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15 julho 2021

CONGRESSO APROVA LDO COM R$ 5,7 BILHÕES PARA O FUNDO ELEITORAL

Valor para financiamento eleitoral é quase 3 vezes maior que em 2020, cujo valor foi de R$ 2 bi

O Congresso Nacional aprovou nesta 5ª feira (15.jul) o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A medida determina os gastos do governo para o próximo ano. Após essa aprovação final o Congresso entrará de férias. O período de recesso está previsto para de 18 a 31 de julho.

Entre a liberação de orçamento está um aumento para o financiamento eleitoral (FEFC), por 2022 ser um ano eleitoral: o valor aprovado é quase três vezes maior que em 2020. O aumento das verbas elevou o gasto eleitoral -- destinado para partidos políticos -- de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões.

Como os recursos de 2020 foram distribuídos?

Com recursos do contribuinte os partidos políticos brasileiros superam, em muito, a receita bruta da maioria das empresas brasileiras. Em 2020, somou-se ao milionário Fundo Partidário (FP), o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) no valor de R$ 2.034.954,824,00, totalizando assim a fabulosa quantia de R$ 2.993.970.578.96.


Mas o espanto não se encerra aí com esses números. Ele cresce muito mais quando damos uma olhada nas prestações de contas encaminhadas ao TSE acessíveis aqui neste link

E o espanto prossegue na medida em que passamos a buscar mais detalhes de sua aplicação. Lá iremos encontrar, por exemplo, pra onde estão indo os recursos do PT,  um total de R$ 350,4 milhões.
 
Agora se sente e se segure em uma cadeira para ver a
 relação de seus beneficiáriosSugiro darem uma espiada nas prestações de contas de 2019 e 2020, pelo menos. Se segure mesmo pois encontramos "trabalhadores assíduos" como Lula da Silva, Gilberto Carvalho, Dilma Roussef, todos "merecedores" de uma boa mesada. Ah, lá encontramos também o João Vacari, o ex-tesoureiro do PT, ele mesmo, aquele que ficou 3 anos preso em Curitiba e não abriu o bico. Deve ser por isso que ele recebeu em 2019 e continua recebendo em 2020 uma boa verba indenizatória. Os extratos dos pagamentos estão todos disponíveis, mas separamos apenas o do ex-presidiário Lula, em 2020, para ilustrar este post. Confira na imagem a seguir. UM ESCÁRNIO AOS BRASILEIROS.



14 julho 2021

CPI FAKENEWS

Nesta semana a CPI da Covid-19 se "aprofundou" nas investigações do caso Covaxin, denunciado pelos irmãos Miranda, e o caso Davati — alvo de um suposto pedido de propina pelo ex-diretor do Ministério da Saúde, Roberto Dias. Hoje, quarta (14), a Comissão teve a presença da diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades.

As declarações da Emanuela foram um tiro no pé nas pretensões do relator da CPI e confirmou que do Ministério da Saúde não recebeu qualquer proposta de propina e que o MS não fez qualquer pagamento pela vacina. As declarações também reforçaram o pronunciamento do senador  Marcos Rogério que declarou que a CPI trouxe ao Senado um criminoso e o promoveu como se fosse um paladino da moralidade - exaltando um bandido - ao se referir ao ex-governador do Rio de Janeiro que teve o seu mandato cassado. 

O Senador ainda definiu a nova onda estabelecida pelos opositores do presidente Jair Bolsonaro na CPI: "corrupção agora é onde não há desvio de dinheiro e não houve pagamento de corrupção. Onde houve pagamento de milhões, desvios de dinheiro e roubalheira, não, aí não houve corrupção, não, não, aí é outra coisa", se referindo aos milhões de reais enviados pelo governo federal aos estados e municípios, especialmente o caso do Consórcio Nordeste. Está na hora de compararmos o que é corrupção de verdade e o que é corrupção fakenews. CPI fakenews é a nova versão da CPI da pandemia, disse o Senador.

Em sessão no Senado nesta quarta-feira, 14, o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, anunciou a prorrogação do prazo de funcionamento da CPI FAKENEWS por mais 90 dias, a partir de 7 de agosto. 


AS ASPIRAÇÕES DE CUBA, CHINA E URSS IAM ALÉM DO ÂMBITO LOCAL

O livro "A vida secreta de Fidel: as revelações de seu guarda-costas pessoal", escrito por Juan Reinaldo Sánchez e Axel Gyldén, em tradução de Júlia da Rosa Simões, Sánchez nos diz que viveu por 17 anos, 1977-94, na intimidade do "líder" como seu guarda-costas pessoal. Posteriormente, jogado na lata do lixo, foi preso, torturado e quase eliminado, cumpriu 2 anos de cadeia (1994-96). Em 2008, depois de 10 tentativas de fugas infrutíferas, conseguiu se evadir para os EUA.

