas – Belo Horizonte – 2 de abril de 1964)

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Títulos de outras publicações acessíveis através de seus respectivos links

Marchas pela democracia - Foram, ao todo, 49 marchas - entre 19 de março e 8 de junho de 1964.

HANÁKcodinome de um jornalista brasileiro que trabalhava no Jornal do Brasil e que foi "trabalhado" pela StB (KGB tcheca) através de seu agente Bakalár.

100 ANOS DE HISTÓRIA E DE MUITOS CRIMESO comunismo no Brasil

SEMPRE FOMOS SALVOS NA UNDÉCIMA HORA

ORDEM E PROGRESSO

A face oculta da esquerda




Petrobras: o desastre previamente anunciado se tornou realidade

    A semana se encerrou e com ela a confirmação de um desastre previamente anunciado, logo após o aparelhamento político da gestão petista na Petrobras, incluindo a violação da lei das Estatais e o Estatuto da própria empresa que vedava a nomeação de políticos e dirigentes partidários sem o interstício de pelo menos 36 meses no cargo anteriormente exercido. Nesse contexto foram nomeados o atual presidente da empresa e membros do Conselho de Administração.

    As notícias de hoje, dão conta de que o primeiro ano de gestão do ex-senador petista Jean Paul Prates à frente da Petrobras, confirmou essa previsão previamente anunciada. 

    Tal fato foi iniciado sob a desconfiança pelo mercado, e ele acabou confirmando as piores expectativas. Houve queda de 33,8% no lucro, redução de 8,7% nas vendas e até mesmo redução de quase 10% no valor das ações da empresa apenas nos últimos dias. 

    Enquanto isso, as petroleiras do mundo inteiro bombavam com lucros anunciados da americana Exxon que cresceu 2,4%, da PetroChina (4,2% na Bolsa de Xangai), da inglesa BP  (1,62%). Maior petroleira do mundo, a Aramco, da Arábia Saudita, que tem valor de mercado superior a US$2 trilhões, cresceu 0,2%. 

    A história vai se repetindo, praticamente idêntica a do período 2003-2016 e não foi por falta de alerta.



Recuperação (2016)

    Em novembro de 2016, o País recebeu, com satisfação, as notícias de que Petrobras — símbolo do desenvolvimento e do avanço tecnológico brasileiros — começava a dar sinais de recuperação, depois da tempestade que teve de enfrentar com as denúncias de corrupção envolvendo sua alta direção, políticos e autoridades das mais variadas colorações partidárias. A empresa dá sinais de que está conseguindo sair do atoleiro em que se meteu durante as gestões petistas — o apadrinhamento político prevalecia em detrimento de uma administração profissional calcada em bases empresariais —, com a enxurrada de erros grotescos, e até mesmo crimes, na condução dos negócios da estatal.

    Depois da troca do comando da empresa, com o afastamento dos apaniguados do PT e a volta de uma gestão profissional, só neste ano as ações valorizaram 160% e seu valor de mercado subiu três posições, ficando em oitavo lugar no grupo das maiores petrolíferas internacionais — em janeiro/2016 ocupava a 11a posição.

Outro registro

    Neste caso, o pronunciamento do senador Jarbas Vasconcelos durante a CPI da Petrobras:

"Eu não posso aceitar que um partido que está com a sua ex-cúpula, com José Dirceu, o ex-capitão do time de Lula recolhido na Papuda. O tesoureiro do partido (Delúbio Soares), que meteu a mão, comeu dinheiro, está na Papuda. José Genoino, que foi líder do partido, está na Papuda. O João Cunha - que presidiu a Câmara -, na Papuda."

"Então, como é que um partido que tem a ex-cúpula dirigente - o capitão do time de Lula - na Papuda quer dar lições de moral para a gente aqui?"

Senador Jarbas Vasconcelos

Senado Federal, 02/042014



05 março 2024

5 de março de 1953: data inesquecível do regime de terror e opressão soviético

Imagem do filme "The Death of Stalin"

Há fatos que precisam ser obrigatoriamente relembrados. É o caso do dia, 5 de março de 1953, a data em que o ditador soviético Joseph Stalin morreu.

Stalin, que governava a União Soviética, com mão de ferro desde 1920, instaurou um regime de terror e opressão que envolveu a perseguição política e expurgos terríveis. Instalou-se o comunismo, uma máquina de criar pobreza, fome e morte.

Considerando os expurgos e todas as medidas econômicas controversas que instaurou, estima-se em até 9 milhões o número de pessoas que morreram por ações e decisões diretas de Stalin. A repressão política, a censura, a tortura e os massacres ordenados por Stalin e Lenin superaram em muito as piores atrocidades cometidas pelos czares russos que eles substituíram. A Revolução Russa, por eles liderada, prometeu salvar a Rússia pela destruição do capitalismo: transformou-a num cemitério. 

 No dia 1º de março de 1953 Stalin sofreu um AVC, tendo sido encontrado no dia seguinte caído no seu quarto. O pânico se instaurou no seu círculo mais próximo de colaboradores que temiam tomar qualquer decisão sem o aval de Stalin. 

Por causa dessa indecisão, um médico só foi chamado muitas horas depois, com Stalin morrendo em 5 de março. 

Teve início uma brutal guerra interna pelo poder, com Nikita Khrushchev acabando por se destacar, assumindo o lugar de Stalin.



PS.: Nesta mesma data, 05/03/2013, morreu outro ditador, Hugo Chavez da Venezuela.

“A escolha do presidente é uma decisão do povo.”

Uma Corte maiúscula



Por UNANIMIDADE, a Suprema Corte dos EUA, nesta segunda-feira (04/03/2024), decidiu que os estados não podem impedir o ex-presidente Donald J. Trump de concorrer a outro mandato, rejeitando uma contestação do Colorado à sua elegibilidade que ameaçava virar a corrida presidencial ao retirá-lo das urnas em todo o país.


Daqui por diante, nenhum estado poderá retirá-lo novamente das cédulas das eleições presidenciais deste ano

A decisão foi tomada em um cronograma apressado, chegando um dia antes das primárias da Super Terça no Colorado e em todo o país.

Numa entrevista a um programa de rádio conservador, Trump disse estar satisfeito com o resultado. “Fiquei muito honrado com uma votação de nove a zero”, disse ele. “E isto é para futuros presidentes; isso não é para mim."

A íntegra dessa decisão pode ser lida através desse link ou até mesmo baixar o documento completo, em PDF, acessando este outro link.