Sánchez nos conta as ambições de Fidel Castro, entre elas aquelas que extrapolavam o território cubano. Veja o que ele escreveu.

"As aspirações do líder máximo iam muito além do âmbito local, inscritas num projeto continental, ou planetário, no centro da Guerra Fria. As ambições de Fidel não se limitava a Cuba. Castro queria exportar sua revolução para todo o mundo, a começar pelo continente latino-americano, onde queria criar "um, dois, três Vietnãs" , segundo a teoria castrista do foco, ou foquismo."

"Popularizada por Ernesto Che Guevara, essa doutrina afirmava que multiplicando os focos de insurreição rural, esses primeiros pontos se propagariam como um incêndio até as grandes cidades, e depois para o país como um todo. Em 1967, o francês Régis Debray desenvolveu essa idéia em Revolução na revolução (1967), livro de sucesso fenomenal. Foi esquecido, nos meios universitários dos cinco continentes esse best-seller se tornou uma obra de referência para todos os movimentos de guerrilha e seus futuros combatentes, tanto na América Latina quanto na África e no Oriente Médio."

Repercussões no Brasil. Relatório do Arquivo Público do Estado do Rio mostra que esquerdistas buscaram ajuda militar na ilha antes do golpe de 64

Em maio de 1961, o dirigente do PCB (Partido Comunista Brasileiro) Jover Telles escreveu quatro páginas intituladas "Relatório à Comissão Executiva sobre minhas atividades em Cuba".

No documento, endereçado ao núcleo supremo do CC (Comitê Central) do partido, ele detalhou o dia-a-dia da sua missão. Telles chegou a Havana em 30 de abril de 1961. Deixou a cidade em 23 de maio. No item 12 do relatório, Telles escreveu: "Curso político-militar: levantei a questão. Estão dispostos a fazer. Mandar nomes, biografia e aguardar a ordem de embarque".

Na mesma época, o líder das Ligas Camponesas, Francisco Julião (1915-99), estava em Havana tratando do apoio cubano à luta armada. No item 13, Telles contou que "Julião começou a falar em pedido de armas etc. (...) Dei opinião contrária, por dois motivos: a) poderia ser o pretexto para uma grande provocação e para o rompimento de Jânio com Cuba; b) o assunto não estava em boas mãos. Que discutissem o assunto com Prestes (Luís Carlos Prestes, secretário-geral do PCB), quando lá fosse".

Em maio de 1961, também estava em Cuba, conforme o relato de Jover Telles, um dos precursores da guerrilha socialista no Brasil, Clodomir dos Santos Morais, advogado que comandava um grupo de líderes das Ligas Camponesas e pregava -sem sucesso- a adesão do PCB à luta armada. Acabou expulso do partido.

O fundamental da narrativa de Jover Telles é a concordância dos cubanos em promover cursos militares. Embora inédita, essa não é uma informação de todo surpreendente.

"Desde o início (1959) os cubanos estavam convictos de que a luta armada era o caminho da revolução", diz o historiador Jacob Gorender, 78, que em 1961 era membro do CC do PCB. "Para mim, porém, o relatório é novidade. Deve ter circulado por poucas pessoas." 

A revolução da revolução 

Já Régis Debray nos revela que o Peru, a Guatemala e o Brasil (São Paulo e Nordeste) foram os três países eleitos pelo "Bureau Latino-Americano" de Buenos Aires  seção da "IVa. Internacional". Assim agiu Hugo Blanco, chegado a Argentina, com os camponeses do Valle de la Convencion. No Brasil, as ligas camponesas de Francisco Julião deviam ser "trabalhadas" no mesmo sentido.

"A concepção de organizar a insurreição armada por etapas através da chamada guerra do povo, é formal, burocrática e militarista. Leva no fundo à subestimação das massas, sua utilização e a postergação da sua intervenção direta". 

Indo mais além no livro do Debray, em três páginas (28-30), ele nos dá a receita usada por um desses modelos de guerrilha. Dela me veio a lembrança da Guerrilha do Araguaia, ocorrida no início dos 1970, na região sul do Pará, local escolhido pelo PCdoB. 

Da esq. p/ dir. em sentido horário:

Contudo, " a preparação dos guerrilheiros do PCdoB remonta ao ano de 1964, quando os primeiros militantes iniciaram formação político-militar na China, visto que o Partido adotou a linha de guerra popular prolongada de inspiração maoista. Sua defesa da luta armada era anterior a 1964, e contrária à ideia de "foco" cubano e da revolução continental marxista-leninista. Entre 1964 e 1968, dezoito militantes haviam passado por treinamento militar na China, entre eles vários dos que agora se estabeleciam no Araguaia.[6] No Brasil, um primeiro grupo de futuros guerrilheiros realizou seus primeiros treinamentos numa casa em São Vicente, na Baixada Santista, sob a direção e articulação de Armando Gimenez – antigo diretor do PCdoB em São Paulo – e Osvaldo Orlando da Costa".[7] Entre outubro de 1973 e outubro de 1974 a guerrilha foi sistematicamente exterminada". 


12 julho 2021

EU AVISEI

A esquerda NUNCA vai lutar por LIBERDADE. A esquerda é um mal a ser combatido com todas as nossas forças

Neste fim de semana foram publicadas reportagens sobre a miséria e a pobreza na América Latina, entre elas as da Argentina e da Venezuela, países estes que já frequentaram a lista das melhores economias do mundo no século passado.

No final da tarde e durante a noite do domingo (11), as redes sociais foram invadidas com notícias sobre as extensas manifestações que ocorreram em Cuba, durante o decorrer do dia, que obrigaram o ditador cubano a fazer um pronunciamento em cadeia nacional convocando os revolucionários comunistas para defenderem sua ditadura.

Encontramos, em comum - em todos esses países - a implementação da cartilha esquerdista/comunista/populista. Também comum nos comentários da escória esquerdista de que toda essa situação degradante neles encontradas,  é decorrente do imperialismo americano na Região, como afirmou, recentemente, o ex-presidiário Lula, durante sua entrevista à emissora chinesa Guancha nesta quinta-feira (8)  “Os americanos não aceitam em hipótese alguma que na América do Sul algum país tenha protagonismo” e os EUA “têm medo de perder a primazia de xerife do mundo”.

Infelizmente, a população de todos esses países estão pagando pelo que acreditaram num discurso mentiroso de justiça social sob a denominação de "revolução do proletariado", mas todos nós já conhecemos o seu resultado: Justiça social pra mim, fome e miséria para o povo.

Aqui no Brasil estivemos muito próximo da implementação da dita "revolução do proletariado". Em 1964, os nossos militares nos salvaram na undécima hora, mas, posteriormente, cometeram um grande erro: terem deixado a semente maligna viva. Ela renasceu e hoje domina os meios de comunicação, as escolas, as universidades e até o STF. Cabe a nós, de forma urgente, neste momento, corrigir definitivamente esse erro. "A esquerda NUNCA vai lutar por LIBERDADE. A esquerda é um mal a ser combatido com todas as nossas forças ", autor desconhecido.

Mundo afora há lições nesse sentido. Vamos relembrar duas delas.

Nos anos 80, Lech Walessa, então presidente do sindicato Solidariedade, na Polônia, não aceitou ser comparado ao ex-presidiário Lula. A mídia quis saber porque ele também não recebia Lula, ao que respondeu:

“Lula representa tudo aquilo que combatemos. Nós poloneses passamos o inferno na mão de Stálin e sonhamos com a liberdade.

Lula vive em um país democrático e sonha em escravizá-lo. Não estou aqui para agradar os seguidores de Lula e sim para mostrar a diferença entre um sindicalista que luta por liberdade e outro ávido pelo poder!"

Os brasileiros não aprenderam essa lição. Ou até aprenderam por um certo tempo, por três eleições seguidas, 1989, 1994 e 1998, perdidas por Lula. Em 2002 se esqueceram do que disse Walessa. Ou já foram as nossas urnas eletrônicas que o elegeu?

A segunda lição também tem origem nos países que faziam parte da URSS. Em 23 de agosto de 1989, cerca de 2 milhões de pessoas da Letônia, da Estônia e da Lituânia formaram uma corrente humana - 600 km - que juntou os 3 países para mostrar ao mundo seu desejo de se livrar da União Soviética e do comunismo que só trazia, como já dissemos acima, miséria e pobreza.

EU AVISEI!


10 julho 2021

MILITARES DEIXAM RESULTADOS E NÃO ILUSÕES

A Coluna do Estadão desta sexta-feira (9) trouxe como título o seguinte: "Militares devem deixar de lado ilusões de que são intocáveis". Esse título já deixa claro a imparcialidade da matéria, pois, como sabemos, essa ilusão não existe nas casernas e nem fora delas.

Os militares aprendem, desde o primeiro dia em que põem os pés nas instalações das FFAA, que não são intocáveis. Ao contrário, acostumam-se logo cedo que caso infrinjam os regimentos serão punidos com rapidez e severidade, mesmo em tempos de guerra, nos contam a história e os heróis da II Guerra Mundial.

Entretanto, no Brasil, mais recentemente, surgiram classes de intocáveis. Entre elas estão as dos juridicidas que libertam guerrilheiros, criminosos, traficantes de drogas e os políticos criminosos. Dentre estes já está incluso até um ex-presidente da República. "Essa súcia se mantém intocável, prejudicando o Estado, a Nação e, sobretudo, as próximas gerações, que pagarão pela intocabilidade criminosa", afirmou Aléssio Ribeiro Souto, leitor do Estadão.

Como já dissemos aqui - bit.ly/3hM9OM0 - os militares não deixaram ilusões, e sim 21 anos de crescimento e modernização do Brasil, com ORDEM E PROGRESSO, enquanto estiveram no comando do governo. 

Não tivemos o mesmo destino nos 30 anos seguintes que nos deram dois presidentes da República que sofreram impeachment por incompetência para governar o País e, como já disse, um terceiro condenado por corrupção a mais de 20 anos de cadeia.



NÃO FOI ATO FALHO, LULA FALOU O QUE SEMPRE DESEJOU PARA O BRASIL

"A ditadura chinesa é mais interessante do que a democracia no Brasil"

Em entrevista que concedeu à emissora chinesa Guancha (08/07/2021), o ex-presidiário Lula, desejoso de retomar o Planalto em 2022,  disse que os americanos interferiram na justiça brasileira para garantir a sua condenação. A motivação para isso seria o fato de que o PT estava construindo um “protagonismo internacional” para o Brasil. “Os americanos não aceitam em hipótese alguma que na América do Sul algum país tenha protagonismo” e os EUA “têm medo de perder a primazia de xerife do mundo”, ele acusou.

Lula resgatou os discursos utilizados por Fidel Castro ao longo de sua trajetória em Cuba, e que o ex-presidiário os aprendeu logo cedo, desde os seus tempos de líder sindicalista no ABC paulista. Posteriormente, Lula os renovou dias antes das eleições presidenciais de 1989, quando foi se aconselhar com o ditador cubano.

Na entrevista, Lula ainda enalteceu o “poder” e o “Estado forte” sob comando do Partido Comunista Chinês como algo a ser admirado. Para o petista, a ditadura chinesa é mais interessante do que a democracia no Brasil, onde foi possível instalar o “golpe” que depôs Dilma Rousseff.

O problema do lulopetismo – o mesmo que apoiou todos os tipos de tiranias mundo afora, “patrocinou” o bolivarianismo e defendeu a regulação da mídia - não se limita à questões que afligem o povo brasileiro. Ao contrário, estas chegam a ser acessórias diante de declarações como as que acabamos de conhecer.





09 julho 2021

“NÓS NÃO ENVIAREMOS 50 NOTAS PARA ELE. É APENAS ESSA"

Comandante da Aeronáutica dá o tom adequado ao momento e manda recado para Omar Aziz

O comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Junior, disse ao O Globo que a nota do Ministério da Defesa divulgada nesta semana “foi voltada pessoalmente” ao senador Omar Aziz (PSD), presidente da CPI da Covid.

Afirmou ainda que “Cada instituição do país tem a obrigação de se preocupar com a democracia e o respeito às instituições. E nós, instituição militar, não abriremos mão disso. Não somos lenientes com desvios e não temos qualquer intenção de proteger ninguém que está à margem da lei”, mas criticou a CPI. “Aquilo lá é investigação? O povo tem de responder.”

Aziz disse em sessão que havia membros do "lado podre" das Forças envolvidos em "falcatrua" no governo 

Na quarta-feira (7/7), o senador Omar Aziz afirmou que as Forças Armadas devem estar muito envergonhadas com o surgimento de nome de militares na comissão, e que “membros do lado podre das Forças Armadas estão envolvidos com falcatrua dentro do governo”. 

Aziz citou os nomes do ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuelo, do ex-secretário-executivo da pasta, coronel Elcio Franco e do coronel Guerra. 

Ainda na quarta-feira, em nota, os chefes das Forças (Marinha, Exército e Aeronáutica) e o ministro Braga Netto disseram que a fala do senador “atinge as Forças Armadas de forma vil e leviana, tratando-se de uma acusação grave, infundada e, sobretudo, irresponsável".

Na quinta-feira (8/7) o senador disse que não aceitará ser intimidado e que as FFAA poderiam enviar-lhe 50 notas. Também nesta data se pronunciou o Presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco, para dizer que teve uma conversa com o ministro da Defesa, General Braga Netto, e que o episódio de ontem foi fruto de uma mal-entendido sobre a fala do senador Aziz e que, portanto, o assunto já foi suficientemente esclarecido e está encerrado.



PS.: O comandante da Marinha do Brasil, o almirante de esquadra Almir Garnier Santos, manifestou, por meio de seu perfil no Twitter, apoio às declarações do comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior, contra a atuação da CPI (Comissão de Inquérito Parlamentar) da Covid no Senado.

“Nos momentos de festa ou de dor, os militares estarão sempre unidos, em prol do povo brasileiro. Espírito de corpo forte. Corporativismo, jamais!”, disse Garnier Santos.



ORDEM E PROGRESSO

Hoje fui surpreendido com o conteúdo de um artigo divulgado por Eduardo Jorge,  em seu twitter. Eduardo é hoje filiado ao PV, em 2018 disputou a Presidência da República como candidato a vice na chapa de Marina Silva (REDE), mas no passado, em João Pessoa - PB, no final dos anos 60, foi muitas vezes procurado pela PF por praticar atos subversivos enquanto estudante de medicina na UFPB. O autor do artigo e o seu divulgador são farinhas do mesmo saco. Em tempo: Eduardo é filho do ex-reitor da UFPB, Guilhardo Martins Alves.

O artigo sob o título "Educação militar para a democracia",  escrito por Augusto de Franco, há quase um ano, 16/07/2020,  comenta sua indignação com a presença de militares no governo Jair Bolsonaro. 

Nele o autor afirma que "militares não podem interpretar quais são os interesses da nação ou os anseios legítimos da população" e segue ....

"Se os militares podem ser úteis e necessários, o mesmo não se pode dizer da sua ideologia, baseada no culto da ordem (que é um culto da morte). A ideologia militar é incompatível com a democracia porquanto, para ela, o sentido da política é a ordem e não a liberdade (ou seja, a democracia)."

Ora, sabemos que após a saída dos militares do comando do governo em 1985, raramente se ouve qualquer crédito pelos avanços verificados durante sua passagem pelo poder. Entretanto, esse silêncio é de 
natureza política-ideológica, pois não é difícil se verificar que o crescimento e a modernização do Brasil foram evidentes durante o 
período 1964-1985, com ORDEM E PROGRESSO. Vejamos isto através desse pequeno resumo e, em um texto mais longo, aqui. Logo em seguida uma retrospectiva do período cujo governo foi comandado pelos civis (1985-2018).

A história nos mostra que logo após assumirem o poder, os militares deram inicio a um programa de desenvolvimento, incluindo infraestrutura, industrialização acelerada e uma série de medidas destinadas a atrair capitais e estimular a economia, deixando para trás as restrições impostas pelo governo Goulart. 

Em 1964, de cada dólar exportado pelo Brasil, pelo menos 57 cents proviam da venda do café. Onze anos depois (1975), com o aumento de produtos industrializados e o estímulo à venda do minério de ferro, a participação do café já tinha sido reduzida a cerca de 15% do total de exportações.

O Brasil cresceu num ritmo alucinante. A expansão do PIB foi de 9,8% em 1968, de 10,4% em 1970 e de 14% em 1973. Era o milagre brasileiro e os militares eram os santos milagreiros.

Para o suprimento de energia elétrica foram construídas as hidrelétricas de Ilha Solteira (1965), Sobradinho (1971), Jupiá e Tucurui (1974), Itaipu (1975) e Emborcação (1977) e várias outras pelo Brasil afora.

Foi também o tempo de implantação de um sistema de telecomunicações que estava no estado da arte para os padrões tecnológicos da época. Em uma década o País estava coberto pela rede telefônica.

O mesmo também ocorreu com a construção da Ferrovia do Aço, os metrôs do Rio e de São Paulo, os Programas Nuclear, Siderúrgico, Porto de Tubarão e os pólos petroquímicos de Camaçari e de Triunfo e mais um monte de coisas.

Na educação, em uma só canetada do governo, a obrigatoriedade de matrícula em escolas para crianças de 7 a 14 anos. A criação de novas vagas em todos os níveis. No ensino superior 110 mil em 1969, juntamente com o estabelecimento do credito educativo para alunos que não conseguissem matrícula em universidades públicas, mas tivessem passado em vestibulares de universidade privadas e que tinham renda inferior a 15 salários mínimos.

Tudo dentro da lei. Por mais contraditório que isso possa parecer, durante os anos em que os militares ocuparam o poder, este foi o período mais legalista que se tem noticia. Embora tivesse força para impor sua vontade da forma que bem entendessem, os militares sempre faziam questão em se apoiar em leis que validassem seus atos.

Quando guerrilheiros, sequestradores, e outros do gênero retornaram ao País, em 1979, após a anistia, encontraram um Brasil mais moderno, urbano e industrializado do que o anterior a 1964. As transformações eram evidentes.

Contudo, no momento em que a Nação batia um recorde crescimento atrás do outro, e nada sugeria que essa estratégia fosse posta em xeque por falta de dinheiro para sustentá-la, ocorreu o segundo choque do petróleo, em 1979, que puxou o preço do barril para o alto e imprensou contra o muro os países dependentes das importações do óleo cru, como era o caso do Brasil. Esboçou-se naquele momento uma crise que gerou fissuras no modelo.

Em 1982, o ambiente que já estava ruim, tornou-se ainda mais pesado depois da moratória decretada pelo México, que levou os bancos internacionais a negar crédito a todos os países latino-americanos. O Brasil, maior de todos, foi atingido em cheio pela decisão. A oferta de dinheiro, que já não estava tão abundante quanto no início da década anterior, foi estancada. A partir deste momento a crise no Brasil e em outras Nações tornou-se visível a olho nu.

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Virada essa página, entramos no período 1985-2018.  A análise desse espaço de tempo demonstra que o grupo - civil - que assumiu o poder ao longo desses anos, não observou, de forma isenta, os fatos que estavam acontecendo no mundo afora e passou a ressuscitar e apregoar conceitos ideológicos e práticas políticas vencidas, pelo menos, desde a queda do muro de Berlim. Deu no que deu: dois presidentes da República sofreram impeachment por incompetência para governar o País e um terceiro condenado por corrupção, em 3a. instância,  a quase 30 anos de cadeia.

A isto, ainda se soma, na Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional, o local de ressonância dos problemas nacionais, que se ver debruçado, de forma permanente, com uma imagem de corrupção e de desmandos que invadem os olhares da sociedade, desmanchando a moldura de riquezas e grandezas de nosso território. No outro vértice da Praça passamos a conviver com um STF que se transformou numa vara penal para absolver acusados de ladroagem. 

Foi essa a herança deixada por governos civis de esquerda exercidos por mais de 30 anos.

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07 julho 2021

AS ASPIRAÇÕES DE FIDEL CASTRO IAM ALÉM DO ÂMBITO LOCAL

Capa do livro "A vida secreta de Fidel: as revelações de seu guarda-costas pessoal", escrito por Juan Reinaldo Sánchez e Axel Gyldén, em tradução de Júlia da Rosa Simões. 
Sánchez viveu por 17 anos, 1977-94, na intimidade do "líder" como seu guarda-costas pessoal. Posteriormente, jogado na lata do lixo, foi preso, torturado e quase eliminado, cumpriu 2 anos de cadeia (1994-96). Em 2008, depois de 10 tentativas de fugas infrutíferas, conseguiu se evadir para os EUA. 
No último final de semana (4/jul), o presidente Jair Bolsonaro trouxe ao conhecimento público uma das práticas de chantagem muito utilizada em Cuba, e em todos os países comunistas também, sob o argumento de que parece que esse procedimento estar sendo utilizado atualmente no Brasil, para atender ao conhecido chantageador brasileiro - Daniel - que frequentou os "bancos escolares cubanos", recebendo o respectivo treinamento, durante os anos 1970-75.

Fidelidade ao conforto capitalista

O autor afirma que Fidel nunca renunciou ao conforto capitalista, nem escolheu viver com austeridade.

"Ao contrário do que sempre afirmou, Fidel nunca renunciou ao conforto capitalista, nem escolheu viver com austeridade. Seu modo de vida é exatamente o oposto, assemelha-se ao de um capitalista sem qualquer tipo de restrição. Nunca considerou ter que seguir seus discursos sobre o modo de vida austero próprio a todo bom revolucionário. Ele e Raúl nunca aplicaram a si mesmos os preceitos que recomendavam aos compatriotas."

Tráfico de drogas

"Entendi que o homem a quem eu sacrificava minha vida desde sempre, el líder que eu venerava como um deus e que, a meus olhos, era mais importante que minha própria família, estava envolvido no tráfico de cocaína a ponto de comandar operações ilegais como um verdadeiro mafioso. Aterrado, coloquei o fone no lugar e girei a chave para cortar o microfone no. 1, de repente sentido uma imensa solidão ...."

O caso Ochoa

Em seguida, o autor afirma que só tarde demais foi compreender que Fidel Castro utilizava as pessoas enquanto elas lhes fossem úteis, e depois as jogava no lixo sem o menor escrúpulo, sendo ele próprio uma das vítimas. Contudo, o caso mais emblemático nesse sentido é conhecido como o "caso Ochoa", ocorrido em julho de 1989, para esconder da população a liderança (ele próprio) do tráfico de drogas que ocorria na Ilha em larga escala.

"Essa espécie de "caso Dreyfus do castrismo" ficará como uma mancha indelével na história da Revolução Cubana. Após um processo stalinista televisionado, ainda vivo nas nossas memórias, usaram Arnaldo Ochoa, herói da nação e general mais respeitado da Ilha, para dar exemplo e o condenaram e fuzilaram por tráfico de drogas ao lado de três outros membros da mais alta hierarquia militar. Ora, pertencendo ao circulo mais íntimo do poder, eu sabia muito bem que esse tráfico, destinado a arrecadar divisas para financiar a Revolução, tinha sido organizado com o aval do Comandante, que portanto estava diretamente ligado ao "caso". Para melhor se proteger, Fidel Castro não hesitara em sacrificar o mais valoroso e fiel de seus generais, Arnaldo Ochoa, herói da Baía dos Porcos, da Revolução Sandinista na Nicarágua e da guerra  contra a África do Sul em Angola.

As aspirações de Fidel iam além do âmbito local

"As aspirações do líder máximo iam muito além do âmbito local, inscritas num projeto continental, ou planetário, no centro da Guerra Fria. As ambições de Fidel não se limitava a Cuba. Castro queria exportar sua revolução para todo o mundo, a começar pelo continente latino-americano, onde queria criar "um, dois, três Vietnã", segundo a teoria castrista do foco, ou foquismo."

"Popularizada por Ernesto Che Guevara, essa doutrina afirmava que multiplicando os focos de insurreição rural, esses primeiros pontos se propagariam como um incêndio até as grandes cidades, e depois para o país como um todo. Em 1967, o francês Régis Debray desenvolveu essa idéia em Revolução na revolução, livro de sucesso fenomenal. Foi esquecido, nos meios universitários dos cinco continentes esse best-seller se tornou uma obra de referência para todos os movimentos de guerrilha e seus futuros combatentes, tanto na América Latina quanto na África e no Oriente Médio."

Repercussões no Brasil. Relatório do Arquivo Público do Estado do Rio mostra que esquerdistas buscaram ajuda militar na ilha antes da revolução de de 31/03/1964

Até agora, os historiadores acreditaram que o suporte do regime nascido com a Revolução Cubana de 1959 a esquerdistas brasileiros começou durante o governo João Goulart (61-64), intensificando-se após o movimento militar de 64. Na verdade, o apoio veio de antes.

Em maio de 1961, o dirigente do PCB (Partido Comunista Brasileiro) Jover Telles escreveu quatro páginas intituladas "Relatório à Comissão Executiva sobre minhas atividades em Cuba".

No documento, endereçado ao núcleo supremo do CC (Comitê Central) do partido, ele detalhou o dia-a-dia da sua missão. Telles chegou a Havana em 30 de abril de 1961. Deixou a cidade em 23 de maio. No item 12 do relatório, Telles escreveu: "Curso político-militar: levantei a questão. Estão dispostos a fazer. Mandar nomes, biografia e aguardar a ordem de embarque".

Na mesma época, o líder das Ligas Camponesas, Francisco Julião (1915-99), estava em Havana tratando do apoio cubano à luta armada. No item 13, Telles contou que "Julião começou a falar em pedido de armas etc. (...) Dei opinião contrária, por dois motivos: a) poderia ser o pretexto para uma grande provocação e para o rompimento de Jânio com Cuba; b) o assunto não estava em boas mãos. Que discutissem o assunto com Prestes (Luís Carlos Prestes, secretário-geral do PCB), quando lá fosse".

Em maio de 1961, também estava em Cuba, conforme o relato de Jover Telles, um dos precursores da guerrilha socialista no Brasil, Clodomir dos Santos Morais, advogado que comandava um grupo de líderes das Ligas Camponesas e pregava -sem sucesso- a adesão do PCB à luta armada. Acabou expulso do partido.

O fundamental da narrativa de Jover Telles é a concordância dos cubanos em promover cursos militares. Embora inédita, essa não é uma informação de todo surpreendente.

"Desde o início (1959) os cubanos estavam convictos de que a luta armada era o caminho da revolução", diz o historiador Jacob Gorender, 78, que em 1961 era membro do CC do PCB. "Para mim, porém, o relatório é novidade. Deve ter circulado por poucas pessoas."

A fortuna do Comandante

"Fidel Castro é rico? Tem uma fortuna escondida? Dispões de uma conta secreta num paraíso fiscal? Está cheio de ouro? Ouvi perguntas como essas inúmeras vezes. Em 2006, a revista americana Forbes tentou responder a elas publicando um artigo sobre as fortunas dos reis, das rainhas e ditadores do planeta. A de Fidel apareceria entre as dez primeiras, ao lado da de Elizabeth  II, do príncipe Alberto de Mônaco e do ditador  guinéu-equatoriano Teodoro Obiang. A cifra de 900 milhões de dólares foi sugerida a partir de uma extrapolação: a revista atribuiu a Fidel Castro uma parte da receita de empresas criadas e controladas pelo Comandante (Corporate Cimex, El Centro de Convenciones e Medicuba), nas quais parentes e amigos geriam por ele o dinheiro. Baseando nos testemunhos de vários altos funcionários cubanos que tinham desertado, a revista afirmou que Fidel desviava e utilizava uma parte importante da riqueza nacional a seu bel-prazer. Não é mentira. 

Ninguém nunca terá condições de avaliar com precisão a fortuna do Comandante. Para chegar mais perto da verdade, porém, é preciso entender a realidade cubana, partindo do fato de que Fidel Castro reina como um monarca absoluto de 11 milhões de habitantes. Em Cuba, ele é a única pessoa que pode dispor de qualquer coisa, apropriar-se dela, vendê-la ou doá-la", disse o autor. 

Conclusão 

Nos parece que esta última lição também foi fielmente aprendida pelo aluno Daniel. Com outros nomes, tivemos aqui no Brasil, pelo menos, o mensalão e o petrolão, as mais conhecidas.


PS.:  Saiba o que quer Bolsonaro ao revelar quem é o chantageado e quem é Daniel aqui neste vídeo do Polibio Braga https://youtu.be/IKAgezhm8EI 

PERITOS FEDERAIS REFORÇAM A NECESSIDADE DO VOTO IMPRESSO

Está em curso no Congresso Nacional  a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 135/19, sobre o voto impresso. Neste momento está em discussão e votação do parecer do relator, deputado Filipe Barros (PSL-PR).

Em seu relatório, Filipe Barros recomenda a adoção de uma urna eletrônica que permita a impressão do registro do voto, que depois será depositado em uma urna indevassável, sem contato manual do eleitor. No modelo proposto pelo relator, a apuração se dará após a votação, nas seções eleitorais, com o uso de equipamentos automatizados de contagem de votos, aptos à verificação visual.

O assunto não é desconhecido pelo Supremo Tribunal Federal que, em sessão plenária, antes das eleições de 2018, já tinha conhecimento do fato e se esquivou de implementá-la. Ouça no link a seguir o que foi abordado naquela ocasião,  https://youtu.be/CAU9pYBblG8 , pelo Sindicato Nacional dos Peritos Federais.

É conhecido, é sabido no meio técnico, portanto, que "hoje não existem instrumentos de auditoria independente que permitam ao TSE e à sociedade garantir a integridade dos resultados das eleições brasileiras".

Em “em caráter reservado” à CNNdois ministros togados disseram que esses “ataques ao sistema eleitoral despertam desconfiança em parte da sociedade”. 

Ora, como a sociedade pode confiar em uma eleição conduzida por Ministros militantes políticos, sem isenção, sem equidade? Para saber mais sobre essa militância leia o artigo UM SUPREMO QUE VIROU PARTIDO.

Portanto, qualquer brasileiro tem o direito e o dever de questionar e exigir mudanças que assegurem 100% de garantia aos resultados eleitorais processados eletronicamente nos dias atuais. É preciso se provar que não houve fraude eleitoral.

04 julho 2021

CONVERSE COM SEUS FILHOS SOBRE POLÍTICA ANTES QUE UM SOCIALISTA O FAÇA POR VOCÊ

    A expressão capitalismo selvagem é um termo criado originalmente para se referir à fase do capitalismo na época da Primeira Revolução Industrial (cerca de fins do século XVIII). Naquela época, especialmente na Grã-Bretanha, camponeses empobrecidos vindo de um meio rural superpovoado e estagnado, não tinham outra alternativa senão trabalhar nas nascentes indústrias da época, criadas a partir das inovações tecnológicas que pipocavam a todo momento, em especial o tear mecânico e o motor a vapor.

    Hoje emprega-se a locução "capitalismo selvagem" para indicar um capitalismo de grande concorrência entre as multinacionais.

Regimes de esquerda

    Comunismo e socialismo são doutrinas opostas ao capitalismo e buscam eliminar todos os tipos de desigualdade social, acabar com a exploração dos trabalhadores e, com isso, pôr fim à divisão de classes. Por esses motivos, tanto o comunismo quanto o socialismo são classificados no espectro político como regimes de esquerdaO comunismo foi concebido por Karl Marx e Friedrich Engels em 1848 através do Manifesto Comunista

Salário médio mensal e o percentual de pobres em alguns países nos respectivos regimes

    No manifesto comunista, Karl Marx e Engels descreveram o comunismo como um regime no qual toda a produção pertence à classe trabalhadora e é distribuída de acordo com a necessidade de cada um. Dessa forma, no comunismo não existem ricos e pobres. 

CONFIRA SUAS IMPLEMENTAÇÕES NO MUNDO REAL


    No momento atual brasileiro estão surgindo manifestações de rua da esquerda. Lembre-se, as manifestações da esquerda nunca foram por saúde ou democracia, sempre foram pelo poder!

    No Brasil a esquerda nunca triunfou ao ponto de implantar o socialismo. Caso isto tivesse ocorrido, a adoção do vermelho como a cor nacional e as restrições da liberdade que normalmente acompanha esse tipo de regime teria ocorrido e, pra ela, passaríamos a ter a seguinte denominação "República Socialista do Brasil". A denominação atual "República Federativa do Brasil" deixaria de existir para refletir a centralização no poder supremo do Estado.

    Frank Dikötter, historiador de Hong Kong, que estudou a história rural chinesa de 1958 a 1962, concluiu que pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de fome ou foram espancadas até a morte na China nesses quatro anos. É TUDO O QUE NÃO DEVEMOS SER. Leia aqui bit.ly/2N64nsx

    Mais recentemente este aqui, CHINA MANTÉM SUA TRADIÇÃO - https://bit.ly/3h9fuiJ que testemunha o quadro vigente ainda hoje na China